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@hakkunie
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peppermint cappuccino— what’s your favorite genre of movie, tv show, or video game and why?
Eu realmente gosto de terror psicológico e documentários. Não sei por que, mas sempre achei muito mais interessante e estimulante desde quando era mais novo. Além de, ao menos na minha opinião, apesar de outros tipos de mídia acrescentarem muito à nossa vivência e repertório de informações, documentários serem uma fonte incrível de conhecimento, independente do tema.
not your cute assistant but REAL CEO!
I've always liked to play with fire.
Pode ser qualquer uma!
buff namjoon — for @nomseok (cr. outroher)
gcn-tteok:
Os lábios de Tteokguk se entreabriram num pequeno “o” de desapontamento. Como ele, uma pessoa que fazia chocolates, não conhecia obra de tamanha magnitude como aquela? Quando o espanto passou, veio o acolhimento vibrando em seus olhos e um sorrisinho paciente, como se pudesse passar toda aquela tarde contando para ele sobre o que mais lhe encantava na versão dos anos 1970 de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”. ❛ É a letra de uma das minhas músicas favoritas do primeiro filme do Willy Wonka. Sou um pouco nerd quando se fala em filmes antigos. Gosto muito deles ❜ confidenciou ao rapaz, ainda que não o conhecesse tanto assim. ❛ Bem, eu discordo de você. Sonhos podem virar realidade. Desde que você não faça como Ícaro e voe alto demais. Acho que tem até uma frase daquelas motivacionais nesse sentido… ❜ soltou uma pequena risada, sem graça tanto por discordar dele, quanto por não conseguir lembrar o diabo da frase que queria dizer a ele (e ela estava na pontinha de sua língua). Apesar de não ter um sonho específico, Tteok sabia a importância que eles traziam na vida das pessoas. Sentia inveja daqueles que conseguiam desabrochar aquela parte de si e queria um dia poder ter um sonho digno de filmes de Hollywood, onde o mocinho, mocinha ou mocinhe corria atrás incessantemente daquele desejo tão primordial. ❛ Mas não se intimide. Pode vomitar mais divagações. Eu adoro conversar. Não sei se sou a melhor pessoa pra isso, mas é algo que faço até quando estou sozinho, com a minha própria companhia. Confesso a você que não fiquei tão assustado assim com o que aconteceu por aqui desde que eu cheguei, apesar de situações um tanto que… estranhas de vez em quando. ❜ olhou para os lados, como se tivesse um certo receio em ter falado aquilo, mas logo continuou, como se nada houvesse acontecido. ❛ Eu vim aqui atrás de um presente para uma amiga minha. Ela está no hospital e eu queria dar a ela algo que trouxesse conforto para sua pobre barriguinha decepcionada com a comida de lá. ❜
Hakkun soltou um baixo e contemplativo "oh~", finalmente entendendo do que se tratava. Então, apenas encolheu seus ombros. —Quase não assisto filmes... Mas já assisti a versão mais recente. A antiga nunca chegou a entrar no meu radar. Mas é um interesse legal esse que você tem.— Explicou-se, tomando o cuidado de não criticar negativamente os hobbies e paixões do rapaz que acabara de conhecer.
Com um sorriso, considerou as palavras de Tteok. —É possível atingir objetivos alcançáveis, sim. Eu atingi os meus. Mas é o que disse antes: todo o prospecto do uso da palavra "sonho" remete a algo fantástico sem muitas chances de acontecer.— Parcialmente concordou, não se atentando muito à citação de auto-ajuda esquecida.
—Eu também falo muito. Às vezes, como foi o caso de agora a pouco, nem quero chegar a lugar algum. Só estimular as pessoas a pensarem, assim como entender como elas reagem a determinados assuntos.— Explicou com um sorrisinho que significava que o recém chegado havia caído em sua conversa fiada. —Já é um morador de Gaecheon, então. Deve estar no seu DNA. O nível de esquisitice por aqui ultrapassa todos os limites. Não se assustar sendo de fora daqui é admirável.
