harry cisfemale (com buceta); ltops (como sempre); tapas; linguagem de baixo calão; traição (não entre os larry); leve humilhação; desuso de preservativo.
SE ALGUM TÓPICO TE INCOMODE NÃO LEIA.
prévia da fic aqui. Plot doado por @zjmotb
Me desculpem pelos erros ortográficos, revisei que nem meu cu nessa. Não deixe de dar seu like e comentários 🥹. Aceito criticas para melhoria das próximas.
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- Anda Harry, desembucha. - ouço Sophie me chamar. Olho para ela sem entender do que ela está falando.
- Como assim? - a questiono, e volto a ajustar os alfinetes em volta do terno que Sophie está usando. Estamos no ateliê de criação, correndo contra o tempo para finalizar as peças da nova coleção da Gucci do próximo desfile.
- Você está me espetando com essas agulhas. Agora não sei se é porque está distraída, ou está com raiva. Você tá com uma cara de quem comeu e não gostou. Ou melhor, foi comida e não gostou, não é? - Sophie solta uma risada. Não me contenho e viro meus olhos, suspirando fundo, ignorando minha amiga.
- Não enche, Sophie. Estou ocupada. - respondo secamente. Hoje não estou em um bom dia. Aliás...quando eu tive um bom dia? Nem me lembro mais. Termino de colocar os alfinetes, e peço a ela para descer do banquinho.
- Só te lembrando que a sua consulta com a ginecologista é hoje à tarde. - ela me lembra, retirando o terno de si. Olho na direção dela, já sentindo mais uma vez o estresse bater.
- Merda, esqueci. Vou remarcar com ela. Precisamos trabalhar muito hoje.
- Calma, amor! A tarde eu tomo conta daqui. O desfile é só semana que vem. Relaxe. E indo logo você para com essa nóia de achar que você está com algum problema. - ela responde, e já desvio o olhar dela, chateada por voltar nesse assunto.
- Eu não acho, Sophie. Eu tenho certeza. Talvez eu esteja com câncer, menopausa, pressão alta, qualquer coisa, mas vou descobrir o que é.
- Ou...seu namorado é um broxa, um soca fofo, que não sabe cuidar de você na cama. - ela dá risada, e começa a me ajudar com os desenhos das peças. - Deu certo a dica que te dei para fazer ontem?
- Deu certo pra ele. Passei a noite toda provocando ele. Coloque aquela lingerie que você me deu de presente. Tentei convencer ele à fazer outras posições, ele aceitou. Mas deve ter dado tão certo que ele gozou rápido. - respondo com um tom de voz baixo para que os nossos colegas não ouça.
- Cara! Não acredito. Ele é pior que adolescente na puberdade. - Sophie praticamente grita, dando risada, e todo mundo da sala olha em nossa direção.
- Fala baixo, caralho! - a repreendo colocando minha mão na boca dela. E logo ela retira minha mão, continuando:
- É a verdade, Hazz. Você que não quer aceitar. Mas me conta como foi. Me dê mais detalhes. - Sophie pede, mas logo a ignoro, indo em direção a minha mesa, para responder alguns e-mails, mas logo perco em meus pensamentos, com lembranças da noite passada.
- Foi bom pra você, vida? - Alex me pergunta, já saindo de cima do meu corpo, rolando para o lado da cama. Que tipo de pergunta broxante é essa? Nem me dei o trabalho de fingir que gozei dessa vez pra ver se ele entende, e ainda me pergunta? Esse desgraçado não durou nem cinco minutos.
- Foi, sim. Ótimo. - respondi falsamente, e tentei o meu melhor para dar um sorriso. - Foi meio rápido né? - Merda, acho que pensei alto demais. Já me arrependendo da pergunta que o fiz, olho para seu rosto, e para minha surpresa, vejo ele sorrindo.
- Você sabe como é...você é muito gostosa, paixão. Não me contive. - ele me responde, e se aproxima com um bico em seus lábios para tentar me beijar, mas desvio, me levantando da cama. - Onde você vai?
