* 🔫 𓂃⠀ ⋆˚ ⠀⠀ ❪ 𝐆𝐎𝐋𝐃𝐄𝐍 "𝐆𝐎𝐋𝐃𝐈𝐄" 𝐇𝐎𝐎𝐊 ❫ ♡ tem vinte e quatro anos, está no segundo módulo da academia. é legado de james hook, born & raised nas ruas do castigo, foi adotada pelo homem após oferecer seus trabalhos como caçadora de recompensas e passou a ser conhecida como golden, ou melhor, GOLDIE. desde então, goldie faz o trabalho sujo por james a fim de manter a ordem no castigo como parte do ex acordo do capitão com eric triton. ela caça criminosos que tentam tirar proveito dos outros na cidade baixa e os entrega para o isolamento anonimamente. já foi mandada para o isolamento ela mesma mais de uma vez pelos defensores da távola redonda que desconheciam o acordo, e viam goldie como uma criminosa desordeira, mas era sempre liberada por eric . agora que eric triton foi exilado, acabou a mamata e goldie corre muito mais riscos, porém, continuará fazendo o seu trabalho para o pai. ademais, irá atrás de ajudar com o contrabando da cidade baixa também, caçando artefatos mágicos em arthurian. não possui nenhuma simpatia por arthurianos e especialmente figuras de autoridade. seu respeito e lealdade estão com james hook e a tripulação do jolly roger, e apenas eles. sua hablidade é uma pistola com balas mágicas que possuem propriedades encantadas diversas, desde colocar o alvo para dormir até serem usadas como explosivas. não se preocupe, goldie ainda não matou ninguém com as balas mágicas! mas de outros jeitos, talvez...
( ♡ ) goldie já foi presa várias vezes e como ninguém sabe o que ela faz por hook no castigo, assume-se pela academia que é uma ex criminosa que está na cidade de cima para “se redimir” da vida de crime... pff.
( ♡ ) só conseguiu ser admitida na academia, mesmo depois de ganhar o torneio, porque eric jurou de pé junto que ela largaria o crime. pff x2.
( ♡ ) inclusive, a reputação dela está longe de ser boa por essa e por outras. #goldiepresidiaria vazou logo no primeiro ano que ela entrou na academia. ela não se dá bem com arthurianos, especialmente aqueles que trabalham ou pretendem trabalhar para os defensores da távola redonda. goldie já soltou várias vezes que eles não fazem o trabalho deles direito e são, obviamente, injustos. e, bom, eles não saem do pé dela também: o desgosto é recíproco! uma vez que goldie tem o seu histórico criminal, fica difícil deixar que ela transite livremente por arthurian, mas ela dá o jeito dela de conseguir fazer seus saqueamentos atualmente. é uma pirata, no fim das contas.
( ♡ ) professora particular de pontaria. quer aprender a atirar bem? fale com goldie. mas se prepare para uma professora muito impaciente.
( ♡ ) parte dos rebeldes do doomsday revolution.
( ♡ ) goldie detesta arthurian e tudo o que envolve a cidade de cima. como sempre diz, só está na academia porque sua lealdade ao capitão hook, seu pai, pede por isso.
( ♡ ) para resumir a backstory trágica, antes de conhecer a tripulação de james, a vida no castigo foi difícil e infeliz. infância conturbada, goldie perdeu a mãe pelas mãos de um criminoso do castigo, ficou órfã, e jurou matá-lo. até hoje caça o responsável pelo ataque que tirou a vida de sua mãe biológica.
( ♡ ) embora tenha se tornado caçadora de recompensas em decorrência do passado, hoje em dia gosta do que faz e não pretende largar.
( ♡ ) está sempre no centro de treinamento da academia. ela lida com diferentes armas em seus trabalhos, mas a sua favorita é, sem dúvidas, a pistola.
( ♡ ) encontrou o amor e uma família de novo na tripulação do jolly, tanto com o capitão, seu pai, quanto com os outros piratas, seus irmãos — e é extremamente leal a cada um deles.
