˛ ⠀ ⠀ ⋆ ⠀ ⠀𝓕𝐋𝐀𝐒𝐇𝐁𝐀𝐂𝐊, antes da cybercore e de morarem juntos.
"É… Um jeito meio dramático de ensinar sobre paciência." Comentou após alguns segundos, franzindo o cenho sem sequer perceber. Por mais que tivesse parado de rir, era óbvio que o tom ainda era de brincadeira. "Mas acho que funcionou, né? Você deve ser a pessoa mais tranquila que eu conheci desde que cheguei na cidade." Considerando que ela continuava rindo e animada mesmo depois de tantas entrevistas desastrosas, aquilo soava como um elogio. "Não que eu conheça muita gente, cheguei faz pouco tempo. Ainda assim." Balançou os ombros, tentando diminuir o peso que talvez tivesse colocado na frase anterior. Com o devaneio sobre a forma de ver o mundo, porém, Vincent percebeu que estava sempre pensando em qual seria seu próximo passo. Ainda vivia como um atleta acostumado com cronogramas, treinos e partidas, mesmo quando não existia mais necessidade para tal. "Hippie, hipster… Eu também nunca sei qual é qual. Mas legal isso de aproveitar o caminho, acabei de perceber que nunca faço isso." Mesmo que a entrevista não fosse acontecer, toda aquela conversa o havia dado o incentivo necessário para explorar um pouco mais da cidade que tinha escolhido morar, ainda que sem um destino em mente.
"Agora que você falou…" Apoiou ambas as mãos no joelho para pegar impulso e observar cada canto da sala, acompanhando os olhos dela. Só então reparou no quão vazio estava o lugar — havia passado tanto tempo reclamando do recrutador que deixou passar um detalhe tão óbvio: faltavam pessoas. "Ou a empresa tá indo muito mal, ou muito bem. Você trouxe o e-mail de confirmação?" Tateou os bolsos na intenção de pegar o celular para conferir a própria caixa de entrada, mas deu de cara com o aviso de bateria fraca de um aparelho que desligou segundos depois. "Morreu." Balançou o celular, apenas para que ela soubesse do que estava falando. "Então agora estamos dependendo de você." Era mais divertido teatralizar com a situação do que simplesmente levantar e perguntar para a recepcionista.
ㅤ⠀ ❛ sério? mas você pensar muito no próximo passo não te deixa ansioso? você não leva um tempo para absorver a última informação antes de trabalhar para uma próxima? ❜ korin perguntou com interesse. demir podia sim ficar um pouco nervosa de vez em quando, mas era algo que não lhe era recorrente demais, apenas em casos extremos, é claro. então nem imaginava como seria uma vida cheia de ansiedade e antecipação. quando o rapaz pegou o celular, a jovem se inclinou ligeiramente, fazendo uma careta pela mensagem da bateria. só então que também desviou o olhar para o próprio celular. ㅤ⠀ ❛ trouxe, trouxe sim. espera ai. ❜ pediu, o desbloqueando rapidamente. as notificações de mensagem explodiram na barra e korin precisou navegar um pouco até encontrar o e-mail certo, a expressão dela mudando para uma risada incredula. ㅤ⠀ ❛ ai.... parece que eles já se decidiram. ❜ disse, erguendo a notificação de e-mail que dizia que aquele processo em especifico tinha sido fechado por tempo indeterminado. ㅤ⠀ ❛ faz uns trinta minutos que enviaram. ❜ constatou, franzindo um pouco o cenho e olhando para a recepcionista, que ainda parecia sorrir nervosamente. ㅤ⠀ ❛ bom. acho que isso significa que dá para gente ir almoçar, né? ❜ ela brincou com um sorriso calmo.
