𝐁𝐀𝐒𝐈𝐂 𝐈𝐍𝐅𝐎.
nome: meliora dunbroch
idade: 23.
módulo: dois.
habilidade: halo: ao contrário de muitas habilidades, a de meliora consiste em um halo preso em suas costas que carrega magia e a converte para duas atuações específicas: pequenas explosões de ondas enérgicas e permitir que atravesse superfícies finas. ambos cenários ocorrem quando meliora se encontra em algum tipo de perigo, buscando protege-la. também é um fato conhecido que a dunbroch recuperou o movimento de suas pernas após receber o halo, embora o objeto não tenha apresentado nenhuma outra habilidade de cura. quanto maior o uso de sua magia — maiores explosões, superfícies mais grossas a serem atravessadas — maior o gasto da energia armazenada, que pode ser drenada de acordo com isso e levar dezenas de minutos pra recarregar. sabe-se, também, que após ter sido colocado em seu corpo, o halo se tornou parte de sua energia vital. caso seja retirado, meliora perderá sua vida.
orientação sexual: homossexual
ocupação: monitora no acampamento will-o’-the-wisps e babá de seus primos
inspirações: ava silva (warrior nun), vi (arcane), korra (a lenda de korra), robin buckley (stranger things) — inspirações de história/personalidade.
𝐂𝐎𝐍𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒 ● 𝐏𝐈𝐍𝐓𝐄𝐑𝐄𝐒𝐓
𝐁𝐀𝐂𝐊𝐆𝐑𝐎𝐔𝐍𝐃.
Sempre fora claro como Merida era não convencional quando comparada às outras princesas, motivo pelo qual muitos se surpreenderam com sua mudança após se tornar mãe. Não era como se tivesse perdido sua personalidade ou algo do tipo, é claro — na verdade, durante o início da infância de seus filhos, tudo correu muito bem. Eram basicamente inseparáveis, com Meliora seguindo os passos da mãe ao aprender a escalar, a pescar, a montar em um cavalo... E havia seu fracasso no arco e flecha para arruinar todas as expectativas em suas costas. Como alguém com o mesmo DNA que a grande jogadora dos Knights of Arthurian poderia ser tão ruim no que deveria ser natural para si? Ninguém comentava na sua cara, nem na de sua mãe, mas burburinhos a seguiam sempre que o fato era relembrado pelos moradores de Storydom em algum torneio ou competição amigável entre famílias. Meliora não tinha o que era necessário para ocupar o lugar de Merida... Pobrezinha! Deveria ser horrível se afundar na sombra da grande Merida Dunbroch.
As mudanças se tornaram mais claras com o passar dos anos, à medida em que Meliora crescia. Frustrada, sua natureza selvagem mostrava-se cada vez mais incontrolável. Foram vários arcos quebrados nas lições que Merida insistia que tivesse consigo, vários gritos e choros preenchendo o ar do campo de treinamento do Will-o'-the-wisps. A verdade é que havia muitos fatores envolvidos para gerar tamanha catástrofe: o primeiro era claramente o desinteresse de Meliora na prática, já que era muito mais fã de combate corpo a corpo desde nova — algo que se tornou ainda mais concreto quando seus primos passaram a brincar de lutinha consigo, rolando na grama e na lama que rodeava o acampamento familiar; também havia o fato de que Merida era uma péssima instrutora, sempre perdendo a paciência facilmente com a criança e exagerando em suas reações, o que apenas diminuía ainda mais a vontade da mais nova em continuar com a prática; por fim, o resultado desse cenário não poderia ser outro senão o bloqueio de Meliora em aprender o esporte, o simples fato de ter um arco em sua mão sendo o suficiente para querer chorar.
