FRANKIE LONGBOTTOM || 7TH || GRYFFINDOR || MELISSA BENOIST || CLOSED
fear is the hand that pulls your strings. A useless toy, pitiful play thing;
Nascida durante uma madrugada fria de dezembro, Frankie Longbottom parecia ter incorporado todo o calor, que parecia faltar na cidade, em seu peito repleto de amor. Desde a infância a menina sempre fora muito sorridente e brincalhona, sendo o centro da atenção durante os encontros de família e levando um grande sorriso aos lábios daqueles que estivessem em sua companhia. Aos olhos de Augusta Longbottom sua filha parecia incapaz de cometer algum erro. A menina tinha que lidar com a maldição que lhe fora imposta: a maldição de ser filha única, detalhe que a incomodara durante toda a vida. Por ser a única criança na casa, a morena sempre sentira a obrigação de agir de maneira perfeita, evitando até mesmo a ideia de decepcionar seus pais, que nunca houveram lhe dado um motivo para pensar daquela forma. Ninguém cobrara a menina da mesma maneira que ela o fazia. Filha de dois bruxos puro-sangue, ela fora criada em um lar repleto de amor e dedicação, características que foram herdadas pela mesma. Mesmo sendo criada rodeada por magia desde o berço, ela era diariamente surpreendida com as coisas fantásticas que podiam ser feitas e aconteciam em sua rotina graças aos grandes bruxos que eram seus pais, por esse motivo aprendeu desde cedo a admirar a magia e toda a sua capacidade. Quando completara onze anos, ela fora surpreendida com uma bela coruja que aparecera de repente na janela de seu quarto, e ao observá-la percebeu que em seu bico havia uma carta endereçada a ela – em sua mente infantil imaginava quem podia estar lhe escrevendo – e quando viu o remetente descobriu que se tratava da tão famosa Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Seu peito naquele momento fora tomado por uma total euforia, e com o envelope na mão correu até a sala de sua casa para mostra-lo a seus pais, que se sentiram completamente orgulhosos com aquele momento tão especial. Na sua primeira viagem até o grande castelo, a pequena recordava de todas as histórias que ouvira sobre o local, e por mais que se sentisse um pouco insegura com todas aquelas novidades, não podia deixar de se sentir extremamente ansiosa para começar suas aulas e fazer novos amigos. Mas o momento que mais temia era a escolha de sua casa em Hogwarts, ela não tinha uma preferência, mas todos sempre lhe disseram o quão importante aquilo seria para o resto de sua estadia no local. Mas tudo aquilo parecia ter sumido de sua mente quando seu nome fora chamado. No instante em que sentara naquela cadeira e o chapéu-seletor era colocado sobre sua cabeça, sua mente fora invadida novamente por milhares de pensamentos, de ideias e possibilidades que se abririam em seu horizonte a partir do momento em que aquele objeto animado anunciasse a qual casa pertenceria pelos próximos anos de sua vida e qual seria sua nova e segunda família. E então, sem ao menos hesitar o chapéu-seletor disse com uma voz firme e rouca “Grifinória!”, e com isso um sorriso largo e genuíno formou-se em seus lábios, pois algo lhe dizia que era exatamente lá que ela pertencia.
