he grabs me, he shares me, he loves me • one shot h!inter
Descrição: Harry fica surpreso quando certo dia encontra titio William em casa, descobrindo depois que infelizmente o homem estava sendo traído pela noiva e precisava de um tempo longe de casa para tentar esquecer esses problemas.
Harry sempre é muito bom para seu papai, servindo como o brinquedo perfeito quando esse precisa de um pequeno consolo para se sentir melhor. Por que não ser oferecido para ajudar seu titio nessa questão, também?
avisos: nessa one shot vai ter incesto pra dar e vender entre o harry, louis e o william (filho, pai e tio respectivamente). que isso já esteja bem ciente desde esse ponto para não ter qualquer choque futuramente na leitura, se não lhe agrada nem comece bj bj
tag's: h!inter (harry tem uma buceta) - todos os personagens maiores de idade - incesto - size kink (imaginei o harry menor mas é de seu critério) - desuso de camisinha - mordidas e tapas nos peitinhos, bunda e bucetinha - belly bulge - daddy kink - falsa inocência - um pouquinho de cnc e manipulação.
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Certa tarde Harry chegou em casa do colégio e teve uma surpresa ao encontrar na mesa do almoço seu tio William, que era irmão gêmeo de seu pai. Já fazia um tempinho que o homem não os visitava, pois sempre dizia estar ocupado com questões do trabalho e depois com as novas questões que acabaram surgindo: as do casamento.
Por isso que ver o homem ali, justamente naquele dia, era uma das coisas mais improváveis para Harry. Porém ele não deixou de ficar feliz, tinha muito carinho pelo tio.
Sua mãe não estava na mesa do almoço quando chegou, deveria ainda estar fazendo plantão no hospital, por isso apenas beijou a testa do pai e cumprimentou o tio com o mesmo beijinho, antes de sentar em seu lugar onde já tinha um prato de comida prontinho.
— Como foi a escola? Chegou um pouco mais tarde. — Louis observou dando uma olhada no relógio de pulso.
— Bem. Tive que ficar mais um pouco pra resolver umas coisas do grêmio estudantil. — Harry explicou com um sorrisinho, colocando um pedacinho de tomate na boca. — É uma surpresa ver você aqui, tio William. — Falou chamando a atenção do outro, não deixando de notar as pequenas olheiras sob seus olhos e o aspecto cansado de seu rosto.
— Eu tinha algumas coisas para resolver em Londres e seu pai disse que não haveria problema ficar aqui durante esse período, então... — Deu de ombros ainda forçando aquele sorriso e Harry ficou um pouco preocupado que algo a mais estivesse acontecendo.
Assim como Louis era um bom papai, sempre cuidando dele e sendo o homem mais amoroso do mundo o tratando feito uma princesinha, seu tio William não ficava muito atrás. Harry sempre se lembrou muito bem que desde sempre foi muito mimado por ambos os homens, que sempre lhe davam as melhores roupas e brinquedos. Mesmo ele não sendo mais uma criança e não precisando tanto de tamanha atenção, os dois homens continuavam assim – William em pequena parcela por morar longe, mas sempre que estava por perto cumpria com seu papel de melhor titio de todos os tempos.
Isso se provava em datas especiais como nos seus aniversários, ou no Natal. Sempre ganhava presentes do tio e recebia ligações em que ele genuinamente se preocupava em saber se tudo estava bem.
Os dois sempre cuidaram tão bem de si, por isso que quando notava que algo parecia estar os deixando tristes ou preocupados, sempre tentava pensar nas melhores maneiras para se resolver aquela situação.
Seu papai, servindo como um bom exemplo, sempre usava ele quando precisava se sentir um pouquinho melhor e sempre funcionava. Harry amava ser tão útil ao ponto do homem sempre parecer buscar cada vez mais de si.
Harry sabia que era errado, muitas vezes ele pensou sobre e tinha noção de que não era nada certo. Mas era tão gostosinho ser tão desejado e saber no final de tudo o quanto seu papai gostou, tendo em base o quanto de porra branquinha escorria do seu buraquinho usado. E no final sempre tinha aquelas palavras de aprovação, os beijinhos carinhosos, o banho de espuma especial na banheira e todo o carinho até que pegasse no sono.
Harry gostava de seu útil para seu papai, simples assim.
Em uma dessas noites em que Louis tinha ido até seu quarto para ficarem juntinhos, como costumavam fazer sempre que podiam, Harry sem querer se viu pensando sobre o tio sozinho no quarto de hóspedes mais aos fundos da casa.
— Tudo bem? — Louis perguntou baixinho, enquanto colocava meias quentinhas em seus pés. — Papai machucou muito? — Tinha a sombra de um sorriso em seus lábios com a pergunta, e isso fez Harry sorrir também com bochechas ganhando um tom rosa.
— Não. — Harry respondeu ainda com aquele adorável sorriso. — Só um pouquinho.
Quando Louis terminou de colocar as meias em seus pés para mantê-los aquecidos, Harry abriu os braços indicando que queria ficar abraçadinho. Claro que Louis não demorou a atender seu pedido, se aproximando mais de onde ele estava, deitando no lado vazio da cama puxando-o para deitar a cabeça em seu peito, o braço rodeando seu corpo magro com firmeza.
— Eu conto tudo pra você, não conto? — Harry rompeu com o silêncio que se formou no quarto, tendo sua certeza de que Louis não tinha caído no sono quando ouviu ele rir baixinho da sua pergunta.
— Eu espero que sim. — Murmurou sonolento, as mãos deslizando vagarosamente pela lateral de seu corpo até seus quadris, onde apertou.
— Então me conta o que aconteceu com o tio William. — Harry pediu deixando um beijinho na bochecha dele coberta por uma barba de tom ruivo por fazer, como se esse fosse o segredo para fazê-lo contar.
— Você é um garotinho muito curioso. — Louis tinha um sorriso nos lábios, os olhos azuis fechados, os dedos apertando o quadril de Harry novamente em provocação. — Hum, você já sabia que seu tio ia se casar com aquela mulher, a Becky, certo?
— Uhum. — Harry assentiu, tentando conter a empolgação por Louis finalmente estar falando sobre aquilo.
— Então, ele descobriu que ela estava o traindo com um colega de trabalho, e isso o deixou muito magoado, é claro. — Louis explicava lentamente. — Ele está aqui em Londres, enquanto ela arruma as coisas para sair da casa que eles dividiam e também pra cancelar os preparativos do casamento. Tudo isso coincidiu com o trabalho que ele realmente veio fazer aqui.
— Isso é muito triste. — Harry observou com um pequeno beicinho. — O tio William é muito legal.
— Ele é. Mas não vamos falar sobre isso com ele, princesa. Ele já se sente magoado o suficiente. — Harry não demorou a assentir e relaxar mais contra o corpo de Louis, mostrando que já estava pronto para dormir. — Boa noite, meu bem.
— Boa noite, papai.
Os dois caíram no sono rapidamente e Harry na manhã seguinte curiosamente despertou antes mesmo que seu alarme tocasse indicando que deveria começar a se arrumar pra ir a escola.
Harry sorriu ao se dar conta do peso do braço de Louis envolta de sua cintura, mostrando que ele não tinha saído no meio da madrugada para voltar e dormir no próprio quarto. Não querendo despertar ele tão cedo sem motivo, afastou seu braço com cuidado e ficou de pé para pegar o uniforme limpo da escola no guarda roupa, junto às meias e sapatos que colocaria no banheiro após tomar banho.
Minutos depois quando Harry já estava pronto na cozinha tomando um copo de suco, mexia distraído no celular aproveitando aquele tempinho livre que teria antes de sair pra escola. Tinha os antebraços apoiados no balcão, o bumbum balançando distraidamente de um lado para o outro.
Harry então se assustou quando sem aviso sentiu braços envolta de sua cintura, sendo abraçado fortemente por trás. Deu um pulinho assustado e olhou sobre o ombro, vendo o rosto sério de Louis.
— Bom dia, papai. — Harry beijou a bochecha dele, a barba fazendo cócegas em seus lábios macios.
— Você levantou sem falar nada. Ia sair sem falar comigo? — Louis perguntou baixinho rente a sua orelha, Harry sorrindo de modo adorável deixando o copo já vazio sobre o mármore da pia.
— Você parecia estar em um sono tão bom, não queria atrapalhar. — Harry explicou, precisando virar quando Louis indicou que deveria fazê-lo, os dois ficando um de frente pro outro.
Harry se assustou quando de repente Louis juntou seus lábios, empurrando seu corpo até que estivesse encurralado contra a ilha de mármore escuro no meio da cozinha. O mais novo se encolheu e virou o rosto para que parassem, fazendo Louis deixar beijinhos por sua bochecha.
Sua atitude deixou Louis confuso, se afastando um pouco para segurar sua bochecha e fazê-lo olhar nos seus olhos.
— O que foi?
— A gente não pode fazer isso aqui e agora. — Harry disse baixinho, ficando na ponta dos pés para olhar sobre o ombro de seu papai na direção do corredor. — Alguém pode nos ver.
— Eu não ligo. — Louis segurou seu pescoço em um pequeno aperto nas laterais, sentindo Harry engolir em seco sob sua palma. — E você sabe que o papai não gosta nenhum pouco quando você se afasta assim. E sabe por quê? — Seus lábios estavam muito próximos, Harry com a respiração ficando aos pouquinhos menos controlada.
— Porque eu sou seu. — Harry respondeu baixinho e Louis sorriu satisfeito com a resposta.
— Exatamente, Hazzy, você é só do papai. — Louis o fez virar de costas novamente, o empurrando até que tivesse o torso deitado sobre o mármore da ilha e a bundinha empinada contra sua virilha.
Harry comprimiu os lábios fortemente ao sentir Louis esfregar o pau coberto com firmeza contra sua bunda, suas mãos se fechando em punhos quando ele simplesmente levantou sua saia plissada e puxou sua calcinha branca de algodão para baixo. Seus lábios róseos se entreabriram com a intenção de dizer algo, mas logo precisou conter um gemido quando desta vez sentiu o calor do pau dele semi-ereto entre as bandas de sua bunda nua.
O corpo de Harry ardia por toda a tensão da situação. Ele não tinha ideia se sua mãe tinha vindo para casa naquela noite, fora isso tinha o risco de seu tio acordar e aparecer justamente quando estavam naquela situação, bem na cozinha onde poderiam ser facilmente vistos.
