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@gitondibrangimandizundilondibi
dance like no one is watching hun
Monika Luniak
New York, Photo © Henri Dauman, 1960
God this is dreamy
Há mãos fechadas por todos os cantos, Nas cidades aos prantos Retinem os pedidos por socorro Das bocas dos corpos sem mantos. Há gente nua nas ruas contando luas Há pássaros cinzas sem voz Há flores de plástico sem alma de enfeite para nós. Não há olhos olhando para a grande massa de poucas gentes Há poucas gentes loucas em grande massa Com uma bússola apontando para o sul Há gentes fora das casas Fora das mentes São gentes sem asas De alma rente ao pó invisivelmente saliente. Há moradas empobrecidas Moradores marginalizados Vidas vencidas Corações solitariamente abandonados Cansados Desesperadamente desesperados Copiosamente auto castigados. Há vidas escassas Ignoradas pelas altas castas Há altas castas que se matam reciprocamente Porcamente com os coices de suas patas. Há bestas reflexivas Que reflexivamente se martirizam com o luxo imundo, o veneno do seu deus Dinheiro Há gula nas barrigas cheias de orgulho Há pouca causa para tanto barulho. Há pobres espíritos em guerras de sobrevivência Cada vida em uma guerra particular sem Senhor nem consciência. Há vidas ricas dos bolsos Em repouso d’alma Há vidas assim em aparente calma. Há muito orgulho Há muitos espelhos Há uma gente feia maquiada de narcisismo. Há quadros negros cheios Cadernos cheios Há conteúdos subjetivos nos cadernos fechados, Mas ainda há textos que falam da verdade Muitos apagados Mal memorizados. Há escolas de filhos zelados Muitos velados Da verdade Outros são filhos das esmolas Pelados Desanimados. Há Deus à espera Na tolerância do atraso."
Todo mundo tem medo, mas a pessoa não pode ser medrosa. Para viver e fazer, é necessário manter uma coragem constante e acesa. Isto consiste em vencer a própria pequenez e é um dever e uma obrigação para com nós mesmos.
João Ubaldo Ribeiro, no livro “Política”.