Big Girls Don't Cry | Heeseung, Jake, Sunghoon
❝ Heeseung, Jake e Sunghoon tinham o costume de dividir tudo. E você nunca foi exceção. ❞
𝐚𝐯𝐢𝐬𝐨𝐬: +18, pwp, heejakehoon x reader, poligamia, menage, foursome, dupla penetração, oralsex, dirty talk, dom x sub, smut explícito, sexo sem preservativo (apenas ficção, use camisinha na vida real), ídolos x leitora.
𝐧𝐨𝐭𝐚𝐬: postei no spirit, mas trouxe aqui porque acabei perdendo minha antiga conta. Espero que gostem, mesmo não sendo nada demais!
𝐰𝐨𝐫𝐝 𝐜𝐨𝐮𝐧𝐭: 3k
O quarto estava abafado, pesado com o calor dos corpos e o cheiro denso de desejo. Heeseung recostou a cabeça na cabeceira da cama, os olhos semicerrados enquanto acompanhava cada segundo daquela visão. Você estava ali, de joelhos bem no meio de suas pernas, completamente entregue àquela posição que expunha a vulnerabilidade exata que ele adorava. A metade do membro dele já estava presa na sua boca, e a umidade brilhava na pele enquanto você tentava dar conta de toda aquela extensão.
Heeseung mordeu o lábio inferior, um gemido rouco escapando de sua garganta, alto demais para o silêncio do cômodo. As mãos dele mergulharam fundo nos seus cabelos, puxando os fios com firmeza para ditar o ritmo sem piedade, forçando a sua cabeça a descer mais do que o seu fôlego permitia. Você não tinha para onde fugir; a boca cheia, o gosto marcante dele inundando seu paladar, saboreando cada segundo daquela submissão enquanto seus olhos buscavam os dele em um pedido mudo de aprovação.
A alguns passos dali, encostado na parede com os braços cruzados, Sunghoon assistia a tudo com um sorriso de canto, os olhos escuros de pura posse.
— Olha só para ela, faz do jeitinho que o Jake ensinou — Sunghoon comentou, a voz pingando um deboche carregado de tesão. Ele deu um passo à frente, os dedos brincando com a barra da própria calça. — Aprendeu rápido demais a ser nossa putinha obediente. É uma gracinha vendo você se engasgar com ele, não é? Aposto que já está molhada só de ver o Heeseung gozar na sua garganta, esperando a sua vez de servir a gente de novo.
Jake, que estava mais afastado observando a cena, soltou uma risada baixa e gutural, sentindo o próprio corpo queimar. Ele se aproximou a passos lentos, o olhar fixo na forma como você se dedicava. Sem pedir licença, Jake empurrou as mãos de Heeseung para o lado e assumiu o controle dos seus cabelos, puxando-os com força suficiente para arquear seu pescoço para trás.
— Deixa que eu cuido dela um pouco, hyung. — Jake murmurou, encaixando os dedos nos seus fios com mais firmeza, ditando um ritmo ainda mais profundo e impiedoso. Ele te empurrou para baixo com brutalidade calculada, fazendo você quase engasgar enquanto a cabeça dele roçava fundo na parte de trás da sua garganta. A saliva escorria pelos cantos dos seus lábios, facilitando o deslize grotesco e perfeito. — Isso, abre bem a garganta para o Hee, amor. Faz ele gozar na sua boca todinha. Mostra o quão boa você é em engolir tudo o que a gente te dá.
A pressão das palavras de Jake combinada com o movimento implacável fez o estômago de Heeseung se contrair violentamente. Ele não aguentou mais. Os quadris deram um solavanco para a frente, e o fôlego faltou de vez quando ele atingiu o limite.
— Merda! — Heeseung sibilou, segurando firme na sua nuca enquanto descarregava tudo, espesso e quente, direto na sua boca.
