— Falam de mim, mas pelo menos eu não pedi para ver o pinto de ninguém.

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@fivehearting
— Falam de mim, mas pelo menos eu não pedi para ver o pinto de ninguém.
non-sexual forms of intimacy. send me ‘INTIMACY +’ a number between 1-125 and i’ll write a starter or a drabble about our muses engaging in a form of intimacy outside of sexual context. note: as the level of trust required for the things listed here varies a lot, feel free to send multiple numbers if you aren’t sure if they’ll work! bonus: if the mun is comfortable with randomising a number if asked, state so in the tags when you reblog!
1 watching tv/movies together
2 going to an event together ( like a carnival, festival, etc. )
3 going on dates, like to the movies or shopping
4 sharing secrets
5 hugs
6 sharing drinks
7 having a phone call
8 touching noses
9 cuddling
10 having a philosophical discussion
11 hand holding
12 sharing jokes
13 sharing smiles
14 laying your head on someone’s shoulder
15 linking arms
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frostbxtch:
ㅤㅤㅤㅤo olhar de angela era CURIOSO para com a jovem que estava frente ao muro. não compreendia ainda o que humanos faziam, porque o faziam. acreditava até então que muros eram para proteger as residências?! suas informações estavam erradas?! precisava urgentemente de uma atualização!! ❝ espera, movem?! como?! ❞ a garota mecânica não pudera evitar perguntar. sua sede por conhecimento era insaciável, e logo estava se aproximando daquela moça tão sábia. ❝ se me permite perguntar, o que está fazendo? ❞
Selene riu baixo com a reação da pequena ruiva e concordou com a cabeça. — Não movem literalmente, eu digo no sentido figurado. As pessoas acham que o amor é a maior fonte de poder que existe no mundo inteiro. Por amor, as pessoas fazem qualquer coisa, até mesmo machucar alguém. Claro que essa é a parte ruim de se amar intensamente e de maneira obssessiva. — Ela explicou para a pequena, sorrindo. Logo em seguida ela encarou o muro em branco, dando de ombros. — Eu estou decidindo o que vou escrever aqui. Eu quero que seja algo bem impactante, sabe? — Selene gostava das artes, mexer com cores era com ela mesmo. Então ter um espaço enorme para se escrever como aquele era a oportunidade perfeita de deixar uma mensagem. A morena encarou a garota ao seu lado. — Você quer escrever alguma coisa também?
franespace:
corajosa. Luther gostava daquilo: a garota tinha atitude. e ele sorriu discretamente, seguido por um breve riso, ao perceber que estava encurralado. a confusão era claríssima no semblante da jovem, e o imortal não podia bem culpá-la — estava tão confuso quanto. era difícil colocar na cabeça que havia outra pessoa no mundo que carregava a mesma essência que si, mas o alemão era muito bem capaz de perceber as pequenas nuances entre a própria energia e a da outra. eram semelhantes, e ainda assim, vastamente diferentes. seria ingenuidade sua se acreditasse que era a única pessoa viva capaz de manipular o elemento que representava.
❛ não, não sou. infelizmente, sequer conheço ao que você se refere. ❜ respondera, sem preâmbulo. desde que não houvesse nenhuma intenção hostil por ambas as partes, Luther não tinha problemas em respondê-la com sinceridade — só, talvez, omitindo alguns detalhes. ele não era um tal “Guardião do Véu”, seja lá o que aquilo fosse, mas ele também não explicou a origem de sua energia. o sorriso se alargou, e ele concordou com a cabeça. ❛ sabia. e já que você não teve problemas em me seguir até aqui, não se importaria de me seguir mais um pouco, sim? ❜ e virou um pouco o corpo, gesticulando para o seu lado não-cego, convidando-a a acompanhá-lo. ❛ não posso gastar muito tempo na rua, deixei minha loja aberta e tenho que fechá-la. ❜ não era bem uma loja, mas não sentiu necessidade de compartilhar que trabalhava em um mortuário. não era exatamente a profissão mais comum por aí, afinal.
