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@glowsoflouis
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Little cream pie.
Did you see a ghost, bunny?
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eu vejo que little cream pie é muito curtida pelo pessoal, talvez eu crie algo do mesmo universo
fui finalmente agraciada com um beijo pela primeira vez, queria de novo ele me tocando
being half naked is so much sexier than being fully naked
7/14/18 (via silverlakeprince)
queria ler ones larry q fossem o cúmulo do cúmulo de breeding
Fantasie...🥀
'And The Dudes Are Lining Up Cuz They Hear I've Got Swagger' aka The Chicken Shop Date Fic
OUT TODAY <33
Written for @bottom-harry-ficfest Round 6
by delouisonal on AO3
Read Here.
Find me on twitter (personal), twitter (fic acc).
amei a oneshot, só queria que você tivesse focado mais no creampie 😭😓
meu bem! nem se preucupe, tenho duas oneshots que são mais focadas no creampie! falta eu só escolher qual vou fazer 😓
gente que sonho pequeno esse meu né ? receber ask
Did you see a ghost, bunny?
" Harry medroso que é, começa a viver seu sonho de terror. O ghostface só queria brincar com a coelhinha. "
avisos!: hinter, ltops, cnc(consensual non-consent), established agreement, primal play/roleplay, knife play(leve/sem sangue), bondage, restrição sensorial, oversimulation, spanking/impact play, degradation, marking, creampie/breeding, dacrifilia, safeword.
Nota IMPORTANTE: Tudo o que acontece foi combinado previamente entre os personagens, mesmo que não tenha sido escrito na oneshot, apesar da simulação de medo. Harry pode pedir muitas vezes pra parar e não vai parar, acima de tudo ele gosta e o parceiro tbm! Pf não repitam isso em casa.
Harry apesar de ter medo de filmes de terror, tem uma que ele gosta, mas nunca assistiu de verdade, pânico.
Bem, ele gosta porque quem é o vilão é um ser humano e não um mutante, ou coisa estranha, ou alien, ou qualquer coisa feia e desagradável para sustos.
Não tira o medo dele pelo filme, poderia ser qualquer um daqueles adolescentes, por mais que só tenha assistido pequenas cenas e recortes pelo celular, gostava da franquia.
Já era halloween, estava vestido com sua linda fantasia de coelhinha da playboy, ficou incrível em si o corset apertadinho no seu quadril e cintura por cima de um body preto, usava uma luva até seus cotovelos, uma bota preta até seus joelhos com a meia calça e claro, as orelhinhas e o rabinho de coelho grudado no final do corset.
Ela tinha se inspirado levemente na Regina George, em Meninas Malvadas, seu filme favorito.
Arrumava seus cachos no banheiro da casa onde estava a festa, tédio o definia agora, ele não era de beber muito e muito menos se interessou em algum cara pra ao menos dar uns beijinhos, suas amigas e amigos se trancaram em algum quarto e a pista de dança (o que Harry poderia dizer, mas era a sala de estar) estava impossível de dançar de tanta gente.
Já havia se assustado com muitas fantasias naquela noite, é uma pessoa sensível e muitos na universidade que conhecem seu medo de levar sustos, acabam fazendo isso para a irritar, mas isso não importa, já estava de saída daquele local alvoroçado.
Isso se seu celular não estivesse tocando, um número desconhecido, tinha acabado de abrir a porta do banheiro, e resolveu voltar, era impossível de escutar algo fora dali, trancou a porta e atendeu o telefone.
— Olá, Harry Styles. — a voz desconhecida do outro lado fala, a fazendo tremer inteirinha, como que sabia seu nome? Isso deveria ser outro trote! Outra pegadinha de mau gosto consigo. — Quer jogar um jogo?
— Por favor, quem quer que seja, pare de me assustar, eu tenho sofrido a semana inteira. — disse rápido, já decidido de desligar a chamada, mas a outra voz é mais rápida em responder
— Posso ver sua cara de assustado Harry, você pode se livrar de mim, é só jogar comigo. — a voz conseguia ser incrivelmente assustadora, ela até pensa um pouco, era um trote então não havia porque não entrar nas gracinhas. — Duas perguntas, coelhinha, qual é o nome do primeiro ghostface?
