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✖ If I were a superhero: Dianna is Black Canary
Just fight | | Faith & Dianna
Não esperava outra reação de quem quer estava a perseguindo ou sendo bastante descuidadoso ao deixar-se ouvir seus passos, virou para encarar sua oponente. Ela poderia muito bem conhecê-la, mas nenhuma lembrança lhe veio. “Pelo que eu saiba é. Mas a questão não é se ou não é um ditado, quem se importa?” A certeza em sua voz não condizia em nada o rebuliço de incertezas que estava dentro de si se embolando em um emaranhado de emoções desconexas, Faith sabia que deveria manter essas emoções que nada lhe traria, a não ser uma luta perdida, fora do alcance de sua mente que poderia domá-las e deixar que a tomassem conta, deixando a garota ser ferida ou até na pior das hipóteses morta porque não soube controlar seus próprios sentimentos dentro de uma batalha.
Sabia que poderia muito bem desligar sua mente e deixar o corpo agir como tivesse em um piloto automático, mas como se fosse um lembrete de que a última vez que havia realmente usado essa forma de escape fora na luta com seu melhor amigo, Luke, sabia que não poderia matá-lo, mas nem poderia perder facilmente por ele ser seu amigo, tinha que ter seu valor e desta forma era melhor agir sem pensar, apenas deixar-se levar e sofrer depois. Mas ali era diferente a garota em sua frente era uma desconhecida, poderia tanto lutar com ela e aceitar os sentimentos bons e ruins que uma batalha causava ou deixar se guiar por instinto e sentir qualquer coisa que acarretaria após a luta.
Deveria ignorar a última fala da garota, pois, de alguma forma a Stryder presumia que aquilo poderia ser uma armadilha e acabar levando uma facada em alguma parte do seu corpo, mas poderia inverter o jogo e o que não deixaria de fazê-lo. “Creio que sim. E por que esse não seria? Por que não apresenta rima?” Tentou ao máximo colocar curiosidade me sua voz. Encarou em sua volta, não sabia que estava tão distante de seu grupo, parecia que havia se separado apenas alguns metros. Virou-se novamente para a grega e decidindo-se por pressa aproximou da outra sem se quer ouvir a garota responder. Deveria acabar logo isso e seguir na direção dos romanos para ajudá-los. “Eu sei que está enrolando e não adianta. Eu vim para lutar, vingar Lupa e não é uma mera grega que irá me impedir.” A provocação veio sem permissão, era inevitável que não fosse usada, batalhas sempre eram incitadas por elas tornando tudo mais emocionante. Sua mão apertava o cabo de sua adaga para que a qualquer estante entrasse em ação, na verdade a qualquer momento que a outra desse.
Memória não era o forte de Dianna, por isso ela nem tentou lembrarda onde conhecia a garota na sua frente, apenas fez uma careta e respondeu “Um professor de gramática” e sorriu “Ou um fanático por ditados, sei la né, cada louco com a sua loucura” se falasse isso se situações normais, seria uma piada, mas ali não, apesar que Dianna achava engraçado aquilo. “Não podemos julgar as pessoas não é? Temos grandes exemplos aqui: uma garota que já foi possuída, morreu e voltou, e uma que faz parte de um grupo que começou a odiar do nada seus amigos. Sem julgamentos, como eu falei” estava sendo irônica? Talvez,
Dianna aprendeu uma coisa desse mundo de deuses e monstros: nada acontece do nada. Se não tem uma explicação lógica, é por que tem magia envolvida. Alguém jogou magia forte nos romanos e pelo o que ela tinha ouvido falar, fora Marte. Não se importava com ele até aquele momento: ninguém, e ninguém virava amigos contra amigos, ainda mais se Dianna os considerar amigos. Se pudesse, ela ia dar vários chutes na bunda do deus, porque ele não morre, então só irritar já era o suficiente. Dianna não tinha medo das consequências.
