Tu orarás a Ele; e Ele te ouvirá.
Jó 22:27.
I'd rather be in outer space 🛸
Phantogram Three
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
untitled
noise dept.
$LAYYYTER
official daine visual archive
cherry valley forever
EXPECTATIONS
NASA
Fai_Ryy
KIROKAZE
occasionally subtle
Not today Justin
Cosimo Galluzzi

Origami Around

ellievsbear
Lint Roller? I Barely Know Her

tannertan36
Game of Thrones Daily

seen from Canada

seen from Malaysia

seen from Malaysia

seen from United States

seen from Japan

seen from Malaysia
seen from China
seen from China

seen from South Korea

seen from Malaysia

seen from Bulgaria
seen from Canada

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Israel
seen from Malaysia

seen from United States

seen from South Korea
@florescendo-no-teusilencio
Tu orarás a Ele; e Ele te ouvirá.
Jó 22:27.
DEUS
“Deus... Passei tanto tempo te procurando. Olhava para o infinito e não te via. Não sabias onde estava E, pensava comigo mesmo: -Será que tu existias mesmo. Não me contentava na busca e prosseguia, tentava te encontrar nas religiões, tentava te encontrar nas igrejas mas, tu não estavas. Senti-me só, vazio, desesperado, e descri... Na descrença, te ofendi Na ofensa, tropecei No tropeço, cai Na queda, senti-me fraco Na fraqueza, pedi socorro No socorro, encontrei amigos(J.R.R). Nos amigos, encontrei carinho No carinho, vi nascer o amor Com o amor, vi um mundo novo. No mundo novo, resolvi viver. O que recebi, resolvi doar, doando-me, alguma coisa recebi. Recebendo, me senti feliz. Feliz encontrei a paz Lá enxerguei é que dentro de mim, Tu estavas. E, sem perceber, Te encontrei.”
C.S. Lewis
Que a vida de vocês seja dominada pelo amor.
Efésios 5:2.
Amo- te como estrela, mesmo não podendo mais ser teu céu.
Sirius nos uniu
Eu sinto muito.
E isto não é um pedido de desculpas
hoje eu vou amar qualquer coisa sua que me prenda ao chão e não me deixe chorar, vontade de sentar naquela esquina e te contar todas as minhas mentiras, que eu sou forte o suficiente pra ficar e depois morrermos de rir dos caras saindo do bar cambaleando num bailar esquecido hoje eu vou amar qualquer coisa sua que me diga que eu sou tão bela que a vida não valeria a pena ser vivida sem nossas mãos juntas sobre a cama, nossos corpos enlouquecidos, enquanto nossa pornografia barata fosse desejada por Fellini e Godard hoje eu vou amar qualquer coisa sua que me esqueça completamente, as dores, os erros marcados sobre pele, em nossas mentes, são tantas cicatrizes que debruçam nos olhos, nos cegam e nos permitem viver assim hoje eu vou amar qualquer coisa sua, vou te beber inteiro, tocar seus segredos, seus medos, seus devaneios, explodir nua na tua carne saborosa querendo o teu abraço, teu zelo, teu aconchego depois eu poderei partir pra nunca mais Elisa Bartlett
Você não perguntou como foi o meu dia, mas eu queria te contar mesmo assim. Não foi tão diferente dos outros dias, é verdade. Sei que não sou uma pessoa muito interessante, que sempre vai ter assunto em cima de assunto. Sou meio rotineiro, sem graça, mal feito. Eu sei. Mas em meio as pessoas vazias que encontrei hoje, percebi que eu, eu estava cheio de você. Não um cheio da forma estúpida da coisa, era um cheio de vontade, desejo, saudade. Umas três vezes eu quis estar com você. Tudo bem, foram umas cinco. Eu disse que não gostava daquele seu cantor favorito, mas me peguei ouvindo uma musica, só para lembrar de você, só para te trazer pra perto. Porque, você sabe, que estava longe. De mim, do meu cheiro, de nós. Segui em frente, continuei meus afazeres diários, minhas sentenças da vida. Vi um casal na rua, enquanto voltava pra casa, um deles falava: Você não tem medo de nada? E o outro respondeu: Tenho, de cobras. Eu não me contive, e respondi também, na minha mente, pensando em você: Tenho, de te perder. Cheguei no meu quarto, e não te vi na minha cama, já era esperado, sonhos são sonhos. Que eu sempre tenho esperanças de se realizar. Quis te buscar, quis te ter, quis chorar, quis você. Mas você sabe, era só mais um dia qualquer, como os demais. Você não perguntou como foi o meu dia, mas eu quis te contar mesmo assim.
Allax Garcia.
Campainha de domingo
