Baby, baby, you're a Caramel Macchiatto.
You scent is still sweet on my lips.
Baby, baby... Tonight.
⠀⠀淚⠀Cho Hakkun, 29, Milky-way Choco Shop owner.⠀
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀©BG
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#extradirty
KIROKAZE

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Lint Roller? I Barely Know Her

Origami Around
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Stranger Things

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Game of Thrones Daily

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Discoholic 🪩
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
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@gcn-hakkun
Baby, baby, you're a Caramel Macchiatto.
You scent is still sweet on my lips.
Baby, baby... Tonight.
⠀⠀淚⠀Cho Hakkun, 29, Milky-way Choco Shop owner.⠀
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31: Does somebody love you? // 53: What is the last thing you did before you went to bed last night? // 62: What makes you happy?
31 — “Eu não acho que ninguém me ame... Assim, de verdade, uh... Haha!”
53 — “Fácil! Tomei chá de maçã com canela! É difícil uma noite em que eu não tome chá antes de dormir! Ajuda um pouco com os pesadelos.”
62 — “Hmmm... Chocolate, casa cheia, cozinhar... Eu amo cozinhar. Amo ver as pessoas apreciando a minha comida. Aquece meu coração todinho.”
Pelo quê/por quem o seu personagem daria a vida? // Com o que seu personagem finge/tenta se importar?
“Eu daria minha vida pela minha família! Minha mãe e minhas irmãs. Mesmo distante, mesmo sem contato por anos... Ahhh, se eu ficasse sabendo que alguma coisa aconteceu com elas... Estaria lá nem que precisasse deixar a ilha a nado. Porém, no momento, tudo o que faço é mandar dinheiro para que vivam melhor do que vivíamos na minha infância e adolescência. Inclusive já paguei a faculdade das minhas irmãs e ouvi dizer que elas estão indo muito bem em suas carreiras!”
//
“Tento me importar e ajudar as pessoas da cidade! Muita desgraça acontece aqui, então tento sempre fazer o mínimo exigido de um ser humano com recursos e consciência.”
maracas – what’s your prized possession? // las palabras de amor – what’s the most romantic thing someone has ever done for you?
Maracas — “Hmmm... OH! Acho que o colar dog tag do meu pai! Peguei escondido da minha mãe logo que saí de casa de vez. É bom sentir o peso dele na minha mão, me lembrar de onde eu saí, quem eu fui, como me criaram... É.”
Las palabras de amor — “Ah... Eu não tenho o melhor histórico com romance. Nunca tive muito tempo pra isso. Era mais uma questão de suprir necessidades físicas que emocionais... Mas meu ex me levava para jantares e me enchia de presentes! Uma pena que o filho da p*** tentou me matar.”
𝘏𝘢𝘬𝘬𝘶𝘯𝘪𝘦 𝘢𝘯𝘥 𝘵𝘩𝘦 𝘍𝘢𝘯𝘵𝘢𝘴𝘵𝘪𝘤 𝘊𝘩𝘰𝘤𝘰𝘭𝘢𝘵𝘦 𝘍𝘢𝘤𝘵𝘰𝘳𝘺.
occ. Todas todas chegaí!
⠀⠀oo9.
⠀⠀Summertime and butterflies
⠀⠀all belong to your creation
💎 (cr. namuspromised)
⠀#NP : be-alright_DEANLEWIS.mp3
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ feat. ⠀( @gcn-gaeun ) aka muse d
Já era tarde quando Hakkun despediu-se de seu último funcionário após trancar a Milky. Em suas mãos, carregava um chocolate quente e uma pequena sacola com uma fatia de bolo e um croissant para a viagem, uma vez que não tinha tido tempo de jantar naquela noite. Fez algum malabarismo tentando encontrar a chave de seu carro em seus bolsos, uma vez que a tranca por aproximação não estava querendo funcionar, e até conseguiu sentir as pontas dos seus dedos tocarem o material plástico, porém um som quase inaudível chamou sua atenção antes que pudesse destravar as portas.
Virou-se, curioso, e notou uma figura encolhida cujos ombros se moviam vez ou outra. Franziu o cenho e ponderou entre se aproximar e invadir o espaço do estranho, ou apenas seguir seu caminho para casa. Com um suspiro, passou a dar passadas lentas antes mesmo que seu cérebro tomasse uma decisão. Rodeou o rapaz e inclinou-se um pouco, tentando enxergar seu rosto. “Oi? Precisa de ajuda? Alguém fez alguma coisa contra você?”
An Italian Mafia scumbag is pretending to be a hero for justice. That’s ridiculous.
⠀⠀⠀⠀#NP : frost_TXT.mp3
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ feat. ⠀( @gcn-hopeglott ) aka muse c
Era inegável a estranheza em ter de subir a temperatura do termostato repentinamente naquele dia. Mas, mais uma vez, acontecimentos inexplicáveis eram o que mais acontecia naquela ilha. De forma que Hakkun já tinha desenvolvido alguma insensibilidade para determinadas coisas. Além disso, não costumava acompanhar os noticiários, então não tinha muita noção das recentes previsões do tempo. Assim, era de se esperar que uma linha completamente confusa se formasse por entre suas sobrancelhas quando o som da campainha ecoou pelo casarão, interrompendo-o no momento exato em que colocava algumas ervas na água quente para preparar um chá.