( ♡ ) goldie se veste bem e sabe usar a beleza ao seu favor. seu charme já colocou vários criminosos no isolamento.
HABILIDADE MÁGICA: pistola mágica.
goldie possui uma pistola com balas mágicas. elas são limitadas, é claro, e goldie precisa intercalá-las com as balas normais, mas são muito úteis para os seus trabalhos. as balas mágicas não matam e desaparecem do corpo da vítima depois de alguns minutos, voltando para a pistola de goldie, mas até que isso aconteça, causam muita dor.
para a pistola funcionar como golden quer, ela precisa canalizar a sua própria energia no tiro; isso significa que, se goldie estiver cansada, é muito provável que a pistola se atrapalhe e erre o tipo de bala. já aconteceu de goldie tentar colocar alguém para dormir com a bala sleepy e acabar dando um tiro de target na perna de alguém... bom, você já pode imaginar onde isso deu.
algumas de suas balas mágicas são: a sleepy (coloca o alvo para dormir), a boom (cria uma explosão no local que a bala), a bloody hell (faz o alvo sangrar de maneira excessiva), a target (nunca erra o alvo), a smoke (ao ser atirada, se desmancha em uma nuvem de fumaça que confunde os sentidos do alvo), a eletreka (dá um choque no alvo), a love shot (faz o alvo ficar louco de paixão por goldie por alguns minutos, perdendo o foco de tudo que não seja o seu amor por goldie e o distraindo de seu objetivo), a poison (libera veneno na pele da vítima e faz com que fique se coçando) e freeze (faz o alvo ficar paralisado por alguns minutos até que saia do corpo da vítima).
golden tinha esperado não precisar dançar nenhuma valsa clássica arthuriana naquela noite — era halloween, pelos sete mares, e mesmo que conseguissem forçar valsas tradicionais em todos os eventos do reino de janeiro à dezembro, não faria sentido nenhum que puxassem uma valsa dos seus amores verdadeiros no meio do baile monstruoso. percebeu cedo demais que estava enganada, embora não pudesse culpar os arthurianos dessa vez. ao longo da noite, entre um encontro e outro, esqueceu-se da maldita valsa e com o aproximar do momento, enquanto casais se juntavam para darem início à dança fantasmagórica, golden teve que agir rápido. os olhos buscaram por um rosto conhecido, encontrando-se na figura de lux. valsar com uma arthuriana ia contra todos os seus princípios, mas: 1. ela não tinha mais tempo; 2. lux kuzco era uma exceção para muitas coisas. andou até a garota, parando diante dela com uma mão estendida. “parece que vai ser eu e você de novo, riquinha.” enviesou os lábios, então percebeu que lux deveria ter alguém dançando com ela àquele ponto. “levou um pé na bunda da namorada, foi?”
quando golden escolheu a fantasia do baile de halloween, ela deveria ter pensado em zeno. em sebastian e william também, que eram seus amigos da época em que ela namorara o irmão do meio dos darlings, mas principalmente em zeno. talvez, se tivesse ocorrido à ela como a intenção de vestir-se de sininho seria vista de outra forma por ele, não tivesse o feito. ou talvez tivesse feito pior. difícil que soubesse agora, porque não foi até que os caminhos se cruzassem no castelo do vampiro que a hook percebeu tudo isso. eram os únicos no corredor. não tinham como fugirem de uma interação que, certamente, terminaria em desastre. não só porque goldie vestia-se daquela forma — embora isso fosse pesar na discussão de hoje — mas porque não eram exatamente os ex-namorados mais amigáveis daquela academia. “deveria ter imaginado que o encontraria aqui em algum momento.” foi o que disse, o semblante despreocupado, mesmo que no fundo não estivesse tão blasé assim. escorou-se contra a parede e cruzou os braços, o rosto iluminado pelo fogo das tochas no corredor. “não estava contando com isso.” confessou, passando os olhos pela figura masculina, estudando a linguagem corporal dele.
