“Minha perna já esta melhor sim, obrigadx por perguntar e minhas férias foram incríveis, eu fiz um curso de danças nas férias que foi sensacional... Ain, mas eu estava com saudades daqui, ainda bem que as férias acabaram!!!”

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“Minha perna já esta melhor sim, obrigadx por perguntar e minhas férias foram incríveis, eu fiz um curso de danças nas férias que foi sensacional... Ain, mas eu estava com saudades daqui, ainda bem que as férias acabaram!!!”
— Eu vou é te bater! — Exclamou, a expressão de choque por vê-la de muletas ainda no seu rosto, mesmo após toda a explicação. — Droga Cho, não pode praticar tanto a ponto de não pode sequer praticar! Perdeu o pouco juízo que tem, hum? — Falou, cutucando a testa alheia com o indicador. — Me recuso a deixar você andar desse jeito; se não subir nas minhas costas vou te sentar na minha vassoura e enfeitiçar você pra só sair de lá quando for se deitar! Ou ir ao banheiro, essas coisas.
Vou me recuperar bem nas férias!!! Bem, se você me deixar em cima da vassoura eu vou sair quebrada, pois sou uma péssima equilibrista, o que me torna uma péssima pessoa em cima da vassoura!! -riu e se apoiou melhor nas muletas- Me ajuda com as escadas?
“Espera, então você se machucou e tá feliz porque anda de muletas?” Topaz disse de sobrancelha arqueada, não entendendo a felicidade alheia por ter se ferido. “Sabe que quanto mais se mexer, pior pra curar, não sabe?”
Sério?? Sério isso?? Droga, eu não sei ficar parada e tenho que ficar boa logo... Me ajuda a ficar parada?? Me de um sonífero!
“O que é o equivalente ao correr pra quem está com essas muletas ai.” Respondeu no mesmo tom que a outra, se assemelhando mais ao comum dos dois como não pareciam a dias e estaria tudo bem, se naquele momento Li não estivesse mesmo preocupado com a saúde da sonserina. “Ai, para de falar bobagem. Eu posso não entender dessas coisas, mas primeiro que você nem tem todo esse tempo consciente no dia e segundo que se isso significa que você vai acabar desse jeito ai o tempo todo, você deveria deixar essa ideia absurda pra lá.” Li não deveria dizer isso, ele sabe que não. Sendo ele uma apaixonado por quadribol e que se machuca o tempo todo por isso, ele deveria entender que o que acontecia com Cho não era o maior dos absurdos, mas ele não podia realmente segurar a sua língua quando achava injusta toda aquela situação.
Olhou ele furiosa, ela já andava brava com ele, aquilo não estava facilitando as coisas. “ SÉRIO ISSO LI??? Eu nunca mandei você desistir do que queria, mesmo quadribol sendo 50 vezes mais perigoso do que dançar, pessoas morrem ou somem jogando isso!!! Quando você se machucava... Deixa pra lá, não vamos mais discutir sobre isso, ate porque já estou de saída. Fique bem, e cuidado com as goles ou seja lá o que for aquilo que não tem controle!” suspirou fundo e ajeitou as muletas de baixo dos braços e saiu do local com dificuldade, já que n”ao conseguiria simplesmente correr dali. Ela era acostumada a escutar aquilo, mas nunca imaginou que iria escutar dele!
“Lesão muscular do segundo grau? Eu sequer sabia que lesões tinham graus” apesar da situação desagradável, abriu um sorriso. “Acho que você deveria tomar alguma coisa para se acalmar e evitar maiores graus nessa lesão.”
Estou me mexendo da cintura para cima, então tudo sobre controle... Essa não é a primeira vez que fico assim e não sera a ultima!!! Eu já quase rasquei um músculo uma vez... foi horrível!
“Hey, tem que ir é o caramba e nem inventa de sair correndo com uma perna dessas.” Se apressou a dizer sem pensar, ainda ligado naquele modo em que fazia tudo por impulso, tratando de segurar a garota pelo pulso em um ato relexo para não a deixar ir. “Você realmente é um desastre sabia? E ai, já imaginou se fica com sequela e isso estraga todos os seus planos, oh esperta.” Voltou a reclamar, mesmo que, quem o conhecesse de verdade, sabe que é aquela a sua forma de demonstrar preocupação.
“Inteligentão como eu vou correr com a perna assim?? Eu vou e mancando ate lá!!!” Não sabia da onde tinha tirado coragem para falar com ele daquele jeito, devia ser porque era difícil ignorar os ataques de pelanca do garoto e ela se via na obrigação de responder. “Li isso é normal para pessoas que tem o mesmo sonho que eu, ais normal do que você pensa. Para mim nem se fala, eu treino sozinha, se eles treinam 10 horas eu preciso treinar 20 horas!!!” disse se exaltando um pouco, pois o medo de não alcançar seu objetivo por falta de tempo e assistência eram reais. Havia finais de semana que a menina só parava para dormir, treinando por 12 horas seguidas ou mais. “Vai ficar tudo bem, logo as poções de cura fazem efeito e eu estou novinha em folha. Nesse tempo vou treinar meu canto!”
