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STARTER CALL: like for starter (up to 7)
OOC: Nico vai aprontar horrores no Baile então provavelmente vai armar alguma pegadinha contra seu char ou arrastá-lo pra ajudar em alguma. Se quiser um ou outro em específico basta vir no chat me avisar. VAMO AGITAR!!!
kiraofagrabah:
Kira não havia chegado há muito tempo, mas logo tratara de saber de tudo, passar por todo o castelo e voltar o treino com suas meninas. Passando por um dos corredores viu um garoto sentado no chão, numa área mais escondida; ao se aproximar, desconfiando de algo suspeito, reconheceu logo Nico, então tendo certeza que ele estava fazendo algo suspeito. ‘—Baby, sabe que não posso fazer nada disso, sou docente.’ falou séria, mas abriu um sorriso ao ver a expressão do garoto, que odiava ser chamado de “baby”. ‘—E você não é louco de tramar nada contra mim’
{FB}
❝ —– Puta que pariu, quantas vezes já disse pra não me chamar disso? Fala sério, Kira!❞ Reclamou baixinho, se aproximando da mulher com os olhos negros arregalados. ❝ —– Céus, queria cavar um buraco na terra e sumir! Ah, não me dá essa desculpa esfarrapada não. ‘Sou docente....’.❞ Ecoou, rolando as orbes negras com uma careta. Acabou por soltar uma risada alta e seca após ouvi-la. ❝ —– Ah, Kira, você tá sendo hiper iludida se acha que eu não faria isso. Posso parecer legalzinho, mas não presto nem um tiquinho e se me pagassem eu certamente armaria alguma coisa pra você. Sinto informar.❞ Remexeu os ombros, não na intenção de ofendê-la, apenas de expor a óbvia verdade de seu ponto de vista. Porém, na maior parte das vezes que fazia isso, acabava ofendendo de qualquer maneira. Todavia, Kira o conhecia faz tempo e de alguma forma milagrosa, não costumava levar a sério nenhuma grosseria que ele proferia. ❝ —– Só tô te avisando pra não reclamar se isso acontecer alguma hora.❞
itslynxx-ursa:
❝ — Criança, eu te esganaria agora se eu não estivesse impressionada com sua audácia. Mas, na enquanto você vinha eu já voltava. Foram batizadas com uma poção simples de euforia, algo só pra dar uma pequena animada na festa.”
❝ —–— Você teria que me pegar primeiro... vovó.❞ O sorriso debochado de Nico enfeitava perfeitamente seu rosto, se havia algo que detestava era que o tratassem como uma criancinha estúpida. Jamais fora uma criança na vida, não tivera tempo para isso já que desde sempre teve que de virar por conta própria. ❝ —–— Animada? Puta merda, você deveria ter tacado essa poção porque esse bando de chatos são piores que zumbis.❞ Retrucou, com uma risada. ❝ —–— Ainda mais em clima de recém-morte. Além do mais, eu não pretendo animar ninguém e sim causar o caos porque isso sim me anima.❞
❝-– Dou-lhe um presente caso descubra qual desses ponches foi batizado por mim. ❞
❝ —–— Bem, vai ser difícil achar porque todos foram batizados por mim antes mesmo de deixarem a cozinha. Mas não se preocupa, amadores podem conseguir um lugar com os profissionais um dia. Continua tentando que você chega lá.❞ O Beaumont forçou um sorrisinho cínico. Batizar os ponches era apenas um início idiota para a noite lotada de pegadinhas que havia preparado. A pobre garota parecia estar feliz com o fato, mas ele não era o maior fã de concorrência. Obviamente que ela não parecia nem pretender tirar seu título como rei das pegadinhas, todavia, a paranoia vivia perseguindo-o, principalmente nesse assunto em especial. ❝ —–— ...ou não, né? Nem todo mundo tem talento pra isso.❞
Não tinha a menor ideia se seu vestido estava exagerado demais, na verdade, sequer ligava, já havia vestido roupas sem quase qualquer tecido por ai, que problema poderia ter se houvesse tecido demais? Ela entrou no salão com um sorriso nervoso nos lábios, porém logo passou a se sentir confiante, e não tardou a se dirigir para a mesa de bebidas, pegando uma das opções alcoólicas. “Decoração bonita, não é? Só não mais que seus olhos.” falou a pessoa ao lado, aproveitado o mistério das máscaras.