Paralelo à catástrofe em seguir o legado de sua mãe, a garota também passou a se mostrar sua rebeldia em pequenos gestos sempre que podia. Se tinham um chá da tarde para comparecer, faria questão de sujar sua roupa apenas segundos antes de saírem de casa, o suficiente para ser escandaloso quando outras princesas notassem, mas não demais para que a mãe visse antes de ser tarde. Nos bailes, então, era sempre a criança com um sapato de cada par ou com os cabelos bagunçados, isso para não dizer que talvez fosse a culpada por trás de algumas guerras de comida iniciadas nos eventos. Estava sempre envolvida em uma ou outra discussão com os príncipes idiotas de Arthurian, se mostrando complacente apenas na presença de algumas meninas, embora não soubesse o motivo.
Aos dez anos, descobriu o mundo do boxe. Seu interesse por lutas corporais sempre fora bem evidente, ainda mais sendo uma das assíduas espectadoras das competições entre os dojos de Storydom, mas sempre parecera uma arte muito mais poética do que seu corpo desejava. Foi mexendo escondida no iWish de seu pai que esbarrou no vídeo de uma competição de boxe do mundo não-mágico, iniciando sua busca por mais pouco após isso. Teve um pico de felicidade ao descobrir que mulheres também poderiam se tornar profissionais — não que isso fosse lhe impedir caso o cenário fosse contrário, é claro. Cerca de três semanas depois, tentou construir seu próprio saco de pancadas para treinar sozinha, mas só conseguiu algo duradouro na sua terceira tentativa. Era de se esperar, considerando que só tinha dez anos na época.
Conseguiu treinar sozinha por algum tempo, sem que nem descobrisse. Não tinha muita constância em seu cronograma e se machucara inúmeras vezes por não saber direito como deveria ser o processo, mas sempre cobria o fato com alguma mentira sobre ter se machucado no acampamento ou lutando com seus primos — algo que sustentavam quando questionados, com certo custo, é claro. Foi por volta de seus treze anos que seu pai lhe pegou treinando, tendo retornado mais cedo do que deveria de seu turno no hospital. Ao contrário do que esperava, o homem se mostrou extremamente orgulhoso de si! Dentro de dias, encontrara uma treinadora para que aprendesse propriamente, tornando o esporte um segredo entre pai e filha. Merida sequer sonhava.
Sua treinadora era rígida, mas não como sua mãe era ao tentar lhe instruir no arco e flecha. Não ficava irritada com seus erros, sempre mostrando-se disposta e ensinar mais e mais. Com poucos dias de encontro, Meliora aprendeu que a mulher havia nascido no Castigo, onde lutar era menos um hobby e mais uma necessidade. É claro que já havia ouvido sobre o lugar antes, em sussurros de horror e nervosismo dos adultos sempre que havia algum evento para comparecer — algo que ocorria com muito mais frequência do que era tolerável. No entanto, não demorou para que percebesse que não conhecia de fato nada sobre a Cidade de Baixo. Havia crescido sob a proteção da ignorância que Arthurian oferecia e detestava isso. Curiosa por natureza, continuou bombardeando sua treinadora com perguntas sempre que podia, nutrindo uma compaixão por um local que sofria e afundava às custas de seu conforto.
Seu tópico favorito era as lutas clandestinas, como era de se esperar. Meliora logo aprendeu sobre a existência da academia Gaston e o que acontecia no local se soubesse onde e quando procurar. Foram anos enchendo sua treinadora para que lhe levasse para uma partida, algo que só fora acontecer com seus dezesseis anos, depois de muitas promessas de que se comportaria, mas fora algo que lhe provocara tamanho êxtase que valera à pena a espera. Levou alguns meses para convencer a mulher a lhe deixar participar da competição, o que só fora aceito depois de uma intensa sessão de treinamento. Meliora encontrou nos adversários do Castigo aquilo que sempre procurara: a adrenalina de saber que um segundo, um movimento errado, poderia mudar todo o jogo. E um dia, realmente mudou sua vida por completo.
