O pré-operatório
No dia 08 de janeiro eu me internei no hospital, eles fizeram exames de sangue. Já era o terceiro alarme falso (longa história) e eu fiquei sem expectativas do “agora vai” virar um “agora foi”. Mas acabou sendo. A enfermeira estava com três estudantes e estava com um pouco de pressa, ela pegou meu ponto, mas enquanto explicava, deixou o acesso aberto e meu sangue saiu. Ela fechou e ficou tudo bem. O problema foi depois, quando eu me levantei depois e minha mãe foi pentear meu cabelo. Senti meu corpo gelar e comecei a ficar fraca, ouvir um zumbido, e a visão a ficar escurecida. Foi horrível, chamei por minha mãe duas vezes e ela me deitou. Foi o nervosismo por ter visto meu próprio sangue me manchar, o que foi estranho, já que eu nunca tive isso.
Fiquei bem e no outro dia o anestesista veio me fazer perguntas, respondi um questionário que terei que responder novamente, e ele disse que iam me acordar depois da cirurgia e me mandar “fazer o peixinho”. Fazer o peixinho significa mexer suas pernas e pés. Assim eles saberiam se deu tudo certo.
A hora chegou.













