orangeliquoredlips:
Um palavrão audível escapou de seus lábios, depois de um gemido que evidenciava a dor que atravessara seu corpo, como uma forma de aliviá-la. Felizmente era apenas resultado da tensão que ela ofereceu aos próprios músculos quando fora penetrada. Respirou fundo, exalando alto ao que tinha os olhos fechados e dava a si mesma algum tempo para acostumar-se com a sensação de ter o marido dentro de si. Então tornou a trabalhar seus quadris uma vez mais, sem pressa, aproveitando bem a transição da dor inicial para algo bem melhor.
Sentindo Nayu voltar a se remexer sobre seus quadris, Haneul apoiou os dois braços sobre as laterais da banheira, enquanto mantinha os lábios e os dentes próximos dos seios alheios, ora mordiscando-os, ora sugando-os com força. Alguns instantes depois, tombou a cabeça para trás. Os gemidos deixavam sua garganta sem maiores dificuldades, principalmente quando sentia-se tocando de maneira tão profunda o interior da esposa. Com os olhos apertados, pensava com seus botões em como poderia conseguir sexo com qualquer uma na rua, mas em como nenhuma das vadias em questão se igualaria à Nayu. Principalmente quando o assunto era deixá-lo confortável e seguro de si mesmo quando estavam despidos e tão vulneráveis daquela maneira, quase como se a loira lhe reafirmasse o que ele já sabia desde antes de se casarem: ela o tinha. Muito mais do que fisicamente, mas emocionalmente. Por mais inacreditável que isso pudesse parecer.















