[KME] KonMari: As roupas
E então, começamos a tentar implementar o KonMari aqui em casa. Pra quem não viu, compramos o livro da Marie Kondo que ensina algumas dicas para que você consiga deixar a sua casa em ordem, livrando-se de itens que não precisa e, assim, viver uma vida mais plena com menos.
Leia Mais: É possível viver com menos? Conheça o método KonMari
Seguindo as dicas do método, roupas são um bom ponto de partida já que, em regra, temos menos “laços emocionais” com esse tipo de item. Do lado contrário, você deve deixar por último artigos como fotos e presentes, que no geral acabam tendo um valor emocional mais forte e podem atrasar muito o processo de arrumação.
O antes
E assim era o guarda roupa antes:
Esse é pra exemplificar, porque tem as gavetas também. No geral, antes com 3 gavetas cheias de roupa, fiquei só com uma.
O processo
O processo para arrumar tudo é simples: junte tudo em um só lugar, pegando não só as roupas do armário, mas também o que estiver no varal, para lavar, etc. Com tudo no mesmo espaço, vá de peça em peça e veja quais delas você realmente gosta.
Tente não selecionar as roupas que estejam novas ou aquelas que você “tem dó” de se desfazer: a ideia é ficar apenas cercado de itens que te tragam prazer e satisfação, que você use porque gosta, e não simplesmente porque o tem.
Vou dizer, o processo é difícil no começo, mas depois de um tempo se desfazendo das coisas parece que o desapego fica mais leve. É até um pouco libertador, em certa medida, já que você começa realmente a prestar atenção no tudo o que tem e o que realmente faz alguma diferença na sua vida. Afinal, pra quê guardar tanta coisa se isso não te traz felicidade alguma, certo?
O resultado
Depois de muito desapego, não sobrou muita coisa mesmo. A conclusão é de que realmente eu não tinha muito o que gostava, e o resultado é um armário apenas com coisas que fazem a diferença pra mim. Na verdade, ainda estou considerando dar mais uma passada pelo o que ficou e ver se dá pra reduzir ainda mais...
Não sobrou muita coisa pra contar história, mas acho que o resultado foi bem satisfatório.
A esposa também fez o processo no armário dela e olha só (esqueci de tirar a foto do antes, mas a porta nem fechava... :)
Apesar de tudo, vou dizer que o processo foi um pouco demorado. Demora pra entrar no “modo de desapego” necessário pra descartar as coisas, seja por dó ou por um medo de que “talvez eu use um dia”. Mas achei a experiência bastante positiva e agora resta aplicar para as outras coisas aqui em casa.
O campo de guerra
Depois de separar tudo o que não fará mais parte dos armários, esse foi o campo de guerra que restou aqui no quarto:
Do que será descartado, resolvemos separar 3 partes, e que usaremos para todos os itens aqui nesse processo:
- O que será doado;
- O que será jogado fora (sem condições de uso); e
- O que será vendido.
O que será vendido são itens em ótima condição que ganhamos/compramos e não usamos ou usamos muito pouco, e que podem ser do interesse de alguém. Vamos anunciar tudo no GmeDat para tentar maximizar os ganhos e, com o dinheiro que conseguirmos, vamos comprar coisas novas que realmente façam diferença aqui no armário.
A parte que será doada, já combinamos de entregar em uma instituição que cuida de idosos com deficiência mental, e que se mantém com base em doações.
E vamos ver como se KonMari realmente vinga por aqui, né? ;)