Sentiu Louis se afastar, mas rapidamente foi capaz de reconhecer o hálito quente dele atingir a pele macia de sua bunda, em seguida o calor quente e úmido da boca dele devorando sua bucetinha como se tivesse fome. Seus olhos verdes brilhantes se reviraram, sua boquinha se abrindo em um gemido silencioso com a língua ágil do seu papai tocando cada lugarzinho certo, as mãos fortes dele puxando suas nádegas para os lados a fim de ter mais acesso.
— Papai. — Harry sussurrou agoniado, os olhos se arregalando e mordendo as costas da mão quando Louis pressionou a pontinha rígida da língua no seu cuzinho virgem e tão apertado. — V-Vão nos encontrar, p-papai.
— Se continuar gemendo assim, é claro que vão. — Louis murmurou deixando mordidas na pele macia com a justa intenção de deixar pequenas marcas espalhadas por todo seu bumbum. — Papai é louco pra meter o pau aqui, você tem ideia disso?
Harry no mesmo instante se contraiu com força somente com o pensamento. Pensou que normalmente, pra levar seu papai inteiro na sua bucetinha já era tão doloroso, mas que aos pouquinhos se tornava doloroso de um jeito bom.
Seu cuzinho era tão mais apertado. Somente imaginar a ideia dele deslizando para dentro de si por trás, já fez todos os pelinhos de seu corpo se arrepiarem e aquele frio na barriga já familiar o consumir.
Harry não precisou olhar para saber que Louis tinha ficado de pé novamente, voltando a esfregar o pau nas bandas de sua bunda. As mãos dele apalpavam as laterais de seu corpo, se demorando em seus peitinhos quando os dedos esbarraram nos mamilos durinhos.
Era tão difícil pra Harry estar naquele tipo de situação em que precisava ficar obrigatoriamente em silêncio. Sempre era tão gostoso quando sua mãe estava fora de casa e Louis não precisava sair para trabalhar, e assim os dois tinham a casa inteiramente para brincarem do modo que bem desejassem. Mas nas circunstâncias em que se encontravam, além de sua mãe estar possivelmente em casa, ainda precisavam tomar cuidado com o titio William.
O celular de Harry sobre a ilha da cozinha vibrou e a tela acendeu em uma nova notificação. Mesmo na situação em que se encontrava, Harry ainda foi capaz de ler e era uma mensagem de sua amiga, dizendo que ela e a mãe passariam em sua casa para oferecê-lo carona em alguns minutos.
— Hum. — Harry tentou chamar sua atenção, enquanto se esforçava para ignorar como sua bucetinha piscava de tesão com a cabecinha daquele pau se pressionando bem sobre os lábios gordos da sua xoxotinha já vergonhosamente melada. — Eu vou me atrasar.
Antes que Harry pudesse falar qualquer outra coisa, seu papai colocou a calcinha dentro de sua boca com a palma se posicionando sobre seus lábios, Louis pressionando a glande gorda um pouco mais em sua buceta até que tivesse pelo menos a cabecinha dentro.
Harry choramingou com a pequena ardência de sua xotinha se alargando para recebê-lo, mordendo com força o tecido macio da calcinha que tinha na boca, os olhos verdinhos voltando a se revirar em prazer conforme aquele pau deslizava cada vez mais fundo para dentro de si. Com a intenção de ver seu papai, Harry olhou para trás sobre o ombro assistindo Louis com os lábios rosados entreabertos observando o pau sumir aos pouquinhos conforme se afundava nele.
As mãos de Louis apertaram seus quadris com força, começando a se movimentar para frente e para trás lentamente o dando um tempo pra se acostumar, porque no começo o mais velho era sempre tão bonzinho para depois destruí-lo. Era sempre assim e Harry adorava, mas não tinha tanta certeza de que era uma boa ideia ser fodido com tamanha força antes de ir ao colégio.
Geralmente, depois dessas fodas brutas e rápidas, Harry sempre andava com certa dificuldade. O garoto sabia que Louis tinha prazer em fazer isso, somente pelo privilégio de poder assistí-lo ir embora com as pernas bambas e a bucetinha dormente por sua causa.
— Caralho. — Louis praguejou excitado, metendo o pau bem fundo até que os quadris ficassem pressionados nas nádegas cheinhas de Harry, a mão se posicionando no pescoço do seu gatinho o incentivando a deitar a cabeça em seu ombro, os dois ficando bem juntinhos daquele jeito. — Sua florzinha é sempre tão apertadinha no meu caralho. Lembra quando o papai fodeu ela pela primeira vez? Você me abraçava forte e chorava baixinho dizendo que machucava, mas não me deixava sair de jeito nenhum.
O papai sussurrou próximo a sua orelha, um sorriso cretino no rosto porque sentia seu corpinho estremecer por inteiro a cada mínimo movimento. Harry abriu mais as pernas, em uma tentativa de melhorar na movimentação daquele pau grosso entrando e saindo dentro de si, porém não tinha jeito quando ele era tão apertadinho.
Se antes havia qualquer controle em Louis, esse foi embora quando aparentemente desistiu de esperar que sua xotinha estivesse mais propícia a recebê-lo devidamente, os dedos agarrando seus quadris para mantê-los parados ao que passou a se movimentar para frente e para trás.
A sensação de ardência estava ali, mas ao mesmo tempo era tão gostosinho, porque sempre era quando tinha Louis o fodendo daquele jeitinho. Tamanha era aquela sensação e todos aqueles sentimentos se espalhando para diferentes pontos de seu corpo, que as mãos de Harry se apertaram em punhos sobre o mármore gelado, mordendo aquela calcinha dentro da boca com tamanha força por temer deixar escapar algum som alto e chamar atenção.
— Ah, princesa. — Louis murmurou em meio a um beijo em sua nuca, não parando em momento algum de estocar contra sua buceta. Em meio a isso os movimentos de Louis começaram a ficar mais rápidos e um tanto agressivos, o corpinho de Harry sendo empurrado para frente conforme o corpo dele se chocava contra o seu.
Mesmo com aquela calcinha na boca, ainda era possível escutar os pequenos gemidinhos de Harry perdidos pelo cômodo, a maneira que ele choramingava sempre que seu papai conseguia ir ainda mais fundo que antes.
Harry estava muito perdido no prazer para se dar conta do que estava acontecendo, enquanto Louis o fodia tão forte e de maneira tão certeira. Em determinado momento daquela brincadeirinha libidinosa com o papai, não se deu conta de que alguém havia aparecido no corredor e estava ali espreitando como um observador silencioso.
William estava dormindo no confortável quarto de hóspedes ao final do corredor. Tinha um costume de acordar um pouco cedo para usar o banheiro e beber um pouco de água, mas acabou esquecendo de pegar uma garrafa noite passada para não ser preciso ir até a cozinha. E foi nessas circunstâncias que encontrou o irmão e seu sobrinho em tal situação.
William não era idiota, sabia que tinha algo acontecendo. Seu irmão também não fazia muita questão de esconder, pelo menos dele, chegando até a provocá-lo em situações muito específicas. Como quando estavam na sala de estar e Louis pedia para que Harry sentasse em seu colo, fazendo o garoto ficar propositalmente com as pernas abertas em sua direção.
O gêmeo mais novo chegou ao ponto de se questionar se era algo que Harry realmente queria, e sua pergunta foi respondida quando nesses momentos – onde Harry supostamente pensava que não estavam sendo observados – provocativamente começava a se esfregar sobre a virilha do pai, deixando beijinhos adoráveis em sua bochecha.
Tentava evitar a todo custo, porque sabia que era errado, mas sempre acabava de pau duro nessas situações. Começou a assumir para si mesmo que Harry era irresistível demais e que ultimamente se sentia muito sozinho, após descobrir a infidelidade da noiva.
Então naquela manhã, quando encontrou Louis e Harry daquele jeito, mesmo já tendo uma ideia do que se passava, paralisou por completo. E ele foi visto por Louis, que ao invés de ter parado com o que estava fazendo, fez questão de segurar a dobra do joelho direito de Harry e levantar sua perna para que ficasse mais aberto e exposto na direção William em que estava, o mais novo precisando então se manter de pé tremulamente em uma só perna.
Naquela posição William podia ver perfeitamente Louis entrando e saindo daquela xotinha, que notavelmente se apertava bem gostoso envolta daquele caralho. Aparentemente Harry havia gostado do jeitinho que estava naquele momento, pois passou a gemer um pouquinho mais alto com a cabeça pendendo para trás e as costas de curvando belamente em completo prazer, antebraços apoiados na ilha gelada.
— Você gosta, huh? De saber que é um brinquedinho especial do papai? — Louis perguntou baixinho, não tirando os olhos de William, ficando satisfeito quando Harry respondeu quase imediatamente em um choramingo. — E você sabe como me enlouquece, me faz querer estar dentro de você a todo instante. É só meu.
— Uhum! — Harry respondeu balançando a cabeça em afirmação vezes demais, passando a se empurrar contra os movimentos de Louis, que o conhecia bem o suficiente para saber que aquilo significava o quão perto ele estava de gozar.
Harry estava mais alheio que nunca a tudo que estava envolta dele. Na sua cabeça o mundo se resumia somente a ele, seu papai e o modo que seus corpos se chocavam conforme o mais velho metia deliciosamente em sua xota.
Aquela sensação prazerosa se espalhava em seu baixo ventre, como quando sentimos borboletas no estômago. Em sua bucetinha dolorida ficava cada vez mais evidente aquela sensação de formigamento que Harry conhecia tão bem, fazendo-o automaticamente levar os dedos até seu grelinho inchado e vermelho que implorava para ser tocado.
Mesmo com a boca ocupada, Harry conseguiu avisar que estava gozando, entendendo o aumento na intensidade das estocadas como um sinal de que poderia ir em frente.
Enquanto gozava em um revirar de olhos satisfeito, se possível, sua xotinha se apertava ainda mais forte envolta daquele pau enfiado tão fundo dentro de si. Estava tão fundo que Harry podia jurar senti-lo em sua barriguinha, junto a uma sensação de que ele pulsava conforme liberava jatos de porra que o manteria cheio.
As pernas de Harry estremeceram com tamanha intensidade, que se não tivesse Louis segurando sua cintura, certamente teria cedido e caído no chão.
Conforme Harry tentava controlar a respiração descompassada, tinha seus antebraços apoiados no mármore gelado. Estava tão aéreo que nem mesmo percebeu Louis enfiando dois dedos em sua boca para puxar aquele tecido frágil para fora, em seguida se abaixando atrás de seu corpo para vesti-lo com aquela mesma calcinha novamente.
