“A damaged soul and a genius mind won’t let the body sleep.”
— Hedonist Poet (via hedonistpoet)
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@halchemist-blog1
“A damaged soul and a genius mind won’t let the body sleep.”
— Hedonist Poet (via hedonistpoet)
It’s a boy!
@detsimmons @abouthatjazz @drsimmons @smmnslrena
TASK 001: GETTING TO KNOW YOU.
Olá, HALCYON “HAL” ACHTERBERG. Estamos muito felizes em saber que você faz parte do esquadrão do nosso batalhão, especialmente no cargo de TÉCNICO DE EVIDÊNCIAS FORENSE, que é muito importante para todos. Essa entrevista é algo rápido, apenas para que eu possa me manter conectado a todos e sem parecer um chefe dissimulado. Vamos às perguntas, ainda tem uma fila de colegas para serem questionados.
O Achterberg assentiu, entrelaçando os dedos das duas mãos e apoiando-as sobre seu colo. Depois de dez anos, já estava acostumado a responder perguntas sobre si; bem como o nível de sinceridade das respostas. “Sure, boss. Hit me.”
xrisdou:
A parte mais legal de ser fotógrafo forense era a privacidade em seu trabalho, na verdade, em tese era assim. Tirando o fato de ter outros que faziam exatamente o mesmo que ele, que nem sempre estava sozinho quando precisava fazer as revelações e a catalogação, mas sempre colocava música, fumava o seu cigarro e fazia do seu jeitinho, mesmo que isso incomodasse os outros, e no caso, se incomodava menos ainda quando essa pessoa era @halchemist, porque não interessava mesmo. Aquele idiota lhe irritava com a mania de competição, de querer ser melhor do que o próprio Christopher em tudo o que fazia. Isso era irritante. Mas nada o impedia de dançar enquanto analisava e separava as fotos, cantando junto com o vocalista daquela banda, esperando que ninguém lhe incomodasse na melhor parte do seu trabalho.
Hal revirou os olhos, provavelmente, pela décima vez na última hora. Geralmente não se importava com o modo que as pessoas ao seu redor trabalhavam, desde que o trabalho fosse feito. Mas, aquilo, ou melhor, Christopher, não só o estava tirando do sério, mas também estava fazendo com que tudo demorasse mais. E uma cena de crime como aquela deveria ser rápida. “Can you get moving, buddy?” Questionou, o sarcasmo explícito na voz. Infelizmente, foi um desperdício, já que com a música alta adicionada ao fato do outro estar cantando, fez com que o Achterberg não fosse ouvido. Suspirou, ponderando se seria melhor ou pior que Scott fosse o fotógrafo chamado para aquela cena. Melhor, definitivamente melhor. “Hey! You’re slowing me down and I need to get this done. Desliga essa merda.”
sullivanpat:
Cassidy orgulhava-se de ter maturidade o suficiente para admitir quando estava errado ou quando a situação saía de seu controle. Nos últimos dias vinha fazendo muito os dois. Portanto, jogar a toalha e pedir ajuda era a decisão certa, não? Pelo menos achava isso até desperdiçar uma hora preciosa de seu dia com um terapeuta que não fez nada mais do que reafirmar o óbvio: se continuasse daquele jeito, não apenas seu casamento ia afundar, mas a carreira também. O resto do dia foi gasto dentro do distrito. Sem a arma, não havia como sair desprotegido para fazer algo; para não mencionar os dois policiais que estavam encabidos de lhe seguir por ordens do capitão. Odiava o fato do homem lhe conhecer tão bem que sabia que estar sem arma não iria pará-lo. Aquele péssimo dia só podia acabar de um jeito então: bebendo. Ainda mais que no dia seguinte era a sua tão esperada folga. Sentado em um bar perto de casa, o loiro já tinha tomado pelo menos uns quatro shots de vodka e estava começando a relaxar. Foi por isso que quando a presença conhecida apareceu em seu lado, o mesmo não se importou em espantá-lo como teria feito na delegacia. Possuíam um acordo não dito, em bares a companhia era tolerada, no trabalho? Não. “ — Peter! Traga uma dessas para meu amigo, por favor. E outra para mim.” e dizendo isso, drenou o líquido transparente em um gole. Opa, cinco.
