Em nome da Excalibur, [BLAKE HYACINTH FLOWERS] em seus [TRINTA] anos, jura seguir o legado de [GOTHEL] durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ela, deve se manter caminho da luz enquanto conclui o [MÓDULO II]. Com a bondade tocada em seu coração, recebe [HUMOR] e não se permite ser corrompido por [ESTUPIDEZ]. Por último, é deixado um corte na mão de [GREGG SULKIN] como prova de seu comprometimento com a luz.
Conexões requeridas
Resumo: Blake foi adotado quando ainda era bem pequeno por Gothel, que jurava de pé junto que ele era uma garota, ela só foi perceber quando já era tarde demais e acabou por ficar com o menino como seu legado. Cresceu sendo imensamente grato a mãe que o criou, apesar de ter um talento enorme para cuidar de cabelos e para a academia, ele definitivamente não é a pessoa mais esperta da sala. Uma prova disso é sua dificuldade de sair do segundo módulo, mas ele não se importa já que vê como uma oportunidade de se aproximar de outras pessoas. Seu poder é beleza sobrenatural, então, mesmo que ele queira nunca passa despercebido e com isso algumas pessoas se sentem compelidas a serem mais gentis e favoráveis com ele, afinal, como você poderia tratar mal alguém tão bonito? Certamente ele não tem nenhuma má intenção!
Informações básicas
Nome completo: Blake Hyacinth Flowers
Idade: 30 anos
Altura: 175cm
Aniversário: 6 de junho (Gêmeos)
Face Claim: Gregg Sulkin
Hometown: Castigo
Orientação sexual: Bissexual
Ocupação: Cabelereiro no Flowers knows best, também trabalha fazendo o penteados para eventos para seus colegas de Arthurian.
Alinhamento: Chaotic Good
Traços positivos: Bem humorado, carismático e gentil.
Traços negativos: Estúpido, lerdo e superficial.
História
Gothel buscava por outra criança, uma garota que pudesse substituir Rapunzel, mesmo que jamais fosse admitir tal coisa. Foi quando entrou Blake com apenas seus seis anos de idade, uma criança magricela e um enorme cabelo descuidado, que sempre parecia fugir do orfanato e acabar pelas ruas do castigo. Agora você pode até julgar a bruxa por ter confundido Blake com uma garota, mas certamente teria feito o mesmo se tivesse o conhecido na época. Ainda mais que com a chance de ter um lar, ter uma mãe, mesmo que essa não fosse a melhor, ele fez o possível para que a mulher o aceitasse, incluindo deixar que ela lhe tratasse como uma garota. Até, por que tão jovem quanto era, ele sequer tinha uma noção real do que os diferenciava, então pensou que não deveria contrariar a mãe quando essa lhe dava vestidos ou lhe penteava os longos cabelos castanhos. Tendo um teto sobre a própria cabeça e comida na mesa, ele fazia tudo que podia para retribuir Gothel lhe ajudando com todas as tarefas do salão.
Foram só depois de alguns bons meses, que a bruxa se deu conta de que Blake ou Hyacinth, como ela mesma o nomeou, não era sua bela garotinha de cabelos sedosos. Mas sim, um garoto magricela e frágil. Claro, ficou furiosa e brigou com a criança que clamou não saber realmente do que importava tudo aquilo. Gothel diz que foi sua caridade da década manter Blake, mas a verdade é que já havia se acostumado com a presença do garoto e até mesmo se afeiçoado um pouco a ele, afinal, ele parecia reconhecer o quão grato deveria ser a ela. Então, daquele momento em diante lhe deu um novo corte de cabelos e algumas roupas “novas”, ainda que permanecesse o chamando de Hyacinth e o instruindo a lhe ajudar no salão, o ensinando tudo que sabia sobre os cuidados capilares.
Considerando a devoção e gratidão que possui pela mãe, foi apenas roubando que conseguiu passar pelo torneio e entrar na academia. E bem, ele até podia ser esforçado e determinado a orgulhar a mãe, mas talvez receber o poder da beleza tenha lhe custado alguns neurônios, por que Blake é de longe um péssimo aluno. Conseguiu passar do primeiro módulo por sorte, também por que algumas pessoas pareciam muito mais inclinadas a lhe ajudar por conta de sua aparência física, até mesmo fazendo alguns de seus trabalhos por ele. Porém, ele simplesmente não consegue sair do módulo II, não importa quantos trabalhos outras pessoas façam por ele.