É sempre um grito de horror a campainha tocando numa manhã nublada de domingo. Olho da janela pela fresta da cortina, alguém querendo vender algum produto que sei que não preciso. Simples, apenas fecharei a cortina, ficarei em silêncio até que pense que não tem ninguém em casa. Em silêncio a gente deixa um pouco de existir. Existe pra dentro, enquanto a campainha toca insistente, mas isso também passa e quando o silêncio se faz lá fora e os passos mostram que finalmente o chato vendedor se foi, então a gente emerge de novo do mudo abismo em que nos lançamos. Assim seria, se por descuido, lance da visão, os olhos do rapaz lá fora não tivessem virado em minha direção. Desprevenido diante daquele olhar, senti como se caíssem as paredes, a cortina, a roupa, a pele: exposto até a última camada de meu ser, subindo pelo rosto o vermelho-vergonha. Foi o tempo de respirar de novo. O homem lá fora sorriu e acenou. Que poderia eu fazer agora? As paredes voltaram aos seus lugares: mas podia sentir na superfície da pele algo que não se completava. Quando quebramos vidro e tentamos colar. Ter sido visto era o modo de não poder assumir minha falta de vontade de estar com o outro. Pois enquanto eu fosse silêncio, eu seria o nada que não tinha nome nem face. O absoluto do silêncio me fazia uma ideia de homem que o vendedor lá fora só poderia supor. Mas agora, tendo sido visto, me tornava o ponto único que era eu sendo apenas eu: esse rosto com essa boca, esses olhos, esse queixo protuberante, essa mancha na testa. Como negar abrir a porta? Como negar abrir a porta se também o vendedor se tornara mais do que minha vaga ideia de um vendedor apertando a campainha e me aporrinhando em pleno domingo? Ele que agora, mais do que uma cara, tinha um sorriso. Como negar o sorriso e simplesmente voltar a sentar na poltrona? Ser anônimo era minha maneira de conseguir ser cruel. A particularidade que eu tomava diante do outro, e a particularidade que o outro adquiria de repente diante de mim, me deixava na mesma situação que se encontra a pessoa que tem um cobertor curto demais: se cubro o rosto deixo os pés pra fora, se cubro os pés, exponho o rosto. Que destino então? Só restava abrir a porta. Abrindo a porta. Dando meu sorriso de domingo, tirado não se sabe de que parte escondida de minha personalidade. Tenho tantas. Cada rosto pode ser a máscara que quiser. Basta mover os lábios e os olhos e botar na expressão o que se quer passar, não necessariamente aquilo que se pensa. A expressão é também uma mentira. Pois só preciso parecer. Mas isso o vendedor também sabe. De pronto começa a falar do produto. Tão eloquente. Minha cara de bobo intencional. Vou fingindo que acredito. Ele vai fingindo que não sabe que o produto é uma porcaria. Ele termina sua longa explanação. Pergunta por fim se eu quero. Eu quero? Sei que não preciso do que ele me oferece. Mas tantas vezes só aceitei para não prolongar os pedidos insistentes. Tantas vezes comi não por fome, mas para não desagradar quem me dava com tanto amor o pão. Eu não queria, sei bem. Mas disse que sim. Queria. Ele se espantou. Como se não tivesse nenhuma esperança de me vender aquilo, e eu também já que não tinha nenhuma vontade de querer aquilo, só ia querendo para que me livrasse o mais rápido possível daquilo que mais não queria: aquela cara pálida na minha frente, o insuportável que não era eu. Para poder voltar ao meu domingo insonso entrei rapidamente em busca de dinheiro, dei-o ao homem, assinei a folha, peguei em minhas mãos aquela caixa inútil, despedi-me do rapaz, fechei a porta. Enquanto ele ia embora com meu nome em sua folha, sem eu nunca saber o seu, eu jogava no canto da sala aquela caixa. Agora era só isso pra nós: eu um nome em sua folha, ele uma caixa amassada no canto da sala, confundida com tantas outras que ainda não tive coragem de jogar fora. Sento de novo na poltrona, aumento o volume da TV. Mal retorno a mim mesmo, a campainha toca.
Caio Augusto Leite
Não se concentre tanto nas minhas variações de humor, apenas insista em mim. Se eu calar, me encha de palavras, me faça querer dizer outra e outra vez sobre você, sobre nós, e todo esse amor. Se eu chorar, não me faça muitas perguntas, não precisa nem secar minhas lágrimas. Só me diz que você continuará comigo pra tudo, que tenho teu colo e teu carinho. E ainda que te doa me ver assim, me envolva nos teus braços e diga que eu posso chorar, mas que você não sairá dali enquanto eu não sorrir. Porque é isso que nos importa, não é? O sorriso um do outro.
Caio Fernando Abreu.
Abraços foram feitos para acalmar a alma vazia. Beijos foram linhados para o ínicio de dois corpos em uma noite de amor. Dedos para serem levados a cada curva do corpo, tocando fundo a pele nua, enquanto a alma transborda carinhos quentes, chamas do prazer e movimentos românticos. Ler um sorriso num olhar é mais que paixão, é umor correspondido, aceitando os defeitos de um amor inesperado. O amor tem lá suas virtudes, um jeito manso de descongelar um coração pedrado a ponto de não ter esperanças de fazer morada em um coração apaixonado. O amor tem seus mistérios e segredos, que as vezes o ser humano não consegue descobrir.
Dan Maia
O tempo passa. Mesmo quando parece ser impossível. Mesmo quando cada batida do ponteiro dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim.
Bella Swan.
Sei do incomodo E ela tem razão quando vem dizer Que eu preciso sim de todo cuidado
Gosto de simplicidade, de quem chama a atenção sem querer.
Luara Quaresma.
Ele acalma o nosso coração mesmo nos dias mais difíceis.
Deus é amor!
Dei o troco com o perdão.
Marcela Taís.