Color Me Curious

oozey mess

@theartofmadeline
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RMH
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
ojovivo

Product Placement
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

if i look back, i am lost
untitled
Fai_Ryy
occasionally subtle
Claire Keane
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EXPECTATIONS
d e v o n
Monterey Bay Aquarium
The Stonewall Inn
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

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@falsolabirinto
E, de repente, quero gritar aos quatro ventos. Quero dizer que te amo e que é com você que quero estar. Aperta-me o peito a vontade e quase me desespero tentando me conter do brado descontente que poderia ter. Não posso deixar que vejam. Não posso deixar que saibam. Não posso deixar sequer que suspeitem. São invejosos, invejosos do pior tipo que há… Invejosos que não seriam capazes de ver um amor verdadeiro sem fazê-lo cair em maldizeres, porque nunca tiveram um. E se conto a todos ou grito ao mundo, o mundo todo vem pra cima de mim tentar me calar. Não aguentam. Não suportam. A felicidade alheia os incomoda. E eles são tantos… Eles são muitos, meu amor. Não posso lutar contra o mundo inteiro. Nem quero uma briga tão feia pra mim. Mas se você disser que me protege, que me apoia, que me acolhe, que grita junto comigo… Vou correndo, amor, vou correndo te dizer (e dizer a todos mais que quiserem ouvir) que te amo, que te quero, que preciso de você. E se voltarem contra nós (nós… que palavra bonita), não importa. Morro na luta, mas não desisto. Não desisto enquanto você estiver aqui.
Fera Inquieta
E, de repente, quero gritar aos quatro ventos. Quero dizer que te amo e que é com você que quero estar. Aperta-me o peito a vontade e quase me desespero tentando me conter do brado descontente que poderia ter. Não posso deixar que vejam. Não posso deixar que saibam. Não posso deixar sequer que suspeitem. São invejosos, invejosos do pior tipo que há… Invejosos que não seriam capazes de ver um amor verdadeiro sem fazê-lo cair em maldizeres, porque nunca tiveram um. E se conto a todos ou grito ao mundo, o mundo todo vem pra cima de mim tentar me calar. Não aguentam. Não suportam. A felicidade alheia os incomoda. E eles são tantos… Eles são muitos, meu amor. Não posso lutar contra o mundo inteiro. Nem quero uma briga tão feia pra mim. Mas se você disser que me protege, que me apoia, que me acolhe, que grita junto comigo… Vou correndo, amor, vou correndo te dizer (e dizer a todos mais que quiserem ouvir) que te amo, que te quero, que preciso de você. E se voltarem contra nós (nós… que palavra bonita), não importa. Morro na luta, mas não desisto. Não desisto enquanto você estiver aqui.
Fera Inquieta
314 by anne symons on Flickr.
Madrugada, o horário oficial da saudade dos momentos incríveis que nunca mais voltarão. Aquela lágrima que você não conseguiu derramar o dia inteiro veio cair agora, lentamente sobre o rosto, sem nenhuma permissão.
Junior Lima
Pudera eu me afogar e morrer de tanto amor, mas o que me mata é a inércia, é manter-me quieta enquanto não sinto nada, nada além de tristeza. Eu só sei da infelicidade de não amar. Minha vida poderia ser uma tragédia de Shakespeare. Repleta de drama e dor. Uma mistura interessante para um livro, mas nunca para se viver, nunca.
Desafagos.
eram duas horas da manhã ontem e eu abri a janela pra ver a lua.
foram as estrelas que me prenderam.
os olhos que tudo veem.
de repente, uma estrela cai.
eu não sei o que pedir.
sorrio.
Eu te vejo triste, sofrida, cansada, revoltada. Sei que você grita, implora, pede e chora pra expulsar essa dor de você. E não há nada que tire, apague, substitua, destrua, ampare. Seus olhos parecem não ter mais forças para ficarem abertos. Suas lágrimas rolam sem que percebas, sem que precise, sem que mereçam. Eu sei que dói. E não é pouco. Seu vazio de tão grande, obscuro, gélido e fundo, chega a parecer infinito. Mas eu digo: Não chore, não grite, não minta. Não mude. Não mate. Não morra. Você é mais que isso, meu bem. Você supera, aprende, cresce e se regenera. Não se sujeite a tão pouco, não se acabe assim. A vida é complicada, corrida, estressante, cansativa, um tudo cheio de nada. E apesar de dores assim, que corrói, machuca, feri e que destrói, tem as bonitas também! Com cores, alegria, doces, flores e amores. A vida é um círculo. Tem obstáculos. É um livro. Com palavras, frases e fases difíceis. Com personagens que entram e saem a todo o momento, com várias paisagens, vários lugares, vários sentimentos. E dessa história, do final eu não sei. Não posso, não imagino, não devo contar. Cabe a você, com suas tristezas, alegrias, dores, recompensas, purezas e prazeres saber terminar.
Acrescentada.
As vezes não é preciso inspiração pra escrever, basta uma dose de solidão.
Isaac Veloso Ramos.
Um emaranhado de mim e você. Nós. Gosto dessa combinação. Aquele cheirinho de amor, proteção, ciúme, beijo, apreço, nós dois! Juntos. Nessa confusão. Hora te amo, hora te odeio, hora te quero perto de mim, hora te quero longe, bem longe daqui. Te acho a pessoa mais linda do mundo e dois segundos depois a mais horrorosa, maldosa, envolvedora. Adorável. Tão triste não saber viver. Tão perigoso não saber o que fazer sem você.