já que atualmente fazem tanta questão de falar que eric triton foi um traidor pelos acordos com hook, golden procura refrescar as memórias dos arthurianos sobre certas traições muito piores que um acordo, já que todos parecem ter se esquecido. traições que vieram do lado de cima.
e já diria mean girls: halloween é a noite do ano que tá liberado se vestir de vadia!! n
Victor nunca pensou que um dia amaria um lugar mais do que o Castigo, mas lá estava Halloween Town para provar o contrário. Moors, Novo País das Maravilhas, Nova Terra do Nunca, Arthurian e até mesmo a adorável Seatopia não eram nada se comparadas àquele lugar tão incrível. Pra começar, eles sabiam muito mais sobre cultura non-maj do que o normal (afinal, tinham que conhecer os pontos fracos de seus alvos) e por isso Victor podia conversar sobre seus hobbies mais livremente sem se sentir um esquisito. Em segundo lugar, o lugar funcionava durante a madrugada, o que era uma benção para um night owl como Adélard. Em terceiro, ele podia usar fantasias todos os dias e como o viciado em filmes de terror que era, seu tema estava sendo slashers: nada de monstros, apenas humanos aterrorizantes. Naquela tarde tinha marcado de encontrar-se com Goldie na Phan'tone e estava caracterizado de Freddy Krueger, com um suéter listrado de preto e vermelho, um chapéu na cabeça e uma luva que simulava as garras que o assassino usava em uma das mãos. Tinha dado um trabalho danado fazer aquilo, mas valia a pena. A maquiagem no rosto era básica, já que ele não sabia fazer muita coisa, então tinha só espalhado um monte de sombra vermelha nos olhos e espalhado sangue falso em alguns pontos do rosto.
Ele acenou com a mão com as garras falsas quando viu a amiga de longe. "Hello Mrs. Goldie" sorriu assim que ela se aproximou, puxando-a para um abraço sem nem saber se podia. "É o seguinte... Esse lugar é o melhor do mundo. Sabe o Fantasma aqui? Fiquei quase uma hora trocando idéia com ele sobre guitarras. Depois vou ter que comprar uma nova, não vai ter jeito" tagarelou, um sorriso enorme estampando seu rosto. "Mas te chamei aqui porque estou com saudades.... Sei lá, meio que me afastei de todo mundo. E queria passar um dia legal aqui nessa cidade, então a primeira pessoa que pensei pra me meter em enrascadas foi você, como nos velhos tempos. Pronta pra aterrorizar Halloween Town? Podemos até ir pra a boate Teen Wolf depois, ou tipo, só andar por aí e bater papo com os monstros."
Até então, a fantasia de cowgirl que usara para sair com Cecile fora o maior esforço que fizera pela lei das fantasias de Halloween Town. Não que fosse inimiga da moda — pelo contrário, Golden se vestia bem e era deveras vaidosa — apenas não sentia necessidade em se fantasiar todos os dias. Ademais, isso tirava toda a graça da noite de Halloween. O chamado de Victor pedia que se fantasiasse, porém, ou que pelo menos fizesse um esforço, uma vez que o conhecia o suficiente para saber que ele estaria fantasiado e que, possivelmente, reprovaria a sua falta de traje halloweenzístico. Foi assim que ela acabou com uma peruca loira e o vestido de paetê colorido com uma única estrela prateada que Linda Adormecida usava em um episódio de Anna Miranna. E Golden só sabia disso porque Jade era fã do seriado.