- Vou tomar banho. - respondo sem olhar pra trás, mas logo ouço ele dizendo "Vou com você!"
- Não! Depois você vai. Vou tomar banho sozinha. - respondo rapidamente, me virando pra ele, torcendo para que ele não insista. Aliviada por ver ele acenando concordando. E entro na suíte, já trancando a porta, me direciono para o box para tomar uma ducha.
Okay, talvez tenha algo errado comigo. Estresse pelo trabalho, estresse com o pedido de noivado de Alex. A pressão que ele está fazendo em mim em aceitar, quando eu disse que precisava pensar. Preciso de um dia no spa para desestressar. Talvez assim eu consiga voltar a ter orgasmos novamente.
Não me entendam mal. Eu amo o Alex. Me sinto atraída por ele. Eu acho...
Ele é um bom rapaz, minha família e meus amigos gostam dele. Mas não estou pronta para dar mais um passo na nossa relação. Acredito que já fui precipitada demais quando aceitei morar com ele, quando tínhamos apenas 3 meses de namoro. Na época foi uma decisão fácil. Já nos conhecíamos a mais tempo pela nossa amizade que cultivamos no nosso trabalho. E sim. Nós trabalhamos na mesma empresa. Sou etilista de moda, e ele diretor de marketing da Gucci em nossa cidade, Londres.
Desde que começamos a namorar, não sei mais o que é ter meu espaço pessoal. Nos vemos praticamente 24 horas por dia, 7 dias na semana. Os únicos momentos de paz que tenho é quando um de nós precisamos trabalhar.
Mas porra...tem meses que eu não tenho um orgasmo digno. Quando transamos, ele nunca acerta a posição, a força necessária. Algumas vezes já tentei o instruir, e ele ficou ofendido por que segundo ele, eu estava tentando ensiná-lo.
Sim! Eu estou tentando ensinar! Como que vou falar para meu próprio namorado que ele é péssimo de cama? Nem ao menos posso tentar me tocar durante o ato, que ele retira a minha mão. Não posso me masturbar quando estou sozinha porque ele parece uma sombra atrás de mim, e as vezes me segue até no banho.
Meus vibradores? Ele jogou fora. "Mulher minha não precisa desses brinquedos. Eu faço o trabalho" - foi o que ele disse no dia que os encontrou em minha gaveta. Em pleno século 21 e eu ouvindo esse tipo de coisa.
Infelizmente nunca tive a coragem de dizer para Alex o que me incomoda. Prefiro passar por um certo incomodo, à ter o risco de uma discussão e nós perdermos a nossa estabilidade que temos hoje. Eu consigo superar.
- Harry? Vida? - Percebo que me distraí, e ouço a voz de Alex.
- Oi? Desculpa, sim amor? - respondo e tento dar um sorriso ameno.
- Estava te esperando no estacionamento, mas você demorou então vim te chamar - Alex diz, e acredito que ao perceber minha expressão confusa, diz: - Vamos almoçar juntos, esqueceu?
- Ah sim! Almoçar... - olho no relógio e lembro da minha consulta. - Pode ir só você, querido. Hoje eu tenho compromisso. Tenho uma consulta de rotina. - respondo e fecho meu notebook, procurando minha bolsa.
- Como assim? Você não me disse. - Alex questiona, e começo a contar até dez mentalmente tentando me acalmar.
- Não acho que eu precise te dar satisfação da minha agenda, Alex. É coisa simples. A gente se vê em casa. - respondo e vou em direção ao elevador, ouvindo os passos do meu namorado atrás de mim.
- Ei desculpa, amor. Não quis ser rude. Eu te levo lá, e depois a gente almoça juntos, okay?
- Tudo bem. - respondo vencida, me controlando para não estressar mais. Não é possível que nem para ir ao médico posso ir sozinha.
Durante todo o caminho para o hospital, ouço Alex reclamar dos problemas na empresa e outras coisas que nem me dou o trabalho de prestar atenção. Apenas concordando e deixando-o prosseguir.
- Harry? Você escutou o que eu disse?