Ouviu com atenção a solicitação do rapaz e inclinou-se sobre o balcão, apoiando o queixo na mão e apontando descontraído para grandes e coloridas tortas que se encontravam no display de vidro abaixo de si. —Você pode tentar levar uma fatia de torta de boa sorte para ela se recuperar bem.— Disse, erguendo o indicador na direção do doce com cobertura e confeitos de um verde vivo que lembrava grama. —Ou pode tentar uma torta de apreço, para ela sentir o quanto você gosta dela e quer que ela saia firme e forte do hospital.— Ofereceu, indicando um bolo menos chamativo com cobertura em amarelo pastel que estava mais abaixo. Então, seus olhos se iluminaram e ele continuou animadamente, cutucando o vidro na parte onde uma torta de chocolate enfeitada em azul e com pequenos corações achocolatados se encontrava: —E, se ela for mais do que apenas uma amiga para você, podemos sempre tentar uma torta de amor tranquilo. Para dar sorte e paz ao futuro casal.— Concluiu docemente, antes de torcer um pouco o nariz e acrescentar em um tom mas baixo: —Mas essa aqui seria melhor você checar se ela é alérgica a nozes antes. Nunca se sabe.
gcn-alice·:
— mas aí é você que tem que dizer! seus chocolates são feitos pra qual tipo de sonho? os do nosso subconsciente, ou os que são desejos? ou pra qualquer um dos dois, e aí cabe ao consumidor mentalizar o que quer? é a sua proposta!
—Na realidade, o que eu gosto mesmo é de fazer meus clientes ficarem nervosos com o incerto. A adrenalina e o receio fazem parte do meu marketing.— Afirmou com um sorriso enorme no rosto, encolhendo os ombros. —Mas e você? O que faz?
━━ Eu sinto muito! ━━ Disse mais uma vez, buscando pelo olhar do outro no espelho. O que significava ter que erguer-se na ponta dos pés para que pudesse sobrepor a altura do ombro do outro, graças a diferença de altura entre os dois. Já tinha se desculpado anteriormente e provavelmente o faria de novo em algum momento. ━━ Não deveria pedido que carregasse aquelas sacolas para mim. ━━ Lamentou, referindo-se ao fato de ter pedido ajuda com umas compras que fizera para casa. Não tinha certeza absoluta que aquela havia sido a causa do acidente, mas não conseguia deixar de pensar que talvez as sacolas estivessem pesadas demais e que aquilo podia, ao menos, ter contribuído.
Por mais estranha que a cena pudesse parecer para qualquer um que adentrasse o banheiro do bar naquele momento, a única preocupação do loiro era manter aquele chumaço de papel higiênico úmido pressionado contra o ferimento nas costas do mais velho, que ainda estava sangrando. Pelo susto de ver sangue manchando a blusa alheia, arrastá-lo para o primeiro lugar que sabia que tinha um banheiro fora um ato quase automático. ━━ Tem que limpar com água e sabão… ━━ Disse, puxando na memória as vezes em que sua avó lavara seus machucados e o quanto aquilo ardera. Era um mal necessário, no fim das contas. ━━ Tira a blusa e vira para cá, vou fazer isso para você. ━━ Não havia firmeza alguma em suas palavras. Gaeun não era a pessoa mais indicada para cuidar de ferimentos, mas estava sentindo-se pessoalmente responsável e precisava fazer alguma coisa.
@gcn-hakkun
—Não tem problema, você tem que manter a calma.— Tentou apaziguá-lo com seu tom baixo e controlado, não sentindo mais do que um ardor no lugar onde seus pontos se abriram. O incômodo maior, se fosse sincero, estava no fato de que sua camisa de tecido branco estava completamente encharcada de sangue na parte de trás. —Não foi sua culpa. Eu simplesmente me esqueci do corte.— Tentou explicar, mas parecia que nada que dissesse iria aplacar as preocupações de Gaeun. Então apenas suspirou e deixou que ele tentasse encontrar soluções sozinho quando a única possível era estancar o sangue e voltar ao hospital para novamente fechar o ferimento.
Ainda assim, não segurou sua risada quando o menor finalmente revelou sua ideia genial para lidar com a enorme ferida que uma barra pontiaguda de ferro havia feito na pele de Cho quando se afundou em meio aos escombros de uma velha casa que não aguentou a enchente. Jurava ter ouvido os gritos de uma criança, mas tudo que conseguiu foi um afastamento das buscas e a desconfortável tarefa de tentar trocar seus curativos sozinho.
