
roma★

oozey mess

Product Placement
No title available
Peter Solarz
art blog(derogatory)

Discoholic 🪩
todays bird
Xuebing Du

No title available
styofa doing anything
we're not kids anymore.

ellievsbear

if i look back, i am lost
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
taylor price
No title available
macklin celebrini has autism

Kiana Khansmith
he wasn't even looking at me and he found me

seen from United States

seen from Austria

seen from Malaysia
seen from Philippines

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from Singapore
seen from United Kingdom

seen from Saudi Arabia

seen from Netherlands

seen from United States
seen from Malaysia
seen from United States

seen from United States

seen from Germany
seen from Malaysia
seen from Germany
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Singapore
@ididntknowlove
Post Hogwarts.
III
Ted franziu o cenho – estava confuso. Não conseguia entender o porquê de o apelido não ser tão bem aceito por ela ou seus amigos. Será que nele havia uma ofensa subliminar? Será que Andromeda pensou que Tonks zombara dela? Ou ele a humilhara? Cessou suas ações para observar-lhe esmagando as pedras. — Não queria ofender. — Umedeceu os lábios enquanto se levantava do banco. — Só quis te diferenciar de sua família. A maioria das pessoas, pelo que vejo, te trata como “Andromeda Black”, como se você fosse, antes de tudo, uma família, não uma pessoa. — Deu de ombros e depois arregaçou as mangas de sua blusa. — Só que você não é a sua família, você é Andromeda. — Disse, enquanto pegava o botão-de-prata. — Mas seu nome ainda remete à sua família. Dromeda não é Andrmeda Black, mas sim uma pessoa à parte de tudo. — Apoiou o ingrediente que acabara de pegar na mesa. Uma mão descansava em sua cintura e a outra, além de coçar a cabeça, bagunçava o cabelo louro. — Idiota, né? — Riu, enquanto afastava seus braços de seu corpo e deixava-os cair e bater em suas pernas. — Desculpa, às vezes eu penso em umas coisas bem abstratas e perco a noção de que nem todos pensam ou vêem as coisas como eu. — Parou, mordiscando o lábio inferior e observando o botão-de-prata durante alguns instantes. — Melhor te esmagar depois. Vou, primeiro, cortar as sanguinárias. — Disse, indo, em seguida, ao depósito mais ao fundo da sala. Voltou dois minutos depois. — Nossa, como aquilo lá é bagunçado! — Slughorn, mais à frente, pigarreou alto. Ted mordeu o lábio inferior. — Melhor começar a falar mais baixo. — Sussurrou, sorrindo a Andromeda. A seguir, tomou a liberdade de pegar o pergaminho da morena no qual a receita estava detalhada. — Pedaços bem pequenos... — Disse a si mesmo enquanto arrastava, com cautela, o pacote de sanguinária sob a mesa. Concentrado, começou a cortar do modo que a receita recomendava. — Acho válido por no relatório que os botões-de-prata estão muito maduros, ainda. As sanguinárias também, mas no livro diz que é bastante positivo cortá-las enquanto estão bem frescas. — Uma nova dupla acabava de entrar na sala. A sonserina, enquanto sua dupla saíra para falar com o professor, olhava para Andromeda, abria a boca e fingia pôr o dedo na própria goela, como se dissesse que toda aquela situação lhe causava ânsia de vômito. Tonks respirou fundo e observou o rapaz voltando à menina. — Aposto que ela nem o conhece. — Disse baixo olhando para Black. Depois, voltou-se às raízes. — Quem sabe ele, de toda Hogwarts, é a pessoa que mais tem interesses em comum com ela? — Terminou sua tarefa e agora juntava os pequenos pedaços em um montinho. — E ela sequer quer conhecê-lo. Tudo por causa do sangue dele. — Respirou fundo. Sacou sua varinha e conjurou um feitiço para que a faca que acabara de servir para cortar as raízes fosse limpa e esterilizada. — Tem quem ache uma estupidez revoltante. Eu acho triste. — Observou atentamente a dupla algumas mesas ao lado da deles. Subitamente, dera um leve tapa na própria testa. — Ora, que indelicadeza a minha! Desculpa, Dromeda... Digo, Andromeda. Não quis ofender qualquer tipo de pensamento que você tenha. Só me senti extremamente à vontade e acabei falando demais. — Sorriu-lhe de modo torto e depois observou a mesa. — Por que eu tenho a impressão que falta...? Ah, mas é claro! O caldeirão! Que cabeça a minha... — Pediu-lhe licença e seguiu, novamente para o depósito. Voltou logo em seguida empunhando a varinha enquanto o caldeirão seguia à sua frente. Colocou-o em seu lugar específico na mesa. — Melhor escrevermos nossos sobrenomes no caldeirão para que ninguém o pegue, não acha?