— Agora você pode ir pra escola. — Louis tinha um sorrisinho, enquanto daquela vez arrumava a saia devidamente em seu corpo, Harry aproveitando para passar as mãos na blusa pra de alguma forma desamassar.
— Lacey já está chegando. — Harry passou os dedos pelos fios desarrumados do cabelo, Louis mais uma vez ignorando sua fala para segurar seu queixo e juntar seus lábios. — Papai! — Harry virou o rosto em uma risadinha, o rosto extremamente corado, tentando de alguma forma afastar o mais velho. — Eu preciso mesmo ir!
— Eu sei. Me espera lá que hoje eu vou te buscar. — Isso fez Harry sorrir ainda mais se possível, balançando a cabeça em entendimento e desta vez por conta própria deixou selinhos em seus lábios.
— Tchau!
Harry se despediu quando pegou a mochila e o celular, correndo para sair de casa e não acabar perdendo a carona, a porra vazando de sua xoxota e melando a calcinha. Não se deu conta de que não deixou somente o pai para trás, mas também um tio excitado que o observou silenciosamente se afastar.
Louis e William trocaram olhares. Eles teriam muito o que conversar.
笠
Alguns dias depois, na parte da manhã, Harry tinha ido à escola como de costume, e de tarde para a casa de uma amiga quando através de uma ligação teve a autorização do pai, após muita bajulação e promessas. Por lá ele se distraiu conversando, provando roupas e ouvindo músicas.
Harry acabou ficando para o almoço e até para o lanche da tarde, decidindo depois que era melhor ir embora quando notou que o céu estava muito perto de escurecer, e seu papai não gostava quando ele voltava para casa muito tarde.
Assim que Harry chegou em casa, soube que sua mãe não estava por não ter visto o carro dela na garagem, somente o de Louis. Se adiantou em entrar, encontrando já na sala escura seu papai e titio William sentados no sofá assistindo o final do jogo que passava na televisão.
Ainda ali no pequeno hall, Harry tirou seus tênis deixando-os na pequena sapateira de madeira e também deixou sua mochila por ali, antes de se aproximar do sofá onde cumprimentou o tio com um beijo na bochecha e depois subiu no colo de seu papai para beijar seu rosto. Foi quase automático para Louis abraçar sua cintura, deixando bem claro que o queria por ali, a outra mão ainda segurando a garrafa de cerveja.
— Ficou muito tempo na Lacey. — Louis murmurou próximo a sua orelha sem tirar os olhos da televisão.
— Quase no final da tarde a mãe dela nos deu a ideia de fazer um bolo. Desculpa. — Harry pediu espiando William pelo canto do olho, antes de deixar um selinho em seus lábios.
— Tudo bem.
Os três estavam no sofá de três lugares, então Louis o fez ficar no meio vazio e deitar com a cabeça em suas coxas, Harry sorrindo satisfeito quando William segurou delicadamente suas pernas com as meias ¾ brancas para que as colocasse sobre seu colo também.
Harry gostava de assistir jogos com seu papai, era uma das coisas que costumavam fazer quando ficavam juntos, por isso que começou a prestar a atenção no que passava na televisão, apesar de já estar praticamente no final. Como sempre Louis acariciava gentilmente os fios macios de seu cabelo, mesmo que esses estivessem presos em uma única trança.
O que Harry não deixou de notar foi o modo que William acariciava gentilmente seu tornozelo, evoluindo depois para suas pernas, os dedos brincando com o material macio de suas meias. Ficou um pouco alerta quando moveu as pernas, esfregando um pouco a sola dos pés nas coxas de William, acabando por sentir nos dedos como o pau dele estava duro sob o aperto da calça.
Seus pés acabaram se esfregando no membro dele também, o que o causou a reação de segurar seus calcanhares e suspirar longamente, se movendo um pouco no sofá. Diante disso Harry espiou a expressão de Louis, tentando identificar se ele percebeu o que aconteceu.
No mesmo instante a porta da sala foi aberta e pelos passos Harry já conseguiu identificar que era sua mãe. Sentou-se rapidamente e ficou de pé, arrumando a sainha plissada em seu corpinho, sentindo o olhar de ambos os homens queimando em si.
— Harry, quantas vezes eu já disse pra não deixar essa mochila aqui na porta. — Jane reclamou fechando a porta com o pé, segurando sacolas de compras do supermercado com ambos os braços tendo certo esforço.
Harry se adiantou em se aproximar para ajudá-la com aquilo, reparando na maneira que ela o olhou de cima a baixo carregando, se possível, ainda mais repreensão no olhar.
— Você ainda está com o uniforme?
— Eu o deixei ir para a casa da Lacey depois da escola e ele acabou de chegar. Já estava indo tomar banho quando você chegou. — Louis se adiantou em falar antes que Harry pudesse dizer qualquer coisa.
Harry precisou pressionar os lábios para conter um sorrisinho, se dando conta de como Louis sempre o protegia naqueles pequenos confrontos.
A reação de Jane foi fechar os olhos por alguns segundos e respirar fundo, Harry se adiantando em se livrar daquelas sacolas. Com a mãe em seu encalço, os dois foram até a cozinha para colocar as compras em cima da mesa.
— Pode guardar essas coisas pra mim? Estou tão cansada desse turno do hospital. — Jane suspirou se alongando um pouco, alguns ossos estalando pela tensão. — E depois tire esse uniforme e tome um banho. Já o coloque na máquina de lavar assim que puder, por favor.
— Sim, mãe. — Ela deixou um beijo em sua bochecha e se afastou na direção do corredor para ir ao quarto tomar um banho no banheiro.
Harry se ocupou em guardar as compras no devido lugar, ouvindo mais ao longe Louis e William conversarem em voz baixa. Poderia ser algo sobre o jogo, talvez, mas Harry ainda se sentiu curioso por conta do que aconteceu antes que sua mãe chegasse.
Ele poderia estar totalmente enganado e ser algo que sua mente criou, sempre tinha a possibilidade. Por isso achou melhor ficar quietinho e fingir que nada aconteceu, caso contrário sabe-se lá o que podia acontecer.
Quando terminou o que tinha sido designado a fazer, seguiu até seu quarto onde tirou as roupas e em seguida foi para o banheiro, desfazendo a trança de seu cabelo antes de prendê-lo no topo da cabeça para tomar uma ducha.
De banho tomado e tendo se secado com a toalha, começou a passar um creme pelo corpo de cheirinho muito bom que deixava sua pele bem macia. Só então, ignorando a gaveta de calcinhas, colocou o shortinho de um pijama, uma das camisas velhas que seu papai certa noite deixou em seu quarto, e um par de meias rosa pastel com pequenos morangos e um detalhe de renda rosa no tornozelo.
No corredor escuro, Harry espiou um pouco na sala vendo que Louis e William continuavam ali. Louis foi o primeiro a notar sua presença, indicando que deveria se aproximar novamente. Quando perto o suficiente, Louis o colocou de novo sentado de lado em suas coxas, deslizando o polegar por sua bochecha.
— Sua mãe já dormiu? — Louis perguntou e isso curiosamente fez o baixo ventre de Harry se revirar.
— Acho que sim. — Harry respondeu baixinho.
— Ótimo, porque preciso conversar sobre uma coisa séria com você. — Louis iniciou prendendo entre os dedos a mecha de cabelo que estava na frente do seu rosto, colocando-a atrás de sua orelha. — Eu contei pra você sobre o problema que o tio William tem passado, certo? — Isso fez Harry olhar na direção de William, que o observava atentamente com os olhos azuis muito frios. — E você pode imaginar como ele deve estar triste com toda essa situação.
— Uhum. — Harry cantarolou em concordância.
— Uma das coisas que o papai mais gosta em você, é como você é tão bonzinho e tá sempre querendo ajudar e tenta deixar todos felizes. O papai te criou tão bem... — Harry engoliu em seco, sentindo a bucetinha fisgar com aquela conversa. — Vendo como o William está triste, pensei se você não poderia ser bonzinho e ajudar ele a ficar feliz. Entende o que quero dizer?
— Deixar o tio William brincar comigo também? — Harry se moveu um pouco no colo de Louis, sentindo como o cacete do seu papai já estava começando a ficar duro embaixo do seu bumbum.
— Exatamente. Sempre que nós brincamos, o papai sempre fica mais feliz. Pensei que poderia fazer a mesma coisa pelo seu tio. Você gosta dele, sim?
— Muito. — Harry respondeu em um sussurro, olhando na direção de William para vê-lo tocar sutilmente no pau duro ainda dentro da calça moletom.
— Ótimo, princesa. E você vai deixar o William brincar com você? O papai vai ficar por perto o tempo todo. — Garantiu segurando o rostinho de Harry, deixando um selinho demorado em seus lábios tão rosados quanto um pêssego.
— Mas o papai não vai brincar comigo? — Harry perguntou confuso, de repente não gostando da ideia de que apenas William fizesse algo, enquanto seu verdadeiro dono apenas observava.
— Você quer os dois? — Louis tinha um sorriso nos lábios, olhando para o irmão querendo ter certeza de que ele tinha escutado a mesma coisa. William sorriu também, tendo certeza de que o pré-gozo que vazou da cabecinha de seu pau tinha melado um pouco a cueca que usava. — Você sabe que eu não sou capaz de lhe recusar algo assim, huh? — Segurou uma de suas bochechas, voltando a beijar docemente seus lábios entreabertos.
Harry sorriu timidamente com a fala, os lábios de Louis ainda deslizando lentamente pelos seus. A barba dele por fazer arranhava sua pele delicada e macia de um modo tão satisfatório, que o mais novo não deixava de pensar que cederia a qualquer instante em seus braços.
O beijo entre os dois não durou muito quando Harry foi incentivado pelo papai a descer do sofá e ficar de joelhos no chão gelado entre as pernas abertas de William, que ainda tinha os dedos apertando a própria ereção buscando o mínimo de alívio.
— Faz como o papai te ensinou, meu bem. — Harry ouviu Louis dizer baixinho, se adiantando em ficar um pouquinho mais próximo de William, olhando nos olhos azuis dele em um pedido silencioso para puxar sua calça para baixo.
William sorriu gentilmente, balançando a cabeça em afirmação indicando que deveria ir em frente, e Harry puxou sua calça junto a cueca somente o suficiente para que o membro ereto e as bolas cheias ficassem expostas. Harry se demorou um pouco no processo de ver como era ali embaixo, não deixando de pensar que ele era grande assim como Louis, mas que não era tão grosso quanto.