Com essa pergunta acaba notando só agora todas as semelhanças do filme pânico. Isso não iria acabar bem. Era isso, era seu fim, iria ter um assassinato hoje e seria Harry a contemplada.
— E-eu n-não sei, eu não vi-
— Resposta errada, coelhinha. — cortou a fala da garota playboy. — Tem mais uma chance, já tô te vendo tremer nesse banheiro.
Harry assustada olhou ao redor do banheiro, mesmo sabendo que só tinha ela ali, ficou na ponta dos pés em cima da banheira, olhando pela pequena janela alta que tinha, não conseguia ver ninguém, mas apressou de destrancar a porta e sair do banheiro, ouvindo a voz novamente em seu ouvido.
— Quem é o vilão em Sexta Feira 13? — ao menos essa harry talvez poderia saber a resposta, enquanto ouvia ia descendo as escadas, decidindo ir na cozinha e chamar por Louis seu melhor amigo que estava bebendo e paquerando uma garota vestida de mulher gato antes de ir ao banheiro.
— Uhm... uh! desculpe. — falou distante do celular enquanto passava trombando por várias pessoas. — Jason!
— Tsc tsc tsc, suas vidas acabaram coelhinha, aproveite enquanto ainda não te pego. — a espinha de Harry se arrepia inteira, a tal pessoa desconhecida estava atrás dela e não sabia quem era. — Saia de perto de Jack, ele não para de te comer com os olhos — Ao olhar ao redor de novo, pode ver Jack, jogador do time de basquete, com os olhos grudados em sua polpa da bunda que estava a mostra pelo body, tendo ainda mais medo pelo o ghostface estar tão próximo de si para conseguir ver isso. E então a ligação cai.
Harry iria achar qual daqueles era o ghostface que o ligou, e daria uma boa surra, mas era uma tarefa tão difícil! Haviam tantos ghostfaces, é um patrimônio do halloween, como iria adivinhar quem era quem, como poderia fugir sendo que estão em todos os lugares?
Como uma lâmpada acendendo, teve a ideia de se juntar ao amontoado de pessoas no meio da sala de estar, indo mesmo no meio, cheio de pessoas, era tão quente, Harry estava a um passo de enlouquecer de tantas luzes e o calor, quando viu Louis passando subindo as escadas, claramente não escutou os chamados altos de Harry. Saiu do meio das pessoas, correndo atrás de Louis, vendo-o entrar em um dos quartos, não sabendo direito em qual Louis entrou, abriu o primeiro que não estava trancado, achando que seu melhor amigo estaria lá, mas acabou que não tinha ninguém.
A porta do quarto de casal se fechou num baque alto, mas insignificante para quem estava embriagado lá embaixo. Olhar para trás foi um tormento no momento que viu um homem completamente vestido de preto, sendo as únicas coisas que destoavam a imagem, era a máscara do ghostface e um canivete na mão.
Iria morrer e ninguém poderia a ajudar, sem pensar muito correu até a janela do quarto, mas era muito alto e correria o risco de quebrar alguma parte do corpo, estava encurralado.
— Viu um fantasma, coelhinha?
— Porfavor, p-porfavor não me m-mate! — seus soluços já poderiam ser escutados, sua voz trêmula de medo e gaguejando, mesmo que a máscara cobrisse o rosto do garoto, poderia sentir o olhar do outro preso em si. — E-eu faço qualquer coisa! Quer dinheiro? N-não me machuque por f-favor.
Ela falava choramingando, olhando para a tal pessoa que se escondia com a máscara, cada passo que dava, mais o ghostface se aproximava de si, a fazendo recuar dois passos a cada um do outro, não tendo uma saída quando acaba caindo na cama, vendo o tal homem em pé na sua frente no meio de suas pernas abertas.
