Excelência da caridade.
Em Daniela habita corporalmente toda a plenitude da divindade espiritual, por isso imortal.
A Lei é santa e espiritual. (Romanos 7,12.14)
A caridade é fraterna, por isso o vínculo da perfeição.(Colossenses 3,14)

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Excelência da caridade.
Em Daniela habita corporalmente toda a plenitude da divindade espiritual, por isso imortal.
A Lei é santa e espiritual. (Romanos 7,12.14)
A caridade é fraterna, por isso o vínculo da perfeição.(Colossenses 3,14)
Eminência de Cristo.
Ele é a imagem de Deus invisível, o primogênito de toda a criação.
Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as criaturas visíveis e as invisíveis. Tronos, Dominações, Principados, Potestades: tudo foi criado por ele e para ele.
Ele existe antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem nele.
Ele é a cabeça do corpo, da Igreja.
Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos e por isso tem o primeiro lugar em todas as coisas. Porque aprouve a Deus fazer habitar nele toda a plenitude e por seu intermédio reconciliar consigo todas as criaturas, por intermédio daquele que, ao preço do próprio sangue na Cruz, restabeleceu a paz a tudo quanto existe na terra e nos céus.
Há bem pouco tempo sendo vós alheios a Deus e inimigos pelos vossos pensamentos e obras más, eis que agora Ele vos reconciliou pela morte de seu corpo humano, para que vos possais apresentar, santos, imaculados, irrepreensíveis aos olhos do Pai. Para isto, é necessário que permaneçais fundados e firmes na fé, inabaláveis na esperança do Evangelho que ouvistes, que foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, fui constituído ministro.
Livro santo de colossenses 1,15-23.
Três anjos predizem a vitória. (Profecia bíblica cumprida por Deus)
Vi então, outro anjo (Sophia) que voava pelo meio do céu, tendo um Evangelho eterno, para anunciar aos habitantes da terra, e a toda nação, tribo, língua e povo. Clamava em alta voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque é chegada a hora do seu julgamento Adorai Aquele que fez o céu e a terra, o mar e as fontes.
Outro anjo (Miguel) seguiu-o dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, por ter dado de beber a todas as nações do vinho de sua imundície desenfreada.
Um terceiro anjo (Cecilia) seguiu-os, dizendo em alta voz: Se alguém adorar a fera e a sua imagem, e aceitar o seu sinal na fronte ou na mão, há de beber também o vinho da cólera divina, o vinho puro deitado no cálice da sua ira. Será atormentado pelo fogo e pelo enxofre diante dos seus santos anjos e do Cordeiro. A fumaça do seu tormento subirá pelos séculos dos séculos. Não terão descanso algum, dia e noite, esses que adoram a fera e a sua imagem, e todo aquele que acaso tenha recebido o sinal do seu nome.
Livro santo de apocalipse 14,6-11.
Santa Cecília que voltou, essência própria do arcanjo Miguel.
Ouvi outra voz do céu, que dizia: Meu povo, saí de seu meio para que não participes de seus pecados, e não tenhas parte nas suas pragas, porque seus pecados se acumularam até o céu e Deus se lembrou das suas injustiças. Faze com ela o que fez (contigo), e retribui-lhe o dobro de seus malefícios; na taça que ela deu a beber, dá-lhe o dobro. Na mesma proporção em que fez ostentação de luxo, dá-lhe em tormentos e prantos. Pois ela disse no seu coração: Estou no trono como rainha, e não viúva, e nunca conhecerei o luto. Por isso, num só dia virão sobre ela as pragas: morte, pranto, fome. Ela será consumida pelo fogo, porque forte é o Senhor Deus que a condenou. Hão de chorar e lamentar-se por sua causa os reis da terra que com ela se contaminaram e pecaram, quando avistarem a fumaça do seu incêndio. Parados de longe, de medo de seus tormentos eles dirão: ai ai da grande cidade, Babilônia, cidade poderosa. Bastou um momento para tua execução. Livro santo de Apocalipse 18,4-10.