Reparou na movimentação dela, parecia que ela tinha acabado de perceber que estavam apenas as duas e mais ninguém por perto. Boa noticia: ninguém ia aparecer para dar uma facada no pescoço de Dianna. “Olha, eu não sei o que faz de um ditado, um ditado” respondeu sinceramente. Duvidava que até Mathieu saberia essa. Quando ela falou de enrolação, Dianna soltou uma risada leve e verdadeira. “Nossa, parabéns, levou muito tempo para chegar à essa conclusão?” era até assustador ver que a mortal estava realmente rindo. Ela não sabia o porquê, apenas achou engraçado. Isso era muito perigoso. “Eu estava apreciando muito a conversa sobre ditados. E HA! Você errou, não sou uma mera grega, porque eu não sou grega. Nem romana no caso” já não ria mais, de uma hora para outra ficou séria. Por dentro estava com medo, sua personalidade assassina estava vindo à tona enquanto olhava a garota mexer no cabo da espada. “Sou mortal”
Just fight | | Faith & Dianna
Faith não sabia o que estava sentido, sabia que sentia algum remorso contra os gregos, mas este sentimento não era tão forte a ponto de fazê-la seguir para o acampamento onde os gregos viviam e atacá-lo. Porém algo havia mudado em seu cerne que a fez se encaminhar junto com seus companheiros até o local que não desejava ir tão cedo. Ela sabia que poderia ter desistido, porém seria como se amarelasse que não fosse capaz de mostrar que poderia lutar como qualquer outro romano, não importando de quem era filha. Seria como qualquer uma das filhas de Afrodite que sempre fugia das lutas, nunca gostavam de lutar, como ouvira por alguns campistas que as crias da deusa da beleza não ajudava em nada quando se tratava de defender aquilo que era para o bem do pessoal, mas o que estava pensando? Ela era uma filha de Vênus, sim uma deusa da beleza, mas romana.
Balançou a cabeça levemente e seguiu o caminho que deveria, prestando atenção do que era dito por seus colegas e os líderes daquele ataque e finalmente se via encarado o lado grego. Era diferente do que esperava, mas não teve muito tempo para pensar nas diferenças e similidades, que parecia haver nenhuma até aquele momento, com seu acampamento de origem. Logo se viu entrando no acampamento e seguindo em uma direção desconhecida.
O que ela deveria procurar? Naquele instante não havia nada em sua mente, tentando-a voltar para do caminho que tinha vindo, porém no mesmo instante algo a fez seguir o seu destino e seu objetivo, deveria lutar com um grego. Não com um, mas com a quantidade que conseguisse lutar, deveria destruir aqueles que quiseram destruir Lupa. Não soube onde estava, pouco importava. Passos era audíveis, sem pestanejar pôs a mão em seu cinto retirando sua adaga e seguindo na direção do som. “Oh! Vamos lá! Apareça, será mais indolor. Deve enfrentar seus medos, já ouviu falar desse ditado?” Sua voz era cheia de ironia, sempre se tornava outra pessoa quando se via em situações como essa. Já sentia adrenalina começar a correr por seus vasos sanguíneos. Ela queria poder parar, mas naquele instante era impossível.
Normal não era uma palavra no vocabulário de Dianna, pois sua vida nunca foi normal. Ou talvez se você considerar ficar trancada em uma cela e servir como rato de laboratório seja normal. Ou soltar profecias quando um espirito antigo tomava conta de você. Ou voltar dos mortos depois de meses. Ou ser testemunha de uma guerra civil entre gregos e romanos sem motivo nenhum porque eles eram para serem aliados. Dianna tinha uma teoria que nada era normal. Ela se perguntava porque não tinha ido para a faculdade com Mathieu. Ninguém sabia, mas ele tinha a ajudado a estudar para o vestibular e ela passou. Com alguns acordos de Quiron com a faculdade, Dianna tinha entrado para o curso de Moda. Sem falar que Ártemis honrou o seu acordo e sua família já sabia que Dianna estava viva. Foi um encontro estranho, sua família com cara de quem viu um zumbi, ver suas irmãs grandes e sua mãe e padrasto mais velhos, um ano mais velhos. Além disso, Átermis demonstrou uma paciência que a mortal jurava que ela não tinha.
