sentindo o impacto desde já
ooc. sabe o que eu queria sentir, @???? o impacto da minha boca na sua. desculpa.

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sentindo o impacto desde já
ooc. sabe o que eu queria sentir, @???? o impacto da minha boca na sua. desculpa.
▶ ▸ guilty ◂ ◀
(leoraisbroken)
Dizer que os nervos de Leora estavam a flor da pele era pouco. Estava perto de ter mais um de seus surtos, a roupa que no começo da noite estava impecável, agora era coberta pelo sangue do próprio pai. Não podia dizer que seus sentimentos pelo homem eram bons, mas vê0lo morrer diante de seus olhos fora demais. Tudo parecia se repetir, exatamente como na noite em que sua mãe sangrou até a morte em seus braços, nada parecia certo e todo o autocontrole da Veillon parecia ter ido para o espaço.
Depois de conseguir se livrar dos seguranças que pareciam fazer vista grossa, secar as lágrimas e tentar se recompor a mulher percebeu algo…. A mesma androide que estava caçando há semanas estava ali, Genesys, a mesma tinha falado vagamente com o Chanceler e sua filha, no mínimo suspeito, ainda mais o fato dela ter oferecido a taça com a tal bebida envenenada. Não tinha provas, tampouco equilíbrio emocional para lidar com isso, mas não poderia ficar parada.
Andando de maneira desvairada pelo salão, quase que despercebida pelos convidados que tentavam se recuperar da situação, ela pode achar Genesys. Ela estava mais ao canto do vasto cômodo, sem pensar duas vezes Leora apressou o passo na direção desta. Os saltos estalavam contra o piso deixando claro certa ira na mulher. Assim que chegou perto o suficiente agarrou o braço da androide e começou a puxá-la até a primeira sala do corredor à direita, forçando a outra a entrar fechou a porta atrás de si e a encarou. Ambos os olhos de Leora fuzilavam a suspeita, não deixaria ela sair dali sobre hipótese alguma, tinha certeza que esta era culpada pelo menos de uma parcela dos eventos da noite. —— Se descambou lá do esgoto em que mora pra vir envenenar pessoas aqui?
A confusão quase agradava Genesys. Imaginava como estavam as coisas do outro lado da bolha da Classe Alta e, para dizer o mínimo, aquilo não chegava aos pés do sangue derramado além daquela maldita proteção. Se a androide queria provar seu ponto, parecia que nem precisava sujar as mãos ou carregar tantas armas. Algumas taças de uma bebida qualquer e as pessoas caíam sem nenhum motivo aparente. Não se preocupava em ser ligada ao acontecido, aquelas pessoas certamente não se lembrariam de seu rosto; facilmente traumatizáveis, ficariam pensando no sangue e nos corpos sem vida por meses. A androide, por outro lado, só queria guardar aquelas lembranças pelo prazer de ver um Chanceler cair.
Evitando a grande multidão, afastou-se dos desesperados e assustados. Bebericava de uma taça de alguma bebida cara e forte, fingindo tristeza enquanto encarava alguns corpos, tentando memorizar o que aquela cena significava. Revolução. Não importava como ou porquê, era uma grande brecha para os rebeldes e, sem duvida alguma, a hora perfeita para atacar. Duvidava, porém, que o que tinha em mente seria permitido. Violento demais, era o que sempre diziam. Observou uma figura andando entre aquelas pessoas, os pés movimentando-se rápido demais em direção à androide. Esta, por sua vez, alterou a expressão, forçando uma tristeza e deixando claro que não passava de atuação. Deixando-se ser puxada, a mão alheia apertando seu braço, Genesys segurava uma risada. Ficou parada, então, deixando que Leora a encarasse o quanto quisesse. A Champoudry, por sua vez, sorria para a filha do Chanceler morto, fingindo uma compaixão que dificilmente sentia de verdade.
