A questão LGBTQIA+
👀 ASSISTA A MATÉRIA COMPLETA EM GAZETAREVOLUCIONARIA.COM 📲 A polêmica envolvendo o apresentador Ratinho e a deputada Natália Bonavides do PT, em torno da construção de um projeto mínimo em termos de dignidade para a população LGBTQIA+, reverberou na última semana em toda a mídia corporativa. O imbróglio encontra-se no projeto de Lei 4004/21 que prevê que a cerimônia de casamento seja realizada sem declarações que façam referência ao gênero dos noivos. No lugar da tradicional declaração: “De acordo com a vontade que ambos acabais de afirmar perante mim, de vos receberdes por marido e mulher, eu, em nome da lei, vos declaro casados”. O projeto propõe: “De acordo com a vontade que acabam de declarar perante mim, eu, em nome da lei, declaro firmado o casamento”. A deputada justifica a mudança da seguinte forma: “Não basta o reconhecimento do direito ao casamento. Sem a adequação da cerimônia, casais homoafetivos têm sido submetidos a constrangimentos que são verdadeiras violações de direitos", afirma a autora do projeto”. O debate aqui colocado deveria pautar-se não sobre os dizeres proferidos no ato da cerimônia, mas, qual é o tipo de casamento que a cerimônia considera como válido. Aqui, para além de considerar a possibilidade de realização do matrimônio hetero ou homossexual, temos que considerar se as contituições (leis) permitem a construção, ao lado das já existentes relações monogâmicas, de relações poligâmicas e poliândricas. Read the full article










