não é surpresa contar com a presença de DANIEL NAM no instituto de rosis esse ano! todos sabem que ele é um VENEFICU da ordem dos TELEKIS, vindo de FIJI, porque aqui as fofocas correm rápido. ouvi dizer que apesar de seus VINTE E NOVE anos, ele pode ser bastante EGOÍSTA quando está de mau humor, mas sua SERENIDADE compensa. além disso, se parece muito com uma celebridade do antigo mundo chamada SONG KANG. você não acha?
RESUMO + HEADCANONS
suas habilidades se manifestaram aos oito anos. nascido e, até então, criado em fiji, sede do coven qual se mostrou pertencer, não houve frustração ou angustia. seus pais, também telekis, sabiam como educar e instrui-lo. sua mãe, na época instrutora conseguiu mais tarde ingressar a equipe de guardas do instituto de rosis, sendo assim, é possível dizer que comparado à maioria, daniel teve a presença de sua mãe. há quase três anos, contudo, a mulher voltou para fiji como instrutora. nessa mesma época, ela perdeu o marido - daniel viu o pai morrer para proteger dois humanos em uma batalha contra monstros, no méxico. havia sido a primeira experiência real de dan, mas não foi a última.
graças ao tio por parte de mãe, veneficu parte do império sueco, teve seu nome chamado para a equipe que faria uma missão para a nação. poucas informações concretas lhe fora dado, ou melhor, o real objetivo não lhe foi informado, afinal, não iriam arriscar compartilhar com estudantes o fato de estarem roubando arte. na segunda vez que participou da equipe, contudo, danial passou a desconfiar - pegou um dos humanos da corte deslizando uma piadinha suspeita. hoje, levado à intriga, tem os herdeiros da suécia como um de seus principais alvos de cortejo.
pode-se dizer que há anos não tem férias, considerando que as usa para tarefas e missões lhes proposta por nobres. daniel até agora não recusou nenhuma, e embora tenha viva a cena de seu pai na batalha do méxico, é nesse cenário que mais se ver atuando: lutando e matando monstros. procura manter-se unido e próximo de todos os outros feiticeiros que enxergam da mesma forma, ajudando os mesmo com treinos e afins se necessário.
confrontando o daniel da prática, tem grande interesse por literatura e artes. no caso do primeiro, negaria por segurança, mas procura por livros que seriam apontado como heresia. o motivo? curiosidade e, mais uma vez, intriga. aparentemente, dan é bastante movido quando está intrigado.
é muito bem educado; sorrisos reconfortantes é possível encontrar em sua feição. . . até mesmo quando com alguém que não gosta ou ao ouvir merda. não é falsidade, mas um constante policiamento interno para que não saia da linha; para que se mantenha em seu lugar e postura. infelizmente, é péssimo em mentir, tendo muitas vezes, nesses casos, o sorriso trocado por uma carranca ou olhos fechados.
PODERES
domina a telecinese que cabe ao movimento, levitação e pressão de objetos e de outras pessoas, não conseguindo fazer o mesmo para consigo. no último ano, além de desenvolver o campo de força para além da área em que está inserido e aumentá-lo para - se sozinho - abranger o tamanho de até um carro, passou a polir a habilidade de replicação e propagação de energia cinética para até dois metros de distância. tal capacidade funciona como uma extensão de ondas - por exemplo: ao socar o que poderia ser o ar, é capaz de estender essas ondas e fazê-la alcançar mais além - e muitas vezes poupa seu físico no sentido de, por exemplo, os ossos da mão não sofrer o impacto que normalmente sofre com socos. hoje, tenta conseguir manejar tal habilidade em outras pessoas, ou seja, conseguir replicar e propagar energia cinética produzida por outras pessoas e objetos que não segura/lança.