O canivete deslizava por suas coxas, a meia calça fina e barata se descosturando pela ponta fina da lâmina, deixando-a mais tensa, olhando tão chorona e com um bico nos lábios, mas sentindo aquela formigaçãozinha na sua bocetinha, se debatendo mentalmente por ficar levemente excitada nessas situações.
— Por favor — saiu num fio de voz, tão manhosa. Pela calça que o outro usava era capaz de ver o membro marcado, a fazendo imaginar centenas de coisas, e se fosse alguém que conhecia? E se quisesse que aquele homem acabasse com ela? Será que vai o matar mesmo?
— Quero respostas de duas coisas, querida. — falou o ghostface que tinha uma voz incrivelmente grossa e gostosa de ouvir, familiar...
— Mas eu não sei de nada de filmes de terror-
— Cala a boca! Eu ainda não perguntei, porra.
Ligeiramente fechou sua boca, tremendo de medo, esperando as perguntas.
— Ouvi dizerem que tinha uma bocetinha. — levou a lâmina do canivete que segurava para entre as pernas da cacheada, que tremeu inteira só de saber que a faca estava tão pertinho da sua intimidade, essa que expelia melzinho escutando a voz do homem em pé a sua frente. — Verdade?
— É verdade… — respondeu num fio de voz, engolindo em seco, tremendo o que iria acontecer consigo, e definitivamente molhada, não sabia o porquê de se sentir tão quente por algo tão assustador.
— Ela vai aguentar meu pau? — Harry olha com surpresa, entreabrindo a boca enquanto tenta observar por trás da máscara do homem na sua frente, tentando enxergar os olhos do outro, tentando reconhecer. Com a ausência da resposta, a lâmina dá duas batidinhas no body preto em cima da sua florzinha. A mão enluvada agarrando de forma bruta o seu queixo, mandando Harry começar a falar, o assustando ainda mais. — Responde.
Sem conseguir mexer a cabeça para responder com um aceno, Harry engoliu seco e abriu a boca novamente. — A-aguenta.
Ela poderia jurar que do outro lado da máscara tinha um sorriso largo, ela podia sentir a satisfação do desconhecido. E ele finalmente larga o rosto de Harry,
Harry respira fundo aliviado, olhando o fantasiado se erguer um pouco, tocando o interior de sua coxa ainda com o canivete na sua mão e puxando sua perna pra cima, entrelaçando ela na cintura. Ela conseguia sentir o cinto do outro roçando na sua coxa, provavelmente o seu body já estava com uma mancha mais escura, era tão humilhante. — Eu espero mesmo que me aguente. Eu tenho muito, muito pra te dar, gracinha.
Suas mãos agarravam os lençóis da cama, engolindo novamente sua saliva, escutando o homem mascarado enquanto ele falava. Por um momento ele se levantou da cama, olhando-a de cima, talvez pensando por onde começar. Num descuido rápido de olhar para trás quando bateram na porta, Styles agiu rápido, ainda assustada com tudo, virou-se de bruços correndo engatinhando para o outro lado da cama, para conseguir fugir.
Coisa que ela não consegue, porque foi agarrada pela cintura com mais rapidez, os edredons a atrapalharam se enrolando na sua bota. Soltou um gritinho pelo susto.
— Não posso tirar meu olho de você que já quer fugir? — ele pegou uma corda que tinha escondido, Harry não sabe de onde ele retirou aquilo, mas o seu medo aumentou, sentindo seus pulsos serem amarrados na sua frente, além de seus cotovelos também, seus braços totalmente imobilizados. Se o seu corset já apertava seus peitos, a forma como o ghostface o atou apertava ainda mais. — Vamos ver se ainda vai conseguir.
O canivete voltou para perto de si, seus olhos liberando lágrimas quando o corpo do mascarado descia sob seu, parando sua cabeça na frente da sua intimidade. Ela tentava fechar suas pernas, mas só de ver a ponta da lâmina escorregando levemente nas suas coxas e rasgando o tecido transparente de sua meia já era apavorante, mas não tanto que não a deixasse vibrando lá embaixo.