—— Querida, que tipo de educação você recebeu? Seu pai, que Deus o tenha, ficaria desapontado por você estar me tratando assim. Ele pareceu gostar de mim quando conversamos, não acha? Uma pena. —— Seu tom de voz era de atuação impecável, entretanto, sua face já não fazia o mesmo. Em pouco segundos, já sabia que o lugar não tinha nenhuma câmera, mas não podia dizer o mesmo sobre escutas. Além disso, gostava demais do fato de Leora estudá-la a tanto tempo, já era hora de deixá-la ver um pouco de seu outro lado. —— Não sei do que está falando, meu bem. Deve ter bebido demais. Talvez seu tempo no manicômio não tenha sido o suficiente, está tendo novos delírios? Sabe, andei pesquisando, parece que a paranoia tende a ser terrível em momentos de estresse e traumas. Você acabou de ver seu pai cair na própria poça de sangue, eu entendo que esteja tentando ligar o crime a qualquer um. Não se preocupe, não vou contar a ninguém que está tendo alucinações.
One hand washes another || Cleo&Genesys.
O baile havia começado à poucas horas, e mesmo assim, Cleopatra já queria ir embora. Deveria se sentir privilegiada por comparecer à um evento daquele nível, de estar junto da classe alta e principalmente por estar à salvo naquela noite; Mas não era assim que a acontecia. A mulher estava angustiada desde cedo, sem saber qual o motivo para tal fato. Talvez fosse pela noite sem lei que se arrastava, ou talvez pela pontada de preocupação que lhe atingiu ao pensar nos irmãos que a muito não via e sobre o que ambos estariam fazendo naquele momento.
Cleopatra precisava manter o foco no seu trabalho ali, afinal, estava sendo paga ㅡe muito bemㅡ para proteger aqueles membros da alta sociedade de Gallica I, então quando percebeu que seu cérebro trabalhava demais, decidiu dar uma volta pelo salão. O som da orquestra inundava o lugar, que bizarramente, combinava perfeitamente com as figuras esguias que transitavam na sua frente, cada qual segurando sua própria taça de bebida. Cleopatra olhava atentamente ao redor, procurando por algum rosto desconhecido ou suspeito demais para estar ali. Ao terminar, parou os olhos num garçom bonito parado à sua frente. Segurava uma bandeja com algumas taças do famoso Elixir da atenção. Ele lhe ofereceu com um sorriso sedutor nos lábios, enquanto ela levava alguns segundos para processar as ideias que vinham rapidamente; Tudo o que ela não precisava era de outra noite sem dormir, porém aquela era uma ocasião especial. Uma taça não faria mal algum. Finalmente pegou a bebida, devolveu o sorriso em agradecimento, e virou o líquido esverdeado na boca de uma vez. Deixou a taça de volta na bandeja, absorvendo o gosto da bebida. Teria que lembrar de agradecer Hecto por isso algum dia.
De volta ao seu posto, entrou em contato com alguns companheiros, posicionados estrategicamente ao redor do palácio, por dentro e por fora. Tudo estava aparentemente calmo, embora fosse uma noite sangrenta do lado de fora, e Cleo estranhava que até aquele momento nenhum rebelde havia tentado nada contra os chancelers, todos reunidos em um só lugar e embriagados. Seus olhos voltaram à percorrer toda a extensão de pessoas à sua frente, até que o celular vibrando na cinta presa em sua coxa esquerda lhe chamou a atenção. Uma verificada rápida no visor para ver a mensagem enviada por uma amiga, que pelo teor das palavras, estava precisando muito de sua ajuda.
Exausta, Genesys sentou-se numa cadeira abandonada no fundo do salão. Seus planos iniciais eram de ficar apenas duas horas no evento da Classe Alta, mas já haviam passados muitos mais minutos do que isso. O motivo, é claro, fazia a dor pelos saltos e o desconforto pelo vestido valerem a pena. De qualquer forma, àquela altura, sabia qual era o preço que as ricas humanas pagavam por tanto dinheiro, o desconforto dos malditos sapatos, que sequer deixavam a androide andar direito, imaginava como era para quem sentia dor. Um preço baixo, considerando que, naquele exato momento, haviam mulheres que dariam tudo para ter aquela segurança, isso incluía o conforto nos pés.
