“yeah but tell me more about you”
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@itspopp-y
“yeah but tell me more about you”
A expressão de Zeki tomou um quê de conhecimento com a explicação alheia. Fazia sentido o que a loirinha dizia, o local estava realmente lotado, o que era incomum para uma noite no meio da semana. Ele próprio só escolheu aquele dia por causa de uma folga inesperada, mas, aparentemente, não foi o único que resolveu ter um descontração diferente. — Entendi. É um pouco fora do comum essa quantidade de gente hoje, também me surpreendeu.’ concordou, balançando a cabeça em afirmação. — Uma mentira inteligente, eu diria. Então é um prazer, eu sou Zeki.’ sorriu para a mulher, esticando a mão para oferecer um cumprimento. — Ainda bem que eu não pedi nada ainda, iria parecer extremamente rude não ter esperado você chegar.’ sorriu de maneira quase irônica com aquilo, não estava esperando encontro algum para a noite, mas também não recusava companhia. Isso iria lhe distrair de pensar em Annie em casa.
“Pra mim, essa quantidade de gente é fora do comum para qualquer dia em Farnham. Acho que a cidade não é tão pequena como eu me lembrava.” Realmente, não era a primeira vez que Poppy se surpreendia com Farnham desde que voltara; era esquisito perceber que sua cidade natal tinha mais a oferecer do que ela pensava. “Muito prazer, Zeki. Eu sou a Poppy.” Ela estendeu a mão e cumprimentou Zeki delicadamente. “Viu? Uma parte sua já estava esperando que eu aparecesse aqui. É destino.”, brincou, erguendo uma sobrancelha. “Acho que isso pede um brinde.” Com isso, ela chamou o garçom e pediu uma taça do que quer que Zeki estivesse bebendo.
@benthcm
Poppy tinha feito uma promessa para si mesma quando voltara para Farnham: não chamar os bombeiros. Tudo bem que a chance de ser socorrida pelo único bombeiro que ela não queria ver era pequena, mas não queria dar chance ao azar. Agora, vendo seu apartamento sendo tomado por fumaça, ela percebia o quão idiota era essa promessa. Uma emergência é uma emergência e ponto. Provavelmente, o frango que ela tinha esquecido horas atrás já era carvão e aquela fumaça ia parar de sair do forno a qualquer momento, mas mesmo a inconsequente Poppy Mallory sabia reconhecer uma emergência. Por isso, ficou aliviada ao ouvir o interfone tocar, poucos minutos depois de fazer a ligação para o posto por onde ela evitava passar. Ela digitou a combinação de botões que destrancava o portão do prédio e, em seguida, abriu a porta do apartamento, ciente de que estava vestindo o seu moletom mais velho e, ainda por cima, cheirando a fumaça. No entanto, qualquer preocupação que pudesse ter sumiu completamente quando ela viu quem estava andando em sua direção.
erinhaus:
“Olha, você está me enchendo de expectativa, isso é perigoso.” Brincou, soltando uma risada baixa. “Um amigo, ele costuma dar uns bolos assim, mas… Normalmente avisa horas antes, não na hora.” Revirou os olhos, demonstrando menos chateação do que realmente sentia. “Aliás, qual é seu nome, companhia muito melhor?”
“Pode botar as expectativas lá em cima, prometo que não vai ficar decepcionada.” Algo que nunca havia faltado em Poppy era autoestima. Podia beirar o egocentrismo às vezes? Talvez, mas era definitivamente mais saudável ter de sobra do que não ter. “Eu sou a Poppy. Você é aqui de Farnham? Não lembro de ter te visto antes.” Apertou os olhos e tentou localizar a menina em alguma memória antiga. “Então, esse amigo é amigo mesmo ou amigo amigo?”, perguntou, erguendo uma sobrancelha para enfatizar a última palavra. “Sabe, eu sou muito boa em ler as pessoas, é tipo um talento meu. E o que estou lendo agora é que você precisa de uma boa dose do seu veneno favorito. Por minha conta.”