— O que você vai fazer? — falou baixinho, recebendo um aperto em sua coxa, forte, que a fez tremer. A ponta da lâmina para mesmo em frente no fundo do seu body, enganchando na peça preta que já estava úmida. — Não me machuque, por favor.
— Pelo visto você tá adorando isso, não é bonequinha? — o homem tira suas luvas, revelando mãos com veias salientes, isso fez Harry arfar baixo, ele pressiona dois dedos por cima da mancha de sua lubrificação quente, puxando o tecido preto e rasgando com ajuda do canivete, fazendo Harry arquejar, ela podia sentir mais do seu melzinho expelir, ficando cheia de vergonha. — Agora, sim.
Ele toca por cima da calcinha, da sua buceta, a meia calça, rasgando de uma vez, abrindo com as duas mãos um buraco no tecido tão frágil tal qual a garota que estava amarrada sentindo tudo. Os dedos do outro agora roçavam na sua buceta por cima da sua calcinha de renda preta.
— Pensei que nunca iria conseguir chegar aqui. — ele dá dois tapinhas na bucetinha molhada por cima da renda, vendo as reações de Harry que mal conseguia falar direito, só reagir com pequenos ofegos. — Não esperava por isso, coelhinha? Tive que cavar muito pra chegar nesse seu tesouro, hm? Ter essa bucetinha só pra mim.
Deslizou a renda preta para o lado, finalmente mostrando a bucetinha de Harry, os lábios abertos, molhados, rosinha, brilhando com tanta lubrificação, ele desejava tanto meter a boca ali, era um convite lindo para ser fodida e acabada. Ele pega o canivete outra vez, assustando Harry, ele queria exatamente isso, brincar com essa carinha confusa, ele fecha na frente dela e joga na cômoda, decidido no que iria fazer.
— Cuidado por favor, e-eu não.. — gagueja tentando fechar as pernas, o ar quente que saía do nariz do mascarado batia mesmo no seu clítoris, a deixando sensível.
— Você nunca deu pra ninguém, gatinho? — o homem enfia dois dedos dentro da bucetinha com metidas lentas, sentindo ela apertar pela invasão repentina, gemendo alto, afinal, eram dois dedos grossos entrando em si. — A única coisa que você vai aceitar depois é meu pau, vou te encher de porra, e você vai ser só minha, entendeu? — a voz saía abafada pela máscara, fazendo a garota prestar atenção tentando reconhecer. Apertava os dedos do outro pra tentar fazê-lo sair, mas nada adiantava, não conseguia se concentrar direito, tudo que o ghostface dizia a fazia ficar vulnerável, molhada, os dedos dentro dela eram tão bons, chegaram tão perto do seu pontinho. Mesmo que tudo a assustasse, ainda era bom.
Sentiu um tapa em sua florzinha de novo, fazendo ela dar um gritinho alto, ofegante e assentindo com a cabeça repetidamente.
— Se não for me responder, que grite bem alto o quão bem vou te foder. Putinha do caralho. — ele fica erguido, tirando o cinto da sua calça, o som da fivela acordando Harry de sua névoa temporária de excitação. Ainda querendo fugir, ela vai se afastando aos poucos com ajuda de suas pernas, - consequentemente seus movimentos estimulavam a sua bucetinha, seus lábios e coxas se roçando - tentando sair da cama escuta uma risada que a faz parar imediatamente. — Acha que eu sou idiota, porra?
— Não… — ghostface segura o maxilar de Harry, fazendo com que ela olhe pra ele, ao menos, o que conseguia enxergar dois olhos escuros, as pupilas dilatadas, conseguia ouvir a respiração ofegante por dentro da máscara. — Não quero nada, por favor.