- Sim, sim. Concordo, amor. - respondo, sem ter ideia do que ele está falando.
- Pois é! Quando falei para eles que vamos noivar, eles cancelaram todos os compromissos no Brasil. E devem chegar essa semana pra te conhecer. - Alex responde animado. Me contenho para não revirar os olhos ao ter a menção do noivado.
- É mesmo, querido? Que legal. - sem entender muito do que Alex estava falando, o respondo. Respiro aliviada ao ver que já chegamos no hospital. Mal espero o carro parar e vou abrindo a porta.
- Quando eu terminar eu te ligo, ok? - digo ao meu namorado, mas vejo que ele não ouviu, ou se me ouviu, ignorou, pois já estava trancando as portas, contornando o carro para buscar minha mão. Me puxando em direção à recepção do hospital. Mais uma vez não tendo minha palavra atendida.
Vamos lá Harry...não surta.
Já na recepção, eu tive mais um trabalho para convencer Alex de não me acompanhar até o consultório da médica, como uma sombra atrás de mim. Aguardei mais alguns minutos até ver meu nome no telão de senhas.
"Harry Styles - Dra. Sandra - consultório 28"
Após questionar à secretária qual corredor eu deveria seguir. Me direciono em procura do consultório 28. Já encontrando, mas antes que eu leve minha mão para a maçaneta, a porta se abre. Vendo um médico ali na porta.
- Desculpa, acho que errei o consultório. - digo rapidamente, pronta para voltar para a recepção para avisar a secretária.
- Harry Styles? - o médico pergunta, olhando em sua caderneta. Aceno levemente com a cabeça. - Então é aqui, mesmo. A doutora Sandra precisou desmarcar seus últimos compromissos devido uma de suas pacientes ter entrado em trabalho de parto, estou substituindo ela. Prazer, sou o Dr. Tomlinson. Mas pode me chamar de Louis se quiser.
Só então levanto meu olhar para o rosto do médico. Porra...eu nunca vi olhos tão bonitos. E então percebo que ele está com a mão estendida para mim, esperando que eu a apertasse.
- Desculpe...prazer, doutor. - respondo, e levo minha mão de encontro à sua, me assustando com o choque que senti ao tocar sua pele.
- Não peça desculpas, querida. Entre. - vejo ele abrir espaço na passagem da porta, aguardando que eu entre. E vejo um pequeno sorriso abrir em seus lábios. Me fazendo sentir um leve frio na barriga. Mas logo atendo ao seu pedido, entrando no consultório. Ouvindo ele fechar a porta atrás de mim, e se direcionando à sua mesa. Aponta para a cadeira à frente, em um convite silencioso para que eu me sente.
- Tudo bem se eu te atender hoje? Sei que muitas pacientes preferem e se sentem mais confortáveis quando é uma médica. - ele me pergunta com a voz levemente rouca, me fazendo arrepiar, e preciso fazer um esforço para desviar minha atenção de seus lábios com aquele sorriso ladino.
- S-sim, sim, doutor Tomlinson. Não se preocupe. Eu não me importo com isso. - respondo rapidamente, me repreendendo mentalmente por parecer tão desesperada.
- Que bom, querida. Vou localizar sua ficha médica no sistema e já começamos. - e novamente me devolve um sorriso, me deixando desconcertada. E novamente, me encontro observando cada um de seus detalhes.
Olhos afiados, nunca vi um azul tão único como esse. Foi a primeira coisa que me prendeu quando o vi. Cabelos lisos que brilham mediante à luz ambiente, com alguns fios brancos nas laterais. O rosto com os traços marcados. A barba levemente por fazer, com fios ruivos. E aqueles lábios...finos e rosados. De repente sinto uma curiosidade de como deve ser o sabor deles.
- Sim, doutor? Desculpa, me distraí, o que disse mesmo? - merda, será que ele percebeu que eu estava o encarando? Harry, se controla você tem namorado, porra.
- Não precisarei tomar seu tempo com algumas perguntas, pois já vejo que seu histórico médico está completo. Gostaria de ir se trocar no banheiro? Preciso te examinar.