Habilidade mágica
Beleza sobrenatural — Pode até parecer idiota de inicio ou que não é nada mágico de verdade, mas ser sobrenaturalmente bonito lhe traz muitos benefícios. As pessoas sempre se sentem mais compelidas a serem gentis com ele ou lhe ajudar, até mesmo a acreditar nele quando a beleza se une ao carisma de Blake. Depois de muito tempo aprendendo a lidar com os poderes, ele aprendeu que de fato a beleza pode doer, quando ele se concentra e flexiona o musculo certo (Isso, bem aquela imagem que você ta imaginando de homem na frente do espelho da academia, essa mesma) a habilidade se torna tão forte que causa dor naqueles que estiverem olhando diretamente pra ele. Claro, isso não funciona se a pessoa fechar os olhos, ainda que seja difícil, ou for cega. Outro fator incomodo dessa habilidade é que ele nunca passa despercebido por lugar algum, sempre fácil de ser encontrado em uma multidão. E também toda essa beleza não parece surtir efeito quando ele esta sendo diretamente rude com uma pessoa, como em uma discussão por exemplo, nessa situação a super beleza mágica evapora. É o famoso, seja bonito por dentro para também ser bonito por fora.
Trivia
Também faz parte do rotten to the core como defensor.
Ainda que claro, ele tenha tendência a ser bem intencionado e ajudar as pessoas, até por que a beleza de dentro também conta por fora e torna seus poderes mais fortes. Ele também é extremamente leal a mãe e por isso faz de tudo por ela, sempre seguindo suas ordens, mesmo quando não concorda inteiramente com ela.
Ele tem grande apreço por atividades físicas, do tipo que mantém uma refeição balanceada sempre que pode também. Os músculos dele não vem dos poderes, mas do próprio esforço e suor, por algum tempo ele já trabalhou no raging fire, mas eventualmente largou o emprego para que pudesse focar nos estudos.
Por falar em estudos, ele tenta, ele realmente tenta. Mas parece que nunca consegue entender ou prestar atenção por muito tempo, não importa quantas vezes lhe expliquem a mesma coisa e acaba irritando a maioria de seus tutores por suas piadas, ainda que seja difícil brigarem ativamente com ele se não estiverem de olhos fechados.
Por conta dos poderes ele possui certa insegurança em relação a si mesmo, já que muitas vezes não sabe se gostam de sua companhia, se gostam dele por quem ele é ou só por conta de seu poder. Não é exatamente do tipo romântico, mas gostaria de um dia sentir que alguém gosta dele por quem ele é de verdade e não pela beleza que ele tem por fora.
Tudo o que Adorável queria era poder comer em paz. Esperou para que o refeitório se esvaziasse, afinal não queria ter que presenciar algum número musical enquanto comia, não naquele dia. Por via das dúvidas entrou no recinto portando o abafador, a Adormecida se certificou com as mãos tateando as orelhas de que estava mesmo usando o headphone mágico quando viu aquela cena. Ela tirou e colocou o abafador e tirou de novo quando viu que aquilo estava mesmo acontecendo. “Você está mesmo depositando seu suor onde todo mundo come?” E sem camisa?, agradeceu a Merlin que não tinha dito a última frase enquanto observava o físico do legado mais velho. Ela não queria soar nojenta, mas sim, ela estava com nojo. Olhou brevemente para o seu sanduíche embalado e emitiu um som de descontentamento. Ouviu a explicação dele e se achou lerda por não ter entendido nada daquilo. “Sem querer ofender, isso não faz sentido. Você não é daqui, não é? Dá para ver que não.” O que ela queria dizer era que ele era do Castigo e a falta de higiene apresentada deixava isso em evidência para ela. “Isso que você está fazendo é muita falta de higiene e…” Ela nem terminou de falar quando o rapaz mais velho voltou a falar. Sua expressão de nojo passou para uma de descrença. “Excuse me?”