Não esperava visitas, muito menos naquela tempestade terrível. Por isso, cautelosa e silenciosamente, muniu-se de uma de suas facas de cozinha, segurando-a com firmeza em seu caminho até a entrada. O olho mágico não lhe ajudou, então precisou abrir uma fresta da porta, tomando o cuidado de não deixar que a pessoa do outro lado visse o utensílio de cozinha. “Sim? Oh.” Percebeu, então, o estado da garota contra o vento cortante, e abriu caminho para que ela tivesse espaço o bastante para passar. “Entre, entre! Você está bem?! Venha, vou te pegar um cobertor.” Tagarelou, indicando o portal que dava para a sala e mantendo o objeto cortante escondido atrás de suas costas. Não era como se tivesse deixado de achar a presença suspeita, mas também não era de seu feitio atacar sem ser atacado ou negar ajuda a alguém que claramente precisava. “O que você estava fazendo andando por aí no meio de uma nevasca?!”
⠀⠀⠀⠀#NP : chocolate_DAY6.mp3
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ feat. ⠀( @gcn-taejoon ) aka muse b
Não fazia muito tempo que Hakkun havia deixado suas responsabilidades burocráticas para depois no escritório dos fundos para checar o andamento das coisas na frente da loja, aproveitando para levar uma reposição de cookies variados consigo quando atravessou a cozinha e conferiu o trabalho dos funcionários da confeitaria.
Sorridente e caloroso, passou pelas portas duplas já cumprimentando os balconistas e apoiou a bandeja para retirar os biscoitos mais antigos do expositor e substituí-los, bem a tempo de ouvir o sino da porta anunciar uma nova chegada. Seu rosto, que havia se dobrado em uma expressão concentrada, voltou a se iluminar, de forma que interrompeu sua tarefa para recepcionar o mais novo. “Olha só, se não é meu cliente favorito. Você está atrasadíssimo! Achei que tivesse me abandonado e me esquecido. Quer um? Esses aqui estão fresquinhos, saíram do forno agora a pouco.”
Haseul encarou o pequeno voucher em sua mão mais uma vez antes de deixá-lo sobre a mesa, trocando a sensação do papel pelo frio confortável da taça onde estava sua bebida. “Não que eu tivesse planejado levar a Ferrari para casa, na verdade, eu só vi que poderia evitar mais uma noite sozinha ao participar desse evento…” O palito onde antes jazia a azeitona de seu martíni foi direto para sua boca brincando com o fruto em sua boca antes de finalmente descartar o pequeno pedaço de madeira. “Eu nem sei o que eu poderia fazer com esse desconto… O que é a Don Don Techs mesmo?”
“Você passa suas noites sozinha?! Aish. Inconcebível! Pode ir ao meu casarão sempre que quiser, eu faço um jantar para nós dois. Alguma restrição alimentar? Comida vegana, sem gluten, sem lactose? Você bebe? Vou preparar algo para você amanhã mesmo!” Tagarelou agitado, virando-se minimamente para encarar Haseul melhor. Sabia como ninguém o desconforto da solidão e buscava sempre tirar nem que fosse um pouco deste peso das outras pessoas. Com algumas motivações egoístas também, uma vez que oferecer companhia também significava não ficar sozinho com os próprios pensamentos. “Creio eu que é uma loja de artigos eletrônicos. Já passei por lá algumas vezes em Gimpo-Dong, não fica muito longe da minha chocolateria. Não precisa de um celular novo ou... Coisa do tipo?”
Saiu de casa obstinada. como uma águia, miae foi rapidamente até toksan-dong, onde ficou sabendo pelas notícias dos vandalismos pelas casas, só de chegar pelo bairro já era óbvia a comoção. ela procurou por um alvo sem hesitar, já portando um sorriso gentil e falso. ❛❛ boa tarde! ficou sabendo do horror que teve por aqui? ❜❜ —— perguntou, fazendo-se de desentendida para a sua nova vítima, que provavelmente teria que responder muitas perguntas. ❛❛ você mora aqui? ❜❜ —— tirou o caderno da bolsa lateral que sempre carregava consigo, e uma caneta barata de algum posto de gasolina.
Voltando de sua corrida matinal, Hakkun quase não parou, confuso pela aproximação repentina. Tirou um de seus fones, não entendendo o que estava acontecendo e conseguindo pegar apenas a última pergunta. Ergueu as sobrancelhas, suspeito. Olhou para o caderno, para a estranha, para a entrada de sua casa a alguns metros de distância... e considerou uma rota de fuga. “Quem quer saber?”
“Como assim corpos?! Isso é algum tipo de pegadinha de Halloween? Eu ando muito ocupado para parar e assistir ao noticiário... Meus chocolates não se fazem sozinhos e eu ainda não terminei de reassistir Cake Boss.”
“Como não?! Eu obviamente sou o Batman que esta cidade precisa!”
“Pfff, a polícia daqui já conseguiu resolver algum caso alguma vez?”