Não é surpresa contar com a presença de CAMÉLIA FLOR SALLES no Instituto de Rosis esse ano! Todos sabem que ela é uma DUQUESA, vinda do BRASIL, porque aqui as fofocas correm rápido. Ouvi dizer que apesar de seus TRINTA ANOS anos, ela pode ser bastante MANIPULADORA quando está de mau humor, mas sua INTELIGÊNCIA compensa.
ABOUT
(em desenvolvimento)
A mais velha, foi assim que Camélia foi ensinada desde criança, afinal, precisava manter as aparências antes que os irmãos nascessem e ela pudesse sair um pouco dos holofotes do povo. É claro, aquilo não aconteceu visto que precisara desempenhar um papel quase de babá dos mais novos para que a família mantivesse suas aparências perante o resto das pessoas, ainda que no fundo discordasse e risse de todas as idiotices ditas pelo pai.
Diante da estranhesa de relações que o genitor criara com a Inglaterra, muito a contragosto a mais velha resolveu sair do Brasil para ir a Rosis — embora não goste verdadeiramente dos veneficos, também não tem nada contra eles, apenas prefere manter distância até que lhe sejam úteis — ela tinha de evitar uma possível investida nada amistosa contra seu país, afinal, ela não poderia culpá-los, seu pai por muitas vezes parecia pedir para que aquilo acontecesse.
HEADCANNONS
É a mais velha dos filhos da família Salles;
Tenta sempre ajeitar as idiotices que o pai fala a torto e a direito;
Não gosta e nem desgosta dos venéficos, acredita que eles podem ser aliados bons quando se precisar;
Parece uma boa pessoa, mas na verdade é tão podre quanto o pai;
É bem autossuficiente, por ser a mais velha, e detesta ter que pedir alguma coisa para alguém;
Manipuladora e sabe usar de ocasiões e pessoas para conseguir o que quer;
INSPO DE PERSONAGEM: Fabiana Guedes (A Dona do Pedaço); Catarina de Lurton (Deus Salve o Rei); Mãe Gothel (Rapunzel); Ernesto de La Cruz (Encanto).
Como Camélia estava? Indiferente, era essa a resposta, mas é claro que precisava fingir uma emoção quando alguém aparecia perto ou acabaria escutando um sermão ou levantando comentários sobre si. O clima no instituto estava bizarramente mórbido, o que, na verdade, já era de esperar e por isso, a duquesa decidiu que seria melhor dar uma volta pelos jardins já que aparentemente era o local com a atmosfera mais leve de Rosis.
É claro que outras pessoas teriam a mesma ideia, até porque, não podiam sair da instituição até segunda ordem, então era normal que as pessoas começassem a se espalhar pelo local para pensar, ocupar a cabeça ou até mesmo ficar de luto — a última opção sendo a que mais fora notada pela brasileira. — Se refugiando no jardim ou apenas veio ocupar a mente? — indagou educadamente aproximando-se de muse elegantemente, as mãos apoiadas na frente do corpo, a expressão tornando-se serena e levemente preocupada já que precisava fingir que estava péssima com toda aquela situação. — Incomoda-se se eu me juntar a você?
━━ não é da sua conta. kayla estava sem muita vontade para conversas com humanos, então esperava que seus péssimos modos espantassem a mulher. tentou voltar a sua atenção para aquele livro em suas mãos, uma forma de ocupar a cabeça, mas aquele convite girou uma outra chave na cabeça da telekis. ━━ sim, eu me incomodo. por que não vai ficar com os seus? não sei se quero ser vista com você, principalmente agora. vão pensar que eu compactuo com humanos e isso é uma vergonha. fechou o livro com um som alto, virando-se para a outra. ━━ vá sentar em outro lugar.
A resposta grosseira era esperada pela mais velha, fazendo com que ela respirasse fundo antes de responder porque afinal, ela preferia ter a confiança daquela gente ao invés de se tornarem inimigos, por isso, a expressão ofendida e magoada foi rapidamente formada em seu rosto. — Desculpe, mas acho que não precisava de tanta grosseria, afinal, eu não fui grosseira com você. — levou a mão ao peito, deixando evidente o seu embaraçamento e tristeza com aquela situação — uma mentira, é claro, ela não estava se importando nem um pouco com a outra, mas sabia fingir muito bem. — Entendo a sua revolta pelo o que aconteceu, foi brutal e uma tragédia horrível, sem contar o egoísmo por parte daquele garoto… eu sinto muito, deve ser horrível para vocês, não achem que somos todos daquela maneira. — falou em um tom de conforto e calma, os olhos transmitindo sua compaixão — falsa — para a garota. — Se minha presença realmente te incomoda, vou te deixar sozinha, mas poderia ao menos me dar uma chance de provar que nem todos os humanos são desprezíveis?