—Olha, eu adoraria tirar minha blusa pra você qualquer dia, mas realmente acho que a última coisa que vai funcionar pra estancar essa quantidade toda de sangue que eu estou sentindo correr minhas costas abaixo é água e sabão.— Tentou descontrair para distrair o rapaz, pois neste ponto estava preocupado que ambos fossem acabar precisando e uma ambulância.
ᴛʜᴇ ʙᴇɢɪɴɴɪɴɢ
Os ruídos produzidos pelo salto de agulha tamanho 17 aproximavam-se da área de entrada do Motel. Os olhos de Soojin estavam marejados. Se enganam aqueles que pensam que era de tristeza, devido a noite anterior intensa. Os olhos expressavam felicidade e as lágrimas que logo começaram a escorrer por sua face marcavam o tão esperado momento. Começaria do zero, juntamente a nova direção do local.
Tirou da bolsa de marca um caderninho e uma caneta envolta por pedras em cor prata e rosa e começou a escrever suas idéias para repaginar a sua nova faceta. - Não é por acaso que as coisas acontecem, até mesmo um desastre natural pode ser uma divindade concedida pelos deuses - Seu sorriso era sincero.
A gerente então começou a olhar para os lados, procurando como faria uma entrada discreta para o ninho de pombinhos empolgados e logo voltava a escrever e rabiscar. - Certo, isto deve servir. Você é realmente ótima no que faz. - Sua mente trabalhava tão freneticamente que se tivesse mais verba provavelmente faria motéis tão bem elaborados que superaria até mesmo o hotel mais caro do mundo.
Em um dado momento, ao ajeitar seu cabelo para trás, virou-se e seu queixo praticamente foi ao chão. Que visão era aquela? Ran ajeitou os seios discretamente, de forma que valorizassem o vestido aveludado em decote V e encarou sedutoramente a pessoa que ali estava.
Com olhos atentos, Hakkun observava o movimento da rua de onde estava sentado comendo um lamen na área externa de uma loja de conveniências pela qual sempre passava em seu caminho para casa. Havia decidido que não iria cozinhar hoje, considerando que o cansaço do trabalho pesava seus ombros e o fazia desejar nada além de um colchão macio para estirar suas costas. Entre um gole e outro de refrigerante, no entanto, notou uma breve movimentação à frente do que costumava ser o "love hotel" mais conhecido da cidade. Achava graça nas histórias polêmicas envolvendo infidelidade e outros escândalos sexuais que passaram por ali. Gaecheon era uma cidade pequena como qualquer outra que fazia de qualquer acontecimento um evento. Terminou seu jantar nada saudável e, após descartar a embalagem do alimento instantâneo, aproximou-se para observar a mulher que se movia com agitação à frente do que até o início do mês se tratava do Bingo Motel. De tempos em tempos, levantava os resquícios da bebida aos lábios, sem pressa de acabar. Concluiu que talvez a estranha fosse a nova dona do espaço, considerando a Revitalização recentemente imposta pela prefeitura. Enfiou a mão livre no bolso e se demorou ali por algum tempo, também observando o que restou da estrutura até que aqueles olhos atraíssem de volta sua atenção. Sorriu com sua treinada gentileza habitual e inclinou o rosto um pouco para o lado, não fazendo questão de se aproximar mais. —Grandes planos?
Should I slit your throat, so you stop thinking?
gcn-gaeun:
━━ É claro que não. ━━ Respondeu por entre uma risada breve, depois de prestar toda a atenção possível na análise alheia simplesmente porque vira-se bastante entretido com aquela linha de pensamento. ━━ Quem é que para pra pensar nesse tipo de coisa? ━━ Completou, erguendo os olhos para o outro. ━━ Porém, imaginando que você ou seus chocolates tenham o dom de conceder desejos, acho que não precisa se preocupar com a diferença entre um conjunto de imagens formadas pelo subconsciente ou desejo… ━━ Começou a ponderar, permitindo que os olhos vagassem para um ponto mais a frente. ━━ Porque existe uma diferença entre palavras jogadas ao vento e palavras usadas para reforçar um pensamento, canalizar uma força interna. Particularmente, acho que essa é a diferença entre o sonho que temos ao dormir e o sonho como querer, nesse caso.
