angelxxxxxxc:
o beijo se partiu, apenas brevemente, ainda próxima dos lábios alheios. as mãos, que não pararam seu caminho, agora levantavam a barra de sua camisa discretamente; seu semblante se elevando ao dele, mordendo o lábio inferior.

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angelxxxxxxc:
o beijo se partiu, apenas brevemente, ainda próxima dos lábios alheios. as mãos, que não pararam seu caminho, agora levantavam a barra de sua camisa discretamente; seu semblante se elevando ao dele, mordendo o lábio inferior.
angelxxxxxxc:
Levou as duas mãos para a cintura dela, se apoiando na porta, olhando fixamente nos olhos da outra, com um sorriso no rosto. “Nem eu, meu bem…” disse, aproximando seu rosto do dela, roçando levemente seus lábios. “Devíamos fazer mais vezes isso.” sussurrou, antes de iniciar um beijo.
angelxxxxxxc:
Segurou a mão da garota, dando uma breve olhada em volta, antes de andar em direção ao banheiro feminino, entrando no mesmo com cuidado, que estava vazio. Entrou no local com a garota, a olhando de canto de olho, já indo em direção de uma cabine.
assim que os dois ocuparam o espaço de uma das cabines e a porta respectiva trancada, os braços de harlow se enroscaram sobre seu pescoço, encurtando ainda mais a limitada distância. “engraçado. agora não consigo pensar em um bom motivo pra não termos nos encontrado em um banheiro antes.” a gargalhada escapou entre o sorriso largo, a cabeça inclinada, fitando-o.
angelxxxxxxc:
Tirou a mão da coxa dela, pegando o copo, tomando alguns goles da cerveja antes de terminar com o conteúdo no copo, o colocando em cima da mesa ao lado. Deu um sorriso para ela, tombando a cabeça levemente para o lado.
o sorriso se alargou ao ver o conteúdo finalizado, repousando a mão sob a face alheia. com a mesma encontrou a sua mão ao levantar de seu colo, mordendo o lábio e olhando brevemente ao seu redor, mesmo que, na realidade, não se importasse em quem os veria saindo juntos.
angelxxxxxxc:
Começou a fazer carinho na coxa dela, prestando atenção no que a outra fazia. “Vamos no feminino, tem mais cabines.” A mão que estava na cintura dela, apertou levemente.
“boa escolha.” a ponta dos lábios se curvou, satisfeita, estendendo a caneca de cerveja de volta a quem pertencia. “quer finalizar essa?”
enquanto dançava a terrível versão de hung up da madonna que algum de seus colegas assassinava no karaokê, martini em mãos, harlow claramente mostrava traços de ter abandonado a sua sobriedade. porém, não satisfeita, tratava de mover-se do espaço que havia denominado como pista de dança diretamente para o bar toda vez que seu copo se encontrava vazio, para um pequeno refil. era a terceira vez que traçava aquele caminho, porém, distraída, sentira seu corpo se chocando contra algo - ou alguém; ao que imediatamente desatou a reclamar. “inferno, quem foi o imbecil que inventou de colocar uma parede aqui?” esbravejou, mas assim que deu dois passos para trás, apertou os olhos e chegou a rápida conclusão que não se tratava de uma parede, afinal de contas. e sim @crymwariver. “ah, é você, river. sorry about that.”
“e você, o que vai querer?” harlow pregou seus olhos em @ncslihan, um sorriso ladino acentuado apenas pelo efeito do álcool em seu sistema. uma das personas que surgiam em si fora da sobriedade, era a de sociável e prestativa, o que não acontecia comumente em seu ambiente de trabalho. “você tem cara de... cosmopolitan. vodka cranberry. ou dry martini? sim, isso soa elegante. e então, acertei?”
angelxxxxxxc:
“uh?” a olhou, mordendo o lábio inferior. Soltou uma gargalhada alta com o que aconteceu, balançando a cabeça negativamente, observando a outra tomar a cerveja, sem parar de rir. “O banheiro… quer ir, matar um tempo lá?” lambeu os lábios, colocando a mão na coxa dela de uma forma inocente, dando uma leve apertada.