O sorriso sumiu brevemente com o questionamento alheio, ainda que fizesse algum sentido, mas ele não tinha parado pra pensar nisso antes, por isso automaticamente olhou para si mesmo e buscou se cheirar para ver se precisaria de outro banho também. Mas se aquele fosse o caso não era ao todo ruim, por que significava que os poderes teriam menos força se causasse nojo em alguém e era isso que a Adormecida transparecia. — Claro que eu sou daqui! Eu estudo aqui bobinha! Até moro aqui, sabe até achei novo esse rolê de dormitórios e dividir eles com alguém, acho daora por que tu não se sente sozinho e coisa do tipo. — E para alguém que cresceu um tanto alienado pela mãe, aquilo era algo ótimo, conhecer pessoas e falar com ela. — É? Então é perfeito pro que tinha em mente, talvez assim eu não precise da camisa que pedi na real, acho que consigo passar despercebido pelos corredores, valeu por apontar isso... Qual das Adormecidas é você mesmo? Beleza? Docinho? ou era Adorada?
Talvez a Darling achasse que havia visto de tudo por aquela Academia, porém, sempre tinha alguém ou alguma situação para ela voltar atrás e ver que pensou errado sobre aquilo. O motivo dessa vez? O Flowers treinando bem no meio do refeitório no café da manhã! A cara de Audrey era de surpresa e indignação. “Bro… What the fuck?!” exclamou tentando chamar atenção dele enquanto largava o garfo da comida. “Você precisa definitivamente organizar seus horários melhor, garoto. Isso daí… É tosco demais, até mesmo pra mim.” ela riu ao que voltava a comer. “Uma camisa?!” dessa vez exclamou de boca cheia, notando então o que havia feito e terminando de mastigar para voltar a responde-lo com uma risada. “Você acha que vai caber? Você tem músculos demais, é mais alto que eu, vai ficar esquisito, no mínimo. Mas eu tenho uma na bolsa sim, para emergências.”
— Eu to ligado, mas é que tinha esquecido total desse trabalho, sacas? Por que eu tive que dar umas aulas pro Rome sobre uns cortes diferenciados, ai acabei esquecendo legal. — Explicou não fazendo muito caso sobre o assunto, o Charming havia virado um ótimo aprendiz e era bem ter alguém que entendia de seu trabalho com quem conversar. Mas era difícil que o Flowers não tornasse a cometer o mesmo erro outra vez, já era típico dele. — Vou te dizer que qualquer coisa serve, se caber melhor ainda... É só pra tentar não levar nenhum sermão pelos corredores e coisa do tipo. Na real, posso até te comprar uma nova depois ou fazer um tratamento capilar de graça.
⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ˛ 🔥. Haviam poucas coisas que incomodavam Wei porém ser perturbada no momento em que estava comendo definitivamente estava na sua lista e ter alguém sentado tão próximo a si fazendo exercícios definitivamente a estava irritando — e muito, sendo bem sincera consigo mesma — sendo por isto que não conseguiu manter sua boca fechada por muito tempo e começar a falar para o outro fazer aquilo em outro lugar, apenas para receber uma resposta que nem fazia sentido em sua cabeça. “ E isso é meu problema por que ..? Só mesmo para saber, porque até onde eu sei estamos em módulos bem diferentes ” apesar das palavras, não conseguia tirar o olhar do menino até mesmo para focar em sua comida novamente, o que fazia sentido considerando que caso sua memória não estivesse falhando aquilo tinha algo com os poderes do mais velho. “ Uma camisa? Eu? ” a risada saiu naturalmente e tão escandalosa quanto nas vezes que estava rindo do pai gritando com os jogadores de seu time. “ Desculpa, é só que .. foi tão natural sabe? E olha bem para mim acho que a sua camisa viraria um vestido em mim e a minha se tornaria um cropped em você considerando que somos de tamanhos completamente opostos. ”
— Foi mal, eu não achei que fosse incomodar tanto assim, a maioria não costuma se importar muito. — Ele deu de ombros, mas colocou o peso ao lado dele no chão. Sabia claro, que pelos poderes ele poderia ser uma distração daquela forma, mas era café da manhã, não achava que causaria qualquer alvoroço também. — É, ou algum casaco do tipo... Não vai fazer tanta diferença, mas quebra mó barra por conta dos poderes e tals. — Ele explicou, enquanto terminava de comer o waffle que tinha no prato. Definitivamente, não era a melhor refeição, mas novamente ele pegou qualquer coisa por estar com o horário corrido. — É bem provável... Mas acho que consigo dar meu jeito, mas valeu mesmo assim.
