Breve comentário sobre o conto de Edgar Allan Poe: O Gato Preto.
A embriaguez pode revelar segredos, sejam em palavras ou ações, demônios existem, e tudo o que fazemos nessa Terra volta para nos atormentar mais cedo ou mais tarde.
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Breve comentário sobre o conto de Edgar Allan Poe: O Gato Preto.
A embriaguez pode revelar segredos, sejam em palavras ou ações, demônios existem, e tudo o que fazemos nessa Terra volta para nos atormentar mais cedo ou mais tarde.
Breve comentário sobre: A Hora do Lobisomen, de Stephen King
A lua que aparece todo mês traz consigo a besta, a profanação da criação, o lobo homem sedento de sangue que busca a todo custo se alimentar de suas ovelhas.
Breve comentário sobre: Eu Sou a Lenda, de Richard Matheson.
Uma distopia científico vampiresca que nos transporta para o fim do mundo de uma forma inovadora, arrepiante e cheia de emoção.
Breve comentário sobre: Os Funcionários, de Olga Ravn.
Uma nave distópica cheia de alienação do trabalho e fetichismo da mercadoria, com inteligência artificial e biomáquinas cheias de crises existenciais, com rivalidades e muita negligência da gerência e ao final tudo depende da vontade do patrão.
Breve comentário sobre: O Grande deus Pã, de Arthur Machen.
Um manifesto contra a falsa moralidade da Inglaterra vitoriana ou uma carta de apoio ao hedonismo, a floresta que permeia Pã nos leva a muitos destinos, a caminhos cheios de mistérios, encanto, luxúria e excentricidade e outros cheio de trevas, morte, traição, e ao mundo de Pã.
Breve comentário sobre: A Assombração da Casa da Colina, de Shirley Jackson.
A Casa da Colina, desprovida de sanidade se ergue sobre os montes, fria, calculista, rígida, abrigando as trevas em seu interior. A Casa da Colina permanece intacta, mexendo com o imaginário de todos aqueles que souberem de sua existência, a Casa da Colina, o receptáculo da escuridão ainda está lá, sobre os montes, e qualquer um que se aventure por suas páginas, corredores, salas, parágrafos, capítulos, quartos ou jardins, fará isso completamente sozinho.
Breve comentário sobre: Psicose, de Roberth Bloch.
Um grande complexo de Édipo, um transtorno dissociativo de identidade, isolamento e perversão são os ingredientes para um clássico do terror, tanto do cinema quanto da literatura.
Breve comentário sobre: Território Lovecraft, de Matt Ruff
Você pode até viajar para mundos distantes, e conhecer seres monstruosos, no entanto sempre ficará chocado com a maldade humana, capaz de segregar, humilhar, violentar, ofender e agredir um semelhante. Não há monstro na literatura de Lovecraft que seja pior que seu criador.
Breve comentário sobre o conto de Edgar Allan Poe: O Baile da Morte Vermelha.
O negacionismo não salva ninguém, nem o servo, nem o senhor, ambos sucumbem frente ao poder de destruição da morte escarlate, e não importa quanto dinheiro tenham, não importa sua classe social, a morte vermelha é democrática, leva a todos como iguais.
Breve comentário sobre o conto de Edgar Allan Poe: A Queda da Casa de Usher.
Alguns venenos são amargos, algumas coisas podem se tornarem venenosas, entre elas: família, tradição, status, poder e dinheiro. E ao se tornarem venenosas essas coisas nos sufocam e afundam, pouco a pouco, nos levando a ficar submersos em um pântano de dor e amargura. Sem saída ou esperança.
Breve comentário sobre Christine, de Stephen King.
Uma viagem em um Plymouth Fury 1958 cheia de drama adolescente, hormônios, ciúme, obsessão, sangue e é claro Christine.
Breve comentário sobre: O Cemitério, de Stephen King.
A morte está em todos os lugares, seja dentro de sua casa, em uma estrada movimentada ou em um “semiterio” de bichos, ela está sempre espiando, sussurrando pesadelos em seus ouvidos, querendo colocar sua sanidade a prova, tentando te convencer a tomar caminhos perigosos, a não enxergar a verdade, mesmo que ela esteja em sua frente, uma verdade que nunca deve ser esquecida, de que às vezes morto, é melhor!
Breve comentário sobre: Floresta é o nome do mundo, de Ursula K. Le Guin.
Essa obra pode ser analisada de formas diferentes: colocando ela como um manifesto anticolonial, anti-imperialista, sobre a luta dos povos originários pela preservação de seus costumes e crenças; ou, e acima de tudo como um alerta antropológico sobre o dano que causamos ao outro quando lhe impomos uma realidade que não lhe é familiar;
Breve comentário sobre: 'Salem, de Stephen King.
A escuridão chegou ao sul do Maine, uma tempestade de sangue e sombras, um abismo de onde quase ninguém escapa; e ao cair da noite, você sentirá medo, das pessoas que perambulam, da Casa Marsten, do Sr.Barlow, mas principalmente de Jurusalem's Lot, a cidade morta do Maine.
Breve comentário sobre: Cujo, de Stephen King.
As Moiras (tecelãs dos fios da vida na mitologia grega) trabalham de formas misteriosas, elas não possuem sentimentos como: empatia, amor, bondade, raiva ou ódio, elas são forças da natureza, agem como tem que agir, sem distinguir homens de cães, não há diferenças entre suas vitimas, e assim foi com Cujo, com Tad, o xerife Bannerman, Joe Camber, Gary Pervier, Donna, Vic, Bret e Charity, mas principalmente Cujo, que mesmo não entendo nada, ainda buscava desesperadamente se ver livre de seu destino, para brincar, uma última vez com o MENINO. Estamos a uma mordida da loucura, da dor e da morte, e no fim, vivemos todos por um fio.
Breve comentário sobre: Misery, de Stephen King.
Assim que a névoa se dissipa, Paul já tem noção que sua enfermeira é perigosamente instável e loucamente apaixonada por seus livros. E mergulhado nessa nova realidade, Paul Sheldon vai descobrir os limites da dor, da loucura, do vício e de Annie Wilkes, sua fã número 1.
Breve comentário sobre: O Iluminado, de Stephen King.
A dependência de Jack, a preocupação e o cuidado de Wendy, e a iluminação de Danny fazem check-in para uma temporada de inverno no ninho de vespas chamado Overlook.