Desde a primeira reunião fiquei divagando sobre as palavras iniciais a serem transpostas da minha mente para a tela. Supostamente, tais ideias seriam impressas e outras mentes iriam interpretar minhas elucubrações. Suportado pela literatura, discussões e obviamente, experiências. Então, escrevi o que vinha in situ na primeira noite. Com os dias, parágrafos viraram páginas e posteriormente capítulos. Em um processo sinérgico laborioso de meses se estendendo por anos. Refazer, editar, reescrever. Em movimento dialético de quatro mãos. Não cabe tratar de ciência apenas por especulação, sem rigorosidade metodológica. É necessária uma discussão sofisticada, uma particularidade na escrita, uma didática. A força motriz para produção brotava espontaneamente e às vezes a condição sine qua non dispersava. A arte das figuras (que cabe maior abstração) permitiu explicar fenômenos de outra perspectiva sensorial e esse processo me empolgava. De frisson semelhante foi a construção epistemológica, histórica, perpassando desde a alquimia a química moderna, objetivando o nec plus ultra. Assim, as peças se uniram formando um Megazord colossal e sui generis. Em síntese, mais do que uma experiência, desejo (humildemente) contribuir com a divulgação da ciência, literatura e pesquisa nacional a partir desse livro, tão necessitadas em nosso país. Acidez e Basicidade em Sólidos Porosos ISBN: 9786589367208 1a. Edição - 2021 Formato 17x24 cm, BROCHURA - 126 páginas
