Assim que entrou na Phan’Tone, procurou pelo Tremaine, um vinco se formando na sua testa enquanto tentava identificar o que ele deveria ser com aquelas garras estranhas. Não teve tempo de perguntar, porque Victor a embrulhou num abraço, que a Hook retribuiu brevemente. Ao se afastar, Goldie voltou a analisar a fantasia dele. “First things first. O que você deveria ser?” Indagou com as sobrancelhas erguidas. “E por que estou numa loja de música?” A Phan’Tone seria um dos últimos lugares que ela teria visitado por livre e espontânea vontade. Tratava-se de um encontro com Victor, no entanto, que ao contrário dela, tinha a música como parte intrínseca de si. Ela deixou que ele falasse, sorrindo genuinamente enquanto o amigo contava animadamente sobre o encontro com o Fantasma. O que o Tremaine disse depois a surpreendeu, mas não deixou de fazer com que o sorriso se alastrasse no rosto bonito. “Podemos aterrorizar a cidade, mas nada de parar para bater papo com os monstros. Eles falam demais.” Fez uma careta. “Senti sua falta também, bonitão.” Ergueu o braço para levar a mão até os cabelos dele, bagunçando-os de leve. “Só não roube todo o crédito do afastamento. Você me conhece, sempre correndo com alguma coisa também.” Deu de ombros, reconhecendo a sua parcela de culpa. Não era a toa que todos os relacionamentos dela tivesse ruído. Golden sempre priorizava o seu trabalho. “Tá rolando algo que eu deveria saber?”
Quando podia, Ewan se refugiava no Acampamento. Era quieto, era remoto e melhor de tudo, ficava longe das fofocas da escola. O clima ainda estava mais ameno ali do que em Halloween Town e o tempo frio fazia suas juntas doerem ainda mais, então ele dormia melhor na sua cama dura da cabana dos Conselheiros de Acampamento.
A tarde se transformou em noite muito rápido e Ewan olhou para o céu, desanimado. Talvez não fosse até a Academia naquela noite. Só de pensar em se arrastar para a aula de Habilidades, o estômago embrulhava. Ou usava sua habilidade e arriscava piorar tudo, ou tinha que explicar, de novo, porque não estava participando dos exercícios, logo ele que usava qualquer desculpa para transformar seus dedos em chaves de metal e fazer uma piada idiota.
Um som de trovão soou acima e ele se apressou para a cabine principal para terminar de trancar tudo. Já estava tudo apagado, mas ele entrou para ter certeza que o escritório de Merida estava trancado (ela era campeã em deixá-lo aberto e os campistas eram campeões em destruir o lugar). Quando estava voltando, um raio caiu numa árvore próxima, iluminando todo o lado de dentro, inclusive a figura de @goldiehook parada na escuridão.
Ewan pulou para trás, agarrando a parede atrás de si.
– Por todos os heróis, Goldie. Puta que pariu. – Ele se inclinou para a frente, já se fôlego, se apoiando nos joelhos. – Que porra você ‘tá fazendo aqui?! A gente tá fechado, óbvio.
Sempre pragmática, Golden se recusava a acreditar em qualquer baboseira de destino e forças atrativas — mesmo agora que ela andava em rumo ao Will-o’-the-Wisps sem pensar porque alguma parte obscura dentro dela simplesmente sabia que Ewan estaria lá. Justificaria a ação, mais tarde, como parte da sua curiosidade. E mais do que isso, lá no fundo, como um gesto de redenção.
Tinha escutado os rumores, não era à toa que o Dunbroch atormentava os seus pensamentos nos últimos dias.
As luzes acesas confirmaram a suspeita. Infelizmente, ela ainda se lembrava da rotina. Conhecia cada passo dele, inclusive o último: conferir se a mãe havia trancado o escritório. Esperou-o dentro do local, então, escorada contra a parede. Antes que pudesse abordá-lo sem que o assustasse, porém, os deuses decidiram anunciá-la de outro jeito. “Que dramático.” Ela disse com os olhos voltados para o céu, como se os responsáveis por aquilo pudessem escutá-la. Provavelmente sim, eles só escolhiam ignorar.
Teria rido da cena de Ewan esbaforido se aquela mesma parte obscura dela não se enchesse de uma preocupação bizarra e incômoda. “Estava roubando, óbvio.” Revirou os olhos em deboche, afastando-se da parede e caminhando até a mesa de Merida, onde apoiou as costas. “Eu ouvi os rumores.” Disse enfim, prendendo o olhar dele. “E sei que não largaria o Magibol sem um motivo. Acabaria decepcionando a grande Merida. E você odiaria isso." Ergueu as sobrancelhas, um misto de amargura e seriedade. Ewan já deveria saber que seria impossível enrolá-la. “Então, desembucha. O que tá rolando?”