Borbulhar
são coisas do coração,
que órgão chorão,
só me dá complicação.
Sabe quando você faz uma limpeza geral no seu quarto? Quando você vasculha debaixo da cama, no seu guarda roupa e encontra velharias que não servem mais para nada e você simplesmente joga fora? Acho que se eu fizesse isso na minha vida, procurasse por pessoas que não me fazem bem nenhum, que não servem para nada, eu iria ficar praticamente sozinho. Minha vida está cheia. Cheia de pessoas vazias.
Gabriel Pizzo.
Desata esse nó do meu peito, com um só toque ou um beijo. Cuida de cada parte que a vida dilacerou, feriu. Explora-me por inteira, cada canto, cada curva. Descubra os piores erros e defeitos, e aceite-me. Domina meu corpo sobre ti, e faça-me refém dos seus movimentos brutos e suaves, derreta-me ao ouvir sua voz grossa e fria, e arrepiar-me com seus gestos rudes. Faz-me sentir o prazer de uma vida, descubra-me.
florescedora
Hoje cheguei a uma conclusão assustadoramente grave: faço parte da espécie humana. Isso mesmo, daquela mesma espécie mesquinha e egoísta de que tanto ouvimos falar por aí. Inconsolada, sinto dizer pior do que isso: não sou diferente de qualquer humano que ande por aí. Estou cheia de todos os problemas tipicamente humanos, de todos os sonhos e desejos tipicamente humanos. Sou uma humana típica! Sou medrosa, insegura, afoita, vaidosa, orgulhosa… Tão podre quanto esses tantos que vejo por aí, tão vil e tão fria quanto esses muitos. Decepciono-me com a minha humanidade. Por que tão humana, meu Deus?
Fera Inquieta
E que culpa poderia dar-lhe? Se fiz daquele também seu medo, fiz daquela também a sua preocupação… não há como culpar-lhe por contar aos outros sobre o seu desespero, não é mesmo? Da próxima vez, serei mais compreensiva. Irei supor, logo de início, que se eu te contar sobre qualquer aspecto da minha vida, isso passará, imediatamente, a fazer parte da sua vida também e, portanto, você espalhará aos quatro vento o que descobriu. Sendo assim, não compartilharei mais nada. Nem o bom, nem o ruim, nem o certo, nem o errado, nem a felicidade, nem a desgraça. Evitarei que esses momentos que tenho sejam nossos. Guardarei para mim e serão só meus. Sendo só meus, não haverá desculpa para (e nem maneira de) contar por aí sobre os meus problemas. Não será mais problema seu. Não mais.
Fera Inquieta
Disseram-me que o amor é um carro que chega cheio de gasolina. Mas que, com o tempo, a gasolina acaba e é preciso empurrá-lo até o posto, para reabastecer. E, então, só então, continuar andando, voltando à falta de esforço.Mas não acredito nessa hipótese. Tenho para mim que o amor é uma carroça. Uma carroça que só se movimenta se alguém a puxar. No começo, é claro, puxar a carroça é algo muito prazeroso. A carroça é nova e tudo que é novo empolga.Com o tempo, porém, o esforço físico cansa. E, mesmo assim, a carroça não anda sozinha. Se os dois pararem, ela para. Se só um continuar, o peso se acumula todo nas costas do outro. E se os dois continuam, cansam-se ambos.É preciso algum preparo físico para amar, coisa que quase ninguém tem. Na falta de preparo, é preciso empenho real de continuar amando, de se desgastar até fortalecer-se o bastante para levar o amor adiante, sozinho ou a dois, correndo o risco de, por cansaço, morrer de amor.Nota: favor não tentar parar sua carroça no posto para abastecer. Jogar gasolina em um transporte de madeira não é uma boa ideia. Você não quer esquentar a sua relação desse jeito.
Fera Inquieta
Porque algum dia, há muito tempo atrás, eu escrevi isto
A alma aflita se acalmou. Alfinetes transparentes me molestam o coração. E luzes da madrugada cegam os meus olhos.
O que te corrói às vezes só te faz servir carinho.
Eu te amo.
E te amo. É o que eu sei dizer, e então eu o digo entre loucuras monumentais e desarranjos de literatura. Eu te amo mais que todas. As outras só me serviram de ensaio.
E você, que espera constelações de quem mal sabe desenhar estrelas: eu te amo.
E branco, meu cérebro se emaranha de paz e de sortilégios: um amor profundo, feito prosa e verso, como uma canção de cabaré.
As estações murcharam flores. As luzes queimaram os versos. A lua brilha dentro do seu olhar, como uma abóbada catedrática iluminando a minha esperança aflita e louca. Minha fé pela canção romântica do teu sorriso.
Eu te amo.
E te amo.
Vou dizer a todos o quanto te amo. E me perguntarão o motivo: eu não saberei responder.
Amor a gente não escolhe, eu direi. E darei seguimento, porque gosto de explicar sobre essas coisas de amor. A gente é feito vítima, como se fosse um sequestro quando ama.
E vão me perguntar se o que escrevo é para você. Eu direi que não.
Guardo segredos do que escrevo. E digo essas coisas porque sei que não vai encontrar minhas declarações aleatórias e tresloucadas.
E te amo.
Escrevendo, dormindo, sonhando, sorrindo: eu te amo. E de tudo o que faço, o que mais gosto é pensar em ti. E penso. Brinco de ser grandioso, feito sujeito que ama.
A alma do apaixonado é o mais profundo dos abismos.
Abismos. São os teus olhos. Duas estrelas espertas. Esferas magníficas de um brilho castanho e louco.
A brilhar eternidade.
E a me iluminar a vida.
Heitor Henrique