É com grande prazer que damos as boas vindas à ROMERO ALTHEA-GIACCOMO III, de 30 ANOS. As fofocas dizem que elx se parece muito com AARON TAYLOR-JOHNSON, mas ele é apenas um PRÍNCIPE vindo de NOVA ROMA. Seja muito bem vindo, REMY.
Por toda Europa existe um único nome infiltrado em quase todas as famílias reais ao seu redor, os Althea-Giaccomo, após Arianna e Romero consolidarem a sua união em um casamento arranjado poucos acreditaram no sucesso de tal união porém para a surpresa de todos, os monarcas foram capazes de unificar seus países, a antiga Grécia e Itália, formando o início de Nova Roma, e eles não pararam por ali, adorados por sua população o casal tivera 15 filhos, que se espalharam pelas redondezas, trazendo outros territórios e alguns pequenos países ao seu redor a uma forte aliança em prol da agora super potência que nova Roma se tornara. Assim como seu pai e seu avô, o que começara a união do agora forte império que herdaria, Romeo como prefere ser chamado, também foi nomeado Romero em homenagem a seu avô. Equitação, esgrima e tantas outras classes extras nunca fora uma obrigação para Romeo, e sim quase que um talento nato que ele sempre fez bastante questão de explorar por um único motivo: Remy, sua irmã gêmea. Romero e Remy eram o tipo de crianças que terminavam a fala um do outro, uma conexão tão profunda que ninguém duvidava quando eles diziam que tinham super poderes, e em partes Romeo sente bastante falta e ressentimento pelos motivos de que aquela conexão morreu: a competição pelo trono, e em partes por isso ressente principalmente sua mãe, Delphine. Princesa mais nova da Croácia, a rainha jamais pensou que teria acesso a tanto poder, não até casar-se com o herdeiro do trono de Nova Roma, e lhe dar quatro herdeiros, mas embora sua ambição fosse em prol do sucesso de seus filhos, a mesma também dividiu a família real, especialmente os gêmeos.
Quando completara 27 anos ouvira de seus pais o que sonhara em ouvir por toda sua vida, ele seria o escolhido para assumir o trono, de repente todo o esforço e sacrifício parecia valer a pena, mesmo que sua vitoria significasse a derrota de sua irmã, ele merecia. Bastante envolvido e amado dentro de seu reino o príncipe nunca havia tido tempo para refletir em suas obrigações com a coroa, e em especial não com a importância de um casamento forte para demonstrar mais força ou responsabilidade. Romeo todavia estava muito distante de qualquer coisa relacionado a figura de família, com seu nome pelos corredores do castelo corria uma fama, o príncipe de Roma era um conquistador que desflorava maior parte não apenas das criadas mas também das filhas de nobres e de outras realezas convidadas no castelo, e bem aquela fora uma fraqueza que Remy decidira explorar, mas da noite para o dia os rumores acabaram; Romeo não parecia o mesmo, não tinha interesse por ninguém, ao menos ninguém além da mulher que conquistara seu coração. O príncipe se apaixonara por uma plebeia, em partes planejava casar-se com ela uma vez que fosse coroado rei, mas antes disso ninguém poderia saber disto, nem mesmo ela, mas claro que Remy iria descobrir, e o romance quase lhe custou bem caro: agora em seus plenos 30 anos, perdia o direito à coroa e se encontrava mais uma vez numa corrida para o trono, contra sua irmã, claro, noiva de um príncipe francês. Com seu coração partido entre precisar escolher entre a mulher que ama e o trono, quando ouviu falar que sua prima havia sido selecionada para a seleção tudo mudou e ele sabia exatamente o que deveria fazer.
Viajou para Illéa com um plano traçado em sua mente, com o secreto apoio de sua mãe; caso sua prima vença a seleção o romeo estaria livre para casar-se com quem ele quisesse principalmente pela necessidade de uma fortificação de aliança entre Nova Roma e Illéa, seria a única forma que o príncipe conseguiria manter seu trono e sua felicidade sem necessariamente precisar de casar com um nobre, provando que sua influência vai muito além de alianças pelo matrimônio, mas para isto existem muitos “se”. Embora não esteja abertamente assumindo que viera para ajudar Anastasia, o príncipe viera com a desculpa de que estava visitando o palácio para aprender mais sobre contratos e fornecer melhores preços para a distribuição de vinhos Romanos, um dos negócios mais importantes para a economia de seu país.