❝ não se culpe. essas coisas costumam acontecer. ❞ padmé apertou levemente o ombro da amiga para consolá-la após o teste com a apresentação ter apresentado um erro que korin não estava esperando. podia não entender muito dos programas que ela utilizava para observar e simular os astros, mas conhecia seu talento o suficiente para saber que korin encontraria uma solução. confiava plenamente na competência da amiga. estava ali justamente para assisti-la e oferecer todo o apoio que pudesse, afinal fazia questão de acompanhar os projetos de korin desde que as duas se conheceram nos corredores da universidade, ainda como estudantes de graduação. padmé optou por deixar a faculdade depois de formada para se dedicar na fundação, mas ainda frequentava as palestras e apresentações de korin sempre que conseguia. ❝ um problema técnico de última hora não apaga todo o seu trabalho. só precisa respirar! temos tempo para consertar isso. ❞ estava se colocando no meio, pois não deixaria korin sozinha naquela situação, mesmo sabendo que entendia muito pouco dos programas e equipamentos que ela utilizava. encontraria alguma forma de ser útil. ❝ e depois da sua apresentação nós duas vamos no the lantern beber até o fim da noite, te prometo! agora me fala. o que eu posso fazer para te ajudar? ❞
ㅤ⠀ ㅤ⠀ as mãos de korin tremiam levemente pelo nervosismo, ela já tinha roído a unha do dedão esquerdo, numa tentativa inutil entre se acalmar ou encontrar uma saída, o que era um tremendo problema, é claro - talvez demir tivesse que parar de beber tantas bebidas energeticas. ela já tinha encarado a mensagem de erro no programa que havia criado há pelo menos vinte minutos e estava, sinceramente, pensando em bater a cabeça na mesa pra ver se tinha resultado. ㅤ⠀ ❛ ai padme, eu não sei, sinceramente, eu não sei. ❜ a estudante continuava a falar, segurando a própria bochecha, tentando respirar fundo. ㅤ⠀ ❛ juro que chequei isso umas cinco vezes antes e estava tudo perfeito. ❜ continuou com um muxoxo baixo, mordendo o próprio lábio inferior, mas sorriu em seguida pela sugestão da amiga; é, talvez ela precisasse beber um pouco e esquecer daquele trabalho por umas horas. ㅤ⠀ ❛ certo, certo. bem, acho que dá pra você.... bom, o quão influente você consegue ser para atrasar minha apresentação por uns cinquenta minutos? ❜ perguntou em um tom anormalmente sério, conseguindo aos poucos clarear a mente para consertar aquilo; talvez não precisasse de cinquenta minutos, e sim mais do que isso, mas precisava pelo menos saber o quanto a amiga poderia falar com alguém para ajudá-la com aquilo.
— Me parece uma boa refeição. A sua sorte é que vou ter todos os ingredientes disponíveis. Precisei antecipar as compras do mês, então, está tudo restabelecido. — Desde que tinha se formado na universidade e conseguido um novo emprego, Steph alugou um pequeno apartamento no mesmo bairro que tinha nascido e crescido, tornando o passo de morar sozinha realizado. Ainda visitava a sua mãe quase diariamente no lanche da tarde quando tinha um tempo de folga no trabalho sobrando, o que se tornou como um ritual de ambas. Mas também Steph tinha gostado de estar sozinha. Ter um espaço totalmente para si. — Acredito que só seria lembrada, se fosse outra pessoa no cargo. Eu tento ter, pelo menos, essa pequena esperança. Aqui está tudo bem, por enquanto. Acredito que seja porquê passo muito tempo na delegacia ou na minha mãe. Então, as contas meio que vêm com um custo ok… — Steph era a pessoa que tentava economizar o mais possível, pois sabia como o dinheiro poderia fazer falta em qualquer momento. Emergências aconteciam de um dia para noite, então, guardava sempre uma boa parte de seu salário no potinho da emergência. — Infelizmente… Queria que desse para termos nossas próprias moradias, mas parece bem impossível com os preços da cidade… Aumentou o número de colegas? — Perguntou um pouco curiosa, sentando-se em uma posição em que pudesse observar Korin.
ㅤ⠀ ㅤ⠀ os movimentos de korin na cozinha eram tranquilos, apesar de precisos também. em um pouco tempo ela já tinha todos os itens na bancada, feliz por steph ser organizada, isso já facilitava a vida de demir em uns quarenta porcento. ㅤ⠀ ❛ hum? ❜ a garota ergueu os olhos, se concentrando melhor na amiga ao seu lado, logo abrindo um sorriso quando conseguiu captar melhor na memoria sobre o que a outra falava. ㅤ⠀ ❛ ah, sim! quer dizer, ainda é só eu, vincent e a rowena. o telhado continua com goteira no teto, a água quente acaba rápido, mas é melhor do que morar no dormitório da faculdade. ❜ korin contou com um largo sorriso, os olhos se desviando para os temperos que ela cortava calmamente, os colocando em um recipiente. ㅤ⠀ ❛ e ainda estamos pensando em chamar mais gente, pelo menos pra ver se arrumamos um lugar melhor... sabe como é. ❜ brincou, já começando a arrumar o wrap para esquentar. ㅤ⠀ ❛ mas falando da sua mãe, tá tudo bem com ela? ❜ a estudante perguntou com interesse genuino, se lembrando vagamente da mulher que ela via de vez em quando com steph.
a cidade de westbridge dá boas vindas à RACHEL GREEN, originalmente pertencente ao mundo de FRIENDS! ELA tem VINTE E NOVE anos, mora em ASHGROVE, e em sua nova vida trabalha como GARÇONETE em ALDER & OAK. esperamos que ela esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra!