Aceno rapidamente, me levantando, e recebendo a embalagem com a roupa hospitalar do doutor. Me direciono ao banheiro, tentando me acalmar. Porra...ele é muito gostoso. Saber que ele me verá nua, e precisará tocar em meu corpo, já me faz sentir um leve incomodo entre as pernas. Mas logo percebo meus pensamentos, me repreendo. "Harry, caralho! Ele é seu médico. Se controla."
Já com a roupa hospitalar, tento respirar fundo, tentando controlar meu nervosismo, saio do banheiro, vendo o médico à minha espera.
- Pode se deitar ali, querida. Apenas vou me preparar e já começamos. - ele pede. Caminhei para a maca, tentando cobrir aquela abertura enorme que tinha naquela camisola ridícula de hospital. Já me deitando ali, instintivamente apertei as laterais do acolchoado em busca de apoio, tentando me acalmar. Não entendo a razão pela qual estou tão nervosa. Eu já passei por isso antes. Não é como se eu nunca tivesse sido tocada por um médico antes. Com esse pensamento, tentei me concentrar em regular minha respiração. Mas desde o momento que coloquei meus pés dentro desse consultório, e olhei para Louis, respirar normalmente se tornou um trabalho difícil.
Me rendi e o busquei com meus olhos. O encontrando de costas, preparando os materiais na mesa de instrumentos. Mas para meu azar ele se virou em instantes, me pegando o encarando, me devolvendo um sorriso afável. Aquele sorriso que me fez perder a noção do tempo, quando entrei aqui. Desviei meu olhar imediatamente, já sentindo minhas bochechas arderem em vergonha, e ouvi seus passos em direção à mim.
Já próximo da maca, ele buscou um par de luva ao lado, vestindo em suas mãos. Me vi hipnotizada naquele ato tão simples, que nem ao menos percebi que o doutor me chamava. Mas logo acordando de meu transe, o respondi "Sim?"
- Começarei examinando seus seios, tudo bem? - sua voz levemente rouca, me fez arrepiar novamente. Eu apenas esperava que ele não percebesse o efeito que fazia em mim. Apenas concordei rapidamente com um aceno, e encarei o teto, aguardando seu toque.
- Harry, preciso que você abaixe a camisola, sim? - ele pediu e soltou uma leve risada. Me deixando mais envergonhada do que já estava.
- Desculpe, doutor. - o respondi fracamente, e então com forças que não sei de onde tirei, abaixei a vestimenta hospitalar, expondo meus seios.
- Tudo bem, amor, não peça desculpas. - respondeu, com um sorriso amável. Aquele apelido me deixou mais instável, sentindo meus batimentos acelerarem. Continuei encarando o teto, fugindo daqueles olhos que me desestabilizou desde o primeiro segundo. Sabia que com certeza ele perceberia meu nervosismo. - Irei lhe tocar, tudo bem? - ele perguntou mais uma vez com aquela voz rouca, quase em um sussurro. Sem ao menos medir minhas próprias palavras, o respondi imediatamente, me fazendo me arrepender quando já as tinha liberado:
E então me arrisquei em olhar para ele. Ele se encontrava paralisado ao meu lado. Me olhava como se tentasse me decifrar. Como se conseguisse ler meus pensamentos em relação à ele. Apesar de eu já estar praticamente nua em cima da maca hospitalar, senti aqueles olhos despir minha pele, expondo todas as minhas entranhas.
Perdida naquele olhar, só despertei quando senti o gelado das luvas ao redor dos meus seios. Me fazendo me esquivar levemente.
- Shhh...calma, querida. Será rapidinho, okay? - o doutor me respondeu, com um sorriso ladino, ao ver que eu tinha me assustado com seu toque. Ainda me encarando nos olhos, continuou apalpando meus seios. Em contradição à sua promessa de que seria rápido, ele me tocava como se tivesse todo o tempo do mundo. Vezes apertava levemente forte, e outras como se estivesse acariciando. O ar que já estava escasso em meus pulmões, piorou quando senti seus dedos cobertos pelas luvas apertarem os biquinhos dos meus mamilos. Não conseguindo me segurar, soprei um gemido baixo.