Who: @goldiehook
Where: Boate e bar Teen Wolf – Halloween Town
Embora a boate estivesse apinhada de lobisomens, e aquele simples detalhe fizesse com que memórias indesejadas ameaçassem estragar sua intenção de se divertir, Marlo confiava que Merlin não mandaria os alunos para um lugar onde algo mais do que um susto poderia lhes ocorrer. Com isso em mente e já ciente dos drinks que os novos visitantes poderiam experimentar, se espremeu entre outros alunos até o bar, aproveitando para dar uma olhada ao redor, foi aceitando o ambiente como agradável, até reconheceu uma das músicas de um de seus musicais favoritos. Fez o pedido de suas bebidas – porque ela obviamente experimentaria todas – e foi surpreendida por um gentil morador quando ele lhe ofereceu um banco junto ao balcão. No entanto, enquanto se despedia do moço, sua cadeira foi ocupada antes que ela pudesse se acomodar. “ Hm, com licença, esse banco meio que foi cedido a mim, se importa? ” Se inclinando ligeiramente na direção da mulher, limpou a garganta ao fazer o pedido. Não pretendia falar mais alto que o normal, e mesmo que não estivesse considerando a fama da Hook, seria um absurdo se envolver em uma briga por causa de um banco, ela certamente não o faria caso a resposta fosse negativa. “ Quer dizer, você parece bem, não aparenta estar precisando descansar pelo menos. ” Completou achando que o comentário era um bom argumento, logo desejando ter parado de falar depois da primeira frase.
Golden sabia que deveria ter recusado o convite de Anders para beberem juntos na Teen Wolf. Conhecia o irmão bem o suficiente para imaginar que, na primeira oportunidade, ele viraria as costas e a deixaria a ver navios. Ela não se importava com a solidão, ou com as saideiras do outro Hook — mas ela se importava com o trabalho que havia perdido por ter feito o sacrifício de ser uma boa irmã naquela noite. Toda a grana que perdera e por... um copo de cerveja morna. Suspirou, decidindo que, se tinha ido até ali, então que pelo menos bebesse um drink melhor. Foi até o bar, sentando-se na única banqueta ainda livre rente ao balcão, e esperou a vez de ser atendida pelo monstro atrapalhado que trabalhava como barista enquanto mexia no iWish. Depois de um tempo, a voz feminina pescou a atenção dela, e Goldie levantou os olhos para encontrar uma das filhas do Gênio exigindo que cedesse o banco para ela. Quem sabe se Marlo Fantastic não fosse banhada em privilégios da cabeça aos pés, a Hook teria cedido com maior facilidade. “Nem você.” Observou, escorrendo as irises pela figura dela, como se a julgasse. “Desculpa, riquinha, eu realmente quero essa bebida.” Deu de ombros, sem pretensão de se levantar. “Mas, quem sabe... Se você me fizer uma oferta melhor...” O sorriso cresceu. “Aí o banco é todo seu.” Talvez aquela não fosse uma noite perdida, no fim das contas.
“Ouvi alguns monstros falarem que hoje é noite das bebidas especiais.” Goldie comentou com Deece, erguendo as sobrancelhas sugestivamente. A Teen Wolf era quase tão satisfatória no aspecto bebidas quanto a Friends On The Other Side, tinha que admitir, e esperava algum efeito dos bons. “Aqui.” Entregou um dos copos de plástico para o King (um dos únicos arthurianos que a Hook convidaria deliberadamente para beber consigo), em seguida entornando um gole de seu próprio. A bebida era verde neon e Golden poderia jurar que teria gosto de limão. “Huh. A minha é de chocolate.” Franziu o cenho antes de tsntar o sabor outra vez. Chocolate. Ainda. “A sua é de...?”
