- ̗̀ DEAR 𝓢𝓮𝓬𝓻𝓮𝓽 𝓢𝓪𝓷𝓽𝓪 —— 학년 ̖́-
in the end, ALWAYS LAUGH. and do not lose this STRANGE HABIT of having F A I T H IN LIFE.
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Just keep this in your mind!
Havia alguns dias que o menino se pegava pensando em como mostrar todas as pessoas boas que estavam presente em sua vida. A ideia de que só notícias ruins viravam notícia acabava com ele. Passando por uma loja de artigos usados, achou a solução de seus problemas; bem ali no cantinho, uma câmera filmadora, a empolgação do menino foi tanta que os donos nem sequer cobraram pela máquina, em troca o garoto deveria mostrar seu projeto o quanto antes. Aos pulos Hak chegava na instituição; espalhou aos quatro ventos que estava fazendo um documentario e quem se interessasse em ajudar, poderia encontrá-lo perto das árvores. — Annyeong! Tudo bem, assim que eu ligar a câmera quero que me diga: seu nome, o por que de estar trabalhando aqui, no que você sente que faz a diferença, e na sua opinião o que faria o mundo ser um lugar melhor. Gravando. —
@blxxmxng
Conseguia ouvir os pássaros cantando alegres naquele dia tão especial; O menino saiu quase saltitando em direção a loja de sua amiga, a qual a havia mandado algumas mensagens interessada no curso de faculdade do mesmo. Adorava passar tempo com Hayoon, a menina sentia amor pelas plantas tanto quanto ele; decidido em comprar alguma flor nova, ficou pesquisando sobre algumas e de preferência uma que não virasse rival da sua gata. No dia anterior o menino teve uma surpresa e tanto ao encontrá-la coberta de terra em cima de sua cama enquanto o seu lírio jazia no chão; foi um momento difícil. Avistando a fachada do estabelecimento, Hak já estava com seu sorriso de orelha a orelha, antes mesmo de avistar a amante da natureza. — Annyeong! Ah, como é bom te ver. Já se alimentou? —
A rotina de uma policial e membro da RFA conseguia ser exaustiva até mesmo para Sowon, que ama se ocupar. Haviam dias em que a mulher chegava de madrugada em casa depois de um longo dia de correria, apenas para ser bombardeada com mensagens sobre assuntos importantes da fundação. Dias como este eram muito mais comuns, mas também tinha seus momentos de ócio. Aproveitava para limpar a bagunça que se acumula em seu pequeno apartamento ou para assistir algum filme. De qualquer forma, se encontrava quase sempre ocupada e se movendo pra lá e pra cá.
Já era tarde e Sowon esperava o metrô enquanto bocejava e se encolhia em seu enorme casaco. Graças ao horário, encontrou facilmente onde se sentar ao entrar no trem. Sua mente passou a planejar sua janta - talvez devesse pedir algum delivery, como fazia nos dias em que sua geladeira fica vazia. Sem nem perceber, seus pensamentos foram desvanecendo e seus olhos logo ficaram mais pesados, juntamente com a sua cabeça. Só conseguiu perceber que havia pegado no sono no ombro da pessoa ao lado quando abriu os olhos, assustada. Rapidamente tentou se recompor, olhando para a vítima de seu cansaço e se curvando. –– Chesongamnida. Não percebi que estava invadindo seu espaço pessoal. Não se preocupe, não irei atrapalhar novamente.
O dia estava mais alegre, as pessoas mais bonitas, até os cheiros pareciam diferentes. Todas as mudanças aconteciam na época de Natal, a época favorita de Hak; conseguia usar seus suéteres com estampas natalinas e ainda por cima as doações perto da data quase triplicam. Sorrindo sem perceber, o menino tamborilava os dedos em sua coxa no ritmo da canção que ecoava em sua mente, havia passado tempo demais escutando Noite feliz. Decidiu por seus fones e ouvir mais alguma playlist de natal presente em seu aplicativo; com o foco na música, não ligou muito quando uma moça acabou dormindo em seu ombro, continuou a se divertir sozinho e nem teria percebido que não tinha mais ninguém apoiado em si, se não fosse a rapidez com que ela levantou se desculpando. — Fique tranquila, você estava dormindo tão profundamente, lamento se eu me mexi e te acordei. E bem, Tenho dois ombros, podia te emprestar um deles por algum tempo. — O garoto tentava mostrar que por ele, estava tudo bem. Só de pensar que poderia ter ajudado aquela estranha, nem que fosse com um cochilo de 15 minutos tinha feito a noite dele; afinal ela parecia tão cansada. Com um sobressalto e finalmente prestando atenção no rosto da mulher o moreno solta com surpresa — Ei! Você trabalha na RFA não é mesmo? Eu também, ah que legal. Somos companheiros de trabalho e pegamos o mesmo metrô, acho que o destino queria que você descansasse por alguns minutos. Eu sou Haknyeon, mas pode me chamar de Hak, nunca vi uma policial tão de perto, exceto aquela vez que eu me amarrei em uma árvore e eles estavam tentando me tirar de lá.— o menino se curvava enquanto esboçava um largo sorriso.