Harry começou exatamente como fazia com seu papai: o punho se fechou na base do membro grosso, assim podendo aproximar sua boquinha acumulando saliva na glande rubra, onde cuspiu assistindo ela escorrer por toda a ereção para só então começar a mover um punho com facilidade para cima e para baixo.
Mesmo com certa firmeza nos movimentos, era possível notar com facilidade como Harry era delicado e cuidadoso no que fazia, quando seu único objetivo com aquilo era causar somente prazer e satisfação no outro. A maneira que seus olhos verdes brilhavam e ele olhava com tanta atenção para o modo que a própria mão se movia ininterruptamente, servia em parte como prova do quão dedicado e atencioso ele era.
Pouco havia sido feito e tinha acabado de começar aquele deleite por algo tão errado e libidinoso, mas William já sentia um calor em seu baixo ventre se espalhando para diferentes partes de seu corpo. A mão apertando fortemente a almofada logo ao lado deixou de ser suficiente e logo a tinha posicionada sobre a cabeça de Harry, apertando entre os dedos as mechas do cabelo tão macio, tentando lidar com o desejo gritante de puxá-lo para seu pau.
O pensamento o fez lembrar que não se tratava apenas dele e de Harry a sós naquele momento, se virando para ver Louis observando Harry com atenção, uma das mãos apalpando o próprio pau sobre a calça.
— Deve colocá-lo na boca, Harry. Sabe que isso não vai ser o suficiente. — Louis disse rompendo aquele silêncio, que até então estava sendo evitado pelo som da televisão ligada ao fundo e dos sons molhados da mão de Harry punhetando aquele pau em uma bagunça de saliva.
Harry não demorou a assentir como um bom menino obediente que era, iniciando com lambidas muito molhadas que iam desde as bolas cheias até a fenda na glande quentinha e rubra, de onde escapava pré gozo em excesso. Um sorrisinho sapeca surgia em seus lábios sempre que sentia aquele gostinho em seu palato, fazendo questão de se concentrar ainda mais naquela região em especial para ter mais daquilo.
Quando abocanhou a glande, a língua muito molhada a circundando de jeito quase afobado, não se precipitou em colocar ainda mais na boca e levá-lo até o fundo. Com a experiência que tinha conseguido com seu papai, depois de todas as brincadeiras secretas naqueles momentos especiais entre os dois, aprendeu que Louis sempre gozava mais forte e mais gostoso quando era provocado até em um ponto em que não suportaria mais. Acabou deduzindo que com William poderia funcionar assim também, então colocou sua língua para trabalhar em diferentes pontos daquela ereção, propositalmente liberando muita saliva para sua mão punhetá-lo enquanto aquilo.
Em determinado momento fez uma pequena pausa, se afastando um pouco para tirar sobre a cabeça a camisa que estava usando, deixando a peça cair no ali mesmo no chão. Só usava as meias rosa e o shortinho minúsculo, que por estar sem calcinha, a costura acabava se encaixando entre os lábios de sua xoxotinha gorda e depilada, roçando por seu grelinho molhado e inchado de um jeito tão gostosinho que Harry propositalmente apertava as coxas buscando por mais.
Ouvir os gemidos baixos de seu titio somente lhe traziam mais incentivo para continuar o masturbando, olhando para ele com um sorriso quando viu esse esticar o braço com os dedos grossos se esfregando em um tipo de teste no mamilo do peitinho arrebitado e pequeno, mas muito gostosinho de apertar e mamar. Talvez tivesse sido difícil de ele resistir, diante do modo que os peitinhos balançavam um pouco, conforme os movimentos que seu braço fazia.
— Porra. Começa a chupar, meu bem. — William falou e pelo tom um tanto agoniado em sua voz, saiu como um tipo de súplica que soou um tanto prazerosa aos ouvidos do mais novo.
Harry voltou a sentar sobre as panturrilhas, trabalhando em mover a cabeça para baixo enfiando o máximo que podia daquele pau na boca. Os olhos dele se marejaram quase imediatamente quando sentiu a glande atingir a parte de trás de sua garganta, deslizando a cabeça para trás enquanto respirava fundo, em seguida voltando a colocar tudo o que podia na boca. Naquele processo Harry babava o máximo que podia e gemia bem dengoso todas as vezes em que William não conseguia se conter e estocava os quadris para cima.
Assistir aquela boca carnuda e vermelha envelopar seu pau tão molhado, a língua se esfregando de modo insistente na base, olhos tão verdes e marejados de ar tão dócil e inocente olhando diretamente nos seus, era como ter céu e inferno de mãos dadas bem na sua frente.
Harry o chupava tão gostoso e com tamanha dedicação, que vincos se formavam em suas bochechas coradas, ainda mais quando o tinha enfiado até o fundo na garganta no ponto em que a ponta do nariz encostava em sua virilha com alguns pelinhos ralos por ali.
Harry viu o exato instante em que as coxas de titio William estremeceram um pouco, ele em seguida agarrando os cabelos do topo de sua cabeça para puxá-lo a fim que parasse com a sucção, fios de saliva e pré gozo ficando ligados em seus lábios e queixo até o pau babado. O homem controlava os gemidos da maneira que podia, desta vez o próprio punho descendo e subindo forte por toda a ereção denunciando como estava muito perto de vir.
Harry fez questão de chegar mais pertinho e apertar os próprios peitinhos entre os dedos magros, dessa forma os dando certo volume. Desse jeito começou a esfregá-los contra o pau que estava sendo masturbado com tamanho afinco, indicando que o titio poderia gozar neles. William não durou muito depois disso.
Uma expressão satisfeita tomou o rostinho corado do mais novo, que tinha um sorriso doce nos lábios assistindo o pau de William pulsar, conforme liberava os últimos resquícios de porra que melaram seus peitinhos além do seu lábio inferior e queixo. Se abaixou um pouco para lamber a cabecinha suja com o líquido perolado.
— Eu fui bem? — Harry perguntou piscando lentamente os olhos muito verdes, a voz um pouco falha.
William tinha o rosto levemente corado coberto por uma fina camada de suor, a respiração um pouco acelerada ainda tentando se recuperar do orgasmo. O polegar começou a brincar com o lábio inferior muito rosado de Harry, que esperava ansiosamente por sua resposta.
— Foi perfeito. — William respondeu, olhando para o irmão, que àquela altura já tinha o pau fora da calça sendo masturbado com lentidão. — Você tinha razão, ele é incrível. Você o criou perfeitamente bem.
— Eu disse a você. — Harry ficou em silêncio ouvindo os dois homens falarem como se ele não estivesse presente, se sentindo até mais satisfeito com isso. — Vem aqui, amor. Agora você vai ajudar o papai.
Harry gostou muito da ideia, era inegável pelo sorriso adorável que surgiu em seu rosto, os lábios e o queixo ainda brilhantes pela saliva e gozo do boquete de momentos atrás.
De joelhos se aproximou mais de Louis, se posicionando entre as pernas abertas dele, do mesmo modo que estava antes com seu titio. Amava tanto chupar aquele pau, era simplesmente viciado, e ter Louis o oferecendo aquilo era uma das melhores coisas que poderia querer.
Harry gostava como o canto dos lábios começava a arder por aquele cacete ser tão grosso, ou de ter o maxilar doendo pelo tempo que manteve a boca aberta para recebê-lo. Não era necessário dizer muito, além do fato de ser uma putinha desesperada e sedenta por pau. Tinha até momentos em que Harry ardia de saudade em ter a boquinha fodida, e sem nem perceber começava a chupar a própria língua para tentar conter aquela necessidade de chupar algo.
Já tinha tido sua boquinha usada e a garganta preparada por ter chupado William antes, acreditando que com Louis naquele momento seria mais fácil que o comum
Acumulou saliva na boca e colocou a cabecinha gorda ali, usando a linguinha macia e molhada para brincar com ela em meio aquela bagunça de saliva. Começou a chupar ali com força, antes de deslizar lentamente a cabeça para baixo até que tivesse pelo menos metade dentro da boca, os olhos verdes não desviando dos azuis em momento algum para flagrar cada mínima expressão no rosto do mais velho.
Em meio a respiração pesada, Louis sorriu afetado quando notou que Harry gemia só por sentir seu gosto, ficando mais desesperadinho para chupar ainda mais.
— Tem o rosto de uma princesinha. Quem vê não diz que consegue ser a maior das putinhas, viciada em chupar pau huh? — Louis murmurou deslizando a ponta dos dedos nas laterais de seu rosto, por enquanto permitindo que Harry fosse no próprio ritmo. — O que você acha que eles diriam, Harry, se soubessem que você mama bem gostoso no pau do seu papai? Que é viciado e tá quase sempre implorando pra ser fodido por ele?
Ao mesmo tempo que Harry gemeu abafado por ter a boca cheia, William também deixou um som prazeroso escapar com a mão massageando o pau, que voltava a ficar duro aos poucos só de assistir Harry chupando aquele pau como se sua vida dependesse disso.
— Tem uma boca tão gostosa. — Louis gemeu apertando entre os dedos as mechas do cabelo castanho escuro, segurando a cabeça dele parada em um lugar só para começar a estocar os quadris para cima.
A cada estocada, os sons molhados de sucção ficavam cada vez mais em evidência no cômodo, a língua macia de Harry se esfregando com dedicação do modo que conseguia na base do membro grosso, sentindo com perfeição as veias saltadas dali.
Os olhos de Harry ficaram ainda mais marejados, conforme Louis continuava fodendo sua garganta e a glande atingia insistentemente o fundo dela. Louis estava tão fundo e ele era tão grosso preenchendo sua garganta completamente, que Harry de pouquinho em pouquinho ficava desesperado por ser privado de ar.
Quando não se sentiu mais capaz de lidar, Harry acertou alguns tapinhas agoniados na coxa de Louis, os engasgos ficando ainda mais frequentes com saliva escorrendo aos montes pela base onde se acumulava na virilha dele, que tinha os pelinhos ralos de um tom ruivo escuro. Durante isso a bucetinha dele formigava em tesão, liberando tanto melzinho só por se engasgar naquele cacete tão grande pra sua boquinha.
Somente foi permitido que se afastasse quando passou a bater alarmado a pontinha dos pés no chão, começando a tossir com lágrimas escapando feito cascatas de seus olhos verdes, enquanto tentava recuperar o ar e se acalmar.
Um fio de saliva continuou ligado de seus lábios muito brilhantes até a ereção babada, Louis acariciando sua bochecha murmurando como ele tinha sido perfeito, um sorriso surgindo nos lábios melados de Harry.
— Obrigado, papai. — Harry gemeu se movendo inquieto sobre as panturrilhas, Louis nem mesmo precisando falar nada antes que se aproximasse novamente para colocá-lo na boca.