Era, no mínimo, irônico, que depois de resgatar um pai alcoólatra de uma esquina qualquer, Halcyon estivesse indo encher a cara. Mas o que podia fazer, a não ser brindar a esse fato? Um (ou mais) drinque era a coisa que mais queria no momento, e não ficou surpreso ao pegar-se dirigindo até o bar que costumava ir. Em outros tempos, Hal hesitaria em sentar ao lado do tenente, mas nada como uma bebedeira para acabar com todo e qualquer tipo de limite existente. Pelo menos ali, no bar. Arqueou as sobrancelhas enquanto sentava-se ao lado do Sullivan. “Are you paying?” Indagou, analisando discretamente a figura do outro. Estava surpreso em vê-lo no bar em um dia de semana, e tão tarde da noite, porém os sinais haviam sido mostrados. O ar ao redor dele parecia mais pesado durante o dia na delegacia. Logo tirou esse pensamento da mente; tinham um acordo: sem falar de trabalho. Ou melhor, manter a conversa em um patamar mínimo. Exceto quando Patrick estava muito bêbado. Nesse caso, o loiro conseguia falar e falar por horas e horas. Assim que as duas bebidas chegaram, o Achterberg pegou os dois copos e bebeu o conteúdo de ambos. “C’mon, você já bebeu mais do que eu.” Defendeu-se, já prevendo o protesto do outro. A careta que veio a seguir foi inevitável. “Que merda você misturou nisso aqui?”
ncbmr:
“Oh, ainda bem que você apareceu.” Comemorou de uma forma quase que discreta se não fosse sua expressão de alívio em ver a outra pessoa ali. “Você, uh, você poderia me ajudar com essa fita adesiva enrolada em mim?” Pediu visivelmente constrangido por precisar daquilo. Havia sido enrolado com seus braços juntos ao corpo com uma daquelas silver tapes. “Sério, é uma longa história. Não sei se realmente vale o seu tempo para isso. Vamos pular esta parte e irmos direto para a parte em que você me tira daqui, uh?”
A primeira ação de Halcyon foi rir. A segunda foi pescar o celular do bolso e tirar várias fotos da situação do melhor amigo. E foi enquanto olhava o resultado das fotos, que o homem balançou a cabeça em negação, um resquício do riso ainda em sua expressão, e esquadrinhou o ambiente, a procura de algo que pudesse ajudar. “Mas você é um otário mesmo, Boomer. Não ‘tô vendo nenhuma tesoura ou objeto cortante por aqui, cara. E não quero nem ouvir sua explicação, só sei que vou ter que puxar isso aí na marra e, de quebra, te dar uma depilação completa.”
samjxnkins:
❝ ━ Probably. ❞ Concordou em seco, suas feições não eram muito amigáveis naquele momento, talvez fosse a tensão da situação ou o tom usado pelo outro, deixando-lhe um tanto quanto na defensiva. Tinha noção do tamanho do problema, é óbvio, mas também não era como se tivesse o poder para resolver alguma coisa e Halcyon estava sendo consideravelmente agressivo, certamente tão reação seria mais útil se fosse direcionada a quem cometeu o erro ou a um superior capaz de tomar providências. ❝ ━ Eu não sei, man. Take it easy, it’s not my fault. ❞
“I know it’s not your fault. Eu só achei que estaria bravo, afinal foi a evidência que você coletou. E que demorou muito, também.” Lembrou-lhe, os braços cruzados. “E você mesmo estava falando outro dia que esse cara está trazendo problemas desde que foi contratado. Eu te ouvi, então sem essa de se fazer de sonso agora, Jenkins. It’s not the time.” Acrescentou, a voz decidida. A tentativa de tranquilizar o outro acabou se transformando quase em uma intimação, era verdade. “Então, o que diz?”
mattxfost:
Matthew precisava fazer relatórios e essas coisas, sempre escolhia a parte do refeitório que era, em tese, o lugar menos barulhento daquele departamento. Na verdade, não era como se estivesse em um self service, havia uma mesa, uma máquina de café, algumas máquinas com porcarias para comer e aquele cara, os olhos claros de Matthew acompanhava o surto de raiva dele. “ Não fui eu que etiquetei tudo errado, baby boy. Relaxa. ” Disse enquanto digitava em seu notebook mais informações que deveria colocar em seu relatório, só pra não perder a linha de raciocínio, mas voltou a dar atenção ao homem quando conseguiu uma boa argumentação. “ Você sabe que o ser humano está fadado a erros, não sabe? Eu entendo a sua raiva, mas tenta respirar fundo e relaxar um pouco, pra não fazer besteira. ”
Halcyon realmente ouviu (ou tentou ouvir) as palavras do amigo, sentando-se na cadeira logo a frente do Foster. “Eu vou ter um colapso nervoso até o fim do dia, I’m telling you. Você quer o meu histórico médico agora pra poder falar para os médicos depois?” Conseguiu brincar, revirando os olhos rapidamente. “Bom, pelo menos posso garantir que eu não sou a pessoa fazendo besteira aqui. Eu sou a pessoa consertando a merda, pra variar. Fuck, que merda. Espero que ele pegue uma bela de uma suspensão.” Comentou, encerrando o assunto. “Hey, tell me. O quanto de La Casa de Papel é mesmo real? Porque achei aquela Raquel meio fraca.”
