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@irezumieou-blog
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💋 + on the cheek ( hecrme )
Não é uma grande surpresa receber alguns afetos inesperados de algumas pessoas, tanto que o próprio Kirie age de forma casual demais até para seu próprio bem com terceiros. Receber um tratamento carinhoso de uma figura chamativa como Kotone seria só uma questão de tempo, contudo ele esperava mais, muito mais. Quem possui cauda de pavão deve mais exibi-la!— Você pode fazer melhor que isso.— Foi apenas o que falou antes de largar o caderno e puxá-la pela gola das vestes para prendê-la num abraço rápido o bastante para fazer com que seus lábios dessem uma roçada bruta contra o queixo alheio, sem intenção se se aproximar mais daquele par de lábios alheios que, convenhamos, tinham uma cor convidativa. — E melhor que roubar mil moedas é roubar mil e uma moedas.— E com a mesma brusquidão a soltou para retornar ao seu trabalho de modo como se nada tivesse acontecido.
A parte mais divertida disso é que sabia que, em algum lugar, alguém iria querer arrancar sua cabeça. Kirie não poderia estar mais feliz em receber uma punição do que um agrado, afinal, esse é seu estilo de vida adotado e bem abraçado.
@hecrme
For each “⭐️” I get, I’ll write a headcanon about our muses.
scrpens:
Era um pouco difícil de compreender alguma das coisas que o homem falava, mas Rin se esforçava o máximo e por fim estava conseguindo pelo menos sentir um pouco do seu ponto de vista em relação a tudo que tinha acontecido na vida nele, nem que fosse um por cento por simplesmente não ter ouvido falar sobre o tal Kurome, isso porque a garota não se importava com tantos heróis. A garota apenas fechou os olhos quando sentiu a cabeça ser tocada pela mão do homem. “Então que Kurome descanse em paz…”
Ele tinha razão, Rin não sabia a mínima ideia de quem ele já foi e como ele acabou sendo morto e ter renascido como a pessoa que está vendo hoje. “É apenas passado agora, mas mesmo assim eu me importo com o seu bem estar, Kirie.” apertou o homem ainda mais e voltou a observá-lo. “Eu sei que sou bem irritante as vezes, mas não sou idiota a ponto de falar sobre isso pra alguém.”
E quem você é para ele, Rin? Não passa da stalkerzinha do restaurante, porém felizmente ele está tentando, se forçando a ser um tanto solidário contigo. Afinal, ele só tem a ganhar com isso, claro. — O quanto idiota você é, só o tempo e as circunstâncias irão me dizer. — No entanto, dizer que se preocupa com o mesmo foi seu maior erro. Quanto mais se aproximar, mais longe ele estará de seu alcance, não vê?
— Você é especialmente irritante além do que eu considero aceitável para menininhas. — Disto isto acabou soltando-a do abraço sem forçá-la a quebrá-lo por sua parte, pois por mais que negasse, a sensação de ter alguém dependendo de si para algo ou agarrando-se à sua existência era mais do que o suficiente para dá-lo boas lembranças. É um excelente modo de se livrar de bestes internas criadas por pensar demais em algo que deveria esquecer, Kirie apenas esperava que esta sensação não se tornasse outro de seus vícios pouco saudáveis. — Admito que ver sua dedicação em me irritar é mais divertido que assistir stand-ups. — O único sorriso não programado ou repleto de escárnio de Kirie apenas confirmava seu deleite com a situação. — Acho que posso me acostumar com alguém se preocupando com meu bem estar, mesmo sendo uma perda de tempo precioso.
E quando irá informá-la que uma vez que se assina um contrato com o demônio não há mais volta? Nunca, se for verbalmente.
Não devo nada pra ninguém. Bebo se eu estiver a fim. Minha vida é minha, e a tua que se foda.
Matanza (via amouramar)
“Não espere nada de mim.”
Matanza (via justrockphrases)
Como se fizesse diferença o que você acha ruim. Como se eu tivesse prometido alguma coisa pra você.
Matanza (via d-o-i-s)
Send 💋+ a number to kiss my Muse!
On the nose.
On the cheek.
On the forehead.
On the hand.
On the neck.
On the nape of the neck.
On the shoulder.
On the chest.
On the stomach.
On the knee.
On the ankle.
On the ear.
On the jawline.
On the collarbone.
