Singular e Familiar | Bang Chan
♡ Sinopse: “Tudo o que envolve o seu relacionamento estabelecido e de longa data com Bang Chan tende a ser singular e demasiadamente familiar, na medida certa. Talvez seja justamente por isso que vocês dois se esqueçam, com uma facilidade absurda, de que não estão sozinhos quando as famílias de ambos estão por perto, todos reunidos em uma casa de veraneio.”
♡ Avisos: Bang Chan x Você — mas aqui você não é mencionado como (S/N), certo? Apenas por apelidos carinhosos como “amor”, “vida”, “linda” e por aí vai… Você chama o Chan de “Chris” até mesmo nas menções sobre ele (a autora aqui tem hiperfoco em chamá-lo assim quando está escrevendo, sorry, sorry).
Palavras de baixo calão, safadezas e mais safadezas (ou melhor, como eu costumo falar, tentativas e mais tentativas). Proibido para menores de 18 anos. Relacionamento estabelecido e de longa data, oral, amizade familiar (e família por perto).
♡ Notas da autora: Oiiiiê, turu belezinha?
Eis que estou de volta com mais uma oneshot aleatória, depois de jurar juradinho para mim mesma que não iria escrever mais nada (acho que houve um pequeno equívoco 🤡).
Eu estava louquinha para escrever uma oneshot assim, sabe? Com um clima familiar, de quase flagra e, obviamente, tinha que ser com esse homão, não é mesmo?
Boa leitura para quem for ler! Deixem um feedback bem gostosinho aí 💖
Às vezes me faltam palavras sinceras e dignas para descrever com clareza o quão fodidamente boa é a sensação de ter os lábios gordinhos de Chris no meu íntimo, me abocanhando como se eu fosse a sua última refeição favorita em vida. Quer dizer… não é só às vezes. Quando se trata dele, o meu cérebro simplesmente não consegue processar palavra alguma para formar frases coerentes enquanto a sua boca gulosa me devora inteira.
É algo para o qual certamente precisarei de mil anos de vida — ou mais — para conseguir discorrer com maestria sobre o fenômeno em forma de sentimento absurdamente bom que é ter a sua boca beijando, de maneira fogosa e pecaminosa, a minha buceta. Porra, ele me come tão bem.
Puta que pariu, como explicar o quão singular tudo isso é?
É… é isso. Singular é a palavra certa. Quer dizer… hmm… pelo menos eu acho que é.
Sim, eu acho. Eu acho porque… bem… além de me faltarem palavras, eu também fico meio (lê-se completamente) burrinha ao redor da boca dele.
Ao redor da boca dele e do pau dele.
A verdade é que ele é singular.
E seus chupões fortes são familiares.
Na realidade, tudo o que nos envolve neste exato momento é familiar na medida certa de me fazer enlouquecer ainda mais por ele. O som molhado de suas sucções fortes — mas inibidas o suficiente para não serem ouvidas —, meus gemidinhos manhosos e baixinhos — também para não serem ouvidos —, a agitação dos nossos irmãos, alguns aninhos mais novos do que nós dois, indo e vindo em passos rápidos e pesados pelo extenso corredor que dá acesso aos quartos — desesperados para ir à praia, passear de iate, nadar e passar o dia todinho por lá —, o converseiro matinal e as risadinhas das nossas mães na cozinha da casa de veraneio onde estamos passando os últimos dias de verão, Hannah reclamando da barulheira agitada dos meninos, nossos pais conversando ao longe — provavelmente no quintal —, tudo aquilo era tão familiar que fazia o meu sangue, em meio a toda aquela adrenalina, correr de maneira ainda mais acelerada pelo meu corpo quente e choroso ao pensar na possibilidade de sermos ouvidos em meio a todo aquele caos do lado de fora.
Era perigosa aquela possibilidade. Mesmo com a porta trancada à chave (com duas voltas completas). Mesmo com nós dois tentando não soar altos e pornográficos demais — pelo menos não o suficiente para sermos ouvidos. Porque ainda mais perigosa do que isso era a possibilidade de nossos irmãos, provocativos e zombeteiros, cheios de piadinhas infames, ouvirem tudo e passarem o dia inteiro nos enchendo o saco com suas brincadeirinhas sem graça — brincadeirinhas sem graça de dois jovens adultos que não transam há meses.
O familiar sempre teve esse poder estranho de acalmar quando estávamos todos juntos em família e, ao mesmo tempo, intensificar tudo — um puta poder que só Christopher tem — quando nós dois estamos a sós. Talvez fosse por essas e outras que meu corpo reagisse antes mesmo que eu pudesse pensar em qualquer coisa, e isso fazia com que eu me entregasse a tudo sem pensar duas vezes.