Não era a resposta que ela esperava.
Mas Rachel sequer sabia o que esperar no fim das contas, então não podia ficar mais confusa do que já estava. Ela analisou o homem por alguns instantes, ele era alto e tinha um porte único, chamaria atenção mesmo se não fosse pela energia que carregava. Era bonito, uma beleza genuína, pelo menos para Rachel, e provavelmente se destacaria diante qualquer multidão. No entanto, ele não parecia querer chamar atenção para si, o que parecia ser praticamente impossível na visão da Guardiã do Ar. Mesmo com todo o possível perigo que aquela situação trazia, a morena não conseguia deixar de prestar mesmo atenção no que ele fala e na energia cor cinza que rondava o homem. Era dessa forma que via sua própria energia, então havia apenas conseguido uma demonstração de que ambas eram extremamente semelhantes, mas que também continham pequenas diferenças ou alterações. Talvez fosse o tempo de uso ou a experiência, Rachel teria que se aproximar para saber mais.
O restante da resposta dele pegou a morena de surpresa e ela, mesmo ficando extremamente atenta, caminhou até ao lado do homem. Seu corpo manteve certa distância dele, quase que como uma medida de defesa, mas ela caminhou ao seu lado. — Se sabia disso, por que não me despistou antes? — Ela perguntou enquanto o encarava, sua adrenalina estava disparada e seu coração martelava forte contra o peito. Era a ansiedade, estava quase que lhe dando um sufoco. — Eu não sei o que você é, mas eu não quero que isso acabe mal. Para nenhum de nós. Você não tem que me matar. — Foi o que ela disse enquanto desviava seu olhar para frente por alguns segundos antes de tornar a encará-lo. — O que é você?
protector / protectee starters
“no. you can’t go, it’s too dangerous.”
“it’s not dangerous. i’ll be fine.”
“i’m not going to let anything happen to you.”
“you can’t keep me safe from everything.”
“just be careful.”
“i’m always careful.”
“you’re going to get yourself hurt.”
“i won’t get hurt, i promise.”
“i won’t let them hurt you.”
“you can’t save me from this.”
“please try and stay out of trouble.”
“if anything happened to you…”
“i’m not sure how to keep you safe.”
“i’m not going to let you out of my sight.”
“this is the only way to keep you safe.”
“you can’t keep an eye on me twenty four seven.”
“everywhere you go, i go.”
“it’s not your job to protect me.”
“it’s my job to protect you.”
“don’t worry, i’ve got you.”
“no one will hurt you as long as i’m breathing.”
“you don’t understand how dangerous this is.”
“please come back in one piece.”
frostbxtch:
ㅤㅤㅤㅤnakamura escutou-lhe com atenção, possuindo um doce sorriso em seus lábios, porém tinha a certeza de que, nesse século, não poderia ir a tal lugar, não em meio a um evento social como esses. um lugar cheio de humanos? sendo que ela mal conseguia controlar sua sede? complicado, para dizer o mínimo. ❝ oh, isso é legal! ❞ houve um segundo de animação, quase relembrando a antiga pessoa que ela costumava ser. ❝ é sempre bom ter um refúgio dos adultos, principalmente os… pais ou responsáveis. ❞ ela riu nasalmente, o olhar acabando por se desviar da outra garota, a imagem de seu pai lhe vindo à mente. sentia saudades dele, do homem que outrora ele havia sido. mas, agora, nada mais passava de meras lembranças.