— Calada. — o mascarado termina de abrir a calça, ele não usava uma cueca, mostrando o pau grosso, a glande era vermelhinha e estava babada de pré-porra, ela viu as veias salientes saltando no membro, e longo, talvez uns vinte centímetros, aquilo definitivamente não iria caber em si, ele ainda era virgem. — Vo-
— Não vai caber, não dá, por favor, nã- — um tapa foi dado em seu rosto, a mão agora descendo para seu pescoço, apertando sua pele branca e imaculada, prendendo o ar de chegar em seus pulmões gradativamente.
— Quando não fala, me interrompe, você gosta de desobedecer? Fica fugindo mas essa sua buceta não mente o quanto quer meu cacete aqui. — ele ia falando enquanto se aproximava, o quadril dele batendo nas coxas de Harry, a cabecinha melada do pau dele descansando nos lábios quentes e molhadinhos, sentindo o choque de temperatura. — Você é minha, essa buceta é minha e você não pode fazer nada contra. — ela olha pro outro abismada, o lábio tremendo, sentindo pau a invadir, uma dor lasciva por não prepará-la estava lá, um grito sai de seus lábios vermelhos, suas pernas se fechando ao redor do homem de preto de uma forma que ajuda ele ir mais fundo dentro dela, a fazendo gemer mais alto. — Abre as pernas.
Nega com a cabeça várias vezes, ela conseguia sentir o cacete inteiro dele pulsando forte, não conseguia relaxar, precisava de um tempinho pra se acostumar, então decidiu por grudar suas pernas ao redor dele para que ele não conseguisse se movimentar.
O que pode não ter sido sua melhor ideia. O homem segura nas cordas bem presas no pulso de Harry, solta o pescoço dela, agarra a coxa que tentou fincar na cintura do outro, abriu a perna e começou a estocar num ritmo rápido, sem dar tempo de se acostumar, ou de esperar a dor sair.
— Espera! Devagar… d-devagar! — suas súplicas são ignoradas pelo homem que não deixa de meter bruto na entradinha suculenta de Harry, que suspirava alto, soltando gritos curtos misturados de murmúrios sem sentido. — N-não seja tão bruto…
— Já é tarde, coelhinha. — o homem sai de dentro de Harry, o deixando atordoado, tentando entender o que acontecia ao seu redor, o homem desistiu de si? Não era mais interessante? Até ele a virar de bruços, abrindo as suas pernas e empurrando os joelhos para a cama, a bunda empinada, seus ombros e seu rosto encostados na cama por não conseguir se apoiar nos seus cotovelos que estavam amarrados. Então ele agarra seu pescoço puxando-a para cima ao mesmo tempo que volta a enfiar aquele caralho grosso dentro de si, estocando de maneira desenfreada, agilmente achando seu ponto g, usando sua buceta como um brinquedo, usando ela inteira como um brinquedo.
— Porra! M-minha nossa, porra… — murmurava a garota sem conseguir pensar em palavras que falassem o quão gostoso estava sendo pra si agora. Seu pontinho especial sendo surrado pela cabeça do pau, sendo maltratado até sentir sua polpa da bunda arder com o choque das peles.
Seu corpo inteiro se arrepiou, era tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo.
Seu pescoço era apertado pela mão forte, dificultando sua respiração, sendo compartilhado com o corset que sufocava sua barriga e seus pulmões, complicando ainda mais, as cordas o prendendo, tudo a deixando presa, amarrada, totalmente vulnerável para fazerem o que quiserem com ela. Exatamente como esse homem mascarado fazia com ela.
A cada estocada forte, Harry ficava cada vez mais perto de vir, suas pernas tremendo, seu quadril não parando quieto, ela conseguia sentir sua lubrificação pingando em cada estocada, estava perdida de tesão. Um murmúrio baixo, uma lamúria pedindo, implorando para que o outro vá mais devagar, ela temia quebrar de tantos estímulos ao mesmo tempo que pedia um ritmo mais lento para tentar lidar com tudo, ela tinha medo de quebrar.