❛ ⠀⠀⠀𝒂𝒃𝒐𝒖𝒕 𝒉𝒆𝒓⠀⠀⠀⠀⋆,
não mudou muita coisa entre new york e westbridge.
rachel conseguiu a proeza de ser a filhinha do papai, mesmo sendo a irmã do meio, afinal, leonard sempre achou que a filha se parecia com ele na personalidade e, para se sentir bem consigo mesmo, estimulava a filha à sempre ter que ela quisesse, não importava se era um pônei colorido ou algum sapato de grife extremamente caro. com o passar do tempo, acabou a deixando mimada e dependente demais, o que resultou em rachel se agarrando à primeira oportunidade que teve em se relacionar com alguém que proporcionasse para ela exatamente o que o pai lhe dava.
o relacionamento de rachel com barry não era exatamente o melhor ou mais romântico que ela imaginava quando pequena, mas era confortável o suficiente e, para a garota que sempre quis tudo, lhe pareceu ser a melhor opção. até ela descobrir todas as traições do noivo e, no dia de casamento, em um momento de epifania, rachel deu as costas para o altar e foi atrás da melhor amiga, manolya, ainda com o vestido de casamento, implorando para a antiga amiga de infância a ajudar.
atualmente, rachel divide o apartamento com geller, não dependendo mais do pai para conseguir as coisas, aprendendo agora à ser o que chamam de adulto funcional. ela é uma garçonete questionável, gasta a maioria das gorjetas e do salário com sapatos de grife e é péssima com os afazeres de casa, mas está tentando melhorar, pelo menos.
❛ ⠀⠀⠀𝒅𝒆𝒕𝒂𝒊𝒍𝒔⠀⠀⠀⠀⋆,
nome completo: rachel karen green
apelidos: rach, rayray
nascimento: oito de fevereiro, westbridge, aquariana, apesar de mentir a data de nascimento com frequencia, só porquê ela gosta de ganhar presentes de aniversario
genero: mulher cisgenero
orientação sexual: heterossexual
estado civil: solteira
ocupação: garçonete na alder & oak - ainda aprendendo à ser uma adulta
pais: leonard green, sandra green
mais informações: fez uma rinoplastia e odeia, detesta mesmo, que alguém a lembre da cirurgia
traços de personalidade: bem humorada, corajosa, empática, dramatica, futil, egoista.
a cidade de westbridge dá boas vindas à MUSA KIMURA, originalmente pertencente ao mundo de WINX CLUB! ELA tem VINTE E CINCO anos, mora em EASTLINE, e em sua nova vida trabalha como CONTORCIONISTA em THE MENAGERIE. esperamos que ela esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra!
❛ ⠀⠀⠀𝒂𝒃𝒐𝒖𝒕 𝒉𝒆𝒓⠀⠀⠀⠀⋆,
as coisas em westbridge mudaram muito na história de musa, apesar de sua personalidade permanecer a mesma, seus gostos mudaram para se adaptar à nova realidade.
filha de um produtor musical e uma cantora japonesa famosa, a música já tocava no sangue de musa quando ela nasceu. rodeada de todas as oportunidades possiveis, kimura sabia o que queria antes mesmo de começar a andar: queria cantar e ser uma musicista reconhecida pela familia que a produziu. tudo parecia perfeito, até que não era mais.
a mãe de musa acabou faleceu por decorrencia de um câncer agressivo quando a garota tinha apenas quinze anos. o pai, ao perder a esposa, ficou desolado e, em um terrivel desespero, acabou abandonando a filha mentalmente, passando à ignora-lá e preferindo apenas seguir com o seu luto para com a esposa. musa, já sem saber o que fazer e preferindo fugir de toda aquela dor de cabeça, acabou mentindo sobre suas habilidades e idade para o mister haly e entrou na comitiva do circo.
com o passar dos anos, kimura conseguiu um papel de destaque entre os funcionários, virando uma contorcionista notavel no menagerie. ela não se envolve mais com música e, apesar de sentir falta, finge que não é nada demais e que sua vida nunca foi tão feliz - ou tão triste, se você pensar bem.
❛ ⠀⠀⠀𝒅𝒆𝒕𝒂𝒊𝒍𝒔⠀⠀⠀⠀⋆,
nome completo: musa kimura
apelidos: moon, kicchan
nascimento: trinta de maio, osaka japão, geminiana até o último fio de cabelo
genero: mulher cisgenero
orientação sexual: bissexual
estado civil: solteira
ocupação: contorcionista do the menagerie
pais: hikari tanaka, kenji kimura
mais informações: sabe tocar diversos instrumentos musicais, mas por conta da morte da mãe e o abandono do pai, ela se recusa à voltar à tocar ou cantar.
traços de personalidade: leal, independente, energética, rebelde, pessimista, melidrosa.
a cidade de westbridge dá boas vindas à CASSANDRA CAIN, originalmente pertencente ao mundo de BATMAN, DC COMICS! ELA tem VINTE E UM anos, mora em ASHGROVE, e em sua nova vida trabalha como REPOSITORA em MILLER'S MARKET. esperamos que ela esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra!