— Não, não. — Louis se apressou em segurar os cabelos de Harry em um rabo de cavalo, segurando-o para que tirasse sua glande da boca. Flagrou o beicinho em seus lábios, a linguinha rosada ficando sobre o lábio inferior como um filhotinho implorando para ter mais. — Eu não lhe disse para fazer isso, disse?
— Não. — Harry respondeu baixinho, balançando a cabeça em negação.
— Então nem preciso lhe dizer que não pode sair fazendo o que bem entende tão livremente. — Louis segurava o próprio pau molhado, o esfregando e batendo contra as bochechas gordinhas de Harry até um ponto em que ficassem vermelhas. Durante esse processo, Harry manteve a boquinha aberta o tempo todo, esperando que chegasse um ponto que ele voltasse a usá-la.
Ainda segurando seus cabelos, Louis soltou o pau para forçar três dedos dentro de sua boca, os empurrando e puxando constantemente sobre a língua. Harry engasgava, mas ainda assim mantinha a boca prontamente aberta para ser fodida por aqueles dedos, como o homem bem queria.
Louis fazia aquilo com a justa intenção de deixá-lo destruído em uma completa bagunça, lágrimas nas bochechas coradas e saliva deslizando pelo canto de seus lábios, ao ponto de se acumular no queixo e pingar. Com esses dedos totalmente melados por sua saliva, acertava tapinhas em suas bochechas, gostando de ver Harry buscando por eles pra tentar chupá-los novamente.
Era tão sujo e Harry se sentia tão usado. Como se fosse uma coisinha perfeita e patética que só servia para ser um belo brinquedo para ser usado pelo papai, e consequentemente pelo seu titio também.
Os dedos de Louis saíram de sua boca e Harry voltou a olhar na direção do tio, que àquela altura já tinha o pau totalmente ereto novamente e claramente pronto para mais.
Harry se voltou para Louis quando esse acertou tapinhas em sua bochecha, respirando profundamente para poder colocar a glande na boca, não esperando muito para engolir o máximo que podia tendo auxílio da mão masturbando o que não conseguia.
Mesmo a glande constantemente atingindo o fundo de sua garganta fazendo seus olhos se transbordarem em lágrimas, o arrancando também o reflexo de quase vomitar babando bastante em meio ao boquete, Harry não iria parar até que tivesse o papai gozando na sua boca, o oferecendo o leitinho que era seu por direito. Amava ter Louis gozando em diferentes partes de seu corpo, porque sempre significava que ele tinha sido um bom menino fazendo um trabalho bem-feito. Era como uma pequena-grande recompensa.
Aqueles sons de engasgo que vinham do fundo se sua garganta sempre fazia Louis revirar os olhos e as bolas repuxarem fortemente, não resistindo em voltar a agarrar os cabelos dele e meter bem forte na cavidade molhada e aveludada, tornando assim esses sons deliciosos ainda mais altos e frequentes.
Faltando pouco para gozar, Louis puxou a cabeça de Harry para baixo até que a pontinha do nariz dele estivesse encostada em sua virilha, mantendo-a parada enquanto longos jatos de porra escapavam de sua fenda.
Harry tinha seus olhos fechados com força, se esforçando o máximo que podia para engolir tudo direitinho, as mãos abrindo e fechando em punhos repetidamente com as unhas curtas arranhando o estofado do sofá.
O corpo de Louis relaxou pós-orgasmo e Harry finalmente foi capaz de se libertar do aperto insistente, caindo de bumbum no chão quando ainda estava tossindo, a mão tocando o próprio pescoço tentando lidar com aquela sensação de ardência.
Harry voltou a olhar para o tio que desta vez só acariciava as bolas, caso contrário, se continuasse com aqueles movimentos rápidos e desesperados do punho descendo e subindo rapidamente, acabaria gozando sem ter a oportunidade de brincarem mais uma vez.
E Harry sabia que a pequena ajuda pela qual tinha sido oferecido não se tratava somente daquilo e então ir para o quarto dormir tranquilamente sob as cobertas fofas e macias. Ele ainda teria que fazer muito mais para deixar seu titio verdadeiramente feliz e seu papai tão orgulhoso quanto, por perceber o quão bem tinha criado ele.
— Muito bem, Hazz. — Louis ainda estava ofegante, chamando-o para ficar de joelhos e chegar mais pertinho.
Ambas as mãos de Louis seguraram seu rosto e ele o trouxe mais para perto, juntando seus lábios em um selinho demorado que fez tudo dentro de Harry derreter, as borboletas no estômago dando cambalhotas em festa.
Aprovação. Harry amava receber aprovação.
Louis mudou um pouco a posição em que estava, sentado com a lombar recostada no braço acolchoado do sofá, as pernas um pouco abertas indicando que era ali que Harry deveria ficar. O garoto imediatamente o fez, sentando entre as pernas dele com as costas contra o peito acalorado.
As mãos de Louis automaticamente se foram para seus peitinhos expostos, espalhando ali a porra de William que ainda não tinha secado, os dedos grossos apertando os mamilos delicados e sensíveis com força. Harry sempre choramingava dengoso, a sombra de um sorrisinho surgindo no canto de seus lábios rosa, as mãos se posicionando sobre as grandes de seu papai em incentivo para que continuasse.
Harry estava tão imerso naquela bolha dos toques e toda a proximidade com Louis, que nem percebeu que a maneira que suas pernas estavam abertas acabava expondo que não usava calcinha alguma sob aquele shortinho, os olhos azuis de William mantendo-se bem atentos ali.
Harry pode não ter notado esses olhares de William, durante aquele momento pelo menos, mas Louis certamente notou. Tanto notou que achou uma ótima ideia instiga-lo ainda mais, as mãos deslizando pela barriga de Harry até a virilha dele, adentrando o short até sentir sob os dígitos a maciez dos lábios gordos e melados daquela xoxotinha que tanto era viciado.
— Está maluco pra ver como ele é aqui embaixo, huh? — Louis perguntou baixinho, beliscando o biquinho do peito dele entre os dedos, os dedos da outra mão ainda brincando com o grelinho que se projetava para fora junto aos lábios esfoladinhos da buceta, detalhe esse que somente a tornava ainda mais bonita e apetitosa.
— Com certeza. — William nem tentava disfarçar seu interesse.
Um tempo atrás não deixou de reparar em todas as chances que teve, por mais errado que fosse, que Harry não tinha aquele volume familiar entre as pernas. Houve um tempo em que o garoto ainda usava roupas masculinas e vez ou outra optava por femininas, isso desde muito pequeno, e nunca causou estranheza em William ou em qualquer outro membro da família.
Mas conforme Harry ia crescendo, passou a usar essas roupas “masculinas” com menos frequência até um ponto em que só não as usava mais. Provavelmente foi se sentindo cada vez mais confiante com o próprio corpo e consequentemente com essas roupas.
Foi uma das melhores coisas que aconteceu a Harry, porque ele simplesmente ficava uma delícia naquelas roupinhas, ainda mais quando a costura dos shortinhos de algodão muito curtos se encaixavam entre os lábios da xoxota e ele andava pela casa carregando essa pequena tentação.
— Então por que não vai em frente? — Louis ofereceu em um tom provocativo e William olhou diretamente para Harry, que tinha o rosto corado e lábios entreabertos, escutando tudo em silêncio.
William sem mover um músculo e o olhando daquele jeito, fez Harry pensar que tudo o que ele estava esperando era seu consentimento. Então não demorou para balançar a cabeça em afirmação, indicando que poderia ir em frente.
Harry sentiu a ponta dos dedos dele roçarem de modo hesitante no inferior de sua coxa, muito próximo de sua virilha. Ele puxou um pouco seu shortinho de lado e assim expôs aquela surpresinha entre suas pernas, que se encontrava avermelhada em tesão e pelo tanto que se esfregou na costura da peça de roupa.
William suspirou audível levando a mão livre para apertar o pau ainda exposto e sensível pós orgasmo, gostando da visão que estava tendo, ainda mais quando flagrou Harry se apertar em volta de nada e em seguida relaxar liberando mais melzinho da xota. A cena o fez literalmente salivar.
— Tão linda. — William sussurrou, arrumando a posição no sofá para que ficasse sentado praticamente de frente para o corpo de Harry, o polegar se esfregando em movimentos circulares sobre sua florzinha, que tinha o grelinho que sobressaia da buceta pequena.
William queria tanto colocá-la na boca.
Harry mordeu o lábio inferior com força, os olhos se fechando com a sensação de finalmente estar sendo tocado devidamente. Ele estava tão molhadinho que era possível ouvir o som molhado, conforme o titio esfregava o dedo ali preguiçosamente.
Os olhos de Harry voltaram a se abrir em um gemido mais alto que todos os outros quando William tentou forçar dois dedos juntos para dentro de si, o que não funcionou facilmente por ele ser tão apertadinho. Sua bucetinha foi forçada a se alargar imediatamente para abrigar pelo menos a metade dos dedos, suas costas se arqueando belamente com eles se curvando bem gostosinho estimulando seu ponto G.
— T-Titio William. — Harry gemeu desesperadinho, a mão agarrando o pulso dele em busca de uma pausa por tamanha intensidade.
— Shh, bebê. — Louis posicionou a palma da mão sobre sua boca para abafar os sons prazerosos que escapavam dali. — Você quer que a mamãe escute e venha aqui conferir o que está acontecendo? Ao que parece sim, o que é curioso pra quem estava tão preocupado momentos antes. — Disse após Harry ter balançado a cabeça a negação com os olhos verdes arregalados.
— Ele se aperta tão forte em meus dedos. — William murmurou tendo certa dificuldade em tirar os dedos muito melados com aquele melzinho, a bucetinha de Harry pulsando ainda mais forte quando flagrou ele levar os dedos até a boca para chupá-los e sentir seu gosto. — Tem um gostinho muito bom.
Tamanho prazer que Harry sentiu só de ver isso, que fechou os olhos e os dedos dos pés se curvaram com força, como se tentasse descontar o que sentia de algum jeito.
— Oh, eu sei. Eu poderia passar o resto dos meus dias comendo essa buceta. — Harry choramingou com a fala de seu papai, a mão dele ainda apertando seu peitinho bem forte. — Você deveria experimentar, Will.
Suas longas pernas macias ainda estavam bem abertas, os pés apoiados no estofado macio do sofá, enquanto titio William continuava parado olhando atentamente para cada mínima parte do seu corpo. Os olhos azuis dele acompanhavam os movimentos dos dedos de Louis circundando, apertando e brincando com os biquinhos durinhos.