“isso, angelo. vai em frente, ri da minha desgraça.” a expressão se fechou brevemente enquanto bebia mais um gole da cerveja alheia, mas tão logo contagiada pela risada do outro, foi incapaz de conter a própria gargalhada. “masculino ou feminino?”
jngxron:
“você vai me salvar desse lugar? eu não me importaria ficar em cárcere privado, resolveria muitas coisas, mas saiba que eu não consigo ficar muito tempo parado.” respondeu sem nem mesmo olhar na direção que a garota havia indicado como a van, não precisava, sendo real ou não. voltou a tragar seu cigarro, observando a garota tirar o próprio maço e abriu um sorriso que tentou ao máximo disfarçar. “os dois, talvez. nunca fiquei sem fumar tempo o suficiente para saber.”
“ah, aaron, eu e uma vodka cranberry já é mais do que suficiente para fazer a felicidade de qualquer pessoa. e não se preocupe quanto a isso, tem muita mão de obra faltando lá em casa.” expeliu a fumaça do cigarro em direção a brisa fria da noite, piscando para ele. “nem eu. minha mãe querida, que deus a tenha, me ensinou a nunca desistir. então eu nunca tentei desistir nem do álcool nem dos cigarros. e outras coisas também.”
angelxxxxxxc:
“se você quiser me ver sem roupa a gente pode combinar de ir em algum lugar mais reservado… tipo o banheiro, depois que você cantar, claro.” lambeu os lábios, olhando para ela. “tem certeza de que não vai dar ruim misturar tudo isso? acho que dá sim, tá aqui.” se esticou um pouco para pegar a caneca de cerveja, entregando para a garota.
“uh?” harlow piscou algumas vezes, voltando sua atenção para ele, lendo a expressão alheia, afim de ter certeza de que havia escutado o que havia escutado. contudo, sua curta distração, parecia ter sido apenas tempo o suficiente para que a música no karaokê se finalizasse e uma outra figura aparecesse em seu lugar. “caralho, inferno, porra, piranha. ‘tá vendo isso?” ela esbravejou, tomando a caneca das mãos alheias, e entornando um gole longo de cerveja.
“então, o que estava dizendo sobre o banheiro mesmo?”
angelxxxxxxc
Ficou observando o rosto dela por uns instantes, antes de olhar para o palco, balançando a cabeça como se assentisse com o que a garota falava. “Você vai destruir mesmo, meu bem, eu tenho certeza. Não vou cantar hoje, é dia de aproveitar que a empresa tá dando bebida e encher a cara.”
“hm, sério? que pena. eu aceitaria a proposta de um dueto se você tirasse a camisa e fizesse a parte da nelly furtado, mas tudo bem.” voltou seu olhar para ele brevemente, sorrindo satisfeita. “eu bebi um gole de tudo que deixaram nas mesas vindo até aqui. dá pra fazer os dois? falando nisso, cadê sua bebida?”
angelxxxxxxc:
Se assustou um pouco com a ação da garota, não sabendo onde colocar a mão a não ser na cintura dela, fazendo um carinho sem nem perceber. Ficou a olhando com um sorriso de canto no rosto, balançando a cabeça negativamente. “Entendi, logo você vai poder fazer isso.”
os olhos prosseguiam fixos no mesmo ponto de antes, mas o rosto inclinava-se até onde podia na direção de angelo. era apenas esperado que não conseguisse ficar calada ou concentrada por muito tempo. “sim, eu vou destruir aquele cara ali. já passou pelo karaokê? ou só encheu a cara?”