Como Camélia estava? Indiferente, era essa a resposta, mas é claro que precisava fingir uma emoção quando alguém aparecia perto ou acabaria escutando um sermão ou levantando comentários sobre si. O clima no instituto estava bizarramente mórbido, o que, na verdade, já era de esperar e por isso, a duquesa decidiu que seria melhor dar uma volta pelos jardins já que aparentemente era o local com a atmosfera mais leve de Rosis.
É claro que outras pessoas teriam a mesma ideia, até porque, não podiam sair da instituição até segunda ordem, então era normal que as pessoas começassem a se espalhar pelo local para pensar, ocupar a cabeça ou até mesmo ficar de luto — a última opção sendo a que mais fora notada pela brasileira. — Se refugiando no jardim ou apenas veio ocupar a mente? — indagou educadamente aproximando-se de muse elegantemente, as mãos apoiadas na frente do corpo, a expressão tornando-se serena e levemente preocupada já que precisava fingir que estava péssima com toda aquela situação. — Incomoda-se se eu me juntar a você?
‘ Interessade em uma xícara de café? Se não gostar do futuro que lhe espera, pelo menos vai ter tomado um café bem gostoso. ’ performance arriscada, vez que a oráculo não possuía domínio sobre nenhuma técnica de precognição — às vezes, tinha a sensação de que o futuro fugia de seus sentidos, o que não podia significar algo bom para alguém que deveria desvendá-lo.
se preferir um starter fechado, responda qualquer coisa nesse post marcando o @ do personagem ( limite de 4 )
Uma xícara de café? — repetiu um tanto desacreditada da pergunta, mas assim que a garota acrescentou a parte sobre o futuro, a duquesa cogitou momentaneamente a ideia ainda que soubesse que se fosse algo que não lhe agradasse faria de tudo para mudar. A curiosidade, é claro foi bem mais forte de modo que um sorriso divertido curvou os lábios pintados de vermelhos da morena e ela assentiu lentamente com a cabeça. — Bom, por que não? Acho que pode ser divertido, além do que, eu nunca recuso uma oportunidade de tomar café.
O cabelo preso era mais uma precaução do que para passar uma boa impressão, de fato. Apesar de, supostamente, dar a ela uma imagem mais séria e centrada, seu pai sempre reforçava que o cabelo solto era algo a ser agarrado numa luta e, portanto, uma fraqueza. O kefta preto e bem ajustado ao corpo escondia as pequenas adagas encaixadas ao cinto e as outras, ajustadas dentro das botas, prontas para serem usadas, ao passo em que não disfarçava os movimentos que a canadense fazia enquanto se alongava, esperando sua vez de entrar em combate, a fim de demonstrar suas habilidades para os herdeiros ali presentes. — Vai lutar ou só assistir? — Perguntou para MUSE, ao seu lado, um sorriso traquina esticando seus lábios. — Independente do que vai fazer, acha que ‘ta liberado jogar sujo? Simular uma luta real, essas coisas?
A ida até a arena era para Camélia, uma maneira de se distrair um pouco já que considerava bem interessante — e até mesmo estratégico — observar os venéficos demonstrarem suas habilidades, afinal, poderiam ser extremamente úteis posteriormente. Sentada ao lado de uma venéfica que aparentemente estava se ajeitando para lutar, a duquesa esboçou um sorrisinho simpático — cuidadosamente pensado para cativar alguém — e negou levemente com a cabeça. — Só se eu não fosse inteligente para saber que levaria uma bela surra. — comentou em um tom divertido, os olhos desviando-se da arena vazia para fixarem-se na garota ao seu lado. — Você aparenta ser muito boa em uma luta, acredito que alguém que vá te enfrentar não seja a pessoa mais sortuda do mundo.