On the lips.
scrpens:
Aquilo era totalmente estranho, Izumi era o único que fazia ela agir daquela maneira toda vez que se encontrava com ele. Rin sabia muito bem que o outro era um total desconhecido, mas ela se importava com aquilo? De forma alguma, talvez ela só quisesse mais a presença do homem que todas as vezes ficava sozinho fazendo sabe-se lá o que. Suas palavras de certa forma tinham a atingido, o que fez estremecer um pouco mais do que queria. “Kirie…” apenas disse o nome do garoto com pouco de peso em sua voz.
Quando viu o homem se aproximar, Rin permaneceu do mesmo jeito, apenas aceitando o abraço dele mesmo que não fosse tão forte como queria que fosse. Mesmo segurando a ponta das mangas do próprio moletom, a garota envolveu seus braços no mesmo e o abraçou enquanto escutava o que ele estava dizendo. “Eu não sou tão ligada com heróis como a minha irmã, Kirie… mas heróis não matam por causa da lei.” respondeu, encostando o queixo no peito do maior e o olhando de cima. “Eles são considerados vilões.”
Rin, você é capaz de compreender que não é você que ele vê na própria frente? Bom, tanto faz, alguém como Kirie não consegue se importar com alguém além de si mesmo e si próprio. Tudo bem, dessa vez ele vai aceitar o que você tem à dar pois ninguém é feito de ferro em sentido figurado. Ora, há muitas pessoas de ferro no sentido literal, mas isso não as torna seres incapazes de se deixarem serem tocados por emoções ruins ou boas. Kirie não pode se importar ao negativo com algo, então a importância que dá a qualquer parente da outra é igual à zero, qualquer outra coisa vinda dela que não seja uma resposta direta não o interessa. Sua mão direita chegou a fingir coçar o topo da cabeça alheia para não dizer que fizera uma leve carícia.
— O herói Kurome morreu de fato. — Queria poder puxar seu telefone e buscar fotos e assim fazer comparações contudo é difícil abandonar uma posição de extremo conforto como aquela. — E ninguém faz ideia que Irezumio seja ele, nem mesmo os outros vilões. Tirando você, claro, embora eu duvide que uma piveta tenha uma remota ideia de quem eu já fui. — Um riso fraco escapuliu junto de um estremecer de suas bases. — Já sabe o que acontece se abrir essa boquinha sobre isso, não é?
scrpens:
@irezumieou
“Você quer saber mesmo o porque é um idiota? É só olhar a sua volta.” ela estava irritada por toda vez tentar se aproximar e não receber nada em troca do outro a não ser aquele sarcasmo e sabe-se lá o que poderia fazer futuramente. “Quantas pessoas você tem a sua volta dispostas a ser seus amigos, hein? Me conta, merda.” seu tom de voz tinha aumentado e até mesmo usou as duas mãos pra empurrá-lo.
“Eu sei que não sou a melhor pessoa pra me aproximar de alguém, mas pelo menos eu to tentando com você.”
Ah... Sério? Esse é o problema? Os olhos sem distinção visível do que é íris ou esclerótica fitaram o alto, sua boca se abriu um pouco para deixar uma bufada de ar escapar, transformando-se numa pequena nuvem de vapor por conta do ar do fim do inverno. Esse problema era tão idiota quanto ela dizia ele ser. Quis rir, quis gargalhar e infelizmente só pigarreou. O que fazer agora? Agir com violência ou, sei lá, quem sabe tentar raciocinar com aquela menina que não sabe o que diz.
— Seu nível de inocência não merece amaina, está mais para chichikusai. — Voltando à encará-la, constatou a falta de um problema real: — O que te faz pensar que eu quero alguém por perto? — Todos os dias se convencia de que estava bom do jeito que estava, por que estragar isso depois de tantos anos? — Diferente de vocês, eu não estou nessa porque me desiludi ou porque é divertido e eu sou incapaz de conviver alguém com um ideal estragado como esse. — Respirou fundo antes de beliscar a ponte do próprio nariz, mesclando seu descontentamento com dor e pensamento rápido. — Por conta de uma decisão que não levou à nada eu estou aqui agora.