rubxbaker:
Quando finalmente a escutou, analisou rapidamente a caneca em suas mãos, que estava a um gole de ser esvaziada. “Ah, claro! Aceito outra cerveja sim. Quer ajuda pra buscar?” Antes mesmo de ouvir uma resposta, a garota já se levantava para acompanhar a morena. Parecia ser contra os seus ideais permitir que outras pessoas a servissem, com excessão daqueles sendo pagos para isso. “E, então, o que acha desse lugar?” Perguntou, na tentativa de puxar assunto enquanto caminhava em direção ao balcão do bar.
antes mesmo que fosse capaz de soltar a réplica, a colega já fazia seu caminho para acompanhar-lhe, lhe restando apenas concordar, assentindo e pronunciando um ínfimo. “claro.” a caminhada era curta, um pouco preguiçosa, já dando indícios de seu nível de embriaguez. “ah, esse lugar aqui? eu já tinha vindo algumas vezes. é okay, a comida também. se me deixassem escolher um lugar pra nós confraternizamos, no entanto, seria algo bem diferente. e você, o que achou?”
press ( 1 ) para um starter com a harlow !
press ( 2 ) para um starter com o wren !
angelxxxxxxc:
Terminou de virar o copo de cerveja, levantando a mão para pedir mais um, virando para o lado e sorrindo de canto. “É isso mesmo que quer fazer aqui? Eu posso te ajudar…” deu de ombros.
“shh. você vai me desconcentrar.” ela replicou logo após tomar um assento no colo do colega, sem escrúpulo algum. pretendia ficar perto da estação de karaokê, para não perder sua vez logo que houvesse a oportunidade, mas também não pretendia ficar em pé diante de todas as cadeiras ocupadas naquela área. “sabe há quanto tempo eu estou esperando para cantar as duas vozes de promiscuous ali? tempo demais, angelo.”
hillown:
Quando soube que teria um karaokê, Hillary se animou. E como não fazer? Adorava cantar. Mas quem estava responsável por administrar a fila de espera que se formou para assumir o microfone, parecia que tinha alguma implicância consigo. “É a terceira vez que aquele cara coloca alguém pra cantar na minha frente! Eu ainda não consegui cantar nada e tô esperando aqui faz um tempão!” reclamou com exasperação. “Tô quase indo ali pegar o microfone e bater na cabeça dele!”
“ugh! nem me fala.” harlow reclamara com genuína irritação, pois assim como o amigo, estivera esperando para utilizar o karaokê há algum tempo. infelizmente, seu interesse pelas bebidas do happy hour era maior, e sempre acabava perdendo a vez para outra pessoa. “fuckin’ boomers. mas sem demonstrações de violência em público, hillary. a gente pega esse cara na saída.”
rubxbaker:
Os olhos de Ruby cintilavam enquanto a garota observava o pequeno palco sobre o qual um casal cantava animadamente uma balada romântica dos anos oitenta. Inconscientemente, era ela quem ocupava o lugar de ambos na cena que criar em sua própria mente, onde sua imaginação trabalhava incansavelmente. Aquele era o seu tipo de ambiente, no qual sentia-se alegre e grata por estar viva. Contudo, naquele evento em especial, ela não se permitia sentir-se completamente livre, livre para assumir aquele microfone e deixar que as notas escapassem por entre seus lábios, ressoando por todo o estabelecimento. Por algum motivo ainda desconhecido, Baker temia que seus colegas de trabalho conhecessem esse seu lado e que a julgassem por isso. Subitamente, ela fora despertada de seu devaneio. “Opa, me desculpe, não estava prestando atenção. O que disse?” Questionou a figura ao seu lado, sem ao menos saber se havia realmente a abordado naquele momento.
“álcool! eu disse álcool.” por estar diretamente ao lado da caixa de som de onde saía a melodia do karaokê, a mexicana quase gritava ao pronunciar suas palavras para se fazer ouvida. em mãos, uma caneca de cerveja praticamente vazia, salvo pelos resquícios de espuma. “nós vamos pedir outra rodada, você quer beber mais alguma coisa?”