ㅤㅤㅤㅤ ainda encontrava-se hesitante, sabia que o melhor era que ela desse meia volta e fosse para casa, muito embora não quisesse o fazer. porém, nakamura estava também cansada daquela prisão. a que lhe impuseram, e a que ela mesma estava impondo sobre si mesma. a vampira acabou por rir baixo, contido, já não mais sendo capaz de também conter um pequeno sorriso no canto de seus lábios. há quanto tempo alguém não lhe protegia? mesmo sendo a humana em meio a vampiros, não havia tal preocupação para consigo. ❝ meu nome é mei. ❞ ela dissera finalmente, tornando a fitar a outra garota. mordiscou o interior de sua bochecha. ❝ você é sempre teimosa e insistente assim? ❞ ousou perguntar, deixando evidente em sua voz um tom brincalhão.
ㅤㅤㅤㅤ os olhos da nakamura foram para a rua, de fato deserta, e que poderia ser deveras perigoso. em outra vida, certamente foi para a menina. ❝ eu aceito. mas com uma condição. ❞ mei tornou a olhar para dinah, sua expressão agora mais suavizada. não poderia jamais admitir, mas aquela sensação era boa. de ser normal, não uma aberração, um animal de estimação ou algo parecido. para aquela outra garota, mei nada mais era que uma estranha na rua. e aquele pensamento a relaxava. ❝ você me dar dicas de quais os locais que eu preciso conhecer dessa cidade. e então, o que me diz? ❞
— Sim, é um lugar legal para se estar. — Dinah abriu um sorriso, dando de ombros. Não era como se o local fosse especial em seu íntimo, mas ela gostava apenas porque estava com suas amigas. Se não fosse por elas, Dinah ficaria em casa por boa parte de sua vida e não sairia para lugar nenhum, a garota gostava de ficar em casa. — E eu concordo com a parte dos adultos, parece que depois da adolescência a gente busca ganhar mais espaço. Eu amo meus pais, mas ás vezes preciso de um tempo até mesmo deles. — Seus pais eram extremamente importantes em sua vida e ela era extremamente grata a tudo que fizeram em sua vida. Dinah tinha que agradecer apenas por ter pais ao lado dela, já que sua adoção havia sido algo complicado em todo o trajeto de sua vida. Só que, ultimamente, com todas as mudanças que ocorriam em sua vida ela precisava de um tempo para ela. Aquela fase de sua vida era algo que ela precisava gastar com suas amigas devido ao laço e responsabilidade que dividiam.
Ao escutar a apresentação dela, Dinah abriu um sorriso mais animado e acenou com a cabeça. — É um prazer te conhecer, Mei. — E realmente era legal conhecer alguém novo em meio a toda aquela multidão que ela já conhecia em Heatherfield. Mei não era antiga ali ou Dinah a conheceria, assim como conhecia a maioria das pessoas por causa de Rachel. A pergunta de Mei a trouxe de volta àquele momento e ela riu baixinho, dando de ombros. — Não, acredite se quiser mas eu costumo ser uma das mais calmas do meu grupo. — Era verdade, se fosse uma situação comum ela estaria em um estado calmo. Só que aquela garota era especial, ela conseguia sentir e geralmente suas sensações estavam certas. — Só que por alguma razão eu estou me deixando guiar pelo instinto que diz que devo insistir. — Um outro sorriso, dessa vez menor, foi dado por Dinah.
A condição foi escutada e a morena concordou com a cabeça, rindo consigo mesma por alguns segundos. Não esperava que seu dia fosse terminar daquela forma e, como não queria ir para casa, estava bem feliz que ela havia aceitado. — Acho que posso com essa condição. A praça é um lugar que você deve conhecer e é para lá que estamos indo. — Dinah disse enquanto apontava a direção. Logo ela começou a caminhar em direção ao lugar que já conhecia muito bem, sendo acompanhada pela outra. — Você deve gostar de Heatherfield. É uma cidade menor que as grandes cidades no mundo, como Nova York e Paris, mas ainda é uma cidade legal de se viver.