“Eles estão em Paris de novo?” Perguntou erguendo as sobrancelhas surpresa. De fato nas ultimas semanas as cartas dos pais ficaram bem mais frequentes, o que no geral significava que eles estavam por perto. Mas era impossível acompanhar as mudanças dos Mac-Alastair. “Eu jurava que eles ainda estavam pela América Latina. Bem, pelo menos esse ano eles não vão se atrasar para o natal.” A garota deu de ombros despretensiosamente, sem pensar muito no assunto, mais focada em abrir seu mais novo presente escolhendo um dos macarons para ser o seu primeiro. “É logico que eu gostei! Eles são da minha confeitaria favorita na França. Vamos, pegue um, eles estão ótimos.”
“Os meus pais Kath!! Eles estão comemorando uma das suas milessiamas luas de mel!!!” riu ao pensar como não tinha uma penca de irmãos, já que seus pais não sossegavam o fogo que tinham “Mas tomara que os seus estejam perto... Já que os meus vivem longe demais!!” fez um bico e suspirou logo afastando a saudades e se recompondo um pouco, se recompondo com um sorriso e pegando um doce “Huum... Estão ótimos, fazia muito tempo que eu não comia um!! Queria ir pra França esse natal, mas pelo visto já esta fora dos planos da minha família!”
“Tem certeza que está tudo bem? Quero dizer… Usar muletas é terrível!” Penélope ficou perplexa por um instante. Não entendia como a outra podia estar tão otimista, tendo em vista que não poderia exercer uma série de atividades naquele estado. “…Oi, muletas.” Apesar de não compreender, se deu uma chance em encontrar o lado cômico da situação, visto que a circunstância da garota dispensava comentários inconvenientes naquela altura.
Fez que sim achando aquilo engraçado, não entendia porque todos estavam tão preocupados, aquilo era normal pra ela. “Isso não vai ser a primeira nem a ultima vez que acontece. Você poderia apenas me ajudar a descer as escadas?? Quero ir na biblioteca!”
“Você o que?!” Exclamou no susto, nem se dando conta de que ele estava fugindo da garota como diabo foge da cruz e que muito provavelmente iria se arrepender depois de ter voltado a conversar sem um pingo dúvida, mesmo que, sendo a saúde da garota em questão, ele poderia se dar ao desconto. “Pelas barbas de Merlin, quanto tempo você ficou treinando pra isso acontecer?”
Se assustou ao ver o garoto ali, ele estava claramente ignorando ela desde aquele dia na torre. Sentiu um nó se formar na garganta e a timidez tomar ela como a muito tempo não acontecia enquanto estava na frente do garoto “Não foi muito tempo Li, você sabe que eu sou estabanada e provavelmente me auto machuquei sem querer... Hum... É... Hum eu tenho que ir pro quarto, já deu a minha hora de passeio... Tchau!”
Parece que vou ter que ficar um tempo sem dançar -se apoiou na muleta fazendo uma cara notável de desconforto- Eu tive uma lesão muscular de segundo grau por conta de exagero de exercícios e era te apara mim estar de cama, mas sou elétrica demais para isso! -riu de maneira animada e mexendo uma das muletas- Digam oi para minhas novas amigas!!
futurestar-cho:
estendeu uma caixinha para ela aonde continha alguns macarons- É simples mas de coração… Parabéns Trina, muitos anos de vida!
“Macarons? Eu não como um desses desde que estive em Paris há…” Com todas as mudanças, as datas ficavam borradas em sua mente. “muito tempo. Obrigada, Cho!”
"De nada... Eu queria te dar algo que voce guardasse, mas minha grana ta curta e eu fiquei em duvida do que voce realmente ia gostar!" Se encostou numa padre a lembrando do quanto sofreu para descobrir um presente para a amiga "Mas meus pais foram para a França para fazer uma milésima lua de mel e pedi para eles me mandarem uma caixa bonitinha com macarons... ainda bem que gostou!"
“Vamos lá Kitte, você quer o seu jantar agora, não é?” Disse em seu tom doce, inclinada com os olhos vagando pelo chão em busca de seu gato branco que havia se perdido de suas vistas. “Por favor, eu prometo que se você aparecer te compro um brinquedo novo essa semana, que tal?”