precisava afastar os pensamentos de coisas que não deveria pensar ou sentir, principalmente quando não poderia fazer muita coisa para aliviar o que sentia. um suspiro frustrado escapou pelos lábios enquanto o boo andava pelos corredores da academia, a destra foi até o cabelo, bagunçando-o em um gesto forte e nervoso. outro bufar. seus passos eram rápidos e impacientes, não demorou muito para chegar na ala de treinamento, passando os olhos pelas salas até encontrar quem queria: @florzinhc. é, focar nos estudos lhe parecia uma boa escapatória e tentar conseguir dicas de alguém que repetiu vários anos lhe pareceu adequado no momento. não queria dicas de alguém que foi um aluno exemplar, não… dicas de quem teve dificuldade pareciam mais promissoras. “oi blake, teria um tempinho para ajudar um estudante desesperado?” o semblante dele era mesmo de alguém desesperado, ainda que não fosse por causa dos estudos, apenas precisava de uma distração e focar em outra coisa que não fosse suas necessidades físicas e sexuais.
Não tinha qualquer problema em ajudar as outras pessoas, na verdade, era até algo que a mãe lhe desencorajava, mas era da natureza do Flowers. Mesmo sendo muito apegado a mãe, que nem sempre possuía a melhor das intenções, mas ele gostava de pensar que era o ponto de luz na vida dela. Contudo, a última coisa que lhe pediam qualquer auxílio com era estudos, por que ele não era nada brilhante nesse campo. E mesmo que Hyacinth fosse extrovertido, sabia que alguns outros alunos não eram tal como era a visão que tinha do Boo, por isso se surpreendeu quando viu o coreano se aproximar. — Oi... Boo número... dois? — Franziu o cenho incerto de qual seria o primeiro nome dele, esperava que estivesse acertando a família dele pelo menos. — Ajudar? Claro, o que que tu tá precisando? Ainda que estudante desesperado também sou.
A boate era abafada, calorenta, e tinha um cheiro estranho que misturava drogas, álcool e mais algumas coisas que, ou Dasha não sabia identificar, ou ela só tinha as visto em laboratórios. Mesmo assim, ela dançava livremente, os cabelos loiros ficando coloridos pelas luzes. No Castigo, apesar de vários saberem exatamente quem ela era, a Hopps poderia assumir uma segunda identidade, se tornar essa corredora de rachas que era respeitada, temida até, e tinha seu espaço em um lugar lotado. Foi tendo seu lugar que ela conseguiu encontrar a figura de Blake e sorriu. Talvez uma diversão extra? — Did you miss me, Hottie? — puxou-o para o canto, onde conseguiriam conversar sem ser aos gritos. — Confesso que não esperava encontrar você por aqui. Uma bela surpresa, eu diria. Quer comemorar que eu ganhei uma nova corrida comigo?
Aquele tipo de lugar era o que a mãe sempre lhe alertava pra ficar longe, mas depois que foi pra academia ele escutou muito dizer que o que os olhos não veem o coração não sente, então, mesmo que Gothel soubesse mais, ela não tinha como saber se não visse, ao menos foi isso que ele tirou daquele aprendizado. Nascido e criado no castigo o cheiro nem lhe incomodava mais, ainda que claro, ele preferisse as coisas da cidade de cima, eles tinham sabonetes tão cheirosos! — Dasha! Sabe que você sempre faz falta. — Piscou pra ela enquanto se deixava ser puxada para um canto. Considerando seus poderes e problemas, era sempre bom pra ele ter algo casual em especial quando isso não lhe levaria a mais nada e encontrou em Dasha um grande alívio nesse quesito. — Fazia tempo que eu não saia mesmo... Você ganhou a corrida? Opa, então é claro que vou querer te dar os parabéns da melhor forma possível. Posso te pagar uma bebida também.