II
Ted a acompanhou com o olhar, um sorriso brincava em seus lábios. Deu de ombros – era de uma família extensa, portanto, estava acostumado a lidar com diversos traços de personalidade, inclusive a arrogância. Tessa e Oliver se aproximaram, tomando-lhe a atenção. — Sério, ou eu ou Stephan irá aparecer com um olho roxo até o fim do trabalho. O garoto é insuportável! Ele se nega a aceitar que eu estou certo! Mas tudo bem. Quando ele se confundir com as plantas e encostar-se à raiz de sanguinária, ele vai começar a me ouvir! — O amigo jogou a mochila na mesa de Edward e depois virou-se para a ruiva, com um olhar superior. — Viu? Dessa vez não fiz ameaças com feitiços! — Vangloriou-se. A outra suspirou pesadamente e fez um gesto de descaso com a mão livre. — Minha dupla é ok. Não morro de amores por ela, mas ambas entendemos que isto é trinta por cento do NOM de Poções, então, nos comunicamos relativamente bem. — Deu de ombros. — E você, Ted? Como foi com Andromeda Black? — Disse, sussurrando o nome – como se fosse tabu dizê-lo. O rapaz respirou fundo, pensativo. — Ela é bem atenciosa. — Tessa arqueou uma sobrancelha enquanto Oliver franziu o cenho, desentendido. Vendo a reação dos amigos, encolheu os ombros e completou. —Ela não é um monstro. E é bastante prestativa. —O castanho inclinou-se sobre a mesa e encarou o amigo. —Nenhuma ameaça sobre falar com ela ou tocá-la? — Foi a vez de Ted franzir o cenho. Riu, achando as perguntas do amigo absurdas. —Não, sem ameaças. — A ruiva umedeceu os lábios e virou-se para o amigo, ainda inclinado. —Bem, talvez estejamos errado sobre ela. — Oliver voltou à posição ereta, cruzando os braços. —Acho que, em pouco tempo, Andromeda mostrará sua face Black. — A amiga fingiu se assustar. —Cuidado, Ted! Em breve, Andromeda vai arruinar a Poção de vocês só porque você é mestiço! — Tonks riu. Oliver soltou os braços e agitou-os, impaciente. —Ninguém me leva mais à sério! — A ruiva riu, seguindo o rapaz que se deslocava sala afora.
Caro Ted,
Aqui está o seu pedido. Seja atencioso com as Margaridas e as Sanguinárias. As segundas estão embrulhadas com uma fita vermelha. Sua tia, assim que soube de sua correspondência, se prontificou a fazer os muffins que você tanto gosta! Estão bem fresquinhos e os coloquei em outro pacote. Espero que estejam do seu agrado!
Sentimos a sua falta,
Dos teus tios.
Em anexo, dois pacotes. O tio de Ted era um botânico autônomo em York e sempre se dispunha a ajudá-lo quando necessário. Edward sorriu como criança ao ler a notícia de seu lanche favorito. Abriu o pacote com avidez, criando alvoroço entre os amigos ao lado. —Esse cheiro... Não me diga que são...? — Oliver observou atentamente aos movimentos do amigo. — Os muffins de tia May! — As sobrancelhas de Tessa quase (...)
(...) quase se colavam ao início de seu cabelo ruivo espesso. Havia quatro muffins: um para Ted, um para Tessa e um para Oliver. — Vamos dividir o terceiro? — Disse, já tateando a mesa em busca de uma faca. O louro fechou o pacote. — Vou guardá-lo para mais tarde. — O outro soltou um gemido de desapontamento. — Se contente com um! Melhor que nada! — Oliver resmungou. — Ei, Ted, vamos assistir aos treinos de Quadribol mais tarde? Tom estará lá! — Disse com a boca ainda cheia e toda suja em seu entorno. O castanho franziu o cenho. —Thomas Griffin? O cara mais insuportável da Corvinal? Não, prefiro até mesmo estudar a vê-lo se exibir, obrigado. — E mordeu mais um pedaço de seu muffin. Tessa revirou os olhos. — Ele não é insuportável. É só incompreendido. — Oliver não respondeu, continuou comendo. A ruiva virou-se para o louro. — Ted? — Ele torceu a boca. — Não posso. Vou me encontrar com Dromeda. — O rapaz ao seu lado quase se engasgou. — Dromeda? Ela te deixou chamá-la assim? — Ted franziu o cenho, confuso com a pergunta. — Não é um apelido ofensivo. Acho que ela não se importará. — Deu de ombros. — Afinal, Andromeda é muito sério e sempre remete à família Black. Dromeda é uma pessoa única, à parte disso tudo. Assim, não faço dupla com uma Black. Minha dupla é Dromeda. Entenderam? — Tessa pôs o resto de seu bolinho no prato e limpou as mãos em um guardanapo. — Independente de como você a chame, ela é uma Black e gosta disso. Acho melhor não surgir com apelidos. — Edward crispou os lábios. —Absurdo. Ela é uma pessoa, não uma família. Acho que ela gostará, sim. — A ruiva encolheu os ombros, se abstendo. —Eu nem sei o que dizer. — Sua face estava com uma expressão confusa e Ted achou graça disso.