No fim, o perigo não estava no medo de sermos descobertos. Estava em como era fácil demais esquecer que não estávamos sozinhos quando a casa estava cheia de pessoas nossas. Cheia de nossas famílias. Porque tudo tende a ser perigoso quando se trata dele.
— Chris… — puxei seus cabelos em retaliação quando ele prendeu meus lábios íntimos com os seus lábios carnudos, soltando-os de maneira torturante demais ao meu sentir. — Amor… — murmurei chorosa, e o sopro da sua risada canalha bateu contra minha carne molhada e brilhante. — Não faz isso… — supliquei.
— Não faz isso o quê, amor? — perguntou presunçoso, me encarando por cima do seu ato devasso. — Não estou fazendo nada demais com o meu amor, estou? Caralho, vida… eu amo comer você.
Ele deu uma risadinha antes de voltar a enfiar a cara na minha bucetinha e voltar a me comer sem piedade. O barulhinho molhado de suas chupadas preencheu meus sentidos e eu fechei os olhos, com a boquinha entreaberta diante daquele efeito prazeroso. Em meio a um suspiro, segurei seus cabelos e movimentei lentamente meus quadris contra a sua boca, buscando mais contato, abrindo ainda mais as pernas para ele.
Seu braço forte, com veias marcadas, prendia-me da cintura para baixo entre ele e o colchão, impossibilitando-me de fugir ou de me movimentar mais em busca de atrito. Ele me limitava a ter mais da sua boca — coisa que essa eu queria desesperadamente —, fazendo-me aceitar somente o que ele me oferecia, se eu quisesse. A frustração percorreu meu corpo, e aquilo o divertiu, pois ele sorriu faceiro mesmo enquanto me comia.
— Channie! — protestei seu atrevimento em desespero.
E ele voltou a sorrir diante do meu desespero, com a cara escondida entre minhas pernas. O sopro de sua risada fez a minha buceta responder, desprovida de timidez, com um estalinho molhado demais, pulsando e desejando mais e mais dele.
Ele me soltou por alguns segundos, sem desgrudar sua boca majestosa de mim, abrindo ainda mais as minhas pernas para me provocar — ou talvez me castigar —, deixando-me bem arreganhada para ele, totalmente exposta. Senti uma pontadinha, uma dorzinha gostosa na virilha com a nova abertura.
— Chris… — solucei quando ele afastou o rosto da minha cavidade. Eu o encarei, desengonçada da posição em que estava, com os cotovelos apoiados no colchão, e contemplei seu rosto vermelhinho.
— O quê? — perguntou atônito, encarando sem piscar, como se a minha buceta fosse uma obra de arte. E talvez fosse para ele. — Caralho, vida… — sussurrou, perdidinho com o momento e a cena à sua frente. — Tão linda… porra…
Minha buceta babava por ele, e o desespero, junto à necessidade de gozar em sua língua, abrasava todo o meu corpo.
Quero que ele me chupe todinha, sem parar, para que eu possa me derreter inteirinha em sua boca.
— Porra… — ele disse tão baixinho que, se eu não estivesse embaixo dele, não conseguiria ouvir direito.
Seus dedos me dedilhavam, abrindo minhas dobras úmidas e escorregadias, banhando-os com a minha baba. Sua boquinha estava entreaberta e sua testa franzidinha em concentração.
Eu o encarava com um biquinho choroso, jubilosa diante de toda a sua concentração e admiração a cada centímetro meu, tão conhecido por ele.
Chan me come assim há anos — anos de um relacionamento estável e longo — e, ainda assim, é como se fosse a sua primeira vez me comendo. Sempre. Sempre e sempre.
Ele afundou dois dedos com facilidade graças à minha lubrificação, e minha cavidade necessitada os apertou, fazendo-o gemer baixinho, ainda atônito. Ele estava completamente perdidinho ali.
— Amor… meu amor… eu amo a sua buceta… — seus murmurinhos roucos e cheios de admiração me arrepiaram. — Comer você é bom pra caralho.
Confessou outra vez em um tom baixinho e, em meio à sua confissão, nossos irmãos passaram outra vez pelo corredor, dando risadas altas entre si e parando bem perto da porta do nosso quarto. Os dois ditavam palavras que, para mim, soavam distantes e sem nexo algum aos meus sentidos lentos, que só clamavam por Chris e sua boca louvável. A única coisa que consegui ouvir com clareza foi:
— Qualquer coisa o Chan ajuda a gente, cara… ele é forte…
E eles se afastaram apressados, gritando o nome da Hannah em alto e bom som para provocá-la.