Provavelmente que de todas suas ex namoradas, que totalizavam três, Suyin fosse a única que ele realmente estivesse em bons termos de verdade. Talvez isso se devesse ao tempo, já que foram o primeiro amor um do outro, já faziam tantos anos que sequer valia a pena remoer qualquer ponto negativo que levou ao término dos dois. Blake também tinha certeza de que a Long não queria ter dito todas aquelas coisas sobre Gothel, tudo da boca pra fora e por isso ele podia perdoar. Tudo bem, talvez ele não tivesse contado para a mãe quando retomou sua amizade com a ex namorada, por que sabia que a bruxa não iria gostar em nada dessa história e talvez ela estivesse certa, por que sempre sabia muito mais que ele. Porém, ele não via nenhum mal na filha do Mushu e por isso não se importava de manter um pequeno segredo de sua mãe, talvez isso ela não fosse saber, especialmente se ele mantivesse isso em Arthurian. Quando ouviu a campainha do dormitório tocar, prontamente foi pra porta abrir para que a Long entrasse. — Vai querer entrar um pouco? Eu ainda tava pensando em tomar um banho antes da gente sair pro treino... — O que talvez para alguns pudesse soar estranho, mas pra ele já era algo comum e estranho seria a ideia de ir treinar sem estar de banho tomado e com o cabelo feito. — Eu juro que não vou demorar dessa vez, já fiz meu tratamento capilar da semana pode relaxar.
Flowers costumava estar sempre tão bem humorado e geralmente parecia estupido o suficiente para que dificilmente levasse algo a sério. Não que isso importasse na maioria parte dos casos, não com os poderes que ele tinha de toda forma. Contudo, nem tudo era flores. Especialmente quando se tratava da vida amorosa de Blake, por que as coisas tendiam a não acabar nada bem, algo que ele geralmente jogava a culpa na habilidade mágica, mesmo que no fundo soubesse que isso não fosse inteiramente verdade, o que foi o caso quando se envolveu com a Snoball, foram diversas coisas que acarretaram no fim do relacionamento de ambos. O que não torna nada fácil ainda qualquer interação entre os dois, por que se tudo poderia dar certo, qual seria o problema se não ele? Tentava ao máximo não ficar tão próximo da ruiva, não queria a deixar desconfortável, mas claro isso não significava que não ajudaria caso precisasse. Como estava sendo o caso naquela tarde na biblioteca, um lugar tão difícil de se encontrar o Flowers, mas lá estava ele e justo no mesmo dia que a ex namorada. Vendo a Snoball em uma escada para pegar um dos livros que estavam na estante superior, ele prontamente segurou a escada de madeira que aos olhos dele estava longe de ser segura, já que ele conseguiu ouvir um crack quando ela subiu mais. — Você deveria ter mais cuidado. — Foi o que ele conseguiu dizer, a expressão amena ao olhar para ela, ainda incerto da melhor forma de lidar com tudo. Talvez fosse mais fácil se ele simplesmente fosse o babaca da história, não? Sempre pensava que talvez se o odiassem as coisas poderiam ser melhor ou mais fáceis, ainda que claro, não duvidava em nada da capacidade da mulher de seguir em frente muito antes dele. Ele era magicamente bonito e... Era isso. — Não esperava te encontrar aqui hoje... Algum trabalho de última hora?
Ainda que morasse nos dormitórios da academia, sempre retornava nos finais de semana para o castigo para que pudesse trabalhar junto da mãe, até mesmo por que ela certamente acharia que ele estava a evitando caso não voltasse toda semana para lá. Agora já era fim de expediente e ele finalmente saia do salão, sorrindo ao ver a LeFou do lado de fora quando fechou o estabelecimento. — Domie, não vai me dizer que estava esperando por um corte novo por que acabamos de fechar... Mas sabe, sempre posso fazer hora extra. — Concedeu ainda que em tom de brincadeira, considerando os gostos de atividades e o porte de Blake a maioria das pessoas sempre achavam engraçado seu trabalho, não que ele se importasse muito. Guardou as chaves do salão no bolso da calça, Gothel havia saído mais cedo naquele dia em questão sem lhe dar muitas explicações, ela nunca dava realmente. — Me diz que você tá livre, por que eu não to negando companhia hoje, ainda mais se for longe de qualquer coisa que cheire a produtos de cabelo!