Mas não, Dianna tinha que ter ficado para aquela festa no navio! Bem, sem isso ela não teria conhecido Envy, seu sobrinho favorito (Ela não considerava Mathieu como sobrinho, mas sim como um grande amigo, talvez seu melhor amigo). E depois da festa teve o ataque, que ela quase morreu – de novo – mas Envy e Hedone ajudaram e a salvaram. E agora aquilo: o exercito romano invadindo o acampamento grego e querendo matar todos que estavam no caminho. Não queria admitir, mas Dianna se sentia inferior, porque provavelmente era a única ali mortal. Não que a deixasse mais fácil morrer, mas não tinha nada além de sua força e sua inteligência mediana para ajuda-la. Não tinha poder de mover água ou soltar raios, nem também tinha super força e uma puta inteligência. Só tinha a sua não-diagnosticada bipolaridade, podendo ser fofa e amável para assassina à sangue frio. Ajudava em batalhas, mas apenas contra monstros, ali ela não poderia matar ninguém.
Seu olhar foi atraído por uma garota que se afastava da batalha principal. Dianna tinha certeza que era romana, não sabia da onde vinha aquela certeza mas sabia que conhecia ela, de algum lugar. Resolveu segui-la. Não se importava com o som de seus passos, porque apostava que ela, talvez, iria aprontar algo e se ouvisse, pararia e lutaria. Esse era o plano de Dianna, impedir a garota de fazer alguma merda. “Isso é um ditado?” perguntou sarcasticamente aparecendo atrás da loira. “Ditado não é daqueles tipo: água mole pedra dura, tanto bate até que fura?” estava tentando enrola-la. E também estava com medo de machuca-la.
It's a family affair | Dianna, Hedone and Envy
Não sabia ao certo o que a fez trazer suas armas para o navio. Não sabe se foi resquícios de algum poder de Delfos, se foi paranoia ou, simplesmente, porque já era automático. Ela só sabia que tinha sido algo bem inteligente, ainda mais depois daquele sonho coletivo bizarro. A maioria das pessoas ficaram bem assustadas, mas não Dianna, pelo menos não de cara. Quando acordou do sonho, veio aquele sentimento de desespero, pois ela achou que Delfos tinha voltado. Depois que percebeu que não era nada disso, sentiu nostalgia. Só depois que ela percebeu o que aconteceria, ela ficou em alerta. Antes de morrer, Dianna se acostumou em sonhar com desgraças.
E ali estava ela, saindo do navio e vendo tudo aquilo: acampamento destruído, Lupa quase morta, monstros por todo lado e pessoas em pânico. Alguns semideuses continuaram em pânico, mas a maioria, como bons guerreiros, já foi logo correndo para a batalha. Apesar da garota não ser uma semideusa, sentiu orgulho dos companheiros de acampamento. E como eu falei: Dia não era semideusa, mas mesmo assim correu para a batalha. Havia uma empousa atacando uma menininha - Dianna não fazia ideia da onde surgiu tanta criança - e foi por ali que ela começou. Para não correr o risco de acertar a garotinha, Dianna correu até o monstro e a matou com dois tiros. A criança saiu correndo, mas é claro que tinha outra empousa por perto e antes que Dia conseguisse fazer qualquer coisa, ela gritou. Não é preciso ser expert nesses monstros para entender que aquele grito era para chamar suas irmãs. Em poucos segundos, Dianna estava rodeada por aqueles monstros. Era um exercito de empousas ao redor da garota mortal. Ela até tentou lutar, pulou em cima de uma e quebrou seu pescoço, depois deu um tiro que acertou três cabeças, teve uma hora que ela explodiu uma cabeça, uma perna, e muitos outros membros. Mas não era o suficiente. A cada um que você matava, vinha mais 10 tomar seu lugar. Tanto é que Dianna apanhou, um monstro lhe deu um chute na barriga outro na perna e que a fez cair. Mas o que a fez gritar foi uma delas enfiar suas garras no seu ombro. E não foi qualquer grito, foi o mais alto que ela conseguiu e, bem, deu arrepios em quem escutou.
{FB}
itsapleasure-hedone:
Nós apenas temos animais diferente dos seus.
Pois deveria. No mínimo sobre mitologia grega e romana. É, eu fiquei sabendo que minha mãe arranjou uma irmã mundana. Mais um para a família.