Chris protestou alguns segundos depois, com os olhos ainda atentos à minha buceta, mas consciente o suficiente para reconhecer o próprio nome naquela conversa:
— Eu não quero ajudar ninguém… só quero comer você, amor… quero passar o dia inteiro de cara nessa sua bucetinha gostosa…
— Chris… — reagi à sua fala atrevida.
— Quer gozar na minha boca, vida?
Só tive forças para assentir, ouvindo meus cabelos bagunçados farfalharem na fronha e o baque leve do cobertor jogado de qualquer jeito aos pés da cama cair no chão.
O nariz bonito e proeminente de Chan deslizou primeiro por cada centímetro da pele ardente e encharcada da minha buceta. Meu tronco se ergueu do colchão por alguns segundos, rendendo-se e apreciando às sensações demasiadamente jubilosas que vinham com aquele toque.
Eu acho homens de narizes grandes atraentes demais e sou assumidamente apaixonada pelo de Chris — e por todas as maravilhas que ele me faz sentir em meio aos seus orais alucinantes e memoráveis.
O toque da sua língua foi aveludado e gentil demais para alguém que vinha me torturando desde o momento em que acordei com ele distribuindo beijos preguiçosos por todo o meu corpo, até parar no meio das minhas coxas e permanecer ali.
Sua língua quente e experiente fez meu corpo inteiro se retesar, como se cada nervo tivesse sido ligado de uma só vez, em um único clique. Chris me saboreava com calma, como se tivesse todo o tempo do mundo, como se não estivéssemos atrasados para o passeio de iate em família, como se não houvesse nossas famílias agitadas do outro lado da porta.
E, mesmo que eu estivesse absorta com o que acontecia fora do quarto, ainda conseguia ouvir as vozes de todos eles.
A ponta quente e macia da sua língua deslizou lenta, preguiçosa, arrancando de mim um gemido que precisei morder meus lábios para não deixar escapar — e soar alto demais aos ouvidos alheios ao que acontecia ali dentro — tentando engoli-lo.
Chris gemeu contra mim, satisfeito com o som abafado que eu fiz — satisfeito em me ver tentando engolir o próprio gemido.
Seu nariz roçou outra vez minha carne sensível e, então, sua língua voltou, agora mais firme, mais decidida, desenhando movimentos que só ele sabia fazer.
— Porra… — sussurrei, sentindo meu corpo inteiro se arquear. — Chris…
Um novo gemido, alto e desesperado, estava prestes a escapar, mas morreu antes mesmo de ganhar vida, preso na minha garganta no instante em que ouvi passos mais lentos — ainda assim audíveis — arrastando-se pelo assoalho do corredor. Passos que não eram dos nossos irmãos.
Eram passos conhecidos por mim. Passos adultos e calmos. Passos que com toda certeza eram das nossas mães.
Minhas mãos afundaram nos cabelos de Chan em puro desespero — não para puxá-lo para longe da minha cavidade carente, porque isso era impossível —, mas para pedir silêncio, para implorar por algo que eu não sabia ao certo o que era… nem se realmente queria. Eu estava à beira de gozar em sua boca. De derreter em sua língua. De me desfazer.
Chris entendeu. Ele sempre entendia o meu recado mudo quando situações assim aconteciam. No entanto, ele não parou. Ele nunca pararia, mas mudou.
Sua boca passou a me devorar com uma calma cruel demais, calculada demais, como se não houvesse duas mulheres atravessando o corredor a pouquíssimos metros da porta do quarto trancada.
Sua língua desenhava, para o meu delírio, círculos lentos e profundos, provocativos na medida exata para fazer meu ventre se contrair em espasmos silenciosos. Eu mordia o dorso de uma das mãos com força para não deixar escapar som algum, enquanto empurrava sua cabeça com a outra, cada vez mais para baixo, a ponto de quase fazê-lo se fundir à minha buceta. E eu queria aquilo.
Caralho… estou prestes a me derramar na língua dele.
— Shhh, baby… — ele sussurrou contra mim, quase rindo da situação em que estávamos, a voz abafada pela minha pele. Ele estava se divertindo com tudo aquilo.
Esse filho da… digo, de uma boa mãe — porque eu amo a minha sogra — ama situações em que ele pode se exibir, mesmo que ninguém esteja vendo. Ele ama correr o risco de ser pego.
O som das vozes veio logo depois do seu sussurro. Baixas, tranquilas e cotidianas demais para nós dois:
— Eles ainda não saíram do quarto? — ouvi a voz da minha mãe, baixinha, mas próxima da porta.