- Sensível aqui, amor? - perguntou um tom baixo, que tive que me esforçar para conseguir ouvi-lo.
Senti minhas pernas enfraquecerem. Aqueles olhos...um azul tão gelado. Tinha a sensação que se o olhasse por mais alguns segundos, eu me congelaria por completo. Mas decidi arriscar, e não desviei meu olhar. E em contradição ao o que eu acreditava, elas não me congelariam, as orbes azuis tinham o poder de fazer meu corpo se queimar por dentro. Ele ainda permanecia com seus olhos nos meus. Não tentei desviar dessa vez. Abri minha boca levemente, em busca de ar, e vi que os olhos dele direcionaram aos meus lábios. E depois abaixou seu olhar, pelo que parece pela primeira vez aos meus seios. Me assustando quando seus dedos apertaram mais forte os biquinhos sensíveis de meus mamilos, tentando segurar para não gemer novamente.
- Te fiz uma pergunta, Harry. - questionou novamente, ao ver que não tinha respondido.
- S-sim, doutor Tomlinson. Desculpe. - respondo fracamente, sua voz autoritária afetando diretamente minha buceta, que já sinto começar a ficar molhada. Tento fechar minhas pernas em um reflexo. Ato que não passa despercebido pelo doutor. Já que ele olha na direção delas.
- Não peça desculpas, querida. A menos que eu dê razão para tal. - ele responde, e sinto sua mão passear entre meus seios, em direção à minha barriga, me fazendo arrepiar com o toque. E então ele para seu breve movimento, para retirar o estetoscópio de seu pescoço. - Senta pra mim, querida? Vamos checar seu coração, okay?
Obedeço seu pedido, vendo ele se posicionar entre minhas pernas. Sinto sua respiração bater em meu rosto. Ainda encarando meus olhos, me fazendo prender a respiração com a aproximação. Abaixo meus olhos, não conseguindo manter aquele contato por mais um momento. E então vejo um volume em suas calças. Seu cacete duro, contornado em suas calças apertadas, tão grande. Sinto minha buceta contrair com o pensamento de que talvez ele esteja assim por minha causa.
Sinto o gelado do estetoscópio tocar meu peito. Por um breve momento esqueço de que se ele não percebeu o seu efeito em mim, agora já seria tarde, ao ouvir meus batimentos cardíacos.
- Tudo bem, querida? Você parece nervosa. - ele me pergunta em um sussurro. Me arrisco a levantar meu olhar para seu rosto, e novamente está lá, aquele sorriso ladino.
- Sim, doutor Tomlinson. Perdão, minha cabeça está em outro lugar. - tento convencer ele, mas sei que já é tarde. Mas ele não insiste em tentar me desmentir, e retira o estetoscópio de meu peito, posicionando novamente em torno de seu pescoço. E quando penso que sua aproximação não pode afetar mais, ele se encaixa no meio de minhas pernas, abaixando as mãos para a maca, nas laterais do meu quadril. Me fazendo me embriagar em seu perfume forte, zonza com seu cheiro masculino viril.
- Me conte porque marcou essa consulta? Alguma queixa que eu precise saber? - ele questiona, e me vejo encarando seus lábios. Quando levanto meu olhar novamente, vejo que que ele também está olhando para os meus.
- É...sim. É que...Está tudo bem, mas... - fico envergonhada em ter que contar minha situação para ele. Ele acena a cabeça me encorajando a continuar. Mas eu acho que minha libido não está normal.
- O que quer dizer, querida?
- Não sinto muito desejo, e tenho dificuldades em atingir um orgasmo, como antes eu conseguia. - decido ser sincera e cuspo minhas palavras rapidamente.
- Você faz uso de algum medicamento, querida? - aceno rapidamente negando. - Algum método contraceptivo? Anticoncepcional pode reduzir a libido em algumas mulheres. Dores durante a relação?