— Putinha gostosa do caralho, essa buceta é tão apertada. — ele aperta o pescoço branquinho que definitivamente ficaria com as marcas das mãos, metendo forte que se surpreende quando sente algo duro bater contra seu pau e o canalzinho molhado de Harry, que geme incrivelmente alto num soluço choroso. Ele mete ali de novo, sentindo de novo o local durinho, até ele perceber que era o corset super apertado, ou seja, aquele pau tava fodendo tão fundo que batia no espartilho justinho que Harry usava, isso o deixou louco, tão louco que fazia questão de sempre bater no mesmo local. — Caralho, que buceta boa, tá sentindo meu cacete te foder até o útero? Me sente batendo nesse corset apertadinho?
Harry não aguenta, tremendo suas pernas fechando elas de uma vez quando geme alto um palavrão, gozando pela primeira vez, ofegante, respirando tão fundo que seus peitos poderiam escapar do corset que comprimia todo seu corpinho, seu rosto descendo lágrimas mal conseguindo manter os olhos abertos.
— Não acredito que você gozou antes de mim. — ele segurou seus cabelos encaracolados puxando o corpinho trêmulo do recente orgasmo para apoiar a cabeça no seu ombro, a boca da máscara extremamente de seu ouvido, a voz grave, cheia de luxúria resmungando o quão inútil era. — Não vou deixar barato, coelhinha.
Tentava estabilizar sua respiração, sendo complicado com o corset e estar completamente ofegante. Sua buceta vibrava de tanto êxtase, nunca teve um orgasmo sem nem se tocar, ela não estava muito atenta quando ele pegou o cinto e chicoteou sob suas coxas que estavam juntinhas e trêmulas, soltou um grito assustado.
— Não! P-porfavor! Não me castigue.
— Você não tem direito em porra nenhuma aqui, quer fugir, não me responde, goza antes de mim, me desresepeita e acha que não vai ter punição? — ela geme baixo como um miado, não esperando outra lapada de cinto mesmo em cima da polpinha da sua bunda e sua entrada usada e gozada, a fazendo gemer alto num grito, arqueando seu corpo. — Só mais uma, e aí eu vou te amarrar, não aguenta ficar com as pernas abertas? Então vou deixar você como você tanto quer e vou te foder de novo.
— V-você vai me quebrar, eu não aguento. — outra chicotada em sua bunda que a pegou de surpresa, a fazendo choramingar, seu corpo tremendo com a ardência em sua pele. O homem a ignorando totalmente, rindo até do desespero dela. — Eu te imploro…
— Implorar não vai me fazer ir mais devagar só porque uma coelhinha não aguenta receber um caralho dentro dela. — ele vira ela de barriga para cima, juntando as coxas dela e prendendo agilmente com o cinto que usou para bater.
— Você vai acabar comigo. — não conseguia separar mais suas coxas, sentindo o homem ficar em pé depois de sair da cama e agarrar suas pernas juntinhas, deixando elas apoiadas nos ombros dele. — Vou ficar toda abertinha depois disso, p-por favor Lo-
O homem bate nas coxas de Harry com uma força descomunal com a palma da mão, ela dá um pulinho de susto, acordando novamente de seu estado de prazer, ele fez um pedido silencioso para calar sua boca.
Ele volta a enfiar o pau dentro de Harry, de uma vez, aquela buceta aquecia o seu cacete de uma forma tão gostosa que não conseguia pensar direito, além de apertar tanto que o deixava louco. Ele queria muito mais, e não perdeu tempo de meter gostoso, rápido, o corpinho pulando, tal qual os peitos cheinhos indo pra cima e pra baixo com o corset.
Harry estava chorando, seu rosto estava pintado de lágrimas, soluços, gemidos baixos e sem sentido. Todo seu corpo pulando, sua bunda doía pelo choque dos corpos e sua buceta extremamente sensível. Ela sentia toda vez a cabeça do pau do outro a abrir inteira por dentro, seu canal sendo aberto e arrombado pelo pau grosso. Cada estocada a fazendo morder os lábios, ou gritar quando batia de novo no seu corset. Suas coxas tremiam mesmo estando presas com o cinto do outro, suas costas arqueando, ficando totalmente arrepiada até a pontinha do pé toda vez que o cacete encostava no seu pontinho.