Sem se inibir nem um pouco com a voz da sogra, Chris continuava o seu trabalho com maestria na arte de me devorar sem compaixão alguma (me comendo e me comendo). Minhas mãos puxavam seus cabelos com força — em retaliação ao que ele fazia comigo —, minhas unhas arranhavam lentamente seu couro cabeludo, arrancando dele gemidos abafados contra a minha buceta.
— Chris… — sussurrei chorosa, quase sem voz, quase muda. Lágrimas de desespero e necessidade se acumulavam nos meus olhos.
Porra, minha buceta estava tão necessitada que eu não sabia se aguentaria segurar por muito mais tempo a vontade de gozar gostosamente.
— Eles devem estar dormindo ainda… esses dois sempre se atrasam quando dormem juntos… vivem trancados dentro de um quarto… — respondeu a mãe dele, rindo de leve, sem desconfiança alguma.
Meu coração quase saiu pela boca. Batia tão alto que eu tinha certeza de que poderia ser ouvido por elas do lado de fora.
Chris ergueu os olhos lentamente até encontrar os meus. Havia um brilho indecente, apreciativo e provocador em seu olhar. Ele estava gostando daquilo — um filho da mãe completo — e eu o odiava e o amava com a mesma intensidade por ser tão miserável e canalha assim.
Tão miserável e canalha que me chupava enquanto me encarava de forma pornográfica e absurdamente bonita. Rostinho vermelho e lábios inchadinhos.
— Vou chamar pra ver se eles comem alguma coisa antes do passeio de iate… — a voz da minha sogra soou outra vez.
Meu corpo respondeu tremendo.
— Eles estão aí há muito tempo, não é? Desde ontem à noite… e os dois nem jantaram… — comentou minha mãe.
A língua de Chris pressionou exatamente o ponto que me desmontava inteira — que me fazia ir ao céu e ao inferno ao mesmo tempo — firme, precisa, sem pressa. Ele sabia. Sabia que eu estava à beira de me derreter. Sabia que eu precisava gozar loucamente. E sabia que eu não podia fazer barulho — e ele fazia tudo isso intencionalmente.
Seu sorriso cretino ricocheteou pelos lugares onde ele me devorava, atingindo-me em cheio.
— Amor… não… não faz assim… — soprei baixo, apenas para ele ouvir.
Ele sorriu presunçoso, mordendo meus lábios íntimos antes de pentear a ponta da língua no meu buraquinho.
Meu corpo, já sensível, reagiu ao toque pecaminoso e infernalmente bom dele, e precisei fechar os olhos com força para não deixar escapar nada obsceno. Absolutamente nada.
Tentei não gemer. Tentei. Mas… falhei. Não foi alto, mas audível o suficiente para me fazer gelar de medo e temer ser descoberta.
Adorando aquilo, e em resposta, Chan me chupou com mais vigor. Suas sucções eram tudo, menos tímidas.
Do outro lado da porta, o silêncio se estendeu por segundos longos demais, e o medo de ter sido ouvida misturou-se à ansiedade momentânea e prazerosa, junto à adrenalina que pulsava com a mesma intensidade.
Ainda tomada pelo pânico, segurei meus seios por cima da blusinha do pijama, apertando-os.
Minhas coxas começaram a tremer. Tentei fechá-las ao redor da cabeça dele, apertá-las e prendê-lo ali, mas Chris segurou a região farta com as mãos fortes, abrindo-me ainda mais do que eu já estava e me mantendo completamente refém dele.
— Amor… — murmurei quase sem voz, só o ar saindo lento.
— Chris? — a mãe dele chamou instantes depois, a voz colada à madeira da porta.
Ele permaneceu em silêncio, mas continuou me comendo — e me comendo muito bem.
— Deixa pra depois — ela disse. — A gente chama eles quando tudo estiver pronto. Vamos ajudar aqueles dois pestinhas antes que eles enlouqueçam a Hannah… — referiu-se aos nossos irmãos.
O som das vozes foi se afastando pelo corredor até desaparecer por completo.
Só então percebi que meu corpo inteiro tremia e que meu ventre se contraía sem controle, impetuoso. Minhas mãos se perderam em seus cabelos, pressionando seu rosto entre minhas dobras, quase o sufocando. Implorando.
A pressão cresceu rápido demais. Intensa demais. Um aviso percorreu minha espinha como um choque elétrico. Meu quadril tentou fugir, mas o braço dele me manteve presa exatamente onde eu estava.
— Chris… eu… — minha voz falhou, quebrada.