- Não, doutor. Uso apenas camisinha. E não, não sinto dores. - respondo, e novamente sinto minha respiração engatar, ao sentir sua mão em minha coxa.
- Quando você se toca? Consegue ter orgasmos?
- Sim, ás vezes. - sinto minhas bochechas queimarem ao responder. E sua mão começa a subir para a minha coxa interna, mas logo a retira, levando-a para meu queixo, apertando levemente, e me lança um sorriso, dizendo:
- Então talvez o Alex não esteja dando conta do recado.
- C-como sabe o nome do meu namorado? - pergunto assustada com a menção.
- Seu prontuário médico, querida. Em seus contatos de emergência. - responde, e se afasta de mim se sentando na cadeira em frente a maca. - Por favor, deite-se novamente. Coloque seus pés no apoio, sim?
Merda, esqueci que ele vai precisar olhar mais. Tentando controlar meu nervosismo, obedeço seu pedido. Mordendo meus lábios em ansiedade, aguardando seu próximo passo. Sinto suas mãos em meus tornozelos, me ajudando a posicionar os pés nos apoios. E ouço ele dizer "Com licença" ao levantar a camisola, expondo minha intimidade.
Fecho meus olhos, sentindo o gosto de ferro em minha boca, provavelmente sangrando de tanto morder meus lábios. Mas estranho ao não sentir ele me tocar. Levanto minha cabeça para ver se estava tudo bem, e encontro ele olhando para minha buceta, com os lábios entreabertos. E sem aviso, sinto o toque frio de seus dedos sob as luvas tocar minha buceta, passeando pelos lábios e indo para meu grelinho já dolorido, me fazendo prender um gemido em minha garganta.
- Você parece molhada demais para alguém que não tem libido, amor. - ele diz com um toque divertido em sua voz.
- E-eu...eu. Desculpe d-doutor Tomlinson. - respondo, sentindo meus olhos encherem de água. Sem saber se é devido ao tesão que estou sentindo ou a timidez. Não conseguindo mais segurar o gemido, ao sentir seus dedos beliscarem meu grelinho inchado.
- O que eu disse antes, Harry? Pare de pedir desculpas. - me assusto com seu tom de voz autoritário, me fazendo molhar mais ainda com meu melzinho. - Eu que deveria pedir desculpas por ter que me conter em não te foder agora mesmo. Porra...você é tão sensível. Olha como você está molhadinha pra mim. - ele diz em um gemido, e vejo ele retirar a mão de minha buceta, me mostrando a luva molhada brilhar. Gemendo ao ver ele levar seus dedos à própria boca, chupando todo o meu melzinho ali, e retirando de sua boca, leva os dedos novamente para minha buceta.
- Caralho... você tem um gosto delicioso, querida. Como vou me conter eu não te provar mais?
- Não se contenha, doutor. Chupa minha bucetinha, por favor. - não prevejo meu pedido sair de meus lábios. Não conseguindo mais me controlar em desejo, implorando para que ele continue. Gemo aliviada ao ver ele se abaixar, e sentindo sua boca tocar minha buceta.
- Isso...continua, doutor Tomlinson. - digo entre gemidos. Sua boca é um paraíso. Sinto sua passeando com sua língua por toda minha intimidade, recolhendo todo o meu melzinho. E então ele começa a trabalhar em meu grelinho, me fazendo gritar com a sensibilidade. Ouço ele gemer junto, contra minha xotinha, enviando vibrações para meu grelinho. Começo a rebolar contra o rosto dele, sentindo meu orgasmo se aproximar. Em um misto de êxtase por estar tão próximo de algo que não consigo à tempo, mas envergonhada por já estar tão sensível e gozar tão rápido. Mas logo vejo ele se afastar, me irritando por ter sido interrompida.
- Porra, amor. Que buceta gostosa. Tão molhada pra mim. Não se envergonha de ser tão puta para seu próprio médico? - ele diz, e antes que eu consiga responder, gemo alto com a invasão de dois de seus dedos na minha entrada, começando a estocar forte contra meu pontinho. - Porra...tão apertadinha, tô louco pra te foder. - e novamente ele se abaixa contra minha buceta, me chupando com avidez, me fazendo gemer mais alto. Mas logo me assusto ao ouvir um bater na porta. E vejo Tomlinson se levantar rapidamente, fechando a cortina da área de examinação, deixando sobre minha cabeça exposta.