Você engoliu tudo o que ele pediu, sem hesitar, sentindo o gosto dele tomar conta de você. Heeseung desabou contra os travesseiros por um instante, respirando fundo, completamente rendido pela forma como você fazia o que quisesse dele apenas com a boca e a obediência cega. Mas o quarto estava longe de esfriar.
Jake sorriu largo, um brilho sombrio de pura satisfação dançando em seus olhos ao vê-la engolir cada gota do esperma do amigo. Com um movimento firme, ele entrelaçou os dedos nos seus cabelos desgrenhados, puxando-a para trás para que a distância entre os rostos de vocês sumisse. O olhar dele era perfurante. Ao notar as lágrimas involuntárias de puro reflexo e exaustão escorrendo pelas suas bochechas, ele ergueu o polegar, limpando o canto dos seus olhos com uma suavidade que contrastava drasticamente com a intensidade do que estava prestes a fazer.
Mas a ternura durou apenas um segundo. Jake a içou do chão pelas coxas, arrastando-a com firmeza implacável até a enorme cama king-size do hotel. O colchão macio afundou sob o peso do seu corpo quando ele a jogou ali, a pele quente entrando em contato com os lençóis frios.
— Não chore, amor. Grandes garotas não choram. — Jake sussurrou, a voz carregada de uma malícia que arrepiou toda a sua espinha. Ele se posicionou entre as suas pernas abertas, erguendo seus joelhos e abrindo-a ainda mais para ele. — Você está aqui para nos servir, exatamente como a puta obediente que é. E nós vamos te foder até você esquecer o próprio nome, até ficar totalmente exausta.
Sem lhe dar uma única chance para respirar ou se preparar, Jake segurou seus quadris com possessividade e cravou-se dentro de você de uma só vez. Um grito agudo, selvagem e sem filtros, rasgou a sua garganta no mesmo instante. A estocada foi profunda, preenchendo cada centímetro com um atrito quente e brutalmente gostoso. Você arqueou as costas contra os lençóis, os dedos agarrando o tecido desesperadamente enquanto os gemidos altos começavam a ecoar pelo quarto. A cada investida rápida e pesada dele, o nome de Jake virava um grito esganiçado de prazer, repetido como uma oração enquanto você se perdia naquele torvelinho de sensações.
— Ela nem está reclamando, Jake. Escuta esses gritos deliciosos. — Heeseung comentou, a voz rouca e ainda ofegante, aproximando-se da cama a passos lentos, saboreando a cena.
Sunghoon já estava ali, ajoelhando-se ao seu lado no colchão. O sorriso dele era puramente predatório enquanto as mãos frias desciam pelas suas costelas, até apertarem seus seios com força, roçando os polegares nos bicos rígidos. O toque repentino de Sunghoon, somado à fricção violenta de Jake, arrancou um grito ainda mais estridente dos seus lábios, fazendo sua cabeça jogar para trás.
— Na verdade, ela está adorando ser fodida por nós. — Heeseung continuou, subindo na cama para pairar sobre o seu corpo trêmulo. — Ela sempre foi louca por ter os três de uma vez, não é?
Heeseung se inclinou, as mãos grandes e firmes agarrando a sua mandíbula com força suficiente para imobilizar seu rosto, forçando-a a abrir os olhos marejados de prazer para encará-lo diretamente.
— Você vai deixar eu e o Sunghoon entrarmos juntos em você, princesa? — Heeseung perguntou, o polegar roçando os seus lábios úmidos. — Vai ser uma boa garota e deixar a gente te foder bem gostosinho enquanto o Jake te esgota?
Você tentou formular uma resposta, tentou balbuciar qualquer palavra que concordasse, mas mordeu os lábios com força, os olhos revirando levemente. O ritmo de Jake era violento, as estocadas brutais atingindo o ponto exato que fazia seu cérebro derreter, enquanto Sunghoon continuava a estimular seu corpo, mapeando cada curva sua. Era impossível raciocinar ou falar sob aquela avalanche de estímulos que te fazia gritar sem parar. A hesitação, no entanto, não era aceita. Heeseung apertou sua mandíbula um pouco mais, o olhar escurecendo ao exigir a sua voz.