Nico encarou a moça com uma careta enojada, sacudindo a própria cabeça em negação. ❝ —–— Ai, lá vem. Se você disser também que estou ‘fofinho’ descubro quem você é e nunca mais te deixo dormir à noite.❞ Murmurou meio ranzinza. Não era de seu feitio ser assim tão grosseiro, todavia, já ouvira tantas vezes sobre o quão adorável ele estava que não hesitaria em jogar o próximo que proferisse tais palavras pela janela logo logo. ❝ —–— Mas não há nada demais nos meus olhos, a não ser que você seja uma absurda fã da cor preta.❞ Forçou um sorrisinho, remexendo os ombros. Tinha ciência que aquilo não era um baile a fantasia nem nada do tipo, mas Nico era Nico, achou a ideia de usar as longas penas negras nas costas genial para combinar com a própria máscara de corvo.
Micah Jekyll bipolar Aminah Raja Abbu cursed Dunkel Teufel posessed Nicolaus Beaumont forsaken Zöe Scarface betrayed
❝ ━━━━━━ NICOLAUS GARVAN BEAUMONT
EVENT : WINTER BALL
NICOLAUS GARVAN BEAUMONT moodboard 002
RESUMO DE VOCABULÁRIO…
NICOLAUS GARVAN BEAUMONT moodboard 001
Pretend they’re dead.
how to unlove someone (via letters-from-alex)
atbemont:
- Um sonho que nunca vai se realizar. Deveria estar acostumado vendo as coisas que deseja não se realizando. - Embora não quisesse soar de forma insensível, Astro não conseguia. Seu meio-irmão era uma viva lembrança do seu passado e o que deveria ser no presente. Astro poderia dizer quais eram as diferenças entre os dois, porém, as semelhanças também surgiam e não eram poucas. Arqueou a sobrancelha, escolhendo ignorar aquele comentário. Não sentia desgosto pelo mais novo, mas também nem um grande afeto. Era algo parecido com neutralidade. Seu olhar recaiu em cima do mapa, um pouco confuso com as tais marcações. - O que é isso? - Sua voz possuía um tom de curiosidade que não podia evitar. Em seguida, voltou sua atenção para o outro, dando de ombros. Não se importava muito com o que havia acontecido. A morte do mocinho poderia ter sido um impacto para outros, mas Astro já tinha visto algo parecido. Não queria admitir que o rapaz estava certo. Os vilões, embora tivesse novas regras, ainda eram renegados. E assim a morte de uma vilã era ignorada. Aquilo incomodada um pouco o Beaumont. - Acha mesmo que estou defendendo algum deles?! A morte dele não me afetou. E a única coisa injusta foi que descartaram uma investigação sobre a morte da Bruxa, aí sim, foi injusto. - Coçou a nuca, escolhendo ficar em silêncio. Ainda não queria compreendia a razão de querer tanto a festa, embora já tivesse uma certa ideia. - Às vezes, só às vezes mesmo, não entendo o que acontece na sua cabeça. Enfim, o que anda fazendo nesses seus trabalhos? Algo perigoso? -
❝ —–— AGORA SIM!❞ Exclamou, com um sorriso. ❝ —–— Esse é meu irmão. Bem vindo de volta.❞ Deu alguns tapinhas no ombro alheio. ❝ —–— Não esquenta, estou acostumado a não ter sempre o que eu gostaria, mas isso só me faz ser mais persistente até conseguir.❞Afirmou orgulhoso. Aquela frase basicamente se resumia em dizer que ele era um maldito cabeça dura. Não desistia facilmente de modo algum. Um mapa. Ficou cego de repente o que?❞ Questionou, encarando Astro com uma sobrancelha arqueada. ❝ —–— É para o trabalho. Explicou baixinho para o outro, voltando os olhos para o objeto. ❝ —–— Não, criatura! Acho que você morre antes de defender qualquer pessoa. Tô falando que afetou a eles e eles são a puta maioria, entende o que digo?❞ O tom de voz continuou baixo, juntamente ao tom ranzinza que se instalou na voz do caçula Beaumont. ❝ —–— O ponto é, se a maioria se importa então a opinião da minoria fica nula. Meu problema é o que vai acontecer se esse povinho se voltar contra a menor parte. Já ouvi uns fazendo teorias sobre que vilão matou o cara.❞Não que Nico se importasse com o fato, mas já que estava incluso no grupo dos “ruins” então não desejava nem um pouco ter um bando de “bonzinhos” apontando o dedo para si. ❝ —–— Há há há, como se você já tivesse parado para tentar entender alguma coisa.❞Retrucou, com um riso nasal. Já havia sido questionado algumas vezes se guardava alguma raiva dos irmãos ou da mãe pela ausência em sua vida, mas não. O tempo que realmente sentiu falta de algo mais durou pouco, Nico ficou acostumado em não manter contato sempre. De qualquer maneira, ele os observava de longe, aceitava a ideia de não serem próximos, mas não gostava de conviver com estranhos então acabou conhecendo quem Astro e Astoria eram através de outras pessoas. ❝ —–— Mas pra te aliviar, minha mente é um labirinto em movimento, não tenta acompanhar, vai acabar estourando seus miolos.❞ Ao ouvir o questionamento de Astro ficou parado por alguns segundos, crente que o outro não falava sério. ❝ —–— Ah, tu brincou comigo! Ok que você não sabe muito de mim, mas eu tenho uma fama, cara!❞ Nico virou-se para o mais velho, com uma expressão abismada no rosto. Astro tinha que já ter ouvido falar dele alguma vez por aí, não era possível que ele fosse assim tão desligado. ❝ —–— Fala sério, eu sou o rei das pegadinhas desse lugar. Me contratam para fazer serviços do tipo desde meu primeiro mês aqui. E bem, ser perigoso vai depender do serviço, algumas pessoas caem mais para o lado vingativo do que o divertido. Não que eu me importe, continuo recebendo para armar contra os outros.❞
Ron Weasley: Something you’re afraid of?