franespace:
era incrível como Andrew simplesmente não conseguia cansar de… viver. qualquer pessoa pensaria que após mais de um milênio na mesma Terra, eventualmente, as coisas ficariam entediantes. o elemental, porém, pensava exatamente o contrário. todo dia novo lhe dava novas oportunidades, e a cada pôr do sol ele se sentia um pouco mais realizado. poderiam considerá-lo egoísta, por passar tanto tempo agarrado em seus poderes, já que o propósito dos elementais era exatamente transferi-los com o passar do tempo, mas Andrew não se sentia preparado para abrir mão da vida ainda. quando chegasse o momento certo, enfim, ele iria atrás de um sucessor.
e o mundo realmente era algo irônico — ao que refletia sobre suas escolhas e egoísmo, ele deparou-se com a garota. jurava que a praia estaria vazia; com os pés descalços, sujos e afundando levemente na areia, ele não havia sentido a presença de ninguém por perto. não era surpresa que o homem decidiu abordá-la, por mais que sua presença repentina pudesse assustar. ele podia a sentir, e sabia que ela provavelmente podia senti-lo também. a recepção amigável da outra levou um sorriso aos lábios de Andrew, e ele seguiu o olhar alheio, encarando a reflexão da lua sob o mar sereno.
❛ eu raramente durmo. ❜ admitiu, acompanhado de um riso curto, auto-consciente. praias eram seus lugares favoritos para simplesmente gastar tempo – uma junção perfeitamente equilibrada de três elementos. quase sentia vontade de acender uma pequena fogueira, lembrando-se de Wolf, querendo inclui-lo no meio daquela paz. ❛ não preciso. ❜ acrescentou, dando levemente de ombros, quando decidiu se sentar, as pernas estendidas sobre a areia um pouco gélida. ❛ e não quero, pra ser sincero. a noite pode ser tão interessante quanto o dia, eh? ❜ e direcionou uma piscadela à garota, deixando claro ao que se referia, apesar do tom de brincadeira. uma mão gesticulou brevemente ao espaço ao seu lado, convidando-a a sentar-se junto de si.
Era estranho demais. Aquela situação inteira era esquisita.
Dinah nunca na vida havia visto aquele homem, mas por alguma razão podia sentir uma certa intimidade que parecia envolver aos dois. Era a energia semelhante, ela tinha certeza disso, mas o que aquilo significava? Ele não podia ser um Guardião como ela, a menos que os elementos tivessem escolhido se dividir e escolher mais de um portador. Se aquilo tivesse acontecido, no entanto, já não teriam escutado do Oráculo e de Kandrakar? Alguma coisa estava errada.
Ao escutar o que ele havia dito, Dinah abriu um sorriso simples, quase que involuntário, e concordou com a cabeça. — Ás vezes eu queria não precisar dormir. — A garota disse enquanto olhava para o mar novamente, por apenas mais alguns instantes. — O cansaço ainda é algo que me afeta. — Ela ainda era humana no fim das contas, mesmo com todos aqueles elementos sobrenaturais ao redor de sua simples existência e rotina. — Mas eu gostaria de ganhar uma horas extras no meu dia. — Brincou com ele também, agora encarando-o e soltando uma risada baixa, curta, mas cheia de divertimento presente nela. Seu dia era mesmo cheio, afinal ela ainda tinha que viver a vida normal antes de sair por aí batendo suas asinhas de Guardiã do Véu.
A garota aceitou o convite dele e sentou-se ao seu lado, sentindo a areia levemente gelada tocar suas panturrilhas. Dinah permaneceu em silêncio por alguns segundos, ainda decidindo o que poderia falar ou o que poderia perguntar. Havia muito que queria saber. — Você veio me matar? — Foi a primeira pergunta que fez para quebrar o silêncio. Não sabia exatamente quem ou o que havia enviado aquele, supostamente, homem; muitos queriam as Guardiãs mortas. Não seria uma surpresa grande. — Quer dizer, você foi enviado para me matar? — Ela olhou para ele, a expressão serena.
frostbxtch·:
ㅤㅤㅤㅤ❝ AMOR e ESPERANÇA são as duas MELHORES invenções!! ❞
— Eu concordo completamente.— Selene disse enquanto abria um sorriso, não pôde evitar responder ao comentário aleatório da pessoa ao seu lado enquanto encarava o muro com espaço para escrever.— Amor e esperança movem montanhas, sabia disso?