— Me responde, vadia! — Ele rosnou, o tom autoritário vibrando contra a sua pele, carregado de um tesão palpável. — Sem choro! Jake já disse que grandes garotas não choram. Mostra pra gente o quanto você quer isso. O quanto você sempre desejou ser fodida por nós três juntos.
— Sim, Heeseung! Por favor. — Você conseguiu arfar, o fôlego completamente tomado pela onda de calor que subia pelo seu corpo.
A resposta fez Heeseung sorrir contra a sua pele. Aproveitando a sua rendição e o momento em que Jake desacelerava brevemente as estocadas, Heeseung selou os lábios sobre os seus, abafando os gemidos estridentes que escapavam da sua boca em um beijo profundo, faminto e sufocante. Do outro lado da cama, Sunghoon assistia à cena com os olhos semicerrados, a mandíbula travada enquanto o próprio membro latejava sob a calça.
— Hyungs. — Sunghoon chamou, a voz cortante e carregada de impaciência. — Por que vocês estão me excluindo? Eu também quero a minha vez. — Jake riu baixo, um som rouco e cheio de soberba, sem parar de bombear os quadris dentro de você.
— Porque você sempre a monopoliza sozinho todas as noites, Sunghoon. — Jake rebateu entre um gemido e outro. — Não pense que a gente não sabe das coisas que você faz com ela quando apagamos as luzes. É bom esperar um pouco.
Sunghoon soltou uma risada fraca e nasalada, o olhar escurecendo. Ele não podia negar; você era deliciosa, viciante e bonita demais para que ele resistisse a te ter todas as noites, mas a ânsia de te comer junto com os outros dois o estava consumindo.
Enquanto a discussão rápida rolava, o ritmo de Jake se tornou mais pesado, desgovernado e implacável. Os tremores no corpo dele começaram a denunciar o ápice inevitável. Com um empurrão final, brutal e profundo, Jake gozou fundo dentro de você, despejando seu líquido quente e espesso em um fluxo que parecia não ter fim em seu interior.
Assim que saiu, deixando-a ofegante e preenchida, ele recolheu com os dedos um pouco do sêmen que ameaçava escorrer pelas suas coxas e os empurrou direto na sua boca, forçando-a a chupar e saborear o próprio gosto misturado ao dele, repetindo o ritual depravado da noite.
— Prova o seu homem, amor. Sente o gostinho de quem te faz ver estrelas. — Jake sussurrou, a voz carregada de uma satisfação sádica.
Ele ergueu a mão livre e deixou um tapa estalado, porém medido, em sua bochecha, fazendo seu rosto virar para o lado antes de soltar aquele sorriso de canto de boca. Jake recuou um pouco, dando espaço e olhando diretamente para Sunghoon e Heeseung, que já se posicionavam.
— Eu já deixei o meu sêmen nela. Agora é a vez de vocês entrarem juntos — Jake decretou, apoiando o peso nos cotovelos para assistir ao espetáculo.
Num movimento sincronizado e predatório, Sunghoon encaixou-se na sua frente, preenchendo seu canal de uma só vez com um empurrão bruto, enquanto Heeseung tomava o seu espaço por trás, desfazendo qualquer resquício de fôlego que ainda restava em seus pulmões.
O impacto duplo foi avassalador. Sunghoon e Heeseung começaram a estocar juntos, pegando um ritmo desgovernado e selvagem que fazia o colchão ranger sob vocês. Cada estocada de Sunghoon encontrava a de Heeseung no fundo do seu corpo, criando um atrito delicioso que fazia sua visão escurecer. Eles batiam os quadris contra o seu corpo com força, disputando cada centímetro seu sem piedade, fazendo você se perder em gritos abafados e soluços de puro prazer.