Os anos foram se passando e ela descobrira que estava certa, na Grifinória fizera ótimos e leais amigos, e sentia-se completamente feliz e confortável na sua segunda casa. Não era a melhor aluna de sua turma, mas tirava notas boas o bastante para agradar seus pais e principalmente a si mesma. Mas como nada pode ser perfeito, mesmo que Frankie acreditasse e lutasse para que a realidade fosse outra, o mundo bruxo passava por momentos caóticos e perturbadores, que pareciam estar começando a colocar até mesmo a ótima relação entre ela e seus progenitores em perigo, assim como a vida de muitas pessoas. Ao mesmo tempo em que concordava com a sede de justiça que brotara no coração de seus pais, a morena não queria que o casal fizesse parte da resistência contra Lady Voldemort, pois desejava que eles se mantivessem isolados e protegidos, o que causou certas discussões entre eles. Mas com o passar do tempo a menina percebera que a guerra era inevitável, e que deveria se sentir feliz pelo casal ter escolhido se unir ao lado correto e justo daquela batalha que se instaurava aos poucos. Com todas as notícias e as imagens que vira de mestiços, nascidos-trouxa e trouxas sendo atacados por Voldemort e seus seguidores de sangue frio das maneiras mais cruéis possíveis, que lutavam com todas as suas armas e sua injustiça por um mundo bruxo formado apenas por sangue-puro, a garota sentia-se incapaz de ignorar tudo aquilo e muito menos apoiar um pensamento que considerava completamente absurdo. Ao mesmo em tempo que não quisesse ser completamente passiva diante de toda aquela situação, não sabia ao certo como começar sua participação naquela luta, e por isso sentiu-se extremamente grata e aliviada ao perceber que grande parte de seus amigos pensavam da mesma maneira, e pareciam dispostos a se unirem na luta contra aquela força negra que insistia em destruir a harmonia que havia no mundo bruxo até então.
i got bruises and hickies, stitches and scars. Got my own theme music it plays wherever I are;
No fundo Frankie sabe que é uma guerreira, que luta – muitas vezes sem ao menos perceber – pelos seus ideais e pela justiça, pois deseja nada menos do que amor e calmaria ao seu redor. Deseja que todos sejam capazes de encontrar felicidade plena e genuína em suas vidas. Tem um rosto marcado por traços delicados, que combinam em perfeita harmonia com sua personalidade serena e agradável. Sua doçura, na maioria das vezes faz com que pensem que ela se trata de uma garota frágil – e ela mesma se considera fraca e vulnerável – mas não se deixe enganar, dentro da morena há grande força para lutar por aquilo que acredita e defende com toda a sua capacidade aqueles que ama, de uma maneira surpreendentemente protetora. Tem um enorme coração e é extremamente compreensiva, porém quando vê alguma maldade sendo feita a alguém ou assiste a alguma cena a qual julga injusta, o leão dentro dela que fora atentamente observado pelo chapéu-seletor volta à sua superfície, mas sempre muito bem domado, afinal ela não é o tipo de pessoa que começa uma briga, pois acredita que violência gera nada além de violência. Facilmente a verá trazendo um sorriso terno e singelo em seus lábios, porém com o poder de contagiar a todos a sua volta. Basicamente trata a todos como gostaria de ser tratada, planta o carinho na esperança de colher o mesmo. É uma garota capaz de transmitir alegria e calma a todos a sua volta até mesmo nos momentos mais sombrios e difíceis, através de sua doçura cativa o carinho de muitos. Mas às vezes perde um pouco de sua paciência com o fato de ser extremamente tímida e desajeitada, características que podem ser consideradas patéticas por muitos, inclusive Frankie em si. Muitas vezes acaba falando demais e não medindo as suas palavras, mas nunca com má intenção. Sua insegurança acaba a atrapalhando em certos momentos. É uma romântica incorrigível, acreditando veemente em almas gêmeas, e amor eterno e verdadeiro, e tem a esperança de encontrar seu príncipe encantado mesmo em meio de uma guerra, afinal acredita que o amor é superior a qualquer negatividade.
i love you like I love my blood, i love this town, I love you just as much;
Alec Fortescue: É o único garoto do castelo que chama a atenção de Frankie, chamou sua atenção desde a primeira aula de herbologia que tiveram, quando foram aprender sobre o funcionamento de certas plantas quase todos os alunos pareciam entediados ou distraídos mas ele não, ele possuía um sorriso genuíno no rosto e Frankie se lembra até hoje de como ficou vermelha quando imaginou como seria ter aquele sorriso dirigido a si.
As Marotas: São suas colegas de casa. Adora como pode discutir tudo sobre quadribol com Jane, pedir conselhos amorosos à Serena, tirar alguma dúvida e conversar sobre um bom livro com Remie e possuir a melhor companheira do mundo para um assalto à cozinha sendo esta, Petra. Admite que seus dias seriam bem menos animados se não tivesse a companhia dessas quatro.