— Por que está parado aí? — Louis chamou a atenção do irmão, que piscou algumas vezes como se acordasse de um sonho. — Vai dizer que não é simplesmente linda e tão apetitosa? Que não está louco pra colocá-la na boca? — Levou uma das mãos até a buceta de Harry e puxou aquele shortinho de lado com certa força que fez Harry ofegar e abrir as pernas ainda mais, se possível. Depois Louis usou dois dedos para puxar para os lados os pequenos lábios proeminentes da sua xoxotinha e expô-la ainda mais, se possível, tão excessivamente molhada e vermelhinha.
Os lábios de William estavam entreabertos e o peito dele subia e descia em determinado ritmo, que provava a euforia que ele estava sentindo com aquela situação. Louis oferecia seu “brinquedinho particular” sem hesitar, e ainda tinha o próprio Harry puxando o shortinho até que estivesse na altura dos joelhos, indicando que o titio deveria ajudá-lo a tirar a roupa para que pudessem continuar a brincadeira.
— Porra, essa merda é tão errada. — Disse William enquanto se ajoelhava no chão gelado e Harry sorria assistindo-o puxar seu shortinho um tanto afoito por suas pernas, deixando-o cair no chão de qualquer jeito.
Os braços dele agarraram as coxas de Harry por baixo, indicando que o garoto deveria se virar um pouco mais para si. Os olhos de Harry voltaram a se fechar em antecipação quando sentiu o hálito quente dele atingir sua intimidade, logo em seguida a ponta do nariz deslizando lentamente pelo inferior de sua coxa.
Louis voltou a apertar seus peitinhos com firmeza, os lábios deslizando pela lateral de seu rosto com pequenos beijinhos.
— Você tá adorando isso, não está? — Louis murmurou próximo a orelha de Harry, que engoliu em seco antes de balançar a cabeça em afirmação. — Então, deixe seu tio saber disso. Você não quer que ele se afaste por pensar que está insatisfeito, quer?
— Não, papai. — Harry timidamente levou uma das mãos até os cabelos de William, os dedos o escovando acabando por chamar a atenção dele.
— Deixe ele saber exatamente o que você quer. — Louis voltou a incentivar, chupando a ponta do próprio dedo para usá-lo novamente no mamilo de Harry.
William tinha os olhos azuis bem abertos e atentos na expressão de Harry. Ainda não tinha chegado ao ponto de tocar aquela intimidade diretamente, se tratava mais de deixar beijos e pequenas lambidas por sua virilha e o inferior das coxas, o que sempre arrancava um estremecimento excitado de Harry.
Harry estava tão desesperado por aquilo, sua bucetinha liberava tanto melzinho por estar com tanto tesão. Ele só queria um pouco de alívio, só um pouquinho.
— Titio William. — Harry engoliu em seco, se preparando para falar e as palavras saírem na ordem certa de modo compreensível. — E-Eu quero que você me chupe, por favor. — Agora tinha ambas as mãos segurando os cabelos dele, passando os dedos entre as mechas de modo delicado e ainda tímido. — Eu quero... preciso tanto.
William olhou brevemente na direção de Louis, antes de colocar a língua para fora e lamber uma longa faixa por toda a buceta de Harry bem entre os lábios melados e macios, sentindo os dedos magros apertarem seu cabelo com força.
O próprio Harry virou o rosto na direção de Louis, segurando a lateral do rosto dele da maneira que podia para juntar seus lábios e abafar todos os sons prazerosos que insistiam escapar de sua boca. Tudo se intensificou quando, após aquela primeira lambida em que William sentiu seu gostinho com ainda mais perfeição, ele começou a chupar seu grelinho proeminente de um jeitinho ainda mais gostosinho.
Harry balançava os quadris um pouco desesperadinho, se sentindo ainda mais sensível porque William não parava com aquela sucção de modo algum. Enquanto chupava seu grelinho, ele apertava suas coxas fortemente o puxando cada vez mais contra sua boca, a língua se esfregando por toda parte ali sem pausa.
William ainda gemia enquanto o comia bem gostoso, como se sua buceta fosse a coisa mais saborosa que ele tivesse tido a chance de provar. Esfregava o rosto ali e literalmente se afundava nela, buscando por cada vez mais. E não tinha como Harry não enlouquecer diante disso, as unhas curtas se fincando e arranhando o braço de Louis envolta do seu corpo, tentando descontar todo aquele prazer que parecia o consumir diferentes partes da cabeça aos pés.
Louis soube que Harry estava muito perto de gozar quando flagrou as pernas dele estremecerem fortemente, os quadris se erguendo levemente para cima mesmo com tamanha firmeza que William as segurava.
— P-Papai! Hum! — Harry gemeu desesperadinho a cabeça pendendo para trás, Louis rapidamente voltando a posicionar outra vez a palma da mão sobre os lábios dele, sabendo que seria ainda mais alto quando estivesse gozando.
O próprio Harry tinha conhecimento de como conseguia ser bem escandaloso, por isso que começou a segurar o pulso de Louis fortemente, indicando que ele deveria manter a mão ali antes que algo pior acabasse acontecendo – como sua mãe acabar ouvindo alguma coisa e indo conferir do que se tratava.
Tinha um tempinho que seu papai não brincava com sua bucetinha daquele jeito e Harry gostava tanto de sentir ele usando a língua lá embaixo, porque sempre parecia saber direitinho o que deveria ser feito para tirá-lo do eixo. E daquela vez ter William brincando com ela, lambendo e chupando com tanta fome, que era simplesmente muito pra conseguir lidar, porque ele estava sendo tão bom quanto seu papai.
A sensação de formigamento começou a se espalhar por toda a sua buceta e baixo ventre, denunciando que não demoraria muito pra gozar bem forte.
Harry cometeu o erro de lembrar da vez que seu papai o chupou tão gostoso que ele chegou a esguichar em sua boca, e ainda assim isso não foi o suficiente pra fazer o homem parar. Ter isso em mente serviu apenas pra intensificar ainda mais as coisas, Harry não se impedindo de pensar em como seria bom se aquilo acontecesse de novo.
Ele acabou gozando com as costas se curvando fortemente, inconscientemente se debatendo tentando se livrar do aperto insistente dos braços de Louis envolta de seu corpo, junto aos de William agarrando suas coxas para poder continuar arrancando tudo o que podia de si.
Suas mãos começaram a empurrar a cabeça de William para longe e só assim ele parou, Harry conseguindo um momento pra tentar ritmar as batidas aceleradas de seu coração e a respiração muito rápida. Louis acabou retirando a mão de sua boca para que respirasse com um pouquinho mais de facilidade.
Perdido naquela nuvem de plenitude pós-orgasmo, Harry se manteve paradinho de olhos fechados, sentindo a ponta do nariz do seu titio deslizar por sua virilha e o inferior de suas coxas carinhosamente. Louis também beijava o topo de sua cabeça e abraçava seu corpo com força, fazendo pequenas pausas para murmurar palavras incompreensíveis para Harry num estado daquele.
Despertando aos pouquinhos daquele estado enevoado pós-orgasmo, Harry voltou a abrir os olhos com a respiração um pouquinho mais controlada, vendo então William de pé se livrando totalmente da calça e cueca.
Harry salivou um pouquinho reparando mais uma vez como ele era tão grande, sua bucetinha logo se apertando em nada só com o pensado de ter ele entrando dentro de si. Mesmo sabendo o que estava por vir, Harry relaxou mais um pouquinho contra o peito de seu papai, principalmente porque as mãos dele massageando seus peitinhos serviam como um conforto bem gostoso.
William voltou a subir no sofá, ficando de joelhos entre as longas pernas de Harry. Segurou a base da ereção e começou a usar ele para dar batidinhas na bucetinha sensível, como se o preparasse para o que estava por vir.
A boquinha de Harry estava entreaberta, o coração voltando a bater forte dentro do peito quando a cabecinha gorda da ereção foi pressionada entre os lábios de sua buceta. William não a forçou para dentro de si imediatamente, trabalhando em juntar todo o melzinho expelido da sua xota, ameaçando a entrar devagarzinho, mas nunca o fazendo de fato.
Chegou em um ponto que Harry não era capaz de aguentar mais, levando a mão até a bucetinha para esfregar um pouco o grelinho em busca de um mínimo alívio, por conta própria tocando na cabecinha daquele pau para pressiona-la em sua entradinha.
— Oh, veja como ele quer isso. — Louis murmurou com um sorriso, assistindo Harry tentar enfiar por conta própria aquele pau dentro de si.
— Porra. — William praguejou excitado, ficando parado e apoiando a mão no encosto do sofá, permitindo que Harry fizesse como desejasse.
Harry mordia os lábios fortemente, tentando evitar ser escandaloso o máximo que podia. Os lábios de Louis deslizavam suavemente pela lateral de seu rosto até chegar na curva suave de seu pescoço e conseguia ser muito para ele conseguir lidar com tanta atenção.
Quando conseguiu encaixar a glande quentinha dentro de si, respirou profundamente tentando acostumar com a ardência, ao que se alargou gostosinho para recebê-lo. William suspirava audível, tão afetado quanto com aquele calor que constantemente o apertava de modo satisfatório, beirando o insuportável.
Por William só com a cabecinha dentro de si ter tido uma mínima ideia do quanto sua buceta era pequena e apertada, uma chama se acendeu dentro dele que instantaneamente o fez pensar que precisa de muito mais. Com firmeza ele segurou seus joelhos por baixo, deixando muito claro que deveria manter as pernas bem abertas, enquanto investia os quadris minimamente para frente pra entrar mais um pouco.
Harry ofegou olhando para baixo, observando aquele pau aos pouquinhos sumir dentro de si, se formando uma pequena elevação em sua virilha e baixo ventre. Louis reparou nisso tanto quanto, levando imediatamente a própria mão para pressionar ali e sentir aquilo com perfeição.
— Como ele pode ser tão perfeito? — William grunhiu baixinho, as mãos apertando diferentes pontos de sua pernas, coxas e quadris.
— O tio William vai precisar gozar dentro de você. Você não vê problema nisso, certo amor? Sabe o quanto isso o faria feliz.
Louis dizia bem baixinho perto da orelha de Harry, que já se encontrava em uma completa confusão lidando com a insistente invasão daquele pau entrando cada vez mais fundo e forte. A cabeça de Harry balançou algumas vezes em resposta de que não teria problema, ele só queria ser bom e útil. O brinquedo perfeito.