Ninguém jogava limpo no ringue, mas jogavam ainda menos fora. Não era incomum que algum participante frustrado tentasse se vingar por ter perdido seu dinheiro e orgulho no chão manchado da academia, principalmente quando era para alguém mais novo do que si. Sendo honesta, vencera pouquíssimas vezes em suas tentativas no Castigo e todas foram com a ajuda da sorte ao seu lado, então não era de se surpreender que, quando fora encurralada por um competidor em um dos becos empoeirados do Castigo, tivesse apanhado e muito. Sequer conseguia lembrar como a luta ocorrera, acordando em uma cama de hospital com seus pais e irmão ao seu lado, preocupados consigo. Logo, ficou evidente o motivo: por mais que tentasse, não conseguia sentir ou mover suas pernas.
Os Dunbroch tentaram forçar Jim Hawkins a encontrar uma solução com financiamento, mas o grande inventor tinha seus próprios projetos a serem terminados e não gostaria de piorar seu caso com uma pesquisa mal feita, sem considerar os riscos antes. Ao menos, era isso o que dizia à família. Por quase dois anos, Meliora tivera de se readaptar à vida, reaprendendo coisas básicas de outra perspectiva. Fora um período difícil em diversos sentidos, principalmente emocional. Nunca fora conhecida por ser aberta sobre seus sentimentos, o que dificultava qualquer tratamento terapêutico que iniciavam. O que quer que estivesse pensando, era sempre mascarado com piadas e um humor que não parecia atingir seus olhos.
𝐓𝐑𝐈𝐕𝐈𝐀.
Quando adolescente, perdeu uma aposta que resultou em pintar o cabelo de rosa por um ano. Detesta todas as fotos desse período e ignora sempre que trazem a memória à tona. (Referência: fotinha 1, fotinha 2)
É alérgica a kiwi, mas come mesmo assim por ser sua fruta favorita. Então, não assuste se ela aparecer com a cara toda vermelha e empolada por aí... Não é nada que uma poçãozinha não ajude!
Possui obsessão por dragões e tenta convencer Hiccup a lhe deixar ter um sempre que o vê.
Seu sonho é adotar um cachorro, qualquer um, mas seu desejo é fazer em conjunto com alguém. (gay né amores...)
Ajudou seu pai a construir parte da cabana que tem como sua dentro do acampamento Will-o’-the-wisps. Além disso, também ajudou a instalar o balanço que existe perto do lago, na árvore mais alta de sua margem. É para onde vai quando precisa de um tempo sozinha.
Por causa desse mesmo balanço, já quebrou alguns ossos tentando fazer saltos radicais no lago até que eventualmente desistiu.
Festas no acampamento são seu tipo favorito de evento. Os outros mais habituais em Arthurian (bailes, estreias, chás, festas de aniversário) raramente contam com sua presença a não ser que seja forçada a comparecer. Desde que se tornou guarda-costas de Linda, no entanto, sua frequência aumentou,
Seu filme favorito é Irmão Urso.
Atualmente, tem seu cabelo curto. (Mais ou menos assim)
Sua cor favorita é verde e a estação, verão.
Foi meio que forçada a entrar para os Defensores, uma vez que não poderá perder sua habilidade em momento algum e uma forma de seguir o regulamento seria entrar para a instituição. Ainda é apenas trainee ali dentro, buscando uma forma de controlar o halo para que funcione como deseja e não apenas com base em suas emoções.
Possui várias cicatrizes em suas costas: muitas são dos procedimentos que enfrentou após perder o movimento de suas pernas e a mais forte delas, no meio de sua coluna, marca o incidente que o causou. Entre suas escápulas, no entanto, há a cicatriz de um círculo, demarcando o lugar em que o halo se encontra. Pensa em fazer tatuagens para cobrir parte dessas cicatrizes, mas ainda não conseguiu ter uma ideia concreta do que.
Algumas das tatuagens que possui: mão e peito.










