Que afinal o que importa é não ter medo/ de chamar o gerente e dizer muito alto ao pé de muita gente:/ Gerente! Este leite está azedo!// Que afinal o que importa é pôr ao alto a gola do peludo/ à saída da pastelaria, e lá fora — ah, lá fora! — rir de tudo// No riso admirável de quem sabe e gosta/ ter lavados e muitos dentes brancos à mostra.