—Eu paro! Não é minha culpa se você não faz questão de parar para pensar em significados e na etimologia das palavras.— Resmungou, meio irritado. —Mas a questão é que, partindo do preceito de que os encantamentos dos meus chocolates funcionam, eles são feitos para serem uma solução rápida, de efeito breve, que podem ou não influenciar no resto da sua vida dentro daquele assunto. Se você quer amor, eles fazem alguém se apaixonar brevemente por você, mas você que tem que trabalhar para manter aquela pessoa do seu lado. Se você quer sucesso profissional, ele te dá boa sorte e confiança para ter um ótimo dia no trabalho, ou se dar bem em uma entrevista. Agora, se você quer que seu sonho se realize...— Suspirou, negando com a cabeça. —É muito mais complicado para um encantamento leve encontrar o rumo para aquelas palavras. Mesmo que tenha a questão de por muita energia e concentração num significado específico. Eu posso ter um pesadelo terrível o bastante para as imagens e o incômodo dele ficarem na minha cabeça o resto do dia, de forma que, inconscientemente, eu vou estar completamente focado nele. Por outro lado, na questão de sonho como objetivo, mesmo que você acredite que uma coisa é o que você mais quer na vida, pode estar errado, e descobrir que aquilo nunca foi o que você quis, mas o que as pessoas queriam para você, por exemplo. E, mesmo assim, você terá colocado toda sua energia e fé em algo que apenas foi convencido de que devia desejar.
gcn-tteok:
❛ Mas… Se o confeiteiro faz pois trabalha com amor e faz o mundo ter sabor, realizar sonhos seria fichinha, não? ❜ Tteok fez de tudo para dizer aquilo com o máximo de seriedade o possível. Sua expressão logo se desmanchou em risadas, ao pensar na referência boba que tinha feito a um de seus filmes favoritos. ❛ Desculpe, eu precisei fazer essa piada. Agora, voltando ao assunto, acho que os sonhos são tão… encarados com essa dimensão, sei lá… mitológica? E isso faz com que a gente fique querendo trazer eles para a realidade. Eles refletem nossos desejos né? Aquele carinha lá com nome estranho falava isso. Mas, entendo o que você quis dizer e realmente é uma associação meio doida… não sei.❜
Hakkun apenas encarou o rapaz de forma confusa, não entendo a graça ou a referência. —Não se desculpe. Acho que vou soar como um chato agora, mas não faço ideia do que está falando.— Respondeu, rindo um pouco da situação e da falha de comunicação entre os dois. Então, apoiou o queixo na mão e projetou os lábios, ouvindo a opinião do mais novo com atenção. —Realmente, quando você pensa pelo lado de que as pessoas usam a palavra pra representar algo que elas querem que se torne realidade, até que faz sentido. Mas o que me incomoda é que não se torna. E isso faz com que todo o conceito de sonho soe meio melancólico na minha visão.— Explicou, erguendo os ombros como quem dissesse “Aquilo que não tem remédio, remediado está”. Ou seja, poderiam discutir aquele assunto por horas, mas não chegariam a uma conclusão concreta, por se tratar de algo muito subjetivo. —Perdão... Você estava me dizendo que chegou a pouco na cidade quando vomitei minhas divagações em você, não era? Está por aqui a quanto tempo? Precisa de ajuda com algo? Você chegou em um momento complicado para Gaecheon... Deve ter sido uma mudança estressante neste quesito.
elemental witch: fire
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I am a sᴏʟᴅɪᴇʀ, I won’t surrender faith is like a 𝓯𝓲𝓻𝓮 that n e v e r burns to embers
⸻ 𝗧𝗔𝗚𝗦;;
—Já parou para pensar que as pessoas soltam a palavra "sonho" para todos os lados, mas nunca param para pensar no outro significado da palavra? Por exemplo, me chega um garoto lá na minha chocolateria e diz que quer um chocolate que o ajude a realizar o sonho dele. É extremamente vago, não? E se naquela noite em que ele comer o chocolate ele sonhar que está se afogando, ou que perdeu tudo? Querendo ou não ainda é um sonho, e o chocolate vai dar isso pra ele. Por outro lado, a pessoa falar que uma coisa que quer muito é um sonho, deixa intrínseco que aquilo muito provavelmente não vai se realizar. São poucos os que têm o dom de prever acontecimentos através de sonhos.— Comenta, pensativo, traçando o próprio queixo com os dedos, quase se esquecendo de que não está sozinho. Então, dá uma pequena risada. —Eu sei que eu soei como o próprio gênio da lâmpada agora, mas são coisas a se pensar.