“É meu super poder de herói. Vou ensinar a eles dois como faz quando eles tiverem grandinhos o suficiente. Credo, se bronzear é de graça, mas se eles viessem mais branco que eu, eu pagava o bronzeamento, qualquer coisa pra eles não terem nenhuma característica do Trump. Um mês de teste de graça seria uma boa ideia. Eu todo sério, e você rindo da minha cara, eu vou lembrar disso.”
Balançou a cabeça, dispersando o riso. “Okay, okay. Se eu surtar, você tem o botãozinho da enfermeira, né?” Aproximou-se mais da outra, seguindo suas instruções e pegando a bebê, que estava mais próxima, o medo ainda estava presente em suas ações, mas a medida que acomodava a filha nos braços ganhava mais confiança em segurar a criança. “Hey, little one.” Sorriu, usando um dos dedos para brincar com os dedinhos muito menores com muito cuidado pra não acordá-la. “I could get used to this.” Disse, dessa vez virado para Leila.
“Você usa esse poder pra sufocar o inimigo até a morte com o tamanho do ego?” Perguntou como se fosse uma pergunta séria, mordendo o canto dos lábios pra não romper em outra risada. “Agora que eles nasceram vamos deixar isso de laranja Trump pra lá, vai que entra na cabeça desses, desculpa ter levantado esse assunto bebês... Olha, pensa que a primeira lembrança que pode ficar no subconsciente dos nossos filhos é da mãe deles se divertindo com o pai, rindo assim, feliz.”
Continuou brincando, mas prendeu a respiração inconscientemente quando James pegou a filha de seu braço. Observou-o um pouco aflita e sem entender a aflição, não era do tipo preocupada assim, podia até sentir o coração meio acelerado. Por outro lado, ficou um pouco agradecida em mexer o braço, ajustando o filho em seu colo. “Se você surtar eu te jogo pela janela depois de resgatar a minha filha, está avisado.” Tentou soar ameaçadora. “Mas olha, almost like a pro. Encosta ela no teu peito, sente, da vontade de nunca mais ter longe.”