— Eu sabia que você entenderia. Afinal, gosta muito de ter a xoxotinha cheinha de porra, não é? — Louis levou os dedos para brincar com o grelinho dele, enquanto William continuava com as estocadas uma atrás da outra. — Também ama agradar como um bom menino que é.
— Sim, papai. — Harry ofegou, o grelinho sendo estimulado de um jeito bem gostoso por aqueles dedos grossos, as costas se arqueando um pouquinho em prazer.
— Fala pro seu titio. Diz como você gosta. — Louis incentivou e Harry abriu os olhos sentindo o calor da palma da mão de William tocando seu rosto gentilmente, quase como um pequeno incentivo para que olhasse nos seus olhos.
— Eu gosto m-muito. P-Pode gozar dentro de mim, titio William. — Harry disse dengosinho, segurando o pulso dele com gentileza, virando o rosto um pouquinho para poder colocar o polegar dele dentro da boca.
Com sua fala e o gesto tão doce da sucção gostosinha em seu dedo, as estocadas de William se tornaram erráticas e menos controladas, o sons estalados dos quadris dele atingindo sua bunda ficando em evidência no cômodo de tão forte que metia.
A cada estocada forte o corpinho de Harry acabava sendo impulsionado para cima. Ele poderia estar sendo escandaloso e choroso com os gemidos excitados, mas ficar chupando aquele dedo estava sendo de grande ajuda, apesar de algumas vezes acabar por mordê-lo – do que William nunca reclamava.
Harry achava que o principal motivo para William não demonstrar quaisquer incômodo para suas mordidas, se dava ao simples fato de estar muito perto de gozar. Estava gostando de ouvir o titio gemer baixinho por sua causa, seu peito ficando ainda mais quentinho quando ele tirou o dedo da sua boca para juntar seus lábios pela primeira vez.
A princípio os olhos verdinhos de Harry se arregalaram com o gesto de William, mas logo ficou muito claro que ele estava fazendo aquilo para conter os próprios gemidos, e consequentemente os seus também.
A língua ansiosa dele deslizou contra a sua e isso arrancou um gemido delicioso de Harry, que segurou suas bochechas docemente durante o beijo que se resumia, naquele momento, às línguas brincando juntas fora da boca.
— Eu vou gozar. — William rosnou metendo ainda mais forte, Harry arregalando levando as mãos até os próprios lábios para se impedir de ser muito alto, a bucetinha se apertando bem forte naquele pau toda vez que ele deslizava para fora, temendo que escapasse de dentro de si.
As pernas de Harry se cruzaram em torno dos quadris do titio, trazendo-o ainda mais para perto, em um claro aviso sem palavras “goze dentro de mim”.
— Porra, caralho... — William gemeu ao se dar conta disso, levando uma das mãos para apertar forte um dos peitinhos com o biquinho arrebitado. — Você é tão bom. Buceta tão apertadinha e boa de foder, Hazzy.
— Seja educado. — Louis colocou a mão em seu pescoço, o apertando levemente com os lábios próximos de sua orelha. — Diga “obrigado, titio William”.
— Obrigado, titio William! — Harry falou rapidamente de modo obediente e um tanto alto, a voz falhando a cada estocada forte contra sua buceta.
Foi assim, com Harry se apertando bem forte e gostosinho na cabeça daquele pau, que William acabou gozando em meios aos pequenos tremores que se espalhavam por seu corpo.
Harry se manteve paradinho o tempo todo, olhos fechados se concentrando na sensação de ficar cada vez mais cheio, o pau de William se liberando cada vez mais dentro de si.
Depois que já tinha gozado até a última gota dentro dele, William, com certa dificuldade por sentir o corpo pesado após o orgasmo intenso, deslizou para fora dele e o corpo caiu sentado naquele espaço vazio do sofá grande de três lugares.
— Eu fui bem? — Harry perguntou olhando sobre o ombro seu papai, que acenou com um pequeno sorriso. — E agora?
Louis sabia bem o que Harry queria dizer com aquele “e agora?”.
Agora posso ter seu pau, por favor? Sempre muito ansioso e disposto a receber algo do papai, era isso que o tornava especial.
— Agora o papai quem vai brincar com você.
Um sorriso de orelha a orelha surgiu no rosto de Harry, que se adiantou em virar para ficar de frente para ele, subindo em seu colo com as pernas nas laterais de seu corpo.
Harry pouco se importava com o quão sujo e desesperado podia estar parecendo por rebolar e se esfregar sobre o pau já ereto de Louis. Só amava estar no colinho dele, sentir o calor do seu corpo sob si e daquelas mãos deslizando e apertando sua bunda macia em incentivo pra que continuasse se movendo, porque esfregando a bucetinha sobre o pau dele sempre acabava estimulando os dois.
Às vezes nem mesmo precisavam ir direto ao ponto da coisa. Só de ficarem assim com Harry montando e se esfregando em seu colo, estimulando seu pau em meio a isso, conseguia ser o suficiente para os dois.
Aos poucos Harry construía aquela bolha em que só tinha ele e Louis, o que normalmente fazia quando os dois estavam juntos em momentos como aquele, ou só juntinhos passando o tempo.
Ele não negaria, William tinha sido muito bom com ele e foi muito gostosinho ter o homem lhe fodendo daquele jeito rápido e ao mesmo tempo cuidadoso para agradá-lo; provava muito o que seu papai tinha dito sobre ele precisar ser agradado um pouquinho, que brincarem um pouco ajudaria o deixando mais feliz. Mas absolutamente nada se compararia a quando tinha Louis o fodendo de um jeito especial por já conhecer seu corpo tão bem e como ele funcionava.
Era por isso que o ato de apenas estar no colo dele, uma das mãos apertando sua bunda e a outra seu peitinho, puxando-o para que se aproximasse e pudesse colocá-lo na boca, já conseguia ser o suficiente para tirá-lo de órbita.
A porra de William já vazava lentamente de sua bucetinha, melando o inferior de suas coxas e até o pau dele por se esfregar constantemente ali. Louis ao perceber, não demorou a juntar o líquido perolado com o indicador, levando-o até seu cuzinho apertado onde pressionou a pontinha com a intenção de penetrar.
Harry tinha os lábios entreabertos curvados em um pequeno sorriso, a cabeça pendida para trás e os olhos fechados aproveitando todas aquelas sensações. O papai deslizava a pontinha da língua no biquinho do seu peito em movimentos circulares, antes de chupá-lo em uma sucção lenta e gostosa, a ponta dos dentes raspando nele de uma maneira tão satisfatória que chegava a ser peculiar.
Enquanto tinha aquela sucção em seu peitinho, Louis continuava pressionando a ponta do dedo indicador em seu cuzinho junto a porra de William. Gemeu choroso abraçando o pescoço de Louis ao que a ponta daquele dedo deslizou para dentro de seu cuzinho, balançando o bumbum de um lado para o outro tentando se acostumar com a ardência.
— Seu pau. — Harry choramingou se afastando um pouquinho, consequentemente fazendo seu peitinho escapar da boca de seu papai com um barulho. Tocou na ereção dele entre seus corpos, começando a punheta-lo devagarzinho, guiando a cabecinha disfarçadamente até sua bucetinha enquanto isso. — Fode, papai.
— Acabou de ter um pau, mas o meu brinquedinho nunca está satisfeito, huh? — Louis provocou tirando o dedo de seu cuzinho para começar a acertar tapas em seus peitinhos, o corpinho de Harry dando pequenos pulinhos sempre que esses tapas atingiam seus mamilos sensíveis em cheio.
Ambas as mãos dele indo estavam em seus peitinhos, os apertando, beliscando os biquinhos entre os dedos grossos para depois voltar a acertar tapas pesados neles. Harry segurou os pulsos dele, não em forma de afasta-los, mas indicando que deveria continuar.
Gostava quando o papai brincava e abusava de seus peitinhos do jeito que bem queria. Seu corpinho estremeceu inteiro quando Louis apertou os dois com força, puxando-o para perto da boca pra voltar a chupá-los sem quaisquer cuidado, mordiscando-o e deixando chupões em diferentes pontos com a intenção de deixar marcar na pele macia e alva.
A bucetinha de Harry esquentava e formigava cada vez mais de tão excitadinho, o baixo ventre repuxando porque enquanto isso esfregava a bucetinha sobre a ereção de Louis, não contendo um gemidinho alto quando durante esses movimentos a cabecinha gorda encaixou na xotinha apertada.
Louis gemeu excitado e tão surpreso quanto ele por aquela repentina invasão, o calor e aperto gostoso envolta de sua glande, tudo se intensificando mais por Harry insistentemente se contrair nele. Levou rapidamente uma mão para tapar sua boca, abafando os adoráveis gemidos que insistiam em sair dali.
Harry não evitou ficar tolamente satisfeito ao perceber que, mesmo que antes tenha tido a bucetinha fodida por William, ainda foi necessário certo esforço para que a glande do seu papai se encaixasse devidamente dentro de si.
Harry estava prestes a se mover para deslizar mais daquele pau para dentro de sua xoxotinha, mas no mesmo instante ouviram o som de uma porta sendo aberta no corredor, que foi o suficiente para fazê-lo paralisar totalmente prendendo a respiração.
— Louis? — Ouviram a voz distante de Jane no corredor. Harry engoliu em seco, prestes a se afastar e sair do colo de Louis, mas esse segurou seu quadril com força enquanto balançava a cabeça em negação olhando-o em repreensão. — Que barulho todo é esse?
— É a televisão. — Louis falou com a voz mais controlada que o esperado, a mão agarrando forte uma das nádegas de Harry, enquanto estocava os quadris para cima. Assistiu o garoto revirar os olhos e as costas se curvarem belamente, já se sentindo tão cheio quando seu papai não tinha entrado nem metade.
— Poderia abaixar um pouco, por favor? Eu preciso mesmo dormir. — Ela falou e Louis viu William pegar o controle, abaixando o volume naquele instante, mesmo que a televisão não estivesse tão alta assim. — Obrigada. Harry já está dormindo?
— Sim, ele está. Desculpe pela televisão alta. — Louis falou incentivando Harry a deslizar mais um pouquinho no seu pau, o que o garoto começou a fazer com certa hesitação porque ainda temia que a mãe viesse até a sala para checar.
— Ok. Não demore para vir pra cama dormir comigo. — Louis só cantarolou em afirmação, disfarçando um gemido porque Harry se apertava muito em seu pau, porque estava muito assustadinho e com medo que sua mãe viesse.