Danielle Campbell for Ferrvor Magazine.
Photography by Samantha Casolari
@franespace asked: “Taking a midnight stroll along the beach?” (andrew @ dinah)
Insônia era algo comum para a Guardiã da Terra, mas por alguma razão estava bem pior por aqueles dias.
O destino da caminhada era sempre o mesmo, a praia. O barulho das ondas lhe acalmava, junto com toda a brisa da noite e tudo aquilo servia para lhe lembrar que ali perto, nas cavernas da praia, havia um portal que elas não conseguiam fechar. Mesmo assim ela preferia arriscar o passeio do que voltar para casa com medo. Dinah podia sentir a areia em seus pés e a marisia batendo contra suas narinas; para alguém cujo elemento era terra o mar até que acalmava Dinah. Chegava a ser irônico, mas era uma ironia muito boa em sua opinião; Ruby, sua Guardiã da Água, sempre ficava encantada com essa relação.
Ela encarava o horizonte negro, nada se podia ver para além mar, quando ouviu a voz do homem atrás de si. Dinah se virou rapidamente, o medo fazendo seu coração disparar. Poderia ser qualquer pessoa, inclusive um dos diversos monstros dos outros mundos, eles queriam sempre matar as Guardiãs do Véu. Dinah relaxou ao perceber a energia que fluía do outro, era semelhante a sua, quase que complementar. A garota franziu a testa, mas abriu um sorriso simpático e quase que aliviado. — Eu... sempre venho aqui. — Ela disse, dando de ombros enquanto o encarava. — E você? Sem sono? Acontece bastante. É um bom lugar para se passar o tempo. — Ela desviou o olhar para o mar novamente.
Falta a bio de duas das cinco meninas, mas elas já estão na lista de qualquer forma. Espero que tudo bem assim, eu só tô com muita preguiça de escrever!
Late Night Wanderings Sentence Starters
“What are you doing out this late?”
“This part of town isn’t a good place to be at this time of night.”
“Now what’s a pretty thing like you doing in a place like this?”
“You do realize what time it is, right?”
“Where are you going at this hour?”
“The sun isn’t rising anytime soon, you know.”
“Do you know where I am?”
“The city looks different at night.”
“This street is very dark…”
“Why don’t you come stand in the light?”
“Are you lost?”
“I got turned around in the dark…”
“This isn’t the time to go wandering around.”
“Only fools and trouble come out to these parts at this hour.”
“Looking for trouble, are we?”
“A little late to be shopping.”
“Just coming back from the bar?”
“Think any of the pubs are still going to be open?”
“Trouble lurks around every shadowed corner.”
“Woah! I didn’t see you there!”
“Where did you come from?”
“What are you doing here?”
“A bold move to show your face here in the shadows of night.”
“Go home.”
“It isn’t safe here at this time of night.”
“You’re being watched.”
“What are you doing still up?”
“Looking for something?”
“I like walking when the streets are empty.”
“It’s dangerous to walk at night alone.”
“I know where I’m going.”
“The trees are kind of spooky…”
“Did you hear that howl?”
“Was…was that an owl…?”
“This path is scary at night…”
“The woods is no place a __ after dusk.”
“Oh you poor soul, wandering lost in the forest under the new moon…”
“You can’t see the stars from here…”
“This is the witching hour.”
“Dark beasts lurk here. Be cautious.”
“Stay on the road!”
“Talking a midnight stroll along the beach?”
“The ocean is so mysterious at night…”
“What brings you to the pier at this hour?”