—Acho que vocês estão complicando algo que é simples. — Disse, já se levantando e pegando os dois pacotes. Os outros dois pareciam incrédulos. —Enfim, vamos para a aula?
Como nada ficou acordado sobre o local onde se encontrariam, imaginou que a menina pensaria o mesmo que ele: nada melhor de fazer poções em um local propício para tal. Seguiu, então, para as masmorras com os dois pacotes pressionados contra o próprio corpo. Chegou a sala e, para sua surpresa, Andromeda já estava lá. Slughorn anotava algumas coisas mais à frente, em sua própria mesa. — Nossa, não imaginava que você fosse tão pontual. — Sorriu, adiantando-se para a mesa que a garota escolheu. Após bem instalado, abriu o pacote que continha os ingredientes. — As Sanguinárias são as com fita vermelha. — Disse, enquanto pegava o outro pacote.—Meu tio é botânico e me enviou. A mulher dele, tia May, faz uns deliciosos muffins todas as vezes que os primos estão reunidos. De muito bom grado, ela aproveitou a viagem da coruja e assou alguns para mim, já que sabe que é minha sobremesa favorita. Trouxe-te um para provar! É muito bom mesmo, confie em mim. — Abriu o pacote e arrastou-o até a menina à sua frente. Sentou-se e retirou um pergaminho da mochila. — Quer que eu faça o relatório hoje ou você mesma prefere fazê-lo, Dromeda?
I
— Estou lhe dizendo, Ted, se aquele Stephen me irritar de novo, vou transfigurá-lo em um sapo! — Edward riu enquanto servia-se de suco de abóbora. — Ah, homens e sua necessidade de empunhar a varinha e demonstrar virilidade! — Tessa disse, massageando as têmporas debaixo de uma espessa camada de cabelos ruivos encaracolados. Oliver virou-se para ela. — Ele me insulta e eu tenho necessidade de mostrar virilidade?! — Ela arqueou uma sobrancelha com o cenho franzido. — E você tinha que revidar empunhando a varinha? Não podia, simplesmente, ignorá-lo? — O outro jogou a cabeça para trás e acenou negativamente com a mesma. — Você não entende nada, não é mesmo? E o meu orgulho? — Agora ele comprimia a mão direita sobre o peito, como se ela guardasse algo muito valioso ali. Ela bufou e virou-se para Tonks, em frente aos dois. — Ted, me ajude, por favor? — Ele terminou de mastigar e engoliu um pedaço de bolo de chocolate antes de tomar a palavra. Os dois o olhavam. — Ela tem razão. — E, ao ver o olhar repreensivo do amigo, encolheu os ombros. — Só estou dizendo que você não precisava tê-lo posto no ar por isso! — Oliver se sentiu ultrajado. Seus dois melhores amigos lhe estavam contestando! — E eu tê-lo posto no ar justifica ele ter feito meus dentes crescerem até – friso – o chão? — Ele inclinou-se na mesa, encarando os olhos azuis do amigo. — Sim, justifica. — O outro abriu e fechou a boca várias vezes antes de emitir um som. — Não quero mais ser amigo de vocês. Acabou. — Ameaçou se levantar quando Tessa interveio, puxando suas vestes. — Ok, ele não precisava ter feito seus dentes crescerem até o chão. Podia ter ignorado. — Oliver, que tinha cabelos castanhos, voltou a se sentar. — Estou ouvindo. — Sentou-se ereto. Ted sorriu. — Ele também não precisava ter xingado sua linhagem. — O amigo sorriu de canto e deu de ombros. — Ele é um sonserino. É o que eles fazem. — Tonks respirou fundo, olhando ao redor. As outras três casas faziam questão de manter distância das cobras. Ou seriam as cobras que se isolavam? —Não era pra ser assim. Somos todos iguais, não é? Somos todos capazes e temos direito de estar aqui. De onde viemos não devia ter tanta importância. — A ruiva observava a mesa do escudo verde e prata. Seus alunos pareciam zombar de um menino grifinório do primeiro ano, um pouco mais a frente deles. Acenou negativamente com a cabeça, reprovando o ato. —Mas é assim que é. — Os outros dois acompanharam o olhar da amiga. Os veteranos da casa vermelha e dourada também perceberam a provocação e começavam a locomover-se para intervirem. Um grifinório e um sonserino discutiam, agora. Tessa respirou pesadamente. —Melhor irmos, senão perderemos a aula. — Levantaram-se e deixaram o Salão.