Ouviram a porta se fechar e Louis agarrou sua cintura com um único braço, a mão livre agarrando seu peitinho para tê-lo na boca novamente. Aquele braço incentivava Harry a deslizar mais em seu pau, o que ele fazia se esforçando o máximo que podia pra não chamar a atenção de sua mãe novamente.
— E-Espera um pouquinho, papai. — Harry pediu em um sussurro agoniado, apertando os ombros dele com força. Suspirou aliviado quando Louis o deu um tempinho, lambendo o biquinho de seu peito até a lateral de seu pescoço, provando cada pedacinho seu. — Tão grande, papai. Machuca tanto minha bucetinha.
Harry propositalmente gemia choroso próximo a orelha de Louis, enquanto deixava pequenos beijinhos em seu pescoço com a única intenção de instiga-lo.
— Precisa ficar quietinho como um bom menino. Já pensou somos vistos assim pela mamãe? Que ela descobre que você agora a pouco deixou o titio William brincar com você? — Enquanto isso ele afastou Harry um pouquinho, podendo assim levar a mão até o grelinho dele, começando a esfregar o polegar ali em movimentos circulares.
O tronco de Harry pendeu para trás com ele apoiando as mãos nas coxas de Louis, plantando os pés no sofá começando a deslizar totalmente para baixo até que seu bumbum estivesse colado na virilha de Louis.
Naquela posição ficava ainda mais em evidência aquela elevação em seu baixo ventre da cabecinha do pau de Louis, como uma prova do quão grande Louis era em comparação a ele e como ele estava tão fundo na sua bucetinha.
Harry ofegava dando pequenas reboladas na tentativa de se acostumar com o tamanho, precisando começar a se mover antes do esperado ao receber um tapa sobre o grelinho sensível, choramingando se apertando bem forte na base da ereção.
— Você não queria o pau do papai? Agora comece a se mover e prove que merece. — Voltou a acertar mais um tapa sobre sua bucetinha, Harry mordendo o lábio com força subindo e descendo da base até a cabecinha gorda para voltar forte. — E nenhum barulho... você sabe como o papai fica quando tá bravo.
Ah, Harry bem sabia, e estaria mentindo se dissesse que não gostava um pouquinho das manchas vermelhas próximas de um tom rox que ficavam espalhas por sua bunda após levar umas boas palmadas – isso quando Louis estava de bom-humor, pois quando optava pelo cinto...
— Eu vou ficar quietinho, papai. — Harry garantiu baixinho, a cabeça pendendo para trás, e os cabelos cor chocolate com alguns cachos na altura pouco abaixo das omoplatas caindo feito cascatas e balançando de acordo com seus movimentos rápidos.
Louis até aquele momento não estava interferindo no seu ritmo, optando com apenas observá-lo com um sorriso discreto, pequenos gemidos insistindo em escapar quando Harry parava por um momento pra dar pequenas reboladas tão gostosas na base do seu pau.
Harry ouviu um barulho atrás de si e em seguida seu titio aparecer de pé ao seu lado, olhando para Louis pra ver ele indicar que deveria agradá-lo mais uma vez.
Harry voltou a encolher as pernas nas laterais do corpo de Louis, o pau dele ficando até o fundo com sua bunda nas coxas dele. Sua mão se fechou em punho na base da ereção de titio William, não demorando para guiar a glande até a boca, enquanto ainda dava pequenas reboladas em Louis.
William suspirou com a sucção na glande sensível. Já tinha gozado forte duas vezes e novamente se sentia disposto para mais. Harry era uma perdição, isso era fato. Somente estar perto do garoto e poder assistir como ele era a personificação do pecado, enquanto implorava, chupava e rebolava em um pau servia como estimulante o suficiente para ele querer ter mais.
Depois de ter passado um tempinho chupando William, Harry deixou muita saliva se acumular por todo o membro para masturbá-lo, voltando a quicar forte enquanto isso.
Apoiou a mão livre no abdômen de Louis para ter mais agilidade nos movimentos, a xotinha liberando tanto melzinho naquele pau, que aquela lubrificação se acumulava na virilha de Louis junto à porra de William que vazou da sua xota.
Já fazia um tempinho que estava naquele ritmo e que não gozava. Esteve se contendo porque queria vir outra vez somente quando tivesse o pau de seu papai o fodendo sem parar, mas àquela altura sabia que quando gozasse não teria mais energia para permanecer naquele mesmo ritmo.
Por isso que Harry começou a se mover bem rápido, as nádegas batendo com força nas coxas de Louis causando sons estalados das peles se chocando. Louis gemia baixo agarrando seus quadris para guiar seus movimentos, como se ele fosse um brinquedo que podia controlar e usar do modo que agradasse.
A cabecinha daquele pau sempre atingia um lugarzinho muito especial lá no fundo, que fazia Harry parar por um momento pra mover os quadris em círculos de um jeitinho que continuasse pressionando naquele mesmo ponto, se silenciando quando voltava a engolir o pau de William até que esse atingisse o fundo de sua garganta.
Sempre que Harry engasgava e se privava de ar, consequentemente se apertava mais forte no pau de Louis, que grunhia acertando tapas estalados em sua bunda pra em seguida apertar a carne macia com força entre os dedos.
William já ultrapassava do nível de sensível. O ato de Harry segurar seu pau babado pela base e começar a chupar e lamber suas bolas com dedicação, os sulcos nas bochechas coradas e olhos verdes brilhantes atentos em seu rosto, foi o combo perfeito para sua perdição.
Harry sorriu ao ter os cabelos da parte de trás da cabeça agarrados, William se masturbando depressa com ofegos escapando dos lábios. Os ofegos se transformaram em gemidos conforme jatos de porra sujavam o rostinho de Harry em diferentes pontos, alguns atingindo seu pescoço e escorrendo por ali.
Harry ofegou assustado quando de repente Louis o fez sair de seu pau e manobrou seu corpo até que estivesse deitado de bruços no sofá, as pernas bem abertas para que ele pudesse se encaixar ali.
O peso do corpo de Louis sobre si arrancou o ar de seus pulmões, perdendo o ar por instantes quando a mão dele se foi para sua boca, o pau voltando sem cerimônias a foder sua xoxotinha.
Louis já começou a meter com tamanha força, que Harry podia sentir o móvel mover um pouco de lugar a cada investida. Seus gemidos estavam supostamente sendo contidos por aquela mão, mas ainda assim Harry conseguia ser uma putinha escandalosa.
As unhas curtas de Harry se fincavam no braço de Louis, que gemia próximo a sua orelha elogios, falando como ele era perfeito e especial, um brinquedo com que podia brincar da maneira que desejasse.
Harry estava tão excitado com a mistura de todas aquelas coisas, que se era possível ouvir os sons molhados da sua xoxota apertando o pau de Louis sem parar, sem contar as lágrimas de prazer que se acumulavam em seus olhos.
Ter Louis gemendo próximo a sua orelha, arranhando e apertando seu corpo enquanto o fodia sua buceta apertada sem dó, era muito para Harry conseguir aguentar.
Sua bucetinha esquentou, apertou Louis com força em seu calor macio, antes de se liberar em um orgasmo intenso em que seus olhos se reviravam e seu corpinho se debatia trêmulo sob o de Louis, que, mesmo com aquilo, não parou de fodê-lo de modo algum.
Com Harry gritando em sua mão e arranhando seu braço por não conseguir medir o que estava fazendo, tomado por total prazer em cada mínima parte do corpinho trêmulo, Louis não resistiu e gozou forte bem no fundo daquela buceta que tanto era viciado.
Depois disso Harry não lembrava de muita coisa, apenas partes sem sentido. Lembrava vagamente de ser levado até seu banheiro, Louis junto a ele em um banho tranquilo. Depois teve pijamas limpos colocados e foi também obrigado a beber uma garrafinha de água inteira. Talvez ele tenha implorado muito para que Louis passasse a noite com ele, e mesmo que não tivesse pedido, Louis teria ficado porque sempre era assim.
Também teve um momento em que estava deitado na cama em uma conchinha com Louis, estando prestes a cair no sono, quando William apareceu por alguns segundos em roupas novas e cabelo molhado para deixar um beijinho em sua testa.
No dia seguinte Harry acordou para ir a escola se sentindo um pouco cansado, mas não chegando a um estado que não estivesse apto para enfrentar o dia. Óbvio que Louis não estava mais ao seu lado quando acordou.
Já sem os pijamas de frente para o espelho do quarto, Harry sentia com satisfação a bucetinha dolorida, vendo as pequenas marcas em diferentes lugares de seu corpo. Essas marcas se concentravam principalmente na região dos peitinhos, algumas de chupões e mordidinhas, também dos apertos fortes de Louis.
Depois de muito tempo Harry precisou passar um pouquinho de maquiagem no pescoço, onde tinha pelo menos duas manchas solitárias. Vestiu o uniforme e ouviu ainda no quarto o falatório na cozinha.
Chegando na cozinha muito iluminada, Harry encontrou seu papai preparando algo no fogão, William e Jane na mesa já tomando o café enquanto conversavam sobre alguma coisa.
Como sempre fazia, entrou falando um bom dia animado, atraindo assim e atenção para si. Se aproximou da mãe para beijar a testa dela, depois beijando a bochecha do tio de um jeito tímido, arrepios percorrendo seu corpo quando ele tocou a base de suas costas.
Harry descobriu que Louis estava preparando seu café da manhã favorito quando esse comentou com um sorriso, Jane resmungando sobre Harry não ser mais um bebê e que Louis precisava parar de fazer seus caprichos e mimá-lo de tal modo. Como de costume Louis não deu muita importância para o que a mulher dizia, montando tudo em um prato de modo que fosse apresentável, colocando-o na frente de Harry no lugar em que ele estava sentado na mesa.
— Só um agrado, por ser sido um menino tão perfeito ontem. — Louis sussurrou próximo de sua orelha, enquanto colocava seu prato na mesa deixando um beijo carinhoso em sua bochecha.
— Obrigado, papai. — Harry agradeceu de modo adorável, as bochechas corando, William logo ao lado sorrindo cúmplice.
Depois disso Jane comentou como William parecia melhor e mais contente, comparado ao dia que chegou ali.
— Seria impossível continuar abatido com todo o tratamento especial que tenho recebido aqui, Jane. — William disse, ainda com um pequeno sorriso nos lábios, Harry mantendo os olhos presos no prato. — Inclusive, muito obrigado. — Parecia estar falando com Harry de modo indireto.
E talvez o sorriso do garoto tenho crescido um pouquinho mais com isso – só um pouquinho.