Entediada de ficar sentada, depois de alguns minutos voltou a caminhar pelo grande espaço, observando as interações humanas e cada singularidade em cada ser que mantinha a respiração ali. Até então, nenhum conhecido, ninguém dos rebeldes ou de classes inferiores. Uma decepção para a Champoudry, certamente, que esperavam pelo menos algumas dúzias de conhecidos por ali. Caminhava calmamente para perto dos muros que separavam a Classe Alta dos demais e, aos poucos, podia escutar os sons do desespero. A morte, Genesys compreendia, era sinônimo de misericórdia ou de violência gratuita. Cometia os dois casos, mas sempre julgava os últimos momentos de suas vidas como misericordiosos. Em geral, apenas aqueles que julgava pessoas ruins caíam nas mãos da androide, que nunca os deixava sofrer demais, apesar de tudo. Naquele caso, porém, não havia nenhum tipo de misericórdia.
Cansada, decidiu ficar fora dos muros por alguns minutos. Não teria problemas para se proteger e, caso sujasse a roupa com sangue, tinha uma réplica guardada no carro. Checando suas facas, lâminas afiadíssimas escondidas por seu corpo, já ia para fora. Alguns seguranças tentaram impedi-la, ato inútil, a androide apenas lançava simples sorrisos e dizia que estava tudo bem, que voltava logo. Renegada, caçada, torturada por tanto tempo, tentava imaginar como seria se todos naquele lugar soubessem sua verdadeira espécie, como aquela cama de pele era falsa e como podia levantar carros com uma única mão e matar uma centena daquelas pessoas sozinha, se quisesse. Perguntava-se, ainda, se perceberiam que suas ações atuais eram frutos unicamente de uma sociedade ameaçadora, que não queria mais do que seu fim. Esses pensamentos, porém, pararam quando seus olhos começaram a acompanhar uma outra sombra fora da segurança.
「 GENESYS MAGNU CHAMPOUDRY: THE PURGE 」
PARTE UM: O BAILE.
she wasn’t someone who would stand back and watch you slay the dragon.
PARTE DOIS: O CRIME.
she would instead throw your sword away and teach you how to ride it.
「 GENESYS MAGNU CHAMPOUDRY: QUESTIONÁRIO」
||BloodyEncounter|| Genesys&Hecto
( hectolascius )
Apesar de parecer um cidadão mais que bem intencionado, a verdade era que Hecto Lascius sempre foi uma criatura fadada à violação dos direitos humanos. Criado em uma família como a sua, repleta de policiais e de um histórico de pessoas fortes e respeitáveis, era natural que, com o tempo, tenha realmente parado de dar tanto valor assim à vida de indesejáveis que habitavam toda Gallica I.
Por isso mesmo, aquela noite receberia em sua casa uma assassina de aluguel que contratava com freqüência, ele não gostava da ideia de sujar por aí. Conhecia a jovem havia alguns poucos anos e admirava sua capacidade de matança. Ela parecia muito frágil fisicamente para derrubar determinadas pessoas que Hecto havia escolhido, o que fazia com que nutrisse ainda mais respeito pela figura feminina. Primeiro requereu os serviços da moça para se livrar de pessoas que realmente o atrapalhavam. Depois, afeiçoado por ela, passou a escolher pessoas a esmo, sem que tivessem um significado real. Hecto gostava de vê-la, e a vida de um ou outro parecia inútil se comparada a essa felicidade dele.
Sentado em sua poltrona de couro preta e fumando um charuto, esquentava-se com o calor da lareira, talvez o único ponto de iluminação em toda a sua sala. O cômodo largo era feito quase que inteiramente de vidro, com janelas compridas, o que possibilitava que curiosos observassem o encontro de Hecto com sua assassina contratada. Porém, como sua mansão era localizada em uma colina de difícil acesso, ele ficava tranqüilo ante a visibilidade que os dois teriam, resumindo sua cautela à luz fraca, quase romântica.
Sua campainha tocou e a empregada foi abrir a porta. Ele permaneceu sentado, fumando.