Foi ate ela com a gata no colo estendendo para ela- Essa coisa fofa apareceu para mim no corredor, estava mesmo procurando o dono!! -escutou a gata ronronar e sorriu beijando a mesma dando espiro por conta da rinite- Ela é a Kitty certo?
“Sabe o que eu gosto do meu aniversario? Ele é entre o Halloween e o Natal, os dois melhores feriados do mundo e,” Começou a abrir uma das caixas que recebera aquela manhã durante o café. “meu pai me manda cupcakes de aniversário.”
estendeu uma caixinha para ela aonde continha alguns macarons- É simples mas de coração... Parabéns Trina, muitos anos de vida!
– Tá legal, aposto que não é da sonserina também. Entenda, é… estou aqui para fazer você conseguir. Se quiser tentar, okay – até Parrish estranhara sua própria atitude. Nunca ajudaria alguém além das pessoas da sua casa, e olhe lá. É claro que de qualquer forma, nunca falaria nessas palavras.
Eu sou da sonserina... Porque ninguém acredita nisso?? Eu preciso ter uma conversa com o chapéu seletor, pelo visto ele deve ter errado na hora! -passou as mãos nos cabelos e se arrumou na arquibancada fazendo que não com as mãos- Não, não, não queremos ninguém machucado... eu não consigo nem fazer uma vassoura vir ate mim. Sou um fracasso nessa parte de voar
– Tá legal. Eu sei que tô bem ausente como capitão, mas tô aqui agora para compensar o tempo perdido, nada mais importa! Vamos treinar!! – berrava no megafone. Estava no campo de Quadribol, em horário que geralmente os alunos não estavam em aula. Seu estado era de agitação e seus olhos estavam mais abertos que o normal, parecia que havia adrenalina em suas veias.
Mas eu não jogo ou o senhor se esqueceu que eu sou um perigo a todos em cima de uma vassoura? -olhou ele com uma careta. Ela se lembrava claramente da ultima vez que havia subido em uma, já que acabou deixando ela mais 3 colegas hospitalizados, foi uma coisa traumatizante!
Um divertimento surgiu na expressão de Hector ao perceber que a garota em questão estava alcoolizada. Era divertido para o rapaz ver a degradação que as pessoas se sujeitavam quando expostas a situações sociais como um baile e ficou claro para o francês que fora aquilo que a garota tinha feito. Soltou um riso audível ao ouvir a explicação da garota e recostou-se na parede mais próxima cruzando os braços na altura do peito. “Quem seria seu crush?” Questionou com uma curiosidade cruel.
“Meu crush?? Achei que já era obvio para todos!!” riu com a própria afirmação e se encostou na outra pilastra o olhando “É o Li... Sabia que ele foi meu primeiro beijou??” deixou um sorriso largo tomar o seu rosto “Foi semana passada... É mas foi pra gente fugi de uma merda que eu fiz, então ne, não foi porque ele quis!” sentiu a frustração se formar no seu peito e um bico enorme aparecer “Eu tenho que restabelecer meus objetivos, não tenho tempo pra ficar chorando por homem... Tenho que dançar, dançar e depois cantar, cantar e cantar. Treinar muito, tenho que virar idol! É mais meu sonho do que casar!”
frenchxking:
Enquanto a diversão ocorria no baile, Hector perambulava pelo castelo. Não tinha um grande prazer em participar de festividades desde o natal onde seus familiares foram mortos e, portanto, preferia ficar isolado. Achou um lugar confortável onde poderia acompanhar o baile e ainda assim não participar do mesmo. Estava apoiado no batente da janela da torre de astronomia, com um cigarro entre seus dedos e seus olhos focados nas luzes abaixo de si. Seu foco foi desviado ao ouvir um barulho provindo da entrada da torre e por um momento prendeu a respiração achando que era algum professor e receberia uma detenção ali mesmo por estar fumando nas dependências da escola. “Por Merlim, você quase me matou de susto!” Exclamou enquanto dava as costas ao estranho e voltava sua atenção para o baile. “Por que não está lá?” Indicou com um gesto mínimo de sua cabeça o evento, curioso para descobrir o motivo que levava a pessoa a fugir.
A garota se cansou da festa, já havia passado muitas frustrações para uma noite, pelo menos era isso que tinha na sua cabeça, e também havia bebido mais do que seu corpo aguentava. Então estava andando em zigue e zagues, mas não podia retornar para o dormitório, porque se deitasse na cama ia passar mais mal do que imaginava. Seguiu para a torre de astronomia entre os tropeços e gritou ao ver ele “Você que quase me amtou de susto...”apontou para onde ele olhava e disse “Porque... Puque já deu festa para mim! Eu quebrei 6 copos, uma arvore e metade de uma mesa, e ainda não consegui chamar a atenção do crush... Eu sou péssima na vida e um perigo para a humindade!”