Estavam os três sentados no lado amarelo e negro: Edward e Oliver formando uma dupla e, mais atrás, Tessa, com uma menina também da Lufa-Lufa. Esperavam ansiosamente qual seria a surpresa preparada por Slughorn depois da desavença entre Oliver e Stephen. — Você acha que ele vai me usar como teste para alguma poção? — O amigo perguntou claramente preocupado. Ted não teve tempo de responder – o professor irrompera sala adentro. Todos – sonserinos e lufanos – ouviam atentamente ao que professor ia dizer. O castanho virou-se para o louro. — Uma poção feita em duplas? Mas como assim? Pensei que seria um castigo? — Disse, com a voz um pouco alta. A menina de trás mandou-o calar-se. — Veritaserum! — A garota, atrás, novamente chiou repetindo o pedido de outrora. Oliver começou a procurar avidamente os ingredientes para fazê-la. Ted, ao seu lado, nem se movia. Apenas prestava atenção – não era possível ser só aquilo. Quando o professor anunciou o valor da avaliação, o castanho pareceu desesperado. — TRINTA POR CENTO?! — A garota resmungou e, inclusive, xingou-o. Ele se virou para trás. — Estamos na mesma! Não adianta você se irritar comigo! — E, dito isso, alguém mais atrás – quem Edward achava ser Tessa – mandou-lhe calar a boca. O amigo encolheu-se em seu lugar, mas não se manteve quieto por muito tempo. Começou a cutucar o rapaz ao seu lado. —Ted. Ele vai escolher as duplas. Não acredito. — O outro suspirou. —Sim, eu ouvi. — Oliver cutucou-o novamente. —Ted... Ele me porá para fazer dupla com o Coombs. — Tonks ia dizer-lhe para se manter calmo, porém, quando ia fazê-lo, o professor anunciou sua dupla. Instintivamente procurou a garota pela sala. Seu amigo riu. — Parece que estamos ferrados, não é? Eu, com meu inimigo e você, com uma das pessoas que mais leva a sério a pureza de sangue. — Disse, enquanto arrumava seu material. —Boa sorte. — E saiu.
Edward ajeitou-se na cadeira quando sua dupla chegou. Andromeda, por sua vez, parecia ignorar sua presença. Evitava olhá-lo e aparentava até manter distância física. Ted achou graça daquilo tudo – não era possível que ela se achasse tão diferente dos outros por causa de seu sangue puro. Quanta arrogância! Como não queria depender da garota – e parecia que ela pensava o mesmo dele – tomou seus próprios tinteiro e pena e pôs-se a escrever os ingredientes. Não evitou encarar o professor quando este disse que a poção seria testada nas próprias duplas. Ele analisava a todos – as expressões de horror no rosto dos alunos. Deu de ombros. Não tinha nada a esconder. Mas seria interessante ouvir o que sua dupla pensava a respeito dele. Sorriu. Pensaria em mais questões para perguntar-lhe mais tarde. A voz da garota surpreendeu-o – era a primeira vez que a ouvia tão de perto. Achou graça por ela querer ter o mínimo de conhecimento possível sobre ele, porém, não importava, ele lhe falaria mesmo assim – afinal, passariam um mês juntos. — Uau. Você não suporta mesmo estar fora da sua zona de conforto, não? Vamos começar de novo, que tal? — Umedeceu os lábios e postou-se de fronte a ela. — Meu nome é Edward Tonks, mas pode me chamar de Ted. Sou lufano, tenho quinze anos e estou no quinto ano. — Parou e pensou um pouco no que mais poderia falar. Crispou os lábios, pensativo. — Ah! Minha casa é em York e sou filho único, mas tenho vários primos, então minha família é bem grande. — Sorriu. — Agora, que nos conhecemos, vamos ao trabalho. Terças e quintas tenho a partir das cinco horas livres. Segundas e quartas, a partir das três. Às sextas tenho astronomia, então, fico livre a partir das oito. — Observou os ingredientes que a garota listara em seu pergaminho. Apontou-os com o indicador. — Penas de Dedo-Duro não são difíceis de achar. Posso conseguí-las, se quiser. — Por fim, apoiou o cotovelo na mesa e, em seguida, descansou a cabeça na palma de sua própria mão. Sorriu de canto. — Satisfeita, senhorita Black?