Ela era exatamente como ele já foi, só que há uns bons anos atrás: uma figura que tem ideais inabaláveis, porém vazios, sem razão alguma. A razão pela qual ele não dava a atenção que ela queria era uma só: ela era o tipo de coisa que ele uma vez disse que destruiria. Já faz três anos, mas já amou sua época como herói e Rin, ó Rin, você só o machuca. E foi por ver uma versão mais jovem de si na menina que a puxou para um abraço, sem real intenção de segurá-la firmemente, só a intenção de amenizar o peso de seus erros e sonhos infantis. — Já ouviu falar de um herói chamado Kurome? Aquele que morreu há três anos depois de matar dois vilões meia-boca que tudo que faziam eram roubar casas e bancos. — Diferente de antes, sua voz apresentava firmeza, diferente dos próprios braços. — Heróis não matam, certo? — Suas unhas compridas arranharam levemente aquelas costas sem força para machucar, mesmo se estivessem em contato direto com a pele. — Errado. Quando matam, eles mudam de nome.
“You are the biggest idiot I have ever seen.” (scrpens)
Poderia revidar como sempre fazia quando esta ofensa vinha de Kanon, entretanto nunca ouviu isto ouvindo de outra pessoa. Por que estava sendo acusado de ser um enorme idiota? Rin desconhece seu passado, suas escolhas ou suas razões e mesmo que viesse a descobrir, ainda soaria como algo impossível, inalcançável. Respirou fundo ao levar ambas as mãos ao próprio pescoço numa onda de preocupação pelo real significado das palavras além de seu normal. De fato, Rin conseguiu abaixar sua guarda e realmente deixá-lo fora de sua zona de conforto o suficiente para não dar uma resposta engraçadinha:
— O que te faz pensar nisso?— Tentar manter a confiança com a voz quebradiça era difícil, mas não impossível.— E o que te faz pensar que você não é outra?
@scrpens
“I told you so. Didn’t I tell you so? Because I’m pretty sure I told you so.” ( akxnechi )
— É mesmo? Talvez eu não tenha ouvido direito e entendido errado.
Na verdade, não dera grande atenção quando tal coisa lhe fora dita e nem mesmo agora parecia se incomodar saber o que era, visto que nem sequer se lembrava de quanto poderia ter ouvido algum aviso de Akane. Internamente esperava que fosse algo pouco importante.
@akxnechi
Send 📷 + a question for my muse and they can only respond with an icon
Stupid Stunts Starters
“Hold my beer.”
“Hey, maybe you shouldn’t.”
“Is this the best idea?”
“Why did I let you talk me in to this?”
“First one to flinch is buying dinner.”
“You’re insane.”
“You’ve had a lot of good ideas before. This isn’t one of them.”
“You did what now?”
“Just wait until _______ finds out about this.”
“I told you so. Didn’t I tell you so? Because I’m pretty sure I told you so.”
“How you’re not dead right now I’ll never know.”
“You are the biggest idiot I have ever seen.”
Rin apenas jogou a caixa de chocolates na cara do garoto e cruzou os braços com um sorriso travesso nos lábios. "Toma, não coma muito pra não ter dor de barriga." (scrpens)
Fuzakeruna! @scrpens
Mal conseguiu se livrar daquele presentinho anual da parte de seu velho amigo Kanon e já fora recebido violentamente com uma maldita caixa de chocolates voadora. Certamente alguém quer matá-lo e ele apenas não sabe se é de nervos ou de desgosto.
Ah, é a stalkerzinha do restaurante. De novo.
A vontade foi de amassar a caixa com seus punhos ou até de fazê-la sair voando e de quebra dizer “lá se vai o disco voador”, mas a pirralha não tinha culpa de dar algo que faria mal ao artista, já que não sabia e nunca saberá por ele sobre seu problema com laticínios. Talvez enfiar a caixa pela goela da menina com papel e tudo fosse uma ideia menos violenta. Excelente! Enfiar os chocolates goela abaixo! Agora só precisava pensar num modo de fazê-lo de maneira eficiente e sem deixar aquela criaturinha insuportável ficar muito confiante em relação a situação. Bufou de forma extremamente audível antes de abrir aquela caixa e fingir que iria apreciar os doces. Deixou que um só chocolate fosse comido para assim começar uma sessão de drama pastelão: fingiu se engasgar com o mesmo, apesar de já tê-lo engolido, só para ter uma desculpa imbecil para se aproximar da menina com súplicas incompreensíveis de ajuda. Quando a teve no alcance da mão, a segurou pelo ombro e soltou o riso.
— Olha lá, caiu direitinho!— Riu-se antes de um segundo doce se fazer presente em sua mão livre.— Mas, sabe, eu particularmente odeio chocolate.
