Love is the drug and I need to score

if i look back, i am lost
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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

tannertan36
Cosimo Galluzzi
DEAR READER

⁂

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@hellololla
Love is the drug and I need to score
Let there be lights
Aproveitando os últimos momentos dos dias mais curtos para curtir minhas velas; daqui a breve só vai anoitecer depois das nove. Don't you love seasons? I do.
You were dancing through the lightning strikes.
Li no Sunday Times que o vídeo de Opalite da Taylor Swift foi gravado no shopping Whitgift de Croydon. Ela estava procurando um lugar que parecesse ter parado no tempo e, quem diria, foi achar justamente essa pérola dilapidada no bairro mais visualmente prejudicado do extremo sul de Londres. As swifities que eventualmente decidam se aventurar numa peregrinação ao local de interesse fandonzístico não estão preparadas para o nível de feiúra. Um ditado recorrente é de que em Croydon os pombos voam de cabeça para baixo porque não há nada lá embaixo que valha a pena cagar em cima.
(A não ser, talvez, a Kate Moss. A Kate Moss nasceu em Croydon. Mas assim como todo morador de Croydon que ganha algum dinheiro, vazar de Croydon foi a primeira coisa que ela fez. Até porque se a lenda procede ela seria o único alvo dos pombos - unpleasant).
O Whitgift era a minha parada de escolha pra fazer xixi e tomar um café no meio do caminho enquanto eu ia da minha casa na zona 4 da cidade até o condado de Surrey usando apenas ônibus municipais - ou seja, era praticamente o Graal londrino. Todas as vezes que o ônibus parava em frente eu descia meio incerta, sem saber se o shopping ainda existia porque a cada visita mais e mais lojas tinham fechado as portas.
A energia fortíssima de decadência emanava dos corredores desertos, das vitrines cobertas com compensado ou jornal para esconder prateleiras vazias e o desarranjo empoeirado do interior. Alguns adolescentes faziam manobras de skate por entre stands abandonados, outros fumavam vape na praça principal sentados no antigo chafariz - que encheram de terra para virar jardim depois que parou de funcionar e agora servia de jazigo para plantas defuntas. Mas ainda resistia o banheiro (onde eu tinha um certo medo de entrar sozinha) e uma filial do Costa Café pra tomar um flat white sentada numa mesa de fórmica bege.
Assisti o vídeo e reconheci as escadas rolantes, o átrio e o piso de xadrez, mas todo o resto parecia um pesadelo neon de IA. Lembrei também que da última vez que estive em Croydon fiz um post no instagram brincando com a falta de carisma estético do lugar e uma seguidora brasileira, que aparentemente morava lá, me mandou a seguinte mensagem (alerta de fofura): “Sabia que Croydon é a localidade com mais esfaqueamentos em Londres? Cuidado quando voltar por aqui, você pode acabar com a cara cortada”.
Ui. Depois que me jogaram essa fatwa nunca mais pisei no bairro - mas foi pura coincidência, juro. Tanto que estou planejando uma visita motivada por nostalgia e pelo hype do vídeo da Paquita da Pensilvânia para circular por aquele liminal space e pagar £4 num café ralo torando Opalite no fone de ouvido. Por via das dúvidas usarei óculos escuros e não avisarei com antecedência.
First Blossoms
Walking around Notting Hill to see the magnolias and early blossoms but sadly the light wasn't great and my husband decided to spent three hours sitting in a mid restaurant (we had only stopped for a snack) and by the time we left it was already getting dark.
Also, why do the instagrammers spend so much time taking pictures of themselves under a tree? Just get a good shot and leave, don't hang around there with your photographer/instaboyfriend for a whole hour spoiling the backgroud for everyone else. I gave up trying to get a good photo because the place was so crowded. If you couldn't produce a good photo in 5 minutes then you probably never will.
2000s nostalgia
Remembering when blog posts used to be about showing stuff you loved and bought yourself, not stuff you didn't care about but were paid to promote. Blogging used to be about connection and creating community; now it's just another job and the community people nurtured and gathered around them for a whole decade or more turned into a database of paying customers. Kinda takes the shine out of it.
Most of my favorite blogs from the 00s/10s are now deceased or became paid Substacks. I might enjoy someone's content, but I'm too old school (and maybe poor) to pay to read their diary - or worse, to see them flogging brands; it's like paying to watch adverts. Sites that used to proudly display the "ad free blog" sign you can still see on my sidebar are now behind paywalls.
All this came to be with the advent of social networks. Suddenly everyone with an audience realized they could make a living out of it and get free stuff, and how can you blame them for that? I'm not going to. This is just a lonely lament for something beautiful that's been lost.