Isso dá para perceber
Olha, saber ou não mitologia não significa que eu reconheça deuses ou não. Não recebemos um Guia Rápido de Deuses com as suas fotos lá para reconhecermos vocês. Se você falou isso é porque não sabe da história.
{FB}
areyouenvy:
Você tem que escutar Ares cantando We Are the Champions! É a coisa mais hilária! E Apolo cantando I Want to Break Free também. Ué, mas então por que você bebeu? Isso não faz sentido. Quer beber comigo? Eu quero saber como isso funciona. Não, não contou… Mas não é difícil de saber. Mas já que não quer, não vou fuçar seu passado, enquanto eu puder controlar para não saber. O que quis dizer com isso? Namoradinhas…? Tia! Não pergunte isso… E-eu nem tenho namoradinhas.
Ah meus deuses, estou imaginando agora. Você devia ter gravado. Ou não, porque se eles descobrissem... mas mesmo assim eu queria ter visto. Para experimentar. Pedido estranho, mas vamos lá. Obrigada Envy, agradeço por isso. Meu passado não é bonito. Awn que bonitinho!! Falei de brincadeira, você é muito novo para ter namoradinhas
deathanddiamonds-scar:
– Que… merda de sonho foi esse?
Você também teve?
itsapleasure-hedone:
Não. Sabe o que também é uma delícia? Rabo de Tritão.
Claro que não sou. Como antiga oráculo, você deveria sabe das coisas Dianna. Sou Hedonê ou Voluptas, depende de qual lado você queira enxergar.
Vocês olimpianos tem um gosto estranho
Ei, eu não sabia de tudo, se soubesse teria passado em um vestibular, se eu tivesse feito. Ahhh você é filha da Psique. Oi, sou sua tia
itsapleasure-hedone:
Eu que vou saber? Não existem vacas no Olimpo. E não precisa se exaltar assim. É gostoso.
Nem frango? Coitado do grifo gente, não obrigada
Você não me é estranha....
itsapleasure-hedone:
Ouvi dizer que foi feito com carne de Grifo.
O QUE?
Qual é o problema da boa e velha vaca?
Vamos ver se isso é bom
areyouenvy:
Quando você escuta isso o dia inteiro você meio que aprende a gostar. É engraçado porque você está com Hefesto, e está tocando isso enquanto ele está nas forjas. Aí você vai para os jardins encontrar com a Deméter e tem músicas apenas feitas com sons da natureza e harpa, bem calma. Oh. Entendi. Espera, você nunca ficou bêbada também? Que tipo de mortal é você? Não estou?! Agora estou do tamanho de todos vocês!
E certeza que acaba cantando e tentando imitar a voz! Que diferença! Bêbada, bêbada não, já bebi, mas não fiquei bêbada. Acho que a sua mãe não te contou a minha história, bom mesmo, senão eu teria que puxar o cabeço dela. Vamos dizer que eu não sou uma mortal comum, eu era a oráculo, só que eu não vivi como as outras pessoas, então não pude experimentar certas coisas. E eu, como sua tia, preciso perguntar: e as namoradinhas?
areyouenvy:
Ok, espere só um instante – desapareceu e reapereceu então, não mais que um minuto depois, com um ipod em mãos – Ok, vamos mais para lá para poder escutar melhor. Aqui, coloque os foninhos – e apertou play – Ah, é, também. Mas não é difícil achar bêbados rabugentos e infelizes. Não sou não, sou um deus, do ciúmes e possivelmente inveja e ganância. Ainda tenho que descobrir tudo isso. Você é minha tia! Minha tia Dianna. Eu sou o Envy!
OK - colocou o fone no ouvido - É legal, tipo bem legal, mas a voz dele me assustou no começo. Mas pelo o que eu li, as pessoas ficam tristes um tempinho depois, tipo elas bebem, ficam felizes e só depois elas ficam tristes. Acho que Dionisio empacou no triste. Espera, Envy? Ok, quando eu saí - fez aspas comas mãos - só estava dentro da barriga da sua mãe, ai quando eu voltei soube que você era uma criança.. Mas, mas, agora você é um adulto. Ah meus deuses, você esta tão grande!