SOBRE
vozes, o que o sonda. nascido em um dos berços de coven, mau tratos foram míseros. até os oito anos de idade, tinha a leitura como sua melhor amiga para além de outros como ele. daniel passou tempo suficiente em um mundo onde histórias, e somente histórias, dançavam por sua mente. havia se tornado o garoto que acreditava em heróis, em mocinhos, em destino e quase, quase, afogou-se na síndrome de herói. de certo, dentro daquele mundinho cuja ciência da realidade de todo venéficu é muito bem conhecida, não surpreenderia um pai ou mãe saber que tentaram proteger seu filho do futuro limitado e. . . injusto; escravo, quase. daniel ouvia a voz daqueles que amava; ouvia a voz daqueles que venciam a jornada de herói, em livros. ouvia vozes e, mesmo quando passou a descobrir a realidade dura, escolheu continuar a ouvi-las. hoje algumas delas não são tão benéficas ou acalentadoras assim.
mãe, por quem luta. a doçura cuja memória insiste em pintar as lembranças envolvendo o olhar da mulher será eterna. sua mãe era para si a imagem do equilíbrio perfeito de gentileza e exército de mil pessoas. teve sorte. pode ter sua mãe até para além do ano em que sua habilidade custou algumas porcelanas ou janelas, pois não tardou mais que dois anos para sua mãe juntar-se aos guardas da academia, na ilha. teve um pouco de azar, também, pois a presença de sua mãe fazia os treinos serem quinhentas vezes mais puxado. daniel enxergava nos olhos doces uma enorme rocha e um punhal que tentavam esconder o medo do futuro miserável reservado para o próprio filho. tal olhar pouco vê hoje em dia, considerando que voltou a ser treinadora em fiji, mas continuam vivos em toda carta trocada ou chamada atendida.
pai, quem jamais irá esquecer. contrariava a figura tradicional de pai e mãe quando era seu pai quem cuidava de seus machucados e divagava sobre amor e amar. romântico até o último segundo de vida, as últimas palavras foram aquelas três direcionadas para o filho - e para a esposa, um último recado. daniel viu o pai morrer em uma das batalhas do méxico, quando teve sua primeira experiência. haviam dançado, pai e filho; haviam sido implacáveis. . . até seu pai sair como um daqueles garotos das historinhas da sua infância. ele não podia ter feito isso; ele não podia ter escolhido a própria vida em troca de uma humana já meio acabada, mas assim o fez pois deveria. um soldado, tanto quanto a mulher que jurou amar por toda a vida e como esperava que o filho fosse.
dever, o que lhe rouba a paz de espírito. como poderia ele mudar sua realidade? acreditar na própria irrelevância o faz escolher fechar os olhos e cobri-los com os textos dos livros sobre mocinhos. era mais fácil levar a vida com menos rancor e frustração se acreditar que há nobreza em seu papel. um soldado poderia ter uma história forte; poderia estar em um daqueles livros. mas assistir um soldado morrer da forma que viu seu pai fazer, por mais bonito que fosse soar na televisão de um mundo antigo, não lhe tinha o gosto doce, pois lembrava-o constantemente do valor de sua vida - e do que lhe espera. aceitou, então, que para si há a máscara de um soldado e que matar monstros, entre outros trabalhos de falso herói, foi para o que nasceu. prazer faria disso.
futuro, aquilo que soa como um enfeite tão bonito quanto a palavra em si - e somente só. o que poderia dizer? até mesmo entre os miseráveis há privilégio e sorte. a de daniel, em um geral, havia sido os contatos. foi por seu pai que conseguiu sua primeira ação em campo, em uma de suas férias. sua segunda vez foi resultado da performance bem feito na primeira vez ganhada. foi por sua mãe que atraiu alguns dos olhares ainda dentro da academia, e ainda era por ela que sabia ainda tê-los. foi por seu tio, irmão de sua mãe, que conseguiu o primeiro trabalho como telekis que não envolvesse arrancar membros de uma criatura inumana - foi por seu tio que seu nome caiu na lista daqueles que seriam ladrões sem saber, e roubariam para a própria suécia. e fez muito bem, como um bom soldado. infelizmente, contudo, como um ainda tem muito o que melhorar. afinal, soldado assente, aceita e faz - daniel ainda pensa e reflete demais, especialmente sobre o futuro.