Depois disso vi descer do céu outro anjo (essência da minha essência, portador do genoma da vida eterna) que tinha grande poder e a terra foi iluminada por sua glória.Clamou em alta voz: dizendo: Caiu, caiu Babilônia a grande. Tornou-se morada dos demônios, prisão dos espíritos imundos e das aves impuras e abomináveis, porque todas as nações beberam do vinho da ira de sua luxúria, pecaram com ela os reis da terra e os mercadores da terra se enriqueceram com o excesso do seu luxo. Livro santo de Apocalipse 18,1-3.
Naquele tempo surgirá Miguel, o grande chefe, o protetor dos filhos do seu povo. Será uma época de tal desolação, como jamais houve igual desde que as nações existem até aquele momento. Então, entre os filhos de teu povo, serão salvos todos aqueles que se acharem inscritos no livro. Muitos daqueles que dormem no pó da terra, despertarão uns para uma vida eterna, outros para a ignomínia, a infâmia eterna. Os que tiverem sido inteligentes fulgirão com o brilho do firmamento e os que tiverem introduzido muitos (nos caminhos) da justiça luzirão, como as estrelas, com um perpétuo resplendor.
Livro santo de Daniel 12,1-3.
50-Daniela, a sacratíssima Sabedoria divina, que é o amor humano perfeito extravirgem (de natureza espiritual santa extra-terrestre), que une os céus e a terra.
No livro santo de Provérbios, Sabedoria é um conjunto de máximas necessárias para dirigir a vida segundo a vontade de Deus. Foi definida como a arte de conseguir êxito na vida humana, quer privada, quer pública. Baseia-se no humanismo e é feita de reflexões e observações sobre o curso das coisas e sobre o comportamento humano.
Pela primeira vez temos a Sabedoria personificada e apresentada como mestra do povo. Para dar maior eficácia ao seu discurso, o sábio põe em cena a própria Sabedoria de Deus (1,20-33;8-9). Efetivamente a sabedoria humana tem Deus por autor, pois ela é uma realidade fundamentalmente divina, comunicadora aos homens gratuitamente. Ei-la, portanto, a perorar a própria causa. Como profeta dos novos tempos, convida todos os homens a segui-la, a se converterem dos seus caminhos maus para poderem participar dos seus bens.
Existia antes dos séculos em Javé, inspiradora e executora da obra da criação; agora quer ser inspiradora dos homens.
A sabedoria se dirige a três categorias de pessoas; aos simples, ainda faltos de experiência e necessitados de instrução; aos desprezadores, que não se interessam por religião e moral, desprezando cinicamente as leis e as diretivas, aos insensatos que, recusando a sabedoria e a disciplina tornam-se insensíveis a lei e a moral.
Na Bíblia, o coração é considerado como a sede da inteligência (do amor), dos afetos e das paixões.
Pode-se considerar como um inciso que demonstra que a sabedoria procede de Deus e sem ele são vãos os esforços humanos. Enquanto entre as outras nações ela era considerada regra de bem viver, o sábio israelita a considera de um ponto de vista mais religioso: ela vem de Deus e guia o homem para aquilo que agrada a Deus.
A sabedoria é personificada em 1,20-33.
Em 8, Introduz-se a falar a Sabedoria de Deus, que não pode enganar nem enganar-se, por isso o que diz é conforme a justiça.
Em 16. É sobre a origem divina da humanidade que se baseia a obediência cristã, a qual induz a obedecer aos pagãos, aos tiranos, porque não olha para a pessoa de quem manda, mas para Deus, de quem a autoridade procede.
Em 22. Hino sublime da Sabedoria, que no-la apresenta como existindo antes das coisas criadas, ordenadora do universo, criadora. Essa personificação primícia da obra divina, desabrochará a imagem sublime da Sabedoria personificada em Daniela.
Em 31. Após descrever a Sabedoria ordenadora e criadora, diz que ela encontra suas delícias em estar com os homens, prenúncio, diríamos, da encarnação da Deusa, com a qual a Sabedoria se fez nossa Divina mãe Eterna.
