NASA

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wallacepolsom

❣ Chile in a Photography ❣

★
Jules of Nature
occasionally subtle
trying on a metaphor
EXPECTATIONS
Noah Kahan
sheepfilms
Keni
No title available
official daine visual archive
ojovivo

shark vs the universe
𓃗
Not today Justin
🩵 avery cochrane 🩵
KIROKAZE
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@iogurte-com-vodka
E se te dessem apenas uma chance de deletar totalmente alguém da sua memória, você não aceitaria. Se te dissessem que cada última gota de sofrimento seria evaporada, você diria que não. Se te pedissem pra queimar todas as fotos na lareira, você se apegaria a pelo menos uma. Enquanto lhe pedissem pra lembrar de tudo uma última vez, você iria escolher uma lembrança pra que pudesse lembrar mais dez vezes. A gente vive falando que quer esquecer as pessoas pra sempre e no instante seguinte estamos nos socando por dentro por não conseguir. É difícil admitir, eu sei, mas todo mundo que te destruiu com a partida, te reconstruiu antes com a chegada.
João Pedro Bueno. (via recomeco)
Querido, vou te dizer uma coisa que nenhum adolescente acredita, mas juro que é a mais pura verdade. Você se apaixona mais de uma vez. Vai acontecer de novo. E será mais intenso que a primeira vez. E talvez mais doloroso. Mas acontecerá de novo, eu prometo. E até lá… Seja a sua própria âncora.
Teen Wolf (via livrarias)
Quem ama não vai embora, não vira as costas, pois amor é isso não é? Ficar, mesmo que se tenha todos os motivos para ir?
Poetas de Rua. (via livrarias)
Se você vai tentar, vá até o fim. Caso contrário, nem comece.
Charles Bukowski. (via livrarias)
Vivemos tempos de loucos amores. Só é feliz quem sabe o que quer.
Charlie Brown Jr (via adesejar)
Gosto de pessoas simples, que não ligam pra aparência, nem pra roupa, nem pra dinheiro, nem marca. E sim pra essência, pra uma piada engraçada, uma presença alegrada.
Desconhecido. (via aprendizdepoeta)
Quer um conselho? Não deixe pra depois, não empurre tanta bagunça pra dentro do armário. É tanta coisa que a gente enfia lá dentro, que quando precisamos abrir, tudo cai sobre nossas cabeças de uma só vez.
Sabedorias. (via supostos)
Eu pensava em você como alguém que nunca me magoaria.
Friends (via supostos)
Meu problema é que eu sou carente. Meu problema é que eu gosto de abraços, de andar de mãos dadas, de falar de amor e de amor, gosto de ouvir um “eu te amo” antes de dormir e gosto daquele sorriso bobo no meio do beijo. Meu problema é que eu me apego a qualquer cara que converse comigo por mais de 4 dias, e ja imagino nosso futuro juntos e a legenda da nossa primeira foto. Meu problema é que eu posso beijar 20 em uma noite, eu ainda assim vou dormir pensando naquele menino lá de 2013 que eu dei o meu primeiro beijo. Meu problema é que mesmo por trás dessa pose de vadia-pega-todos-e-não-liga-pra-nada tem alguém que liga e que quer que liguem para ela. Meu problema é que eu me faço de forte, de madura, de vivida, de sensata, de puta, de bem resolvida, de desapegada e de fria mas no fundo eu sou só uma garotinha que tem medo de escuro. E a solução pra essa equação de dores não é difícil, é fácil até, eu só queria alguém que me abraçasse e dissesse “vai ficar tudo bem, eu cuido de você”.
Um dia a gente vai se encontrar de novo e o impacto desse encontro será como dois planetas colidindo. Talvez em um supermercado qualquer, numa festa de um amigo em comum, ou, quem sabe… De lados opostos na rua, esperando o semáforo nos dar a liberdade, o livre arbítrio para colidir. Faiscar. Explodir em uma expansão imensurável. Nesse momento, seremos um universo inteiro. Estaremos casados, não com um de nós, com alguém qualquer que acharemos algum defeito para diminuir a dor da substituição. Um de nós com um trabalho dos sonhos, o outro com o que deu pra conseguir, ou, procurando emprego. Algum de nós, talvez, já tenha tido filhos, esses que não possuem a tão cobiçada característica favorita que escolhemos um no outro. Será um grande choque, posso presumir. Tudo será nada, mas, o nosso nada será tudo. Um filme curto dos nossos pequeninos momentos passará em nossas cabeças como em tela de cinema, flashback maldito… Trará, sobretudo, os momentos bons. Eles e a saudade que consumirá os nossos corpos enquanto faiscamos no nada que sobrou do mundo. Tudo estará pálido, lento e em vertigens, apenas nos enxergaremos. Com sorte, cumprimentaremos um ao outro rapidamente, Eu… Ainda terei os mesmos olhos grandes e usarei o mesmo tom de batom, você… Barba por fazer e cabelo desgrenhado. Colidiremos. Desmancharemos essa galáxia inteira com uma explosão de infinitas partículas de saudade. E quanto ao depois? Continuaremos andando ué, deixaremos que nossa rotina nos engula de novo. Quem sabe um de nós olhará pra trás só para o caso de ter certeza que tudo realmente aconteceu. Sorriremos ao pensar que “depois de tantos anos se gastarem…” colidimos. E porque somos assim, tão humanos e covardes, não passará disso. Nós não passaremos de nós… Restos de planetas, pó de estrela e saudade. E a colisão não passará do simples ato de colidir, o nosso mais profundo verbo:Eu colido, tu faíscas, nós universo.
Desconhecido. (via promessasvazias)