imsiah:
A garota chegara tarde na sede da associação a pedido de Hana, que quase chantageando a Im, solicitou-lhe que pegasse alguns papeis importantes que a melhor amiga tinha esquecido na noite passada. Por morar mais perto, não achou que seria nenhum problema fazer aquele favor para a Kim – parabenizando a si mesma, afinal, não era tão egoísta como diziam, hm? Não esperava encontrar ninguém naquela hora, por isso não pode deixar de tomar um leve susto ao ouvir passos por ali, logo após ter em mãos os papeis da morena. Ao reconhecer Haknyeon, permitiu-se dar um suspiro aliviado – pelo menos não era um ladrão, não que aquela teoria fosse provável, mas nunca se sabe, acha melhor estar sempre preparada para todas as situações, pelo menos mentalmente. Encostou na mesa atrás de si, pondo os papeis na mesma ao passou que cruzava os braços, observando atentamente o mais velho. Não pôde controlar a risadinha que subiu por suas pregas vocais ao ser reconhecida, balançando a cabeça negativamente de maneira lenta. Tombou a cabeça para o lado, cerrando os olhos, na tentativa de entender na integra todas as palavras que deixavam os lábios alheios – e no lugar das respostas ácidas de sempre, o que tomou os lábios da Im foi um sorriso doce. As vezes ela era tão imprevisível que conseguia até se surpreender, mas aquilo seria divertido, não seria? “ —— Sim, está um pouco frio… Oh, perdeu seu celular? Precisa de ajuda pra achar? ” A menina respondeu prestativa, a voz deixando sua garganta de maneira doce enquanto colocava os papeis para os quais fora até ali na bolsa, para não correr o risco de esquece-los, antes de se aproximar do garoto em passos lentos.
Com a pergunta prestativa de Siah ecoando em sua cabeça, foi difícil decidir o que fazer; por um lado podia aceitar a ajuda e passar mais tempo com ela, afinal ele podia ter esquecido sem querer o esconderijo de seu celular perdido, mesmo que soubesse exatamente onde estava. Por outro, podia agradecer e chamar ela para sair; se ela aceitasse seria o melhor dia da vida do garoto, caso a resposta fosse não, é vida que segue e seu colega de quarto teria que aguentar uma noite de choro descontrolado. Percebendo que tinha ficado tempo demais calado apenas olhando para a moça com a boca aberta, decidiu que o melhor a fazer era..... Aí como odiava o poder que ela exercia nele, só um sorriso lançado em sua direção e o garoto não lembra nem mais o seu nome. Trocando o perna que estava apoiando todo o seu peso e ajeitando sua postura, até conseguia sentir seu coração em sua garganta, quase como se ele estivesse o avisando a ficar quieto; contrariando todos os seus instintos deu dois passos corajosos para frente, e um pequeno para trás; soltou do modo mais confiante que sua voz nervosa conseguia emitir. — É muito gentil da sua parte, mas acho que sei onde o deixei. Na verdade quando sair daqui, vou até uma cafeteria, quer vir comigo? — Hak esperava do fundo de seu coração amante de animais, que seu rosto estivesse parecendo descontraído e charmoso e não um louco que acabara de fugir a pé de um manicômio devido sua respiração acelerada.
Monday morning
@imsiah
Tinha sido um dia longo; cuidar dos animais do abrigo era cansativo e gratificante ao mesmo tempo. Um pouco antes de chegar em casa, Hak percebeu que tinha esquecido seu celular na fundação, não ficando surpreso com sua falta de atenção. Rumou caminho de volta para lá e assim que chegou, sentiu um par de olhos sob si. Pensando ser seu amigo, virou com rapidez e soltou um berro para surpreende-lo. Para seu azar, quem estava no mesmo corredor era ninguém mais, ninguém menos que Siah. Seu caso de amor. Só em sua cabeça, mas também vale, né? O menino não conseguia agir naturalmente quando ela estava perto. Totalmente envergonhado com o que acabara de fazer, tentou uma saída estratégica. — 'T-Tá frio hoje né? Não que eu não goste de frio, frio é muito bom, eu adoro. Mas você 'tá no frio e 'tá quente agora, bom perdi meu celular, tenho que achar, é isso. — Vermelho como um pimentão, o garoto começou a sorrir e ir se afastando devagar. Na sua cabeça, era a única saída. Isso ou a convencer que aquilo ali tinha sido uma encenação para testar o seu nível de atuação. A garota sempre fez questão de mostrar que ele não tinha chance. Agora, até sua planta de estimação estava com mais probabilidade de conseguir o afeto dela do que ele.