detsimmons:
Lindsay estava um tanto quanto surpresa por chegar cedo no prédio e todos já estarem lá, inclusive aqueles que vivem atrasados. “Estou perdendo alguma coisa?” Comentou mais para si mesma do que para as pessoas que passavam ao seu lado, foi quando notou uma caixa branca com um laço amarelo em cima de sua mesa. Sua primeira reação foi recuar e tentar escutar se vinha algum barulho de dentro, mas se tratando de algo tão visível, com certeza algum de seus colegas já teria identificado o que era… E ela concluiu isso quando viu o laço colado de modo muito mal feito à embalagem que, agora vendo de perto, já havia sido aberta. “Sério?” Revirou os olhos mas por fim abriu devagar, fazendo um leve som de surpresa ao perceber que eram simples donuts, e os seus favoritos, todos em uma caixa. “Mas quem colocou isso aqui?” Novamente falava sozinha aparentemente, procurou por um cartão mas não encontrou nada, então apenas olhou em volta procurando algo suspeito e sentou-se, finalmente relaxando um pouco. “Minha mesa está uma bagunça, tenho certeza de que quem deixou isso aqui foi o culpado, nunca que eu deixaria os relatórios de entrada misturados com os de saída!” Reclamou com o ar enquanto bagunçava seu coque de tal forma que seus cabelos ondulados se soltaram facilmente, a fazendo suspirar.
Hal estava saindo da sala do capitão quando avistou Lindsay entrando no prédio. Seguiu-a com o olhar até encontrar, quase ao mesmo tempo que a própria morena, a caixa branca que ocupava sua mesa. E, mesmo considerando o assunto pesado que discutira com o capitão há poucos minutos, Hal sorriu de canto, porque sabia do que se tratava. Era um cúmplice do que se tratava, afinal. O único lado ruim: ele absolutamente não tinha pensado direito na quantidade de coisas que poderiam dar errado. Quer dizer, eles estavam em uma delegacia, Lindsay era uma detetive e a caixa estava simplesmente ali, esperando por ela. Xingou baixo ao perceber que, por poucos segundos, ela pensou a mesma coisa. Correu para percorrer a distância entre onde estava e a Simmons, quase deixando cair a pasta que carregava. “Eu posso explicar.” Defendeu-se, já que estava perto o suficiente para ter ouvido a reclamação da morena. “Foi o Will, foi ideia dele. Ele nos fez sair mais cedo de casa, me fez dirigir até o exato lugar para comprar os exatos donuts e entregá-los para você.” Explicou, usando a mão livre para abrir totalmente a caixa. “E eu ia entregá-los diretamente a você quando chegasse, mas alguém fez merda com uma evidência e quase arruinou tudo e...” Interrompeu-se, suspirando e balançando a cabeça, em um claro gesto de que devia deixar aquilo para lá. “Eu tive que resolver, então só deixei aqui. Sorry, I know what your immediate thoughts were, trust me.” Terminou, oferecendo-lhe um sorriso constrangido. Colocou a mão em um dos bolsos da jaqueta, ponderando se deveria ou não falar sobre... Bom, the elephant in the room. “Will disse que você parecia chateada ontem depois da escola, por isso quis fazer isso. Aconteceu alguma coisa?”
mwrgot:
O susto foi inevitável quando ouviu a voz estrondosa carregada de xingamentos e indignação. Margot quase pulara da cadeira enquanto se voltava para a direção de onde toda aquela gritaria vinha. Sua testa franziu-se enquanto a expressão tornava-se um tanto irritada, se perguntando no quê aquilo acrescentaria ou resolveria todo o caos em que ele se encontrava. “What the fuck is wrong with you?” semicerrou os olhos enquanto o encarava, erguendo uma das mãos em um gesto que parecia enfatizar a sua dúvida. “Uau, que erro inédito. Até parece que nunca aconteceu por aqui. Agora que você já achou e consertou, ainda precisa ficar surtado?“ perguntou com determinado deboche na voz. “É, mas não está.”