“What dangers lurk in these dark waters, I wonder.”
“You’re going to get yourself lost one of these days.”
🌙+ your own
( * &. – SUPERNATURAL SENTENCE STARTERS .
‘ an old person, huh? in a hospital? phew, better call the coast guard. ’
‘ between you and me, it’s freakin’ comfortable. it’s like i’m wrapped in hugs. ’
‘ don’t make me lick your damn face. ’
‘ don’t you remember? we’re married. ’
‘ drive picks the music, shotgun shuts his cakehole. ’
‘ family don’t end with blood. ’
‘ for us every day is halloween. ’
‘ gun. mouth. now. ’
‘ here ghosty ghosty ghosty. come out, come out wherever you care. ’
‘ hey! ass butt! ’
‘ i can’t do it without you. ’
‘ i can’t do this alone. ’
‘ i could go into detail, but i’m not going to. ’
‘ i don’t care that i don’t care. ’
‘ i found a liquor store and i drank it. ’
‘ i got to say, you, uh… you don’t suck. ’
‘ i lost my shoe. ’
‘ i never lied. that’s important. it’s fundamental. ’
‘ i started a blog. mostly just pictures of cats, they’re so cute. ’
‘ i think the fourth kind is a butt thing. ’
‘ i want to know what you are. ’
‘ i wasn’t supposed to play favorites, but you were mine. ’
‘ i will keep fighting. i’ll keep swinging until i got nothing left. ’
‘ if it’s any consolation, i think you’re a truly awful person. ’
‘ inside, you’re already dead. ’
‘ it’s just an interesting observation. in a, you know, observationally interesting way. ’
‘ i’ll pay you money if you sit still. ’
‘ i’m in pain, that’s how i’m doing. ’
‘ i’m proud of us. ’
‘ maybe the spirits are trying to shut down the movie cause the think it sucks. cause, i mean, it kinda sucks. ’
‘ maybe you should try ‘plan d’ for ‘dumbass’. ’
‘ no matter what you hear or what you see… promise me you won’t get out of bed. ’
‘ no one in the history of torture has been tortured with the torture like the torture you’ll be tortured with. ’
‘ screw consciousness. that’s what i say. ’
‘ so what, our home’s not good enough for the ‘hang in there, kitty’ poster? ’
‘ son of a bitch. ’
‘ sure, humans are weak and they cheat and steal and destroy and disappoint. but they also give and create, and they sing and dance and love. and above all, they never give up. ’
‘ the human soul is not a rubber ball. it’s vulnerable, impermanent, but stronger than you know. and more valuable than you can imagine. ’
‘ there ain’t no me if there ain’t no you. ’
‘ they are better than us. damn right they’re flawed, but a lot of ‘em try. to do better, to forgive. ’
‘ they say you can’t protect your loved ones forever. well, i say screw that. what else is family for? ’
‘ too many things are things. ’
‘ we didn’t lie. we just avoided certain truths to manipulate you. ’
‘ well, boohoo. i’m so sorry your feelings are hurt, princess. ’
‘ we’re far from perfect, but we are good. ’
‘ we’re the ones you should be afraid of. ’
‘ what happens when you’ve decided i can’t be trusted? …again? ’
‘ when you betray us, i’ll be the one to carve your heart out. ’
‘ who cares where happiness comes from? look, we’re all a little weird, we’re all a little wacky – some more than others – but… if it works, it works. ’
‘ you are a great big bag of dicks. ’
‘ you brave little soldier. i acknowledge your pain. ’
‘ you don’t have to be ruled by fate. you can choose freedom. ’
‘ you explain to me… tell me why you abandoned me. ’
‘ you have a guinea pig? …where? ’
‘ you know who does that? crazy people! we are insane. ’
‘ you know who spies on people? spies! ’
‘ you, me? we deserve to be loved. i deserve to be loved! i just want to be loved. ’
‘ you’re all duct tape and safety pins inside. ’
‘ you’re bossy… and short. ’
‘ you’re too precious for this world. ’
Send me “Can’t sleep?” to have a tired conversation with my muse in the middle of the night.
