REGISTRO de NOH KIHYUN.
Tem 27 ANOS e atualmente reside em BOWON-DONG e É NATIVO. Os monges que sua alma está ligada à PARK JINYOUNG, talvez seja por isso tamanha semelhança. Atualmente se ocupa como RESIDENTE NO HOSPITAL GWANGGEUP.
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@gcn-kihyun
REGISTRO de NOH KIHYUN.
Tem 27 ANOS e atualmente reside em BOWON-DONG e É NATIVO. Os monges que sua alma está ligada à PARK JINYOUNG, talvez seja por isso tamanha semelhança. Atualmente se ocupa como RESIDENTE NO HOSPITAL GWANGGEUP.
If I'm honest with you, you just run and hide.
gcn-boyun:
📁 ╱ trad.: quimicamente, tudo está me dizendo (…) ❜ ― ! 🎶 x 📻
quando? tempos atrás, é um flashback.
E ele teve a coragem de lançar aquela informalidade na maior naturalidade. Bo Yun se perguntou, por um segundo, se não daria para desistir – o que, na verdade, daria com muita sobra –, mas o cabelo já havia sido molhado e a proposta já havia sido lançada. Mais ridículo seria sair agora que já mostrou algum tipo de importância.
― Mmmh? ― respondeu por cima da chuva brigando com sua boca. Foda era a boca estar seca quando a língua brigava para manter paz com os pingos grosseiros. Por que o tal Deus para quem rezam fazia uma coisa daquela à uma hora dessas? ― Eu já estou molhado- ― e quem dera Deus também incluísse aquele tipo de atitude na lista de Coisas Para Se Refazer.
Porque Ki Hyun não tinha o direito de lançar uma daquelas. De qual livro de Nicolas Sparks aquele cara achava que tinha saído? (Bo Yun tinha muitas críticas sobre Nicolas Sparks e seus livros).
― Corta essa ― quase foi ele quem soltou o que não devia. Salvo pela imagem meio feia de patinho molhado (ou seja, completamente fofa) de Ki Hyun. Ele segurou o outro pelo pulso para tirar o jaleco de sua cabeça e levar para a do dono da peça. Bo Yun desceu da moto e rapidamente abriu o compartimento onde guardava o capacete reserva. ― Eu trabalho com isso. Sou policial ― e era óbvia a mentira, mas, hey, Ki Hyun não o conhecia, não era?
Bo Yun encaixou o capacete na cabeça de Ki Hyun e o deixou para terminar de colocar. Ele voltou a subir na moto e posicionou seu capacete.
― Sobe. Tu mesmo disse que ‘tá perigoso na rua ― dessa vez, não era lá uma sugestão. Bo Yun ligou o motor. ― Sabe subir, né?
Não esperou uma resposta positiva, sequer negativa. Esperar alguma coisa de uma pessoa que sabia que não deveria estar dando mais do que segundos de prosa era um tiro no próprio pé e de ferir-se, o Noh estava farto. Mesmo que fosse impossível não olhá-lo com certo brilho e uma esperança sem fundamento, ele temia que ficasse claro o quanto aquele rosto desenhado com a mais perfeita técnica ainda mexia com o seu interior; nunca foi muito fã de mangás até se ver apaixonado por aquele que parecia ter saído de um. Tornou-se bobo quando o toque veio, seus lábios entreabertos em uma confissão amarrada na garganta - “não me solta.” - mas a realidade o fez engolir em seco no meio de toda aquela chuva, quando ouviu sobre a profissão do outro.
Demorar para raciocinar o dito pode ter parecido charme, como um fazer-se de bobo, mas não o enganava quando trazia internamente a questão se BoYun havia realmente entrada para polícia no tempo em que estiveram sem notícias um do outro. Pensou em questionar, mas cairia bem e mais seguro em um outro momento, quando a chuva não castigasse ambos e o mais alto não fosse teimoso em continuar avançando em sua direção com toques e gestos gentis.