☢ ——— Genesys nunca diria que sentia prazer realizando seu trabalho. Sequer fazia bem à sociedade, visto que um dia acreditara que violência nunca solucionaria nada. Alguns diriam que era um pensamento humano demais, mas estavam errados. Sabia que muitos androides compartilhavam de seu pensamento, uma pena que a tragédia e o caos sempre fossem associados a eles. Palavras estas, aliás, que descreveriam bem a situação atual da aparência da Champoudry. O corpo parecia implorar por uma pausa, era incapaz de se cansar, mas aos poucos era como se alguns mecanismos parassem de funcionar por uso excessivo. Não precisava de descanso ou alimentação, mas tudo parecia pedir por uma cama quente e uma xícara de café amargo. Se fosse possível, inclusive, seu rosto provavelmente estaria pálido, com as bochechas marcadas e os olhos roxos. Tudo isso fruto da realização de alguns trabalhos muito específicos, entre os quais o de Hecto.
O homem parecia uma grande incógnita, alguém por quem Genesys tinha um nível elevado de curiosidade, o que não era de seu feitio. Dificilmente conversavam muito além do necessário, apenas as perguntas da androide sobre os próximos humanos a serem mortos ou a preferência por forma de assassinato. A cada vez que recebia por seus serviços prestados a Hecto, sentia-se desafiada. Não poderia provar, mas tinha quase certeza que o homem há tempos vinha testando as capacidades físicas e mentais daquela a quem pagava tão caro por algum sangue derramado. Sempre pedia por formas específicas de assassinato para cada pessoa, mas, ao mesmo tempo, parecia ter sorteado os métodos de um jarra repleta deles. Dificilmente o que Genesys fazia tinha real significado.
Dessa vez, é claro, não seria diferente. Prova disso era o sangue escorrendo pelas costas e pernas do corpo feminino. As ordens tinham sido claras: teria que ir direto para a casa do contratante após a realização do serviço. Assim o fez. Por isso, o cabelo ainda pingava sangue, as unhas ainda tinham resquícios de pele e havia sinais de violência por todo corpo da androide. Ao tocar a campainha, esperava ser recebida por Hecto, para logo poder ir embora, mas obviamente não seria tão simples. Com o casaco cobrindo boa parte do corpo, agradeceu sorrindo a empregada que abriu a porta e imediatamente arregalou os olhos. Esta seguiu caminho oposto ao de Genesys, que recebeu a ordem de ir até onde podia se ver a luz de uma lareira.
“— Céus, como você manda a empregada abrir a porta para mim? Enlouqueceu?” Dizia enquanto entrava, ao mesmo tempo que tirava o casaco. Com o homem, não havia problemas em mostrar a sujeira, o sangue e as marcas. Era o dinheiro dele, afinal, o propósito de tudo aquilo. Deixou o casaco em local adequado e parou na frente do homem, finalmente retirando a mochila das costas. Deixou que esta caísse nos pés de Hecto e sorriu com a ironia da cena. “— Acho que é assim que gosta de seus inimigos, não é? Aos seus pés. Boa noite, Hecto Lascius, como vai? É uma noite agradável, não acha?”
◈ just a mission ▩ genesys and kalani
( kalaniyisenx )
Estaria mentindo se dissesse que não estava nem um pouco ansiosa com essa pequena missão que havia caído no seu colo e no de Genesys. Para a embaixadora era comum ir a festas, mas levar a amiga para que a mesma pudesse hackear o computador do dono da casa era um pouco demais. Colocar o nome da outra androide na lista de convidados da festa do empresário já fora complicado, teoricamente era sua acompanhante o que já atraia atenção demais para elas.
Felizmente tinham conseguido e lá estavam as duas, no são principal da mansão do empresário do qual tinham de roubar as informações. Kalani se mantinha perto de Genesys, tendo instruído para que essa fingisse estar gostando da ambientação irritante que o evento carregava. Aproveitando que um garçom passara por elas, Kal esticou ambas as mãos e pegou duas taças de champanhe, oferecendo uma destas para Gen. — Acho que o escritório fica a direita… Podemos aproveitar a hora do brinde e sair de fininho. — Disse entre um sorriso delicado, baixo o suficiente para que somente a amiga escutasse, tinha de admitir que apesar da complexidade achava que a missão daria certo, ambas eram espertas o suficiente para conseguir. — Basta continuar sorrindo e parecendo se divertir até lá.