I am not much of a blogger anymore, but I keep this place alive for the pleasure of memory keeping and as a small act of resistence against social media algorythms and consumerism. People have bills to pay, yes, but I wish there would still be a few ones with a day job for that purpose, blogging occasionally and unpretentiously just to be part of an unfiltered global conversation between like minded people, unpolluted by corporations and inspired by the joy of sharing.
This world is now gone, or is nothing but a few pages with broken links rescued by the Wayback machine, like exhibits slowly fading behind glass in a museum no one visits anymore.
Home is where the crap is.
Vicar's Close, Somerset
Vicars' Close (na cidade de Wells, em Somerset) é uma ruazinha sem saída da época medieval notavelmente preservada e tida como sendo a mais antiga rua residencial continuamente habitada da europa.
Construída no século XIV para abrigar os cantores do coral que servia à Catedral de Wells, a rua mantém praticamente intactas suas casas de pedra calcária - além de uma capela e um salão, conectados à Catedral através de um pórtico. A construção começou em 1348 sob o comando do Bispo Ralph de Shrewsbury, originalmente com 42 casas. Posteriormente algumas foram unidas e hoje o endereço conta com 27 casas de pedra calcária tombadas como patrimônio histórico, uma capela, biblioteca, tesouraria e refeitório, todos conectados à Catedral.
Na época vitoriana muitas das casas tiveram as pequenas portas e janelas trocadas por versões maiores e modernas a fim de deixar os cômodos mais iluminados, mas ainda se pode encontrar alguns exemplos originais:
As casas continuam sendo utilizadas para a sua finalidade original de oferecer moradia aos componentes do coral de Wells, enquanto nos permitem um raro vislumbre da vida medieval.
Visitei a rua pouco antes de voltar para Londres depois do fim de ano em Somerset; infelizmente estava sem a câmera e com alguma pressa, mas quero voltar com mais calma para explorar melhor essa preciosidade.
Just a Little Haul
Janeiro e meu aniversário se fueron e aqui estou, de volta à minha tentativa de alimentação saudável, exercícios leves, leituras em dia, journaling constante e aulas de html e italiano. Provavelmente falharei em todos esses planos e lá pelo meio do ano começarei a entrar em pânico, mas assim é a vida da mulher hedonista sem força de vontade ou palavra. ESCOLHAS.
Para dificultar ainda mais o projeto "new year, new me" estou tentando também exercitar o juízo financeiro e economizar, porque existe a possibilidade de ir ao Rio em junho/julho e prevejo a farra no débito: feijoadas, ubers, chinelos Kenner e talvez até mesmo um booking ponto com nalgum muquifo central porque a idéia de passar 30 dias aturando o mau humor e a grosseria da minha genitora dia e noite não me parece tão deliciosa.
Ainda assim me vali do pequeno budget mensal reservado às frivolidades (não só de austeridade e sensatez vive o homem) e após singela passada de rodo nas lojinhas locais eis o meu humilde espólio: skincare em tons pastéis.
Nada disso realmente presta, mas em compensação nada disso custou mais de duas libras e vai ficar bonitinho na minha mesinha de maquiagem (existe um sinônimo moderno para penteadeira?)
E aqui as compras na loja física da Kenji:
O ursinho é um adesivo bordado que vou usar para decorar a capa do planner. Os adesivos de estrela eu já tinha iguais, mas comprei novamente porque são perfeitos e vou usar bastante. Também não resisti à cartela com tema de floresta, mini cogumenos e esquilos vermelhos e minha religião não me permite deixar para trás um adesivo de cherry blossoms.
Eu precisava de borrachas novas (as minhas não apagavam nada e só sujavam o papel) e como esse coelho de bochecha rosa estava lá acabou vindo junto. E ainda trouxe um refil.
Por aqui começamos o jury duty, as aulas de html e estou aos poucos tentando dar cara nova aos meus cafofos virtuais. Já me desconectei do site anteriormente conhecido como Twitter, deletei o TikTok no celular e uso cada vez menos o Instagram, então esse deverá ser o ano do retorno da web 1.0, da web indie moleca de várzea que não nos deixa viciados em shots de dopamina digital de baixa qualidade, criando relações parassociais com estranhos e com o foco estourado.
Estamos em fevereiro e já estou terminando o terceiro livro; parece pouco, mas pra quem leu dois livros em TODO O ANO DE 2024 eu vou pedir licença para declarar SUCESSO.
Hopefully my life will fall back into rhythm soon.