“Margot, não começa, por favor. Por que é que ninguém entende que isso pode ser um problema no futuro? Ninguém aqui pensa?” Reclamou, suspirando e jogando o corpo no sofá que havia perto dela. Era realmente estranho que Halcyon estivesse distribuindo ofensas a torto e a direito; talvez ele só precisasse extravasar e muito provavelmente seu primeiro instinto fora procurar Margot. “Eu não preciso ficar surtado, eu quero ficar surtado. É diferente. E agora eu tenho um puta de um motivo. Puta merda, eu preciso chutar alguma coisa.”
vxncxnxw:
“Watch your tone!” A advogada avisou de maneira um pouco mais dura que o normal, não gostava de pessoas aumentando o tom consigo visto que raramente fazia isso com terceiros, logo tratara de estabelecer um limite. Arrumando o próprio blazer ela encarava o outro, nem mesmo fazendo esforço para esconder seu incômodo diante de tal. “Se você não se acalmar, vou garantir que você ganhe uma bela de uma suspensão. Resmungar não vai resolver o problema, me apresente uma solução.” Acrescentou incisiva, não queria começar uma briga ali, mas aquele tipo de comportamento sempre a tirava do eixo. “Ele errou da mesma forma que você poderia, vai sofrer as consequências, mas não será berrando que vamos resolver as coisas aqui.”
Hal cruzou os braços e mordeu o lábio inferior com força, incerto se o fazia para controlar a raiva ou se, talvez, o objetivo fosse se segurar para não beijá-la ali mesmo. De qualquer maneira, deixou a última possibilidade se desmanchar ao ser lembrado da situação em que estava, de como aquilo era mais sério. “Uma solução? Eu vim aqui procurar por uma solução, Page!” Retrucou. Afastou-se da mesa da mulher, virando de costas e passando uma das mãos pelos fios de cabelo que já não estavam tão perfeitamente arrumados. Tomou alguns instantes para retomar a compostura; não chegaria a lugar algum se continuassem parecendo uma mãe brigando com o filho adolescente. “Ele vai precisar de um advogado, porque vou reportá-lo para os capitães. Não é a primeira vez que ele erra uma coisa simples que poderia arruinar uma investigação importante. Acho que ele é um espião.”
smmnslrena:
Os ombros de Lorena foram encolhidos enquanto a morena dava um passo para trás, ela odiava ter que aguentar gritos que claramente não eram direcionados a ela, claro odiava ainda mais aqueles que eram direcionados a sua pessoa, porém nos dois casos a situação causava desconforto na Simmons. ❝ — E-Eu… — ❞ Ela odiava que sua voz parecia tão pequena e que estivesse gaguejando, não havia motivos para temer Halcyon, e ainda sim ela se sentia levemente assustada pela reação alheia. ❝ — O importante é que eu vi antes e concertei, certo? Rookie mistake, acredito que não vai acontecer novamente, ele aprendeu a lição…Você está bem? Quer água? — ❞
O foco de Halcyon mudou completamente ao perceber o que havia causado na mais nova. Precisava se acalmar; por bem ou por mal, pelo menos durante o expediente. Inspirou profundamente, colocando ambas as mãos nos bolsos, para esconder o fato de que tremiam, tamanho o esforço que fazia para não explodir ali mesmo. “Sorry.” Murmurou e engoliu em seco. “I’m good, I’m sorry. Era meu trabalho ter consertado essa merda, mas obrigado. Por deixar o Will na escola hoje também.” Complementou, a voz já mais calma. “Eu só... Não sei, foram meses de trabalho. O pensamento de ter tudo arruinado me deixou um pouco... Off, I guess.”
lucblythe:
Eu não sei porquê as pessoas não me levam a sério como policial, sabe? Uma vez me perguntaram onde era a festa fantasia, outra vez tinham certeza absoluta que eu era o stripper contratado para a despedida de solteiro… Seria esse um sinal para abandonar essa carreira e finalmente me render ao entretenimento? Eu tô chegando nos trinta e cinco, mas estou bem conservado.
“Because you’re too good looking for a cop, dammit. As pessoas sempre pensam que policiais muito bonitos são strippers, e elas não estão erradas. Você é só mais um que é parte disso e, honestamente, acho que deveria tirar proveito. Talvez convencer alguém a se entregar usando seu corpo? Who knows? You might get a promotion if it works out.”
estrelakdent:
Como cadente, Calliu tinha uma certa liberdade para atuar em cada área do distrito. O rapaz andava tendo um interesse na área mais tecnológica do lugar, já passara alguns dias observando e ajudando o pessoal da inteligência, já saiu com os fotógrafos… E agora restava os técnicos forenses. Mas bem, aquele não era um bom dia. O rapaz estava sentado em uma das mesas, um pacote de salgadinhos em mãos e a expressão alarmada no rosto ao ouvir o homem gritar. “ — Não fui eu, okay?” fez questão de apontar. Todo erro com provas, no Bronx, as pessoas colocavam em suas costas depois do que aconteceu com seu pai. Tornou-se um hábito, um reflexo defender-se. “ — Esse… cara deveria ter olhado de novo e de novo. Todo mundo sabe disso.”