❝ —–— Não gosto de água. Mar, rio, lago, o que seja, não rola pra mim, sempre entro em pânico e fico crente que vou morrer. E bem, meu suposto “pai” não pode reclamar disso porque eu nem conheço o cara então nunca tive esse apego com o mar. Não sou peixe, afinal. Sou um dragão.❞
My imagination will get me a passport to hell one day.
John Steinbeck (via quotemadness)
atbemont:
Arqueou a sobrancelha com uma leve expressão séria, porém, o traço de um sorriso divertido aparecia levemente. - Não tenho certeza, mas se tivessem, não seria algo tão legal. - Colocou a mão no peito, fingindo estar ofendido com a tal acusação. Embora não tivesse feito nada com os resultados, se divertia um pouco vendo as acusações. Havia se acostumado com aquele tipo de situação. - E realmente não senti muito sua falta. Qual o problema do baile? Precisamos se distrair um pouco, principalmente eles. Parecem não estarem acostumados com o que houve.
❝ —–— Brincou, né? Claro que seria! Eu poderia trabalhar o dobro e interagir pela metade. Um sonho.❞ Titubeou, não pensando realmente que Astro teria roubado para conseguir tal coisa, afinal, pelo que sabia, as pessoas da Ostium gostavam bastante dele. Sem dizer que Astro era muito bom em manipular pessoas. Ou talvez as pessoas que fossem muito burras para cair na dele. Nico soltou uma risada, assentindo para o outro. ❝ —–— O sentimento é mais que recíproco.❞ Deu alguns tapinhas no ombro alheio, encarando o mapa nas próprias mãos, lotado de marcações coloridas, cada uma significando uma coisa específica. ❝ —–— O baile não é problema nenhum, o problema é acharem que isso vai resolver. Nada vai trazer o cara de volta à vida. E foi um dos mocinhos, Astro, não dá pra esquecer facilmente. Quanto a Bruxa Má do Oeste, por outro lado, todos estão nem aí porque ela era uma vilã, uma mau caráter e blá blá blá.❞ A voz, obviamente alterada e carregada de sarcasmo. Nico não entendia aquelas divisões, não existiam em sua cabeça. ❝ —–— Vilões podem morrer, vilões merecem. Mas mocinhos? Oh, que absurdo, que injustiça!❞ Rolou os olhos negros em impaciência. ❝ —–— Mas faça sua festa, vão reclamar de morte com ou sem ela então ao menos as pessoas que não ligam para a morte alheia podem ignorar os lamentosos. Sem dizer que em bailes eu sempre sou contratado para alguma coisa, então...❞
Nico era um tipo de gente que era indiferente, mas nem por isso tinha de repetir a frase mil vezes ao dia. ❝ —– ‘Prefiro ficar de fora de suas brincadeiras’❞ Ecoou, mudando a voz para parecer-se com a dela e fazendo uma careta em seguida. Veja como quiser, vou continuar brincando e ganhando dinheiro com isso.❞ Remexeu os ombros e os olhos negros logo rolaram. Haviam vezes que a irmã lhe dava sono. ❝ —– Então vai lá, gênio! Ah, mas espera. AQUI NÃO TEM MAR!❞ Arregalou as orbes escuras, voltando-se para a mais velha. ❝ —– Se vai ficar aí ranzinza com a vida pode ir achar mais o que fazer, não to em dia de aturar esse seu humor maluco, estou trabalhando.❞ Reclamou, ajuntando as coisas de volta na maleta e se erguendo do chão, encarando a morena. ❝ —– Mas se quiser largar a pose ‘foda-se’ o mundo, que por acaso não me engana nem um tiquinho, então a gente pode conversar. Se minha presença te incomoda então me ignora, você é boa nisso.❞ Sorriu, virando-se e tomando o caminho para o lado de fora. Não fazia muita questão de ser ou não seguido pela irmã mais velha. A presença de Oceana em jada o incomodava, a não ser quando ela queria bancar a que não ligava para nada.