DEASTIVADO: SEGUE NO EMPIREOS
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DEASTIVADO: SEGUE NO EMPIREOS
decorei tua canção favorita e o caminho que traçam tuas pintas, por que diabos ainda não tenho você?
meu coração tropeçou no seu e foi tão bom.
gosto do jeito que você toca minha alma só de esbarrar nas minhas mãos.
me chama de lar, se muda pra dentro de mim.
tenho medo dessas explosões que você ainda provoca no meu peito.
o universo é pequeno perto do infinito dos teus olhos.
eu cismei com você e vi amor em todos os seus atos. em minha mente até teu jeito de mexer no cabelo era uma forma sutil de me dizer que me queria.
erotomania
gosto do jeito que ela me olha e sorri quando eu chego e beija meus medos sem que eu precise contar que os tenho.
desde que criamos a noção de tempo a espera nos mata.
gosto de gente que fica: coração é casa e não rua.
é muito egoísmo e prepotência de nossa parte querer encaixar o próximo dentro de nossos conceitos de certo ou errado.
tudo vale mais a pena quando você pode olhar nos olhos da pessoa que ama e perceber que ali a vida fica mais bonita.
deixa eu morar em você?
tomara que alguém encontre no seu sorriso metade do que eu encontrei/ e que você deixe que tal pessoa aprecie isso por mais tempo do que apreciei/ valorize quem te sente, baby!
as coisas que você abraça costumam ser as que mais me assustam. aquilo me me parte te fortalece e o medo que me consome não te provoca um único arranhão.
realmente, os opostos se atraem. e o sentimento que floresce em mim nem brota em ti. será que tu é terra seca ou nasceu pra plantio exclusivo enquanto eu sou lote vago e fácil?
queria te arrancar daqui e jogar no espaço mas sempre que olho para o céu te vejo sorrindo
desde aquela troca de olhares meio tortos a gente se deu e eu jurei que a entrega foi na mesma proporção. mas você disse logo avisou que não. e foi naquele momento, quando você ainda acabava de pisar nos meus cacos e me partir ainda mais que percebi que ninguém nunca me faria sentir metade do que senti por você. mas só agora assumi isso e, acredite, é com todo pesar que pode existir no meu ser. finalmente aceito que te coloquei no lugar mais alto do meu peito, naquele que não consigo mais alcançar pra te tirar tão fácil. você é um grande estrago, dear, feito aquelas explosões que deixam tudo bonito por um ou dois instantes até a poeira baixar e o caos se tornar visível e insuportável. deve ser por isso que ainda vejo você nessa ou naquela esquina, sorrindo por cima de qualquer rosto apressado que nem se atreve a me olhar. por isso ainda escrevo pra você, como um grito silencioso e desesperado, disposto te implorar pra que me diga qual o caminho pode afastar meu coração do seu. mas você quase nunca escuta. e quando acontece, sorri daquele jeito que eu gosto avisando que não tem volta: eu sempre vou ser mais seu que meu.
nós sempre queremos mais mas sempre nos entregamos menos