❛ ⠀⠀⠀𝒂𝒃𝒐𝒖𝒕 𝒉𝒆𝒓⠀⠀⠀⠀⋆,
a vida em westbridge foi a chance de cassandra de ter uma vida mais calma e tranquila, sem os ressentimentos e culpa de sua identidade original.
quando cassandra foi adotada pelo casal cain, desde o inicio sabiam que seria uma adoção sensivel. não eram todos que sabiam sobre o passado da criança e, aqueles que sabiam, se recusavam à contar a verdade. mas, não importava, o casal só desejavam a oportunidade de ter uma filha, e fariam tudo para ela.
a infância da pequena cassandra, desde a adoção quando tinha seus cinco anos, foi repleta de amor, carinho e cuidado. os pais adotivos tomaram preocupações para a adaptação da filha, aprendendo a língua de sinais e, posteriormente, lhe dando um aparelho auditivo para melhor se comunicar com os colegas; apesar da garota constantemente não demonstrar muito interesse nessa parte, falando mais por necessidade do que outra coisa.
mas, ao atingir a maioridade, uma fatalidade levou a vida de kyle e kris, o que resultou em cassandra sozinha novamente, tendo de lidar com o velorio e a perda do que chamava de familia. ela acabou herdando a grande casa cain e um pouco de dinheiro mas, temendo que passasse por outra necessidade, a garota adiou seu ingresso à faculdade, preferindo procurar por empregos mais simples para conseguir um dinheiro extra e, assim, permanecer na vida confortavel que os pais proporcionaram à ela. atualmente ela vive sozinha, ainda aprendendo à se adaptar e não se sentir triste ao regressar à casa vazia.
❛ ⠀⠀⠀𝒅𝒆𝒕𝒂𝒊𝒍𝒔⠀⠀⠀⠀⋆,
nome completo: cassandra carolyn cain
apelidos: cass, casey.
nascimento: vinte e seis de janeiro, desconhecido, aquariana nata.
genero: mulher cisgenero
orientação sexual: não pensa muito em rotulos e relacionamento
estado civil: solteira
ocupação: repositora na miller's market
pais: kyle cain, kris cain
mais informações: cassandra é surda de nascença e detesta o aparelho auditivo, mas o usa de qualquer forma. não é necessário saber linguagem de sinais para conversar com cassandra, mas ela adora quem a entende. (obs: quando incluso o ASL na formatação do turno, aparecerá um << >>)
traços de personalidade: disciplinada, calma, fechada, imprevisivel, estoica.
“ Where did you get that scar? ” ⸻ periwinkle e isabelle!
ㅤ⠀ ㅤ⠀apesar de saber que periwinkle tinha certo problema com o calor, isabelle tinha ficado feliz por ela ter aceitado se encontrar com as outras meninas para um dia de piscina. tinkler, conhecendo a amiga o suficiente, decidiu que ficaria junto com ela no lugar mais fresco, mesmo que ficasse encarando a piscina com certo desejo. para se refrescar um pouco, a loira pediu para que a outra a ajudasse a passar o protetor solar nas costas, se esquecendo momentaneamente da cicatriz que tinha. uma careta se formou no rosto da mecânica, mas ela encolheu os ombros. ㅤ⠀ ❛ pra falar a verdade, não sei. ❜ disse enfim, virando um pouco a cabeça para tentar olhar para as próprias costas, e falhando no processo. ㅤ⠀ ❛ meio que eu sempre tive, eu acho. ❜ isabele piscou, um tanto confusa, porquê sempre ficava meio confusa quando tocava naquela cicatriz. mas, rapidamente voltou ao normal, dando um largo sorriso. ㅤ⠀ ❛ vou pegar mais refri pra gente, quer o seu com mais gelo? ❜
“ Do you want me to stay? ” ⸻ periwinkle e isabelle!
ㅤ⠀ ㅤ⠀isabelle deu uma risada baixa, tirando os olhos da janela para encarar peri como se a amiga tivesse dito algo realmente engraçado. ㅤ⠀ ❛ claro que quero que você fique, periwinkle. ❜ a loira disse, revirando os olhos enquanto voltava a olhar para a chuva que começava a engrossar do outro lado da janela. tocha, em algum lugar do apartamento, soltou um resmungo, nervoso com a possibilidade de ter trovões naquela noite. cachorro covarde. ㅤ⠀ ❛ e eu jamais te deixaria sair nessa chuva, sinceramente, roscoe. ❜ reclamou, saindo de perto da janela para se aproximar da amiga, passando delicadamente um braço pelos ombros dela. ㅤ⠀ ❛ vamos! tenho ainda uma cama quentinha que você pode dormir. e acho que meus pijamas servem bem em você. ❜