Em 9-1. A sabedoria é apresentada qual matrona do seu palácio, preparando um suntuoso banquete ao qual convida muitos. Esta idéia do banquete terá seus reflexos também no Novo Testamento (Jo 2,1-11;6,25).
Em 13. Depois do banquete da Sabedoria, descreve o da Insensata, também personificada. Seu retrato tem muitos elementos em comum com a descrição da mulher má, feita em 2,16-19;7,10.
Em 11 -31- Deus julga a todos com plena justiça e também o justo recebera castigo se em alguma coisa se tiver desviado, porque Deus não é parcial,e não faz acepção de pessoa, mas o que será dos ímpios?
Em 12 -15.A pior desgraça para o homem é não tomar consciência do desvio de seu próprio proceder, pois torna impossível aceitar a correção e a recondução ao caminho reto.
Em 13 -11. A riqueza adquirida com facilidade e sem esforço desaparece depressa. É experiência cotidiana dos novos ricos e dos chamados neomilionários. Pelo contrário, a riqueza adquirida com o trabalho e o esforço cotidiano não se dissipa facilmente. Quem tem que suar para ganhá-lo conhece o valor do dinheiro.
Em 23.Deus recompensa os pobres e castiga os ímpios.
Em 16 - 1. Ao homem, os preparativos da mente, a Deus a resposta da língua, que equivale a dizer, a palavra nem sempre corresponde ao pensamento previamente preparado, mas ao que Deus havia disposto. O homem propõe, mas Deus dispõe.
Em 4. Deus fez tudo para sua glória e, embora queira todos salvos, a sua glória exige que o ímpio castigado mostre a justiça de Deus. O homem é destinado ao céu, mas quem, por própria culpa, renuncia a felicidade, é reservado para o dia mau, ou da desventura.
Em 17 - 8. A influência do ouro é poderosa, até cegar o olho do sábio e corromper a palavra do justo. Quem o possui pensa ter todas as portas abertas e poder fazer o que bem entende, daí a admoestação do sábio.
Em 18 -8 Por causa da corrupção da natureza humana, as maledicências são sempre mais bem aceitas do que os louvores.
Em 22 - 16. Os sofrimentos suportados por causa da opressão, mudar-se-ão em bênçãos divinas para o pobre, visto que Deus é seu fiador.
Em 20 - Os maus não poderão existir longamente na terra, porque Deus os castiga, apagando logo a lâmpada da sua vida.
Em 8. Se conduzido pela precipitação, levas perante o tribunal aquilo que viste, pode suceder que não tenhas disposto de tempo suficiente para observares bem e então terás de sofrer as consequências e as zombarias reservadas aos caluniadores.
Em 21-22 Jesus apresentará como razão do amor para com os homens o fato de que todos são filhos de Deus.
A Glória, pintura de Tiziano Vecellio.
Museu do Prado.
47-São João Evangelissta na ilha de Patmos, pintura de Diego Velásquez de Silva. National Gallery (Londres.
47- Os quatro evangelistas, quadro de Jacob Jordaens.
Museu do Louvre.
São Pedro solto por um anjo, pintura de Antonio Pereda y Salgado.
Museu do Prado.
45-A ceia em Emaús, pintura de Pontormo (Jacopo Carrucci).
Galeria dos Uffizi (Florença)
44-“ Não me toques” tela de Correggio (Antonio Allegri)
Museu do Prado.
43-A descida, tela de Andrea del Sarto.
Palácio Pitti. (Florença)
42-O Calvário, tela de Andrea Mantegna.
Museu do Louvre.
41-Cristo crucificado, pintura de Diego Velásquez de Silva.
Museu do Prado.
40-A queda no caminho do Calvário, quadro de Rafael Sanzio de Urbino.
Museu do Prado.
39-Cristo apresentado ao povo, tela de Quintin Metsys.
Museu do Prado.