patinar é algo que começou a fazer aos treze. não porque sempre quis sair por aí deslizando no gelo com sapatinhos que poderiam ser letais, mas sim porque todos os seus colegas faziam. aprendeu com muitas quedas e algumas risadas. no último ano não havia patinado, no entanto, logo, não poderia deixar esse ano novamente. mesmo que ainda não tivesse neve, arrastara haknyeon para a pista de patinação artificial. um pouco de diversão, um grande desvio de rotina. “ —mas ow, você sabe patinar mesmo, né?”
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— Sim, eu costumava fazer muito quando era pequeno, no interior era nossa maior diversão. — Ele se distraia fácil com os sons distintos do lugar, de risadas de crianças a uma máquina velha, onde várias pessoas faziam fila para tentar a sorte de ganhar um ursinho. Tentaria isso mais tarde com certeza. — Vamos ver quem consegue dar mais voltas primeiro, quem ganhar paga o sorvete. — Patinação tinha um espaço garantido no coração do menino. Conseguia se lembrar da sua pequena casa e todos os momentos bons que passou lá. Deixando os devaneios de lado, Hak sorriu e se preparou para a largada. Deslizando como uma fada, começou a patinar.
—— ☾ ✧ · ˚ . @flowerwboy . ˚ · ✧
Ouvir e cantar as músicas que conhecia que tocavam no Nebula era uma das coisas que Bora mais fazia naquela noite. Isso e beber um pouco, que ela sabia que iria se arrepender no dia seguinte. Distraída, seus olhos quando encontraram Haknyeon arregalaram-se (se é que ela achasse que isso era possível) e devido a seu estado já alterado, quando menos notou, ela já estava perto o suficiente do rapaz para que ele pudesse ouvi-la. “Eu não acredito, você veio de Mike!” Foi o que comentou, a face indignada mas sendo logo seguida por uma risada. “Você nem sabe quem quase veio de Eleven hoje.”
A vibe que Hak sentia sempre que ouvia uma de suas músicas favoritas era comparada com algum tipo de droga. Anestesiado não estava vendo nada nem ninguém. Olhos fechados em plena sintonia com a batida poderosa. Foi despertado quando alguém se aproximou. Alisando sua jaqueta, colocou no rosto o seu melhor sorriso convidativo. — Sim, minha cara Velma, eu sou o Mike. É realmente uma pena que você não tenha vindo como o meu par, seríamos o couple mais bonito da festa. — Dando uma piscada em direção à moça completou. — O que acha de conversarmos sobre como você é a minha Eleven disfarçada de Velma enquanto tomamos alguma coisa?
@flowerwboy
leu muitas coisas de cunho mágico e além; também já assistiu, mas nunca ouviu falar daquilo. yongguk tenta achar alguma pista na fantasia alheia, sem dó ao olha-lo da cabeça aos pés e dos pés à cabeça. estava o outro fantasiado, de fato? não que gguk estivesse em boa posição para isto uma vez que sua fantasia somente torna-se óbvia uma vez que ele esclarece. não, não consegue reconhecer o outro garoto e tampouco pronunciar o que havia sido dito. “ — o que?” ele tenta. “ — repete, por favor?”
Hak tentava, sem sucesso, se concentrar na missão de não rir e em planejar uma resposta que fizesse sentido para Yongguk, uma vez que o menino o encarava como se fosse alguma criatura vinda de outro mundo. Ajeitando sua jaqueta o garoto repete a pergunta, levantando a lanterna que trazia consigo para dar um clima especial. — Você viu algum Demogorgon? Sabe aquele monstro boa pinta que parece ter uma flor na cara? Mas se por acaso se cortar, me chame sem hesitar, é com o cheiro do sangue que ele acha suas presas. — Levando sua fantasia de Mike muito a sério, não podia tirar sarro da cara do amigo, afinal, amigos não mentem.
— Moon Haknyeon as Mike Wheeler !! —
If anyone asks
Where i am,
I’ve left the country.