Enquanto os dois te destruíam por completo, enchendo o quarto com o som abafado de pele contra pele e gemidos roucos, Jake se inclinou para perto do seu rosto. Ele passou os dedos pelos seus cabelos suados, colando a testa na sua com uma falsa ternura que contrastava com a brutalidade do que os outros dois faziam.
— Olha só para você, minha garota. — Jake elogiou baixinho, a voz doce e pervertida soprando em sua orelha enquanto os dedos dele deslizavam pelo seu rosto suado. — Tão forte, tão perfeita. Aguentar nós três sempre desse jeito, sem nunca reclamar. Você é incrível, sabia? É por isso que a gente não consegue ficar longe de você nunca. Deixa eles te foderem bem gostoso, amor. Você merece.
As palavras de Jake serviram apenas para empurrar você ainda mais fundo no limite da sanidade, enquanto Sunghoon e Heeseung não davam trégua aos seus quadris. O ritmo duplo era implacável, uma cadência animalesca onde cada estocada de Sunghoon pela frente e de Heeseung por trás parecia reescrever o mapa do seu corpo a ferro e fogo.
— Hoon! — você gritou o nome dele, a voz saindo esganiçada e cortada pela falta de ar, o corpo inteiro arqueando-se desgovernado sobre a cama.
Antes que o som pudesse se dissipar no ar do quarto, Jake fechou o espaço entre vocês, capturando seus lábios em um beijo profundo e lento. Ele abafou o restante do seu grito contra a própria boca, forçando-a a engolir os gemidos estridentes enquanto Sunghoon continuava a estocar fundo, atingindo o seu ponto mais sensível sem piedade. Quando você conseguiu desvencilhar o rosto por um segundo, os olhos vidrados buscaram a figura de Heeseung, que desferia estocadas pesadas e ritmadas.
— Hee! — você clamou, o nome dele escapando num soluço carregado de puro êxtase.
Heeseung sorriu em meio à respiração pesada, os olhos escuros brilhando com a visão de você completamente entregue à dupla que a dominava. Ele inclinou o tronco para a frente, colando o peito suado às suas costas e aproximando a boca do seu ouvido para provocar.
— Eles estão te comendo como você merece, não é, meu amor? — Heeseung sussurrou, a voz rouca cortando o barulho das coxas batendo contra a sua pele. — Você está gostando de ser destruída assim pela gente?
A combinação da pressão física esmagadora com a pergunta suja fez seu cérebro dar um nó completo. As lágrimas voltaram a se acumular nos cantos dos seus olhos, mas não de dor, era excesso de prazer, pura saturação dos sentidos.
— Sim! — você arquejou, o corpo estremecendo violentamente sob o comando deles. — Sim, porra, eu tô!
A temperatura no quarto do hotel parecia ter chegado a um ponto insustentável. O som de pele contra pele ecoava de forma obscena, misturado aos seus soluços e aos grunhidos graves de Sunghoon e Heeseung, que mantinham uma cadência desesperada e brutal. Eles não queriam apenas usá-la; queriam marcar cada centímetro do seu corpo, esgotar suas últimas defesas até que não sobrasse absolutamente nada além deles em sua mente.
— Isso, continua chamando a gente, vadia gostosa. — Sunghoon rosnou, os olhos fixos nos seus enquanto enterrava o membro fundo, aprofundando o ângulo de um jeito que fazia seu estômago se contrair deliciosamente.
Heeseung, logo atrás, puxou seus cabelos com força suficiente para arquear seu tronco para trás, alinhando perfeitamente os quadris para uma última sequência de estocadas que beiravam a crueldade. O ritmo duplicou, tornando-se caótico e frenético. O ápice começou a formigher na base da sua espinha, subindo em uma onda violenta e avassaladora que ameaçava arrancar o pouco de consciência que ainda lhe restava. Jake, que assistia a tudo de perto com um sorriso predatório, percebeu os tremores violentos que começaram a sacudir suas coxas.