Contradizendo-se ao colocar o segundo doce em sua boca, fez o movimento que sabia que seria mais do que o suficiente para mantê-la longe por um bom tempo: deixando a caixa de chocolates cair para ter a chance de poder segurar a menina com ambas as mãos, praticamente chocou os rostos violentamente, procurando os lábios da mesma, forçando uma abertura a todo custo para deixar que o chocolate em sua boca passasse para a dela. Digam que é anti-higiênico, nojento ou até mesmo desconfortável, mas era o único modo que conhecia para chocar uma pessoa e ao mesmo tempo deixar o gosto acre do metal do piercing em seu lábio e uma ou duas gotinhas de seu sangue escuro junto do chocolate “batizado”. Felizmente seu orgulho não o impediu de brincar um pouco de puxar o lábio inferior alheio com os dentes antes de romper o toque. Tendo feito seu serviço, largou-a como se nada houvesse ocorrido e continuou seu caminho. Ele está muito mais do que só satisfeito com a brincadeira, afinal, foi quase uma vingança.
— Se é um pouquinho de atenção que queria, era só pedir. Não me dê chocolates novamente, Ringo.
Hey kiddo @dekultra , want some chocolate diferenciado?
— Eu já falei que eu odeio isso, Non! — O sujeito estranho com um enorme caderno nos braços do lado de alguns desenhos à venda reclamava. Para quem? Para um azarão do outro lado da linha de telefone. — E daí que esse ano você mandou trufado?! Cê faz ideia do que pode acontecer se eu ficar com o intestino mais livre, leve e solto que você?! — Ele cobriu sua boca e sussurrou a parte seguinte: — Eu posso acabar na porra da cadeia, cê quer isso? Civis se protegem, carai. — A palavra corretamente não era “civis“, mas o que importa? contanto que a atenção voltasse para o restante da briga, ninguém ia ligar. — Fuzakeruna! Ó, cê quer saber? Ano que vem eu vou te dar um soco nessa tua cara de pamonha pra cada chocolate que você me enviar! — O que mais o irritava era que o tal amigo do outro lado da linha achava graça na irritação de Kirie, algo difícil de se ver quando não se é um amigo muito próximo. Queria arremessar o telefone no chão, mas só de imaginar o preço de outro era mais do que o suficiente para calmamente desligar e guardá-lo.
Como detestava essa época. Tudo fede à doces, tudo parece ser um chute em sua barriga a ponto de deixá-lo doente. Como poderia fazer seu trabalho dessa forma? Arrancaria os pelos de suas sobrancelhas para descontar sua raiva se não vivesse raspando-as com frequência o suficiente para serem não agarráveis até com uso de pinças. Decidido! O primeiro mané que passar perto vai ganhar a caixa de trufas que, mesmo selada, seu cheiro já está deixando o não tão pobrezinho Kirie tonto. E o primeiro que passou depois de tomar sua decisão foi um fedelho. Excelente, o fedelho parece ser bom o bastante.
— Aí, tu mesmo, guri. — Exclamou chamando-o para perto com o balançar de suas mãos. — Essa tua cara indica que não ganhou chocolates, triste né? — Brincou um pouco, tentando não assustá-lo por conta de seu modo de agir e aparência. O que pensar de um cara desses? Não, seus olhos não eram um problema, fazia parte dele, o que assustava eram as modificações em excesso. — Quer uns chocolates trufados? Pra compensar o fato que todo mundo tá se entupindo de açúcar e tu não.
63/64/65
63: Is watching porn while being in a relationship inappropriate?
— Por que seria? Filmes pornográficos são filmes como qualquer outros milhões que tem por aí, eles apenas exageram um pouco nas fantasias.
64: Do you think Valentine’s Day is overrated?
— Se eu te disser que a melhor época do ano é o Natal, você com toda certeza vai entender o quanto eu considero essa data superestimada.— Seus ombros giraram.— Já foi a época de trocar chocolates pra mim.
65: Would you consider yourself a “cuddler”?
— … Boa pergunta.— É. Muito. É um monstro nesse aspecto. — Um amigo meu costuma dizer que é mil vezes melhor se expressar com ações do que com palavras, então… Acho que se eu tivesse alguém especial, provavelmente eu seria um desses.
— Mas não faria isso no meu kotatsu.
@whirlpoolie