Quem conhecia o Flowers, sabia que ele não era nada genérico quando se tratava de treinar, independente do que fosse. Porém, para quem não o conhecia era sempre engraçado o ver treinando em lugares inusitados, bem, não é muito comum treinar no meio do refeitório e era o que muse parecia estar tentando lhe dizer. — Eu sei que não é o melhor lugar, mas tipo, eu tenho um trabalho mega atrasado pra fazer depois... — Ele explicou como se aquilo fosse motivo o suficiente, enquanto levantava o peso com uma mão, usou a outra para beliscar um pedaço de waffle do café da manhã. — Tá, tá eu paro... Na real, tu tem uma camisa pra me emprestar? Percebi agora que deixei a minha no dormitório... Ei, não ri!
onde: academia dos legados (você escolhe o lugar).
"Eu sei que a gente não se fala muito..." Ou nunca, corrigiu mentalmente, porque Astoria Grace Snaer trocava no máximo cinco palavras por dia com outro ser humano pelo medo de acabar saindo de controle com as rimas. Mas ali estava ela num daqueles seus dias bons, usando a jóia de contenção de sua habilidade para que pudesse agir como a jovem que seria se não fossem por todas as repreensões de Elsa em nome da Ordem. "Só que eu achei esse jogo misterioso de tabuleiro na sala da minha mãe. Diz aqui que é mágico, mas o mínimo de jogadores é dois, então... Quer jogar comigo?" Propôs. "Qual é o pior que pode acontecer, né?" Riu baixinho e sem jeito. Ah... se tratando de jogos misteriosos e mágicos na Academia dos Legados, provavelmente tudo poderia acontecer.
— Foi mal, eu ando super focado nos treinos, mas sempre dá pra conversar se você tiver afim. — Ele deu de ombros, era aberto a conversar com todos. Claro, nem sempre as pessoas eram muito abertas a conversar com ele, fosse pelos poderes ou por só ser, bem, ele. Os olhos do Flowers brilharam quando ela disse jogo mágico, por que isso soava interessante aos ouvidos dele e daí que não fazia ideia que jogo era? Não é como se fossem pra Jumanji ou coisa assim, mesmo que ir pra Jumanji seria irado pra caramba. — Jogo? Por mim eu to dentro! — Exclamou em certa animação, ainda que o pensamento que se ela tinha achado na sala da Elsa, poderia significar algo com muito frio, o que fez ele levar as mãos aos próprios braços simulando frio. — Quer dizer, isso não vai sei lá, congelar a gente né? Por que assim, eu não quero isso não... Mas topo o jogo se não for isso.
— C-com licença. — Chamou, sem jeito, tocando delicadamente em muse. Baby só iniciava conversas quando extremamente necessário, como era o caso, entretanto, ainda era muito tímida e desajeitada para isso, o que era perceptível pela maneira como mexia nos óculos nervosamente com a mão livre. — Isso por acaso é seu? — Estendeu o objeto. — Encontrei caido por aqui e você é a pessoa mais próxima, então supus que fosse. — Esclareceu.
Quando ouviu a voz lhe chamando e sentiu o toque, se virou preocupado que estivesse atrapalhando alguém, mas quando viu a Hook apenas deu um sorriso brilhante em sua direção. O que considerando seus poderes, não era nada agradável com pessoas mais tímidas, mas bem, ele não iria ser desagradável com ela apenas para que o poder tivesse menos efeito. — Barbara! Como você está? — Foi a primeira coisa que indagou antes de desviar o olhar para o livro que ela tinha nas mãos, a expressão no rosto do Flowers era de confusão, mas quando pegou o livro nas mãos e viu o título ele sorriu outra vez. — Não é, mas é justamente o livro que eu tava atrás pro meu trabalho! Será que tem mal eu pegar pra estudar? Deve ser da biblioteca mesmo, né? É coincidência demais ser o livro que eu precisa.