— Não existe bucetinha melhor que a sua. — ele escutava os soluços da outra, se divertindo com isso, indo mais lento, toda vez que saía esfregava sua glande no clitóris durinho e sensível, que ficava bem mais gostoso quando também fodia as coxas dela junto, seu caralho se esfregando nos lábios e nas coxas grossas da outra, depois enfiando tudo de uma vez. — Porra… Vai me fazer viciar nela, me aguenta tão bem, não para de ficar molhada. — ele começava a dar gemidos baixos, entrecortados, agarrando as coxas de Harry enquanto aumentava o ritmo das estocadas.
Ela mal parava de soluçar e chorar, ofegante, sentia a vibração familiar na sua bucetinha, tremeu-se inteira quando o outro agarrou sua cintura e se afundou em estocadas desengonçadas. Ela logo arregalou os olhos, sabia que ele estava perto, e fez um biquinho com os lábios vermelhos e maltratados de tanto mordiscar.
— D-dentro não! Vai me deixar cheia de filhotinhos. — ela procurou os olhos dele por debaixo da máscara, seu olhar sendo retribuído, parecia uma fera dominando tudo, ele não vai escutar ela. — Mhmm… p-para…
Suas súplicas em vão, ele a fode com mais algumas estocadas e geme alto, soltando toda a sua porra dentro, bem no fundo, de Harry, que gritou alto um gemido, soluçando não conseguindo se conter e acabar gozando junto do outro, sujando o pau dele com sua porra novamente, enquanto ele enchia ela do seu leite denso.
Ela não parava de tremer, sua bucetinha sentia tudo, estava tão tão sensível que cada pulsação do cacete dentro dela a deixava vulnerável. Sentia o seu interior quente, cheio, o pau ainda dentro dela. Mal conseguindo deixar seus olhos abertos, ela decide deixá-los fechados, respirando fundo, o corset ainda a sufocando, engolindo em seco, suas lágrimas caindo levemente. Estava tão cansada que decidiu relaxar enquanto o outro não se movimentava.
E tão rápido que fechou os olhos, abriu ao sentir as cordas de seus pulsos e cotovelos serem cortadas pelo canivete, o pau ainda fundo dentro dela.
— O q-que? — confusa, ela olha pra baixo, seus braços marcados pela corda, a pressão que o corset fazia em si sendo aliviado por cada corte que o canivete fazia nas fitas que prendiam, tirando de seu corpo. Ele torou o body que usava, literalmente, fez um corte pequeno com o canivete e rasgou em um puxão com suas mãos, o barulho do tecido se rasgando, sobrando somente sua meia calça toda furada e sua calcinha colocada de ladinho. — Obrigado. — falou num fio de voz, baixinho.
Tudo isso a deixou excitada de novo, ela não aguentava mais, mas ele era tão bom em tudo, o que a deixava confusa, atordoada, ela não deveria se sentir assim.
— Não acabei com você. — ele sai de dentro da grutinha molhada, ambos soltando um gemido baixo, não queria tirar de dentro dela, Harry fazendo uma carinha de coitadinha, um biquinho nos lábios e olhos pidões. Não demora muito pra ver sua porra descendo numa gotinha generosa, expulsando seu leitinho, Harry mal percebia por estar pulsando tanto.
Ele pega uma faixa preta, ou era uma gravata? Harry não se importou, e amarrou seus olhos, molenga demais para impedir ele de fazer alguma coisa, ela se deixa levar. Não conseguia ver nada então manteve seus olhos fechados, o cinto foi tirado de suas coxas, sentindo sua meia ser rasgada de uma vez e sua calcinha ser retirada com cuidado. Finalmente nua.
Sem conseguir ver o que acontecia ao seu redor, e depois de gozar duas vezes sem se tocar, tendo sua bucetinha toda arrombada e cheia de porra, qualquer suspiro batendo em sua pele a assustava. Ainda mais quando ele voltou a tocar sua bucetinha, esfregando seus dedos nela, espalhando a porra dele ao redor dos lábios cheinhos e inchados.