“Sim, ainda lembro.” Comentou naturalmente, terminando de colocar o capacete, subindo na moto como havia sido ensinado pelo outro e se acomodando ali. Quando o lado do rosto fez dos ombros largos seu descanso, ele se lembrou. Era muito descuidado com algumas coisas, e isso incluía a própria segurança ao andar de moto, uma vez que era difícil decifrar se tornava-o desleixado a falta de costume ou a ânsia por aventuras. Por isso, a etiqueta para andarem nas situações complicadas era a mesma sempre e podia ouvir a voz das instruções: os braços vão ao redor da cintura, segure firme. Fique o mais próximo possível para não fazer contrapeso e o seu rostinho...
Se recusou a lembrar do beijo que ganhou ao fim da fala.
Assim, tudo era fresco em sua memória e o cheiro da chuva não anulava o cheiro daquele que o tinha tão perto agora. Segurava em BoYun como deveria tê-lo segurado tempos atrás, sofrendo em silêncio durante o caminho que ele não sabia onde os levaria, mas que torcia para que fosse qualquer lugar longe da realidade de ambos naquele momento.
gcn-kibum:
Kibum poderia dizer que aquela era a maior loucura que havia cometido até então. O que tinha no peito era um medo transformado em raiva, e uma curiosidade que já fazia o arrepender de estar ali. Dante e remédios o mantinham de pé e com coragem o suficiente de enfrentar todos os monstros sentados naquela mesa. Os olhos não tinham o formato redondinho e agradável, eram afiados como facas, e o maxilar duro, trancado, relaxou somente para tragar o cigarro dentre os dedos da luva de couro. A fumaça envenenada que saiu das narinas pareceu quase cinematográfica numa seriedade quase mortal.
Ergueu o queixo minimamente, ignorando qualquer olhar violento lançado a si, e mesmo que o do namorado não tivesse aquela intenção, não ousou observá-lo também, já que provavelmente desabaria. Kibum estava por um fio.
As botas pesadas de bico prateado passaram pelo corredor das mesas como se tivesse à caminho da própria morte. a aliança destacava todo e qualquer tecido preto e caro que abraçava o corpo propositalmente. De todo o amor que o homem havia lhe marcado, a joia era a única marca que não escondia com as roupas.
Um ato de rebeldia fez Kibum ignorar o pedido silencioso do irmão. Aesaekki, como odiava o cheiro daquela pelavra, apodrecida com o tempo e cada decepção que havia tido com aquele que deveria ter lhe protegido pelo menos uma vez. Não parou de avançar, assim como não disse uma palavra à Dante, apenas com um gesto lhe pediu para seguir. O sobretudo de couro balançava os botões a medida que o passo se seguia, parando somente ao chegar a ponta da mesa.
Os olhos escuros ousaram olhar no rosto daqueles que destruíram sua vida. Um sorriso de lado, quase perverso riscou o rosto do caçula, ao ver a cicatriz no rosto do próprio pai. Era o mínimo, pensou. Aproveitou-se do cinzeiro na mesa para esborrachar o cigarro ali. “Boa noite. Que honra..” suspirou, contendo as lágrimas para que nem brilhassem os olhos.
Era impressionante como poucos segundos na presença do irmão o deixavam mais nervoso do que horas ao lado dos pais. A prova viva de sua incompetência cruzava o salão como se fosse algum tipo de mafioso, o cigarro lhe dando nojo somente de observar, mas quando o mais novo passou por si deixando o cheiro no ar foi difícil segurar a vontade de vomitar. Tanto pediu para o momento ser o mais leve possível, o mais calmo possível entre a família Noh e mais uma vez se desdobrava para fazer daquela situação tão tragável quanto o cigarro parecia ser para o irmão. Quando havia adquirido aquele hábito? Não podia perder tempo questionando coisas assim, se o irmão chegasse até a mesa com aquele home e dissesse algo, o seu almoço em família... Era o fim de tudo que tentava manter junto há anos.