Royal China
Queria comer dim sum e decidi pelo Royal China de Canary Wharf. Por um lado a idéia foi boa porque era a locação mais legal entre as opções que eu tinha - sou do time que acha Canary Wharf um lugar bonito, sorry not sorry. Por outro não foi tão bom assim porque a comida estava estranhamente horrível. Tudo coberto por uma substância meio gelatinosa e com gosto de peixe - mesmo quando não era peixe. Nauseante. Não comi quase nada e olha que eu como até pedra. Ele trouxe as sobras pra casa, mas eu não vou tocar naquilo, sorry.
Depois andamos até o The Grapes, que estava lotado. Achamos um sofá gostosinho pra sentar no andar de cima, mas o povo pedindo comida fedida naquele espaço fechado me deixou enjoada. O lugar é mesmo uma graça, eu totalmente o transformaria numa mini casa de frente pro Tâmisa - mas felizmente eu não tenho dinheiro pra comprar o pub do Ian McKellen porque sequer concordo com a destruição de pubs.
Passamos no Waitrose de Upminster onde comprei um red velvet pra comer em casa e bebi vinho. There goes the saturday. And january too.
With glass around me and grass on me.
canary wharf on a sunny saturday.
Cold january days.
Temu haul
Chocada com esse batom da Mercilen (marca chinesa, nunca ouvi falar). Saí, comi e bebi e ele se manteve intacto; precisei esfregar a boca com água micelar duas vezes pra conseguir remover. Também gostei da cor e essa embalagem é a pura riqueza cafona chinesa trabalhada no vermelho e dourado. Nota 10.
Já o pequenino que parece um bolo decorado (não sei a procedência, não tinha nome da marca; talvez seja cópia chinesa de alguma beauty brand coreana) tem uma pigmentação bastante sutil. Talvez um pouco sutil demais para a cor dos meus lábios, mas a textura aveludada garante uns pontos de boa vontade. Fora que é lindo assim e a minha “makeup desk” (porque falar PENTEADEIRA entrega a idade) agradece o ornamento.
you blew me up like a big balloon
Sempre achei lindos os livros de colorir da Johanna Basford e comprei um na promoção da Amazon. Resta saber se vou realmente ter saco pra pintar alguma coisa ou se eu só queria o livro porque ele era bonitinho. In any case, no regrets. It’s a joy to look at.
Birthday Girl
As part of my birthday celebrations the sun decided to be brave and get shining after many sodden days of rain, so we went to The Landmark for afternoon tea at the Palm Court. I've always thought this room was stunningly beautiful, so it was a joy to be able to spend some time there.
I thought the court with its tall orangery ceiling and towering palms would be the absolute highlight of the day, but the food wasn't too far behind. The tea blend that I picked had vanilla in the mix and was lovely and the sandwiches were simple, but very tasty; egg and truffle was probably my favourite but surprisingly loved the cream cheese and cucumber, too.
All the little pastries were delicious but nothing could top that incredibly smooth and buttery lemon curd; I could easily eat an entire jar with a spoon. We didn't fancy the options for the final slice of cake and instead asked for a couple more small sandwiches. The staff was pleasant and attentive without being oversolicitous.
My husband promised me he didn't tell them it was my birthday, but at the end I was brought this delightfull little pie as a gift. By that point I couldn't eat another thing, so they promptly packed it in a branded box for me to take home.
Even prettier as the night fell and the lights went on:
Ended the evening with drinks at the Globe, under the watchful eye of Lilibet. It was a lovely day and I'm so happy and grateful to be able to have these experiences and visit such beautiful places.
2026 stash
Minimalismo em 2026: um planner MUJI como agenda de compromissos, trabalhos e listas de coisas para fazer (fiz uma capinha com tecido verde de polka dots e renda na lateral) e um caderno da Stalogy na capa do Hobonichi como journal. Fora o caderno de colagens (que eu faço ocasionalmente) vai ser só isso mesmo.
Weston Super Mare
2026 começou nublado e sem a geada linda do dia anterior. Fomos para Weston Super Mare, uma praia de areia amarelada e compacta. A maré estava baixa, fazia um sol lindo mas uma ventania GLACIAL e eu não estava vestida para o evento.
Me refugiei num café bacaninha chamado Revo - tinha até fila na porta e concluí que ou era muito bom ou era a única coisa aberta naquele frio. Comi cheese chips com Pepsi Max (infelizmente o estabelecimento não trabalhava com a Coca Cola Company), a melhor cura conhecida para ressaca pós reveillon. Melhorei um pouco, fiz algumas fotos mas realmente estava frio demais pra circular de cardigan.
Fomos pra casa da sogra fazer arroz e esquentar a moqueca baiana (sem dendê) que preparamos ontem para o primeiro banquete do ano. And that was the first day.