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@furunculecos
furunculecos escândalo
Ele me diz com o ar um pouco mimado que a arte é aquilo que ajuda a escapar da inércia. Outra vez os olhos. Os dele produzem uma indiferença quando ele me conta o que é a arte. Trecho de "Luvas de Pelica", por Ana Cristina César
Que importa a mim que a bicharia roa
Todo o meu coração, depois da morte?!
Augusto dos anjos
Samba Canção, por Ana Cristina César
Tantos poemas que perdi
Tantos que ouvi, de graça,
pelo telefone – taí,
eu fiz de tudo pra você gostar,
fui mulher vulgar
meia-bruxa, meia-fera,
risinho modernista
aranhando na garganta,
malandra, bicha,
bem viada, vândala,
talvez maquiavélica,
e um dia emburrei-me,
vali-me de mesuras
(era uma estratégia),
fiz comércio, avara,
embora um pouco burra,
porque inteligente me punha
logo rubra, ou ao contrário, cara
pálida que desconhece
o próprio cor-de-rosa,
e tantas fiz, talvez
querendo a glória, a outra
cena à luz de spots,
talvez apenas teu carinho,
mas tantas, tantas fiz...
Oh morte, tu que és tão forte
Que matas o gato, o rato e o homem
Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres me buscar
Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva
E que a erva alimente outro homem como eu
Porque eu continuarei neste homem
Nos meus filhos, na palavra rude
Que eu disse para alguém que não gostava
E até no uísque que eu não terminei de beber aquela noite
Raul Seixas, em "Canto Para Minha Morte"