Tentou segurá-lo de maneira sutil, mas já era tarde demais e não se atreveria a tocar na figura o seguindo como um cão de guarda. Eram tantas perguntas que se virou com o coração cheio, se delimitando a observar o que acontecia bem na frente dos seus olhos. Não conseguia ver o seu irmão pela frente, somente as costas, então não sabia o que dizia ou se dizia algo e nem qual a feição carregava. Ao dar um passo em direção a confusão iminente, congelou no olhar de Dante que repousou suavemente o rosto contra o irmão para sussurrar-lhe ao ouvido. Não havia a real necessidade daquele contato visual, mas era para si que o homem vestido em pele olhava. Se a leitura labial estava certa, ele ao menos não ficaria ali - ou não deveria, pois viu a mãe levantar e saudar o escritor com animação.
Se havia algum sinal de que estava perdido, era aquele.
Com animação, a matriarca chamou seu filho mais velho para a mesa e Kihyun foi pego com os discursos sobre os livros de Dante. “Boa tarde, Dante-ssi. Kibum, boa tarde.” Foi a forma mais simpática que poderia cumprimentá-los, terminando com uma breve reverência para o escritor que parecia fazer bastante sucesso com sua mãe. Teve de acenar várias vezes que o conhecia, sorrindo amarelo e o vendo ser bajulado, mas tinha certeza que não seria igual se os pais soubessem que aquele homem deitava-se com o mais novo. “Obrigado pela carona que deu ao meu irmão, Dante-ssi. Perdão pela minha mãe, ela parece ter voltado ao colegial.” Sorriu um pouco abobalhado, olhando para a mãe. “Não vamos mais incomodar, fique à vontade para seguir para o seu compromisso. Ah, eu li seu novo livro e ele realmente está muito bom. Espero que se revele o verdadeiro significado do tigre para a narrativa.” Suas palavras tinham tudo para serem o fim daquele bizarro encontro, mas Kihyun congelou quando foi pego nos olhos sem vida de Dante e ali ficou parado até que alguém chamasse a sua atenção. Infelizmente.
/ * Quando eu começava a fazer alguma coisa que não te agradava e tu me ameaçavas com o fracasso, então o respeito pela tua opinião era tão grande que com ele o fracasso era inevitável.
acompanhado de @gcn-kibum no polo gastronômico de gaecheon.
Uma sequência de acontecimentos havia tornado difícil estar de pé quando sorriu para os pais que haviam acabado de chegar. No pescoço, a gola esquecia a vergonha de ser quem seus progenitores nunca desejariam que fosse e ele não podia negar, fadado aos princípios dos mais velhos, viver a vida que queria era impossível. Envergonhado - pior ainda -, com medo ele guiou ambos até a mesa onde somente eles levavam uma nada agradável conversa. Era pressionado pelo casamento falho, a pena na voz da mãe que sonhava em vê-lo com filhos e esposa naquele Natal o cortava a alma e tinha de fingir a vontade de continuar à procura da "mulher perfeita" para si. Afinal, na visão daqueles que se acomodavam na sua frente, uma mulher que larga seu futuro marido não era a certa para ele ou sequer digna de qualquer outro.
O mais novo ainda não havia aparecido em seu campo visão, mas assim como todos e isso incluía seus pais, a atenção foi roubada pelo grande casaco de pele que entrou no restaurante. Aquele que trajava roupas tão caras tinha uma presença magnética e nos olhares direcionados à ele havia admiração no de poucos, junto com o temor da maior parte dos moradores que se tornaram desconfortáveis com a chegada. Não sabia bem o que Dante fazia ali, mesmo que de cima à baixo seus olhos o traçassem com desejo reprimido - o achava bem apessoado o suficiente e sabia de seus feitos com a criança de meses, trazendo mais interesse - e somente foi descobrir quando outra figura veio do seu lado. Kibum acompanhava o escritor, fazendo Kihyun revirar os olhos. Não iria acreditar que o irmão trouxera o namorado para o almoço em família, por isso logo se levantou. "Aesaekki! Estávamos te esperando." Cumprimentou alegre, sendo assertivo em ignorar o maior dentre os dois, como se fosse apenas uma coincidência a chegada síncrona. "Venha! Nossos pais estão te esperando." O olhar mortal advertiu que não desse mais nenhum passo em direção à mesa com aquele homem o servindo de companhia.