- Entre! - o médico diz, e volta a chupar minha buceta, me assustando, tentando me esquivar com medo de que alguém nos veja. Quando tento fechar minhas pernas, sinto um tapa forte em meu grelinho inchado, e ele dizer "fica quieta, porra!" voltando a me chupar, e me foder com seus dedos.
A porta se abre, e então sinto minhas forças indo embora, ao ver que era Alex. Segurando os gemidos, tento disfarçar meu rosto que deve estar tomado de prazer, torcendo para que ele não perceba o que está acontecendo por trás das cortinas.
- Vida, vou precisar ir embora. Tenho uma reunião na empresa. Te vejo em casa, okay? - Alex diz, rapidamente. E aceno com a cabeça, aliviada ao já ver ele fechar a porta. Mas depois xingando mentalmente ao ver ele abrir a porta novamente, mas aliviada por sentir o doutor parar de me chupar, mas o medo retornando ao ver ele se levantar e começar a a abaixar suas calças, me fazendo arregalar os olhos ao ver o cacete duro, grande, e molhado com pré gozo na glande.
- Não esquece do nosso compromisso hoje à noite, que te falei mais cedo!
- Sim, sim! Te vejo em casa, Alex. - respondo rapidamente sem ter ideia de que compromisso seja, rezando para que ele vá embora logo. E sem aviso algum sinto o cacete invadir minha buceta, socando fundo. Me fazendo gemer alto, junto com o doutor. Sentindo suas mãos apertarem firmemente minha cintura.
- Tudo bem, vida? - Alex pergunta com as sobrancelhas franzidas.
- S-sim! Tudo bem. Tchau! - respondo rapidamente, tentando prender os gemidos ao sentir o médico começar a estocar contra minha buceta. Aliviada ao ver Alex não questionar, e ir embora, fechando a porta.
- Porra amor...você é tão apertada. Tão boa pra mim. - Louis geme, colocando mais força e suas estocadas, me fazendo gemer cada vez mais alto.
- Que cacete gostoso doutor. Tô sentindo tão fundo na minha xotinha. Fode mais...acaba comigo. - imploro para ele, gemendo aliviada ao ter o pedido atendido, meu corpo balançando contra a maca. E logo me assustando ao sentir um tapa em minha buceta, me deliciando com a dor.
Sem aviso, ele sai de dentro de mim, mas antes que eu possa reclamar, sinto ele socar contra meu cuzinho, me fazendo gritar pela dor da invasão.
- D-doutor...no cuzinho não. - em contradição à minha reclamação, logo sinto a dor ser substituída pela prazer ao sentir seu cacete pulsar dentro de mim. Começo a rebolar contra ele em um pedido silencioso para que continue.
- Cala boca, vadia! Vou te foder como eu quiser. Olha como você está rebolando que nem uma cadela no cio! - ele diz com ironia, começando a estocar contra minha entrada, nós dois gemendo cada vez mais alto. Sinto seus dedos ainda cobertos pelas luvas começar a brincar com meu grelinho inchado. E a outra mão invadir minha xotinha com seus dedos, estocando diretamente em meu pontinho, me fazendo gritar mais, sentindo meu ventre se queimar, com o orgasmo se aproximando.
- D-doutor, você me come tão bem. Não para eu v-vou gozar.
- Goza pra mim, querida. Goza no meu caralho. Vou gozar nesse seu cuzinho gostoso de puta. - pede, e sinto ele colocar mais força em suas estocadas. Não aguentando mais, gozo, esguichando contra a barriga de Louis, molhando toda a sua camisa. Sentindo a visão embaçada pelas lágrimas devido a sensibilidade, ouvindo seu gemido rouco, gozando logo após, esporrando toda sua porra em meu cuzinho.