inspirada no King de The Owl House (imagens acima), Anne Bonny é uma mistura de lobo, cachorro e... gato? Ela tem aparência de uma pequena loba, mas poderia ser facilmente confundida com um cachorro se não tivesse o crânio e dois chifres (um deles quebrado) aparecendo. Anne Bonny se comunica através de sons parecidos com miados (”meh”), parece gostar de usar roupinhas, e será treinada para ajudar Goldie em seus trabalhos. Ainda é filhote, então o tamanho pode mudar, e Golden não faz ideia do quanto. É meio arisca e parece não gostar de humanos, mas quando recebe carinho, fica toda derretida.
ooc: me rendi. não to resistindo vendo vocês responderem as asks de edit e quero também AKDJKS então estou aceitando essa aqui: send 📱 for a look inside what my muse has of yours on their phone.
para...
@goldiehook (ask)
@lindaadormecida (ask)
@arabiannighcts (ask)
virá com mini aesthetic de graça na galeria de fotos.
O Porter já estava sem paciência para as perguntas insistente sobre se ele podia ou não transformar-se em um Monster-Pet, por isso, tinha optado em ir até a praia do pântano, pois sabia que o local não era atrativo para seus colegas, não quanto as praias de seatopia, podendo tirar um momento para descansar. Estava sentando numa cadeira de praia, tentando não sentir o cheiro horrível que vinha do pântano e pegar um dos poucos raios solares que atravessavam as densas nuvens, quando ouviu alguém lhe chamar, fazendo com que ele revirasse os olhos por detrás dos olhos escuros. “Não, eu não posso me transformar num monster-pet, nem num lobisomem e nem na Ness, por favor, não insista.” Soltou antes mesmo da outra pessoa se aproximar.
Dentre as relíquias mais interessantes que Golden encontrara na biblioteca da cidade, o diário de bordo de um vampiro pirata fora de longe a melhor. Tratava-se de um livro antigo cheio de anotações sobre as viagens do vampiro nos mares. Nada que ela tivesse lido, porque o mais importante estivera no meio do livro o tempo todo: um mapa do tesouro do vampiro, escondido em solo monstruoso e com uma anotação feita no ano passado pelo próprio: “até hoje, ninguém foi capaz de encontrar”. Bem, Golden amava um desafio. E mais ainda, ela amava uma caçada. Foi assim que acabou na praia, com uma cópia do mapa e das anotações do vampiro em seu iWish. “É, porque eu vim até essa praia grotesca só para pedir que se transforme em um monster pet para mim.” Ela revirou os olhos, sorrindo de canto, e logo desviou a atenção de volta à tela do seu aparelho. De acordo com o mapa, ela encontraria um navio à mercê do tempo e da natureza naquela área, só que a Hook não via nada além de lama e mais lama. E insetos estranhos. “Vem cá, monster pet, por acaso você não viu um navio caindo aos pedaços por aqui?”
“Eu diria que é um tanto injusto para você pedir para que uma das filhas de Robin Hood brinque nessas barracas de tiro ao alvo, sabe? Mas já que insiste.” Com um sorriso divertido nos lábios, tomou as abóboras em mãos para poder mirar na figura dos pequenos monstros que precisava acertar. Chiara não negava que tinha bastante habilidade naquele tipo de coisa, pois desde pequena seu pai a treinava para tanto. Preparava-se para jogar, quando lembrou do que deixaria tudo mais interessante. Uma aposta! “O que eu vou ganhar se derrubar todos?”
“Certamente não me conheceu ainda, então.” Embora o tom ostentasse a presunção, o sorriso divertido brincava nos lábios acerejados. “Insisto porque seria a minha primeira oponente à altura essa noite. Estou cansada de competir contra os sobrinhos do tal Ness.” Escorou-se contra o pilar de madeira, cruzando os braços enquanto a assistia manusear as abóboras e se preparar para lançá-las. Não duvidava nem por um segundo que a filha de Robin Hood pudesse acertar todas, era mais uma questão de desafio pessoal. “You tell me, Hood. O que você quer? Posso ser bastante criativa com recompensas.”