g, tenho passado dos limites com o café, chorado bastante e sentido muito a sua falta nesses últimos dias
Not today Justin

❣ Chile in a Photography ❣

titsay

Love Begins
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styofa doing anything

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noise dept.

Andulka
Misplaced Lens Cap
$LAYYYTER
AnasAbdin

⁂

Discoholic 🪩
RMH

ellievsbear

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Lint Roller? I Barely Know Her
Mike Driver

PR's Tumblrdome

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@gsklari
g, tenho passado dos limites com o café, chorado bastante e sentido muito a sua falta nesses últimos dias
nunca nunca se importou o suficiente pra me conhecer.
você não sabe que,
eu amo a taylor swift
amo ler comédia romântica
amo assistir orgulho e preconceito quando to feliz
amo pintar minhas unhas de cores diferentes
amo ficar sozinha em casa e poder dançar todas as minhas músicas favoritas
amo tomar sex on the beach quando vou em algum bar com minhas amigas
amo coisas amarelas
amo pinturas coloridas
amo ler camisetas engraçadas de estranhos na rua
amo os animais
amo o fato do meu cachorro chamar puppy porque tirei de uma série de minecraft
amo minha mancha de nascença que tenho nas costas
amo fazer piquenique
amo ficar bêbada e me sentir a mulher mais linda do lugar
amo conversar com minha irmã
amo estar perto da minha família
amo rir até a barriga doer
amo calças molinhas de pano que não me apertam
amo quando pinto meu cabelo
amo quando o clima está bem fresquinho
amo ler meu horóscopo
amo passar brilho no olho quando vou sair
amo batata assada com ketchup
amo quando dizem que sentem minha falta
amo quando escuto uma música e ela vira minha favorita
amo o milk shake do mc
amo quando minha vó e vô fazem carinho no meu cabelo
amo quando minha mãe faz comida
amo tantas coisas que nem cabem aqui e nem em mim
amo o fato da sua partida não ter me destruído e feito eu parar de amar minhas coisas favoritas
By Sophie Weasley
“Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.”
— Fabrício Carpinejar.
“E foi uma dessas nossas brincadeiras sem sentido, de um bater no outro, de xingar do nada e fingir que não nos importamos um com o outro que eu vi, na verdade percebi algo que já estava bem claro para nossos amigos. Pois é, fiquei olhando você rindo e me xingando depois que te bati e por alguns segundos esqueci do resto do mundo, fiquei ali parada sorrindo. Quando me dei conta o estrago já estava feito. AHHHH, não era para você mexer tanto assim comigo mas não sei o que você tem, é algo diferente e gostoso ao mesmo tempo. Eu vi você me olhando do mesmo jeito, fico perguntando se realmente isso deve ser recíproco mas ainda tenho medo. Não consigo nem aceitar que realmente gosto de você.”
— Ilusões de Esther.
i don’t like how endings in real life come on so suddenly without making sense, without much warning. one minute you’re in the middle of something and the next it’s all a very long time ago and you’re a different person and none of it is ever coming back
intangible - madisen kuhn
Some appreciation for my first Pokemon game!
Neste mundo torto quase ninguém acaba ficando com o grande amor da vida mesmo, apesar de todos fingirem que sim.
Já que não deu certo, é melhor que fique assim. A gente se afasta e cada um vai tocando a sua vida. A gente se afasta e depois de um tempo finge que superou, que não sente mais nada e até arrisca andar de mãos dadas com um novo amor. A gente se afasta e guarda tudo dentro do peito. Escondemos o sentimento dentro de um potinho e fazemos de conta que tudo aquilo não existe mais. E aí a gente vai levando até quando suportar. Até quando um dos dois não mais aguentar. A gente vai. Com a lembrança do verdadeiro amor que escapou por entre os dedos. Com a certeza de que nunca mais sentiremos nada parecido. Sentindo o cheiro do perfume e lembrando o toque dos lábios. A gente vai porque o orgulho não nos permite voltar atrás. Porque já nos machucamos demais. A gente vai, mas a felicidade não. A gente vai. A gente foi. A saudade fica. Fica na camisa rasgada e nas brincadeiras dentro do elevador. Fica nas lembranças daquela viagem e naquele fim de tarde. Fica no vazio do sofá e do coração. Fica aqui e fica aí também, mas a gente não precisa admitir. A saudade é grande, o orgulho é maior ainda. Está tudo bem. Neste mundo torto quase ninguém acaba ficando com o grande amor da vida mesmo, apesar de todos fingirem que sim. Quem somos nós para irmos contra? As coisas são como elas são. E, de tanto fingir que está tudo bem, quem sabe um dia a gente acabe acreditando. Muitas vezes é melhor levar uma vida sem grandes riscos. E aí, por não conseguir domar o tigre, a gente se contenta com o gato. E agora é conviver com aquele bichinho monótono, cansado e preguiçoso, porque nos faltou coragem de assumir o desafio que seria lidar com algo tão selvagem. Animais domesticados não precisam de grades. Então é isso. Agora a gente vai. Fingindo que está feliz e tentando esquecer o nosso potinho secreto. O problema é que quando se é feliz de verdade uma vez na vida, você já não consegue mais sorrir igual por outra coisa qualquer. Desculpe por ter aberto nossas lembranças assim sem avisar. É sempre mais difícil ser um bom ator quando a noite cai. Dessa vez a saudade venceu.