Ele se retira de dentro de mim, e gemo mais uma vez eu ver ele levar seus dedos na minha entrada, empurrando a porra que escorria de volta para dentro.
Tentando controlar minha respiração, vejo um sorriso nos lábios do médico, depois de levantar suas calças, fechando-as, veio em minha direção, abaixando seu rosto contra o meu, deixando um beijo casto no canto de meus lábios. E sussurrando contra meu rosto, diz:
Levou alguns minutos para que eu processasse o que tinha acontecido naquele consultório. Depois de vestir minhas roupas, fui embora do hospital. Sentindo a porra ainda escorrer pelas minhas coxas, fui para casa.
O pensamento de que eu teria que ver o meu namorado chegar em casa, me causou nervosismo. Mas decidi que deixar todos os problemas para outro dia. Não querendo quebrar meu alto astral depois de ter sido tão bem comida. E gozado tão bem para aquele médico gostoso. Distraída com meus pensamentos, assistindo uma série na tv da sala, me desperto ao ouvir a porta do apartamento se abrir, anunciando que Alex tenha chegado.
- Oi, vida! Cheguei! Trouxe o seu vinho favorito.
- É? Que bom, obrigada, meu bem. - respondo sem muita animação.
- Você ainda não se arrumou? - Alex me pergunta, e deixando confusa com o questionamento, mas antes que eu responda, ele prossegue. - Minha família está vindo pra te conhecer. Esqueceu? Eu te falei hoje mais cedo.
- Mas eles não estavam no Brasil? - pergunto, tentando me recordar em que momento Alex tenha mencionado isso.
- É...tanto faz. Você nunca presta atenção no que eu falo. - ele responde irritado, e logo ouvimos o interfone tocar. Alex atende o aparelho, comandando que libere a entrada. Vendo que talvez eles já tenham chegado.
Se me perguntasse a alguns meses atrás se eu estaria feliz em finalmente conhecer a família do meu namorado, provavelmente a resposta seria sim. Mas agora, eu só gostaria de que não precisasse ver a família do homem que traí nessa tarde.
Após me trocar rapidamente em meu quarto, vestindo alguma peça mais apresentável, ouço algumas vozes vindo da sala, provavelmente já tenham chegado. De frente para o espelho ensaio o meu melhor sorriso para que não percebam meu desconforto, e saio do quarto indo para o corredor que me leva à sala.
- Aqui está ela! Vem amor! Essa é minha mãe Alessandra, e meu pai Mark. - Alex os apresenta, e logo me aproximo para os cumprimentá-los.
- Olá! Prazer, sou a Harry. - sorrio gentilmente, apertando as mãos de meus sogros.
- Você é mais bonita pessoalmente, Harry! - Alessandra diz, e agradeço timidamente, aliviada por ter uma boa impressão deles. Então ouço a campainha tocar, logo avisando que irei atender, aliviada para que eu possa sair daquele cômodo pelo menos por alguns momentos. Ouço o meu sogro dizer:
- Deve ser seu irmão. Ele está animado em poder voltar para a Inglaterra! Não parava de falar o quanto sentia falta de você, Alex.
- Besteira daquele bastardo. Deve ter vindo apenas para me irritar. Sabe que odeio ele. - ouço Alex dizer, bufando em tédio ao ter a menção do irmão dele que já ouvi ele reclamar várias vezes em outros momentos. Já no corredor para o hall de entrada, abro a porta.
- Doutor Tomlinson? O q-que você tá? - pergunto em um sussurro, sentindo minhas pernas enfraquecerem ao ver o homem que me fodeu e me fez gemer alto para que o hospital todo ouvisse. Ele me abre um sorriso ladino, mostrando que ele não está surpreso por me ver. Se aproximando de meu corpo, leva sua mão para meu maxilar, aproximando seus lábios de meu ouvido, dizendo:
- Vou confessar que te ouvir me chamando de doutor Tomlinson é sexy pra caralho. Mas se não quiser que eu fique duro aqui e te coma na frente deles, melhor me chamar de Louis, sim?