Earth.
conquext:
— ‘Tá tudo bem. Acontece. — o nefilim deu de ombros, mesmo ainda estando de costas para a garota. — Pelo menos você não é um demônio que queria tentar arrancar a cabeça dele numa dentada ou nada grotesco do tipo. — que ela o perdoasse por falar tão abertamente sobre coisas estranhas (e cotidianas), mas Strife perdeu o senso de discrição há muito mais tempo do que era capaz de contar.
Percebendo que o animal estava bem mais tranquilo, o Cavaleiro apoiou as mãos sobre os quadris numa postura cansada. Ele olhou para baixo, bateu o pé direito no chão três vezes e depois suspirou profunda e ruidosamente.
— Esse garotão aqui, como pode ver, não faz parte da fauna dessa terra. — apontou-o com um gesto da mão destra, coberta por uma manopla de metal prateado; garras nas pontas de cada dedo. — E ele sempre foi metido a bravo mesmo, não ligue pra isso. — Strife mudou de postura, cruzou os braços e encarou o cavalo por vários segundos. — Conquest, esse é o nome. — e o próprio empinou a cabeça, aparentemente agradecido pelo elogio. Já é um começo, pensou. — Você não perguntou, mas o meu é Strife. — voltou-se para ela com um sorriso. — E o seu?
A cada fala do homem, Dinah se mostrava mais determinada a acreditar que aquela realmente não era uma situação comum. — Eu jamais tentaria machucar um animal. — Dinah disse com um sorriso, agora encarando diretamente o cavalo. Agora que estava perto, a Guardiã podia reparar alguns detalhes que nunca havia reparado antes, como por exemplo o tamanho do animal. Era bem grande, maior que qualquer outro que ela já havia visto em toda a sua vida. — Ele é mesmo diferente de todos os cavalos que já vi na vida e olha que já vi muitos cavalos. — Mais um sorriso simpático, aquele dia estava se mostrando uma surpresa bastante agradável.
A revelação sobre não ser da fauna terrestre acabou por não surpreender a elemental, mas mesmo assim era bom ter a confirmação disso ao invés de criar teorias malucas. Porém, ao mesmo tempo que a informação lhe deixou feliz, também lhe deixou meio tensa. Aquilo poderia muito bem ser uma armadilha para ela, afinal muitos seres no universo caçavam as Guardiãs do Véu e aquela poderia ser uma daquelas situações. Ficaria mais atenta a partir daquele momento, afinal se um ataque acontecesse ela teria que ser capaz de lutar de volta.
Toda aquela tensão se amenizou quando escutou o nome do cavalo. — Wow, é um nome bem imponente. Foi você quem escolheu? — Ela perguntou ainda sem se virar para encarar o homem, sua atenção total no cavalo. — É um prazer conhecer você, Conquest. — Afirmou com um aceno de cabeça, rindo baixo ao ver ele empinando a cabeça. Aparentemente ele havia gostado do elogio. Dinah agora se focou no homem que havia lhe dito seu nome e acabou por sorrir também. — Me perdoe por não ter te perguntado, eu fiquei distraída. Eu sou Dinah, é um prazer conhecer você também Strife. — Ela disse, acenando com a cabeça como havia feito antes.
A garota coçou a própria cabeça depois de alguns segundos. — Eu não quero soar... indelicada ou alguma coisa do tipo, mas você mencionou demônios e que ele vem de uma fauna diferente. De onde você é? Ou melhor, de onde vocês são? — Dinah sabia que parecia relativamente tranquila com as revelações para um ser humano comum, provavelmente ele perceberia. Mas não havia sentido em se manter em segredo caso ele também fosse algo sobrenatural ou místico.