Kill Manual, Cassandra Troyan
[ID: I should be kinder / some kind of softer / but I have no idea how to be.]
my tiny human body isn’t big enough to hold all the love that’s inside me and that’s why i’m always crying
#me
lately i’ve been holding bottles instead of you because it’s 4am and i’m grasping for you but my hands only find cold sheets and my bed doesn’t smell like your cologne, just the whiskey i spilled on my pillow two nights ago.
(x)
@gcn-boyun
if you keep swallowing the anger back, it’s going to choke you
“What you want is someone to take hold of you. Gently, gently, with love.”
— Tennessee Williams, from The Collected Plays; “Cat on a Hot Tin Roof,”
Finja Brandenburg // unknown
“You’re soft, soft like spring flowers and sunsets and the white feathers inside your pillow.”
— hin-saek (via xanrps)
gcn-boyun:
Nem era para ele estar ali ― sério. Mas Bo Yun sempre teve um gosto para desacatar ordens e forças maiores.
Que coisa. Moon o mataria se soubesse que estava indo pagar uma visita para um contatinho, talvez, mas o reviveria para matar novamente quando descobrisse que tinha metido a pose clichê e ridícula - embora funcionasse para ele - na porta do consultório de Ki Hyun. Mãos nos bolsos, tornozelo cruzado, cabeça na madeira, uma batidinha para marcar presença e tudo.
A pose foi para o beleléu quando quase se engasgou com o apelido. Bo Yun desencostou, enfiando as mãos nos bolsos e disfarçando os espasmos nas costas ao levantar os ombros e conter o desejo repentino de uma espreguiçada. Puta nostalgia.
― O que está fazendo aqui? Me falaram que eu poderia arriscar, mas você estava de licença ― questionou adentrado a sala, procurando achar um lugar. ― Como você está?
Um dia entenderia como depois do tempo que passou, seu quase casamento e o pedido para que simplesmente esquecessem o que aconteceu, uma simples aparição com toda aquela pose de quem poderia ter o que quisesse de si ainda o convencia a sorrir instantaneamente. BoYun era para si como aquela música que se escuta escondido na adolescência, pois sabe-se que se os pais pegarem ouvindo tal canção, será imediatamente advertido. Ele era o seu paraíso proibido, o oasis no meio do deserto onde havia parado por tanto tempo que hoje já não mais queria aproveitar de nenhuma sombra, mas era obrigado a seguir sob o sol escaldante por escolha própria e por mais que falasse para o outro - e para si mesmo - que não queria mais aquela calmaria, era nítido nos olhos brilhantes o quanto ansiava por estar entre aqueles braços.
“Hm... Estou descumprindo ordens e trabalhando quando deveria estar descansando. Quem imaginaria?” Certamente ele imaginaria, afinal, haviam convivido o bastante para o mais alto ter a plena noção que Kihyun simplesmente não descansava. Com humor, ele levou a situação, mas acabou engolindo toda a graça quando o passado se deixou adentrar a sala, trazendo um nervoso que arrepiou sua pele. “Ah...” Mentiria dizendo que estava bem? Talvez nem precisasse, pois o silêncio após a expressão prolongada, seguido de um sorriso de canto contou tudo que ele não diria em palavras. "Kibum foi parar na ala de observação depois do que rolou, vim visitar ele e acabei aqui. Foi sorte me encontrar, realmente. Mas e você? Está bem de saúde? Por que ‘tá no hospital?” Como costumava fazer quando se preocupava, foi até o outro para tocar sua testa, verificando se estava febril.
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