— Olha só para ela, vai gozar de novo com os dois. — Jake murmurou, passando a mão pelo seu rosto suado, colando o polegar nos seus lábios entreabertos para forçá-la a morder. — Deixa eles te preencherem, amor. Goza com o sêmen dos três misturados aí dentro.
A frase foi o estopinho.
— Eu vou, eu tô indo, porra! — você gritou, a voz falhando em um choro agudo de êxtase puro.
O seu orgasmo explodiu com uma força monumental, as paredes internas se contraindo espasmodicamente ao redor de Sunghoon e Heeseung. A visão escureceu por um segundo, o corpo inteiro paralisado pelo choque do prazer. Ver você desmoronar daquela forma foi o sinal que os dois precisavam para perderem o controle de vez.
— Merda! — Heeseung urrou, os quadris travando enquanto ele despejava jatos quentes e espessos bem no fundo do seu ânus.
No mesmo instante, Sunghoon soltou um gemido grave, descarregando tudo o que restava dele dentro de você em uma série de impulsos finais que a fizeram tremer até a alma. Os dois desabaram sobre o seu corpo, ofegantes, o suor misturando-se à pele quente enquanto o quarto mergulhava em um silêncio pesado, quebrado apenas pela respiração desregulada dos quatro. Jake aproximou-se, passando os braços ao seu redor e puxando-a para perto com possessividade, enquanto Sunghoon e Heeseung recuperavam o fôlego ainda enterrados em você.
— Três homens e o orgasmo de todos eles quentinho, misturado bem aí dentro de você. — Jake sussurrou em sua orelha, com um sorriso satisfeito e sombrio nos lábios, enquanto alisava sua barriga levemente esticada. — Ninguém nunca vai conseguir te satisfazer como a gente faz, princesa. Você é todinha nossa.
— Agora, amor — Sunghoon te olhou de cima, os olhos ainda escuros de tesão, o peito subindo e descendo enquanto ele tentava recuperar o fôlego. — Como a grande garota que você é, eu e Jake vamos entrar juntos dentro de você agora, ok? E depois vai ser a vez de Jake e Heeseung. E não se esqueça que grandes garotas não choram. Sabemos que você vai aguentar a gente.
Jake, que estava logo ao lado, sorriu de canto e assentiu, já se reposicionando com uma energia que parecia infinita. Enquanto os dois se encaixavam novamente, ajustando os quadris para mais uma rodada dupla que prometia arrancar o pouco de sanidade que restava em você, Heeseung passou os dedos pelos seus cabelos grudados de suor, colando os lábios na sua orelha com uma calma possessiva.
— Sabe por que a gente te trouxe nessa turnê, princesa? — Heeseung murmurou, a voz rouca cortando a respiração pesada do ambiente. — Não foi só para fingir que é nossa namoradinha nos bastidores. A gente te trouxe exatamente para isso. Para cuidar de nós depois de cada show esgotante. Para aliviar a nossa tensão, para engolir o nosso gozo e aguentar a nossa fúria até a exaustão.
— E você faz isso tão bem, princesa. — Jake completou, já empurrando os quadris para dentro de você ao lado de Sunghoon, fazendo um novo gemido estridente escapar da sua boca. — Nossa namorada linda e perfeita. Nem pense que vamos te deixar dormir cedo hoje. Os shows acabaram, mas a nossa diversão com você está apenas começando.
Com um novo empurrão sincronizado e brutal de Sunghoon e Jake, o quarto voltou a ser preenchido pelos sons de pele estalando e pedidos abafados. E, enquanto você sentia o peso dos três ali, percebeu que eles não tinham a menor intenção de parar, queriam mais uma rodada, e depois outra, até que a última gota de energia do seu corpo estivesse inteiramente dedicada a eles.