— De novo não! Por favor, e-eu não aguento. — falou numa súplica cansada, sua voz falhando, seu corpo tremendo. Harry tenta afastar o outro de si, mas tão fraca, o corpo tão forte do outro, era impossível, estava tão sensível.
Até uma coisa a surpreender. Uma boca quente beijando sua bucetinha, arqueou as costas com um gemido alto, suas mãos empurrando a cabeça para longe, se surpreendendo quando não sente a máscara, por isso estava vendada. A língua do outro passeava nos lábios meladinhos, sujos da porra de ambos, chupando com fome, introduzindo a língua, esfregando o clitóris de maneira lenta, quase torturando.
— N-não aguento, para… — num fio de voz Harry tenta avisar, empurrando ao mesmo tempo agarrando os fios de cabelo do homem. Suas pernas foram agarradas pelo outro e a boca logo saiu da grutinha molhada. — Por favor, obrigado. E-eu-
— Calada. — ele enfia dois dedos dele dentro da boquinha de Harry, além de não ver não podia falar. A garota soluçava sem parar, seu choro deixando suas bochechinhas rosadas assim como a ponta de seu nariz. — Você é minha, ouviu? Tudo isso é meu.
Ele volta a enfiar o membro duro dele de volta, estocando rápido, segurando a coxa pálida e marcada de Harry, tirando os dedos da boca dela só pra apertar os peitinhos que balançavam em cada investida. Ela não parava de gemer, murmurando súplicas pra ser devagar, parar, ter cuidado, mas o ghostface não dava a mínima, usava o corpinho da coelhinha que tinha à disposição.
Completamente destruída, rosto molhado, coxas e buceta meladas, corpo trêmulo, totalmente fraca, se agarrando nos lençóis, as vezes arranhando as costas do desconhecido, além de estar totalmente sensível, sua bucetinha doía com as investidas, mas vibrava de prazer toda vez que o pau surrava seu interior.
— Louis! — Tão extasiada, gritou num gemido o nome do seu melhor amigo, não conseguindo se conter, soluçando forte enquanto gozava, acontecendo algo que nunca aconteceu com ela antes, um squirt, melando todo o pau e pé da barriga do mascarado. — Porra, porra.. aahhnn…
— Deve ser o garoto sortudo que tem você, hm? — o ghostface fala baixo, perto de seu ouvido, gozando ao mesmo tempo, enchendo de novo sua buceta com a porrinha dele.
— Kiwi… — Harry fala num fio de voz, totalmente satisfeito do que passou, mas no seu limite, respirando fundo, seu lábio tremendo levemente querendo chorar mais de tanto prazer.
Não escuta mais nada quando sua mente e seus sentidos despencam, tudo fica mole, não consegue se mexer, nem abrir os olhos por baixo do tecido, nem fechar sua boca entreaberta, respirando ofegante, tremendo inteiramente. Ele se sentia distante de tudo, seu corpo ainda vibrando do seu recente orgasmo, umas mãos o acariciando, tirando sua venda, mas ela não liga, Harry não quer se mover, nem falar, quer dormir e é isso que faz.
Acordando no outro dia com Louis, seu melhor amigo, de seu lado na cama, estava embalado com o edredom, e seu conjuntinho de pijama favorito.
Finalmente o acordo de meses atrás foi feito.
HOJE SAI A ONESHOT EITA COISA BOA EITA COISA BOA, É A NOITE DE SIRIRICADA
queria ser fodida até chorar e desmaiar
Genteeeee, acabou que não vai dar pra lançar hoje a oneshot do ghostface/ harry de playboy
Mas pro-me-to que vou postar daqui a um ou dois dias tá!? juro pra vcs q to mais ansiosa de postar do que tudo, mas quero fazer bonitinho
acho q essa q to escrevendo do ghostface pode ser um retrato de como eu queria q fosse comigo