— Isso, linda… — ele murmurou entre uma sucção e outra. — Goza na boca do seu homem… goza, amor…
Meu corpo obedeceu sem hesitar.
O mundo ao meu redor se dissolveu em calor e contrações, em prazer incontrolável, em um gemido abafado, enquanto ele não diminuía o ritmo nem por um segundo.
O alívio, misturado ao terror de instantes atrás, fez algo estalar dentro de mim. Meu corpo cedeu completamente. O gozo veio intenso, espesso, devastador, atravessando-me de ponta a ponta. Minhas mãos se cravaram ainda mais em seus cabelos, meu ventre se arqueou, e tudo o que consegui fazer foi tremer — silenciosa, chorosa, entregue — enquanto ele me sugava com devoção, cada pedacinho meu, sem perder uma gota sequer do meu deleite.
Quando finalmente voltei a respirar compassadamente, ele ainda estava entre minhas coxas, distribuindo beijos lentos e carinhosos, como se pedisse desculpas por algo que exageradamente tivesse feito — exagero esse inexistente, do qual eu jamais reclamaria.
Chris pairou ao alcance do meu rosto devagar, olhando-me delicadamente, como se eu fosse a coisa mais linda que ele já tivesse visto na vida. Seus lábios brilhavam com vestígios meus, seu sorriso era torto e preguiçoso, seu rosto ainda estava pintado por suaves tons de vermelho.
— Caralho, vida… — foi a primeira coisa que ele disse depois de tudo o que me fez sentir. — Você é tudo pra mim, amor.
Meu peito apertou com aquela frase simples demais para o efeito devastador que causava em mim. Um efeito devastador e bom em demasia.
Levei as mãos ao seu rosto, acariciando suas bochechas quentes. Ele fechou os olhos por alguns segundos, entregando-se às carícias que eu lhe fazia.
— Quase fomos pegos, amor…
— Quase. Mas não fomos… Aposto que elas não ouviram nada, linda. Fica tranquila. Relaxa e goza, quer dizer… você acabou de gozar gostoso na boca do seu homem, não foi, amor? — respondeu com aquele sorriso insolente que eu conhecia tão bem. Sorriso insolente esse que demorou demais em seu rosto. — Deliciosa. Você é tão deliciosa, amor… — murmurou, raspando nossos lábios.
— Você é um perigo, Christopher!
— Eu sei, amor — beijou minha boca de leve. — E ainda assim você gosta, não é? — sorri cansada em resposta.
— Daqui a pouco — ele me interrompeu, me dando um beijo lento, calmo, tão diferente dos que havia dado na minha buceta. — Agora tira essa blusinha e mostra esses peitinhos pra mim, vida… quero te foder bem gostosinho.
— Chris, nós não temos tempo…
— Eles podem esperar mais um pouquinho, não é? Claro que podem! — questionou, respondendo a si mesmo. — Porque eu preciso foder o amor da minha vida bem gostosinho antes de sairmos de casa.
— Amor, você me fodeu a noite toda e acabou de me comer… você não cansa, não? — provoquei, beliscando de leve o nariz dele.
— Não! — lambeu minha bochecha até chegar aos meus lábios. — Eu não me canso de te encher de porra, amor… de te ver cheinha com a minha porra… você fica linda pra caralho… porra, eu amo tanto você… — confessou rente ao meu ouvido, como se fosse um segredo. Um segredo bem sujo, diga-se de passagem.
Ele beijou meus lábios preguiçosamente, com cuidado, como se não tivesse acabado de proferir aquelas palavras.
— Acha mesmo que eu vou perder a oportunidade de te ver toda gostosa usando aquele seu biquininho preto, com a bucetinha arrombadinha e cheinha da minha porra, vida?
— Você não vale nada, Channie… — disse com falsa inocência, como se eu não tivesse adorado ouvir tudo aquilo, como se a minha buceta não tivesse reagido, apertando o nada.
— E você quer uma surra de pica, não quer? Quer ser fodida bem gostosinho pelo seu Chris, não quer, linda? Pelo seu homem? — senti seu pau durinho e com a cabecinha molhadinha pincelar minha coxa.
Esse canalha tem uma mania deliciosamente deliciosa — e muito apreciada por mim — de dormir completamente pelado, desprovido de qualquer peça de roupa. E eu amo isso porque, no fim, essa sua mania facilita as coisas e o meu sentir.
Maneei a cabeça, concordando com suas perguntas abusadas, mordendo os lábios com o seu atrevimento descarado.
— Você também não vale nada, né, meu amor? Uma verdadeira putinha. A minha putinha.