Virou-se subitamente ao ouvir a voz do garoto, levemente impressionado. A postura mudou quase que imediatamente, para algo mais cauteloso. Encarou o outro técnico que estava mais próximo de si e este deu de ombros, como se dissesse ‘cadetes’ e deixasse toda a situação nas mãos de Hal. ”Sabemos que não foi você, cadete.” Respondeu, o tom tranquilizador que normalmente era reservado para seu filho, apenas. “Deveria, sim. Esse... cara, bom, ele já fez merda várias vezes. Honestamente, não sei o que ele ainda está fazendo aqui. Talvez ele possa aproveitar que vamos ensinar isso a você mais tarde e aparecer para a aula também. You know, to kick his memory.”
cappdan:
Por mais que o moreno não tirasse a razão do outro de estar bravo, era como se Hal estivesse de fato tendo um episódio de surto nervoso bem na sua frente. Era visível que haviam outras coisas o incomodando, claramente visível pela forma como parecia estar surtando em nervosismo, mas Daniel não iria trazer isso à tona naquele momento, ele tinha um problema em mãos. “Halk, eu estou a trinta centímetros de você, realmente não precisa gritar tanto. Eu consigo te ouvir muito bem daqui.” Daniel assentiu. “Como eu disse, eu conversei com ele, fui claro na advertência que eu dei, fui claro que eu vou ter que reportar isso pra que todas as provas que passem pela mão dele sejam revisadas, mas… ele também disse que você tinha o hábito de pegar no pé dele sempre quando ele está tentando trabalhar… algo que queira comentar sobre isso?”
“Peço desculpas, capitão.” Disse, automaticamente. Não eram as desculpas mais sinceras do mundo, mas eram o melhor que Halcyon conseguia fazer no momento. “Preciso dizer isso, senhor, mas acho que não foi claro o suficiente. Não é a primeira vez que isso acontece, e da última vez as coisas não acabaram muito bem. O que quero dizer é que deveríamos estar fazendo de tudo para o que aconteceu há dois anos não aconteça novamente, in any way.” Declarou, fechando uma das mãos em punho, porém deixando-a em nível baixo, escondida pela cadeira. A pergunta o pegou de surpresa, era verdade. E tentou não mostrar isso, reduzindo a expressão a um simples estreitar de olhos. “Comentar? Não, absolutamente não. Eu só acho engraçado que eu precise estar observando cada passo dele e o fato de eu o fazer resultou na prevenção de vários erros que ele estava deixando passar, therefore helping he keep his job.” Definitivamente, Hal não estava nem um pouco mais calmo. “And now he’s complaining about that? Hilarious.”
katfawkes:
A atitude mais do que dramática de Halcyon começou a incomodar a detetive, não sendo a melhor pessoa para cuidar de um assunto como aquele, mas por estar envolvida no caso, acabou sobrando para ela tentar acalmar a criatura. Ele não era o único frustrado com aquela confusão, mas se perdesse a cabeça, poderia piorar mais ainda as coisas. “Sim, ele foi bem idiota, mas fazer o que? Vai ficar xingando ele ou tentar consertar essa besteira antes?” Retrucou da maneira mais calma que conseguiu, erguendo uma sobrancelha. “Como você disse, poderia estar tudo arruinado, mas não está. Agora respira fundo e se prepara para fazer mais trabalho do que deveria… Infelizmente.”
Parecia uma praga que a simples presença de Kathryn conseguisse fazer com que o Achterberg sentisse mais raiva. Não bastava o erro que havia deixado o homem puto da cara, ainda tinha que responder para a ex-namorada. Seu maior desejo era socar alguma coisa (a parede lhe parecia muito convidativa), mas apenas riu sarcasticamente diante da solução proposta pela morena. “Claro, princesa. Eu estou sempre consertando a besteira dos outros mesmo.” Disse, ríspido. Halcyon não se considerava uma pessoa má, mas era claro que a Fawkes anda mexia com ele. “Estou ficando meio cansado, na verdade. Talvez você possa fazer dessa vez. Não é como se esse fosse exatamente o meu trabalho.”