Quem me conhece, sabe que não sou estável, seguro e muito menos atento. Me sinto uma criança que encara o céu, mais precisamente uma nuvem num formato estranho, e não consegue identificar que animal ela se assemelha. Muita coisa acontece mas minha visão ficou lenta: de tanto me apressar para me sentir pertencente a alguém, cansei e joguei o bastão. Já não consigo mais escrever o que meus pensamentos dizem. São várias frases desconexas soltas que voam e tentam se encaixar umas nas outras. Já me apaixonei, me encontrei, desapaixonei e desencontrei de novo. No momento eu só quero que as coisas façam sentido.
