☢ ——— Genesys não poderia dizer qual parte a deixava mais irritada. Desde sempre, avisara aos rebeldes que não faria nada que implicasse em se misturar àqueles que se beneficiavam em meio ao caos do governo de Gallica I. Entretanto, depois que sua amizade com Kalani se tornou de conhecimento geral, parecia que qualquer condição da androide sobre missões em campo tinham sido apagadas da memória alheia. Não importava o quanto se negasse, sempre acabava com um vestido desconfortável e uma taça de champanhe na mão. O vestido atual, porém, parecia incomodar mais do que o normal. Não era o tecido ou o aperto o problema, mas, sim, os olhares em cima de si. Acostumara-se àqueles olhos curiosos sempre que estava perto da androide celebridade de Gallica I, porém ainda se comparava a como Genesys se sentia nua daquela vez. Imaginava o que as pessoas estavam pensando e, novamente, pegou-se tendo inveja de Kalani, quem nunca ousaria confrontar, indiferente do assunto. Naquele momento, sabia que os demais convidados sentiam como se ambas fossem uma afronta. Não importava se eram amigas, se eram amantes, se eram androides, ninguém poderia tocar em Genesys enquanto estivesse próxima da amiga.
Aceitou a taça de bom grado, bebericando do líquido e ocupando as mãos inquietas. “— Acha que ainda vão demorar muito? Se eu tivesse músculos, eles estariam doendo de tanto sorrir.” Reclamou, mas não esboçou qualquer expressão de descontentamento enquanto o fazia, sorrindo para qualquer um que o fizesse para ela também. O tom de voz era quase nulo. Havia hackeado a casa antes e sabia a localização te cada câmera e escuta, mas ainda se sentia desconfortável por estar sendo vigiada daquela forma. “— Kal, nem mesmo os convidados reais parecem se divertir. Aliás, como você consegue se controlar nesse lugar? Eles olham para nós como se fossemos um pedaço de carne no açougue. Eu ainda vou estraçalhar a cara daquele empresário maldito.” Disse com a maior calma do mundo, mas não brincava. Seu tom era sério e, por isso, ninguém poderia duvidar de Genesys, que demoraria segundos para acabar com qualquer um ali.
ooc.
Pretende continuar matando por dinheiro para sempre?
☢ ——— Para sempre é um termo muito forte. Quero dizer, talvez, com muita sorte, eu realmente tenha um para sempre. E eu não posso dizer que pretendo continuar com essa vida em qualquer aspecto. Por mim, anônimo, eu seria uma androide famosa por grandes feitos na área da computação, estaria dando orgulho e erguendo o nome do meu criador. Eu queria sujar minhas mãos com tinta de caneta e graxa, não sangue. Mas eu não posso dizer que terei muitas opções caso nosso futuro continue como nosso presente é.
Se é tão boa com informática/computação, pode dizer quem sou eu?
☢ ——— Claro que posso, que pergunta estúpida. A questão é: será que eu devo? Porque, anônimo, eu posso rastrear praticamente qualquer computador ou celular ou qualquer equipamento que tenha um gps ou um código de identificação. Mesmo com essa porcaria desse equipamento, precisávamos de ladrões decentes no meio dos rebeldes, sinceramente. Então, respondendo sua pergunta: posso dizer, só prefiro não fazê-lo pelo seu bem e o meu. Mas, anônimo, eu tomaria cuidado com o antivírus que você usa, é vergonhosamente ruim.
Já pensou como seria a vida se fosse humana?
☢ ——— O que? Se eu já pensei em como seria a vida sem a perseguição e sem ver meus semelhantes serem postos para lutar ou serem simplesmente mortos? Não tenho certeza, anônimo, mas creio que isso passa pela minha cabeça pelo menos cinco vezes... Por hora. Você deve imaginar que isso deve ser um inferno, não é? Bom, é pior. De qualquer forma, sabe qual seria a primeira coisa da qual eu me orgulharia se fosse humana? Do código no meu pescoço ser meu, ser eu. Ainda continuaria uma forma terrível de opressão, é claro, mas eu não teria medo daqueles números me causarem a morte, sabe? Consegue imaginar a sensação?
where’s my oscar for acting like i’m not falling apart
She was destruction given form and purpose. Hers was an elegant savagery.
Rachel Vincent, Menagerie (via barecontact)
Are we really gonna do this again?
You were wild once. Don’t let them tame you.
Isadora Duncan