natrcwe·:
Segurava o copo pela beira, o suficiente para segurar o canudinho entre seus dois dedos maiores, dando um gole na bebida direto da beira do vidro, para assim ingerir uma quantidade maior do líquido doce. Sentada sozinha em uma mesa do bar, o que não era difícil de acontecer já que muitas vezes saía para aproveitar da própria companhia e também quem sabe conhecer alguém interessante, olhava atentamente para as pessoas ali em volta. Até então nenhuma havia chamado sua atenção a ponto de trocar sua calmaria pelos minutos de conversa aleatória que teria na presença de um indivíduo. A voz feminina se sobressaiu nos barulhos convencionais do local e apesar de vir em sua direção, não fazia sentido algum para a fotógrafa, pois não se recordava da outra mulher. Apenas sorriu, talvez mais pela graça da situação do que qualquer outra coisa. ❝ Eu já tinha quase certeza que havia sido deixada na mesa do bar. ❞ Comentou divertida, sem ao menos saber o que estava acontecendo. Não demorou muito para a garota perder a personagem inicial, fazendo com que Nat desconfiasse do que acontecia ali. ❝ Of course not, mas esse lugar estava esperando por alguém que iria me pagar o próximo drink. ❞ Brincou, ainda que olhando com certa intensidade para a loira. ❝ Você quer fazer isso? ❞ Provocou, fazendo menção de um sorriso de canto.
Quando a mulher do outro lado da mesa entrou na brincadeira sem fazer perguntas, Poppy foi pega de surpresa da melhor forma possível. Já se sentindo à vontade, ela tirou a jaqueta e deixou-a no encosto da cadeira e estudou a mulher por um instante. Era atraente, sem dúvidas. E mais velha. Poppy sabia ler as pessoas, e logo entendeu que encontrou alguém com quem se daria bem. “É o mínimo que eu posso fazer para quem me salvou da humilhação de ter que voltar pra casa.”, respondeu, espelhando o tom sedutor da morena, mais por diversão do que por de fato ter segundas intenções. Com um aceno, ela chamou o garçom, que, como sempre, chegou em segundos. “Duas taças do seu melhor Merlot, por favor.”
“Com licença, você se importa se eu me sentar aqui rapidinho?” Um sorriso gentil tomava conta dos lábios de Odessa ao fazer o pedido, enquanto aproximava-se da pessoa sentada a mesa do Heaven’s Café. Nas mãos, além do copo de expresso, ergueu o carregador e o celular para ilustrar melhor seu problema, indicando com a cabeça para a tomada próxima da mesa em seguida. “É a única tomada que eu estou vendo por aqui, e eu só preciso de um pouquinho de carga no meu celular pra poder… Sabe, voltar a viver.” Completou, com bom humor, esperando que assim se tornasse mais afável.
Poppy sabia que nada era mais clichê do que uma garota branca tirando foto de seu café - que de café não tinha nada - ao invés de tomá-lo, mas não se importava muito. Uma foto bonita deixava-a orgulhosa, e seus seguidores sempre pareciam gostar de ver detalhes tão triviais da vida dela. Devia estar tentando o milionésimo ângulo diferente quando uma voz chamou sua atenção. “Fique à vontade.”, respondeu, retribuindo o sorriso educado que lhe fora oferecido. “Eu te entendo completamente. O gelo do meu frappuccino já deve ter derretido, de tanto tempo que eu estou levando para tirar uma foto boa.”, comentou, a atenção já voltada para o celular.
01. poppy tem três tatuagens: um fantasma no tornozelo direito, o símbolo do signo leão na nuca e um girassol no ombro esquerdo. as duas primeiras foram feitas quando ela ainda era menor de idade, por isso precisavam ser em lugares fáceis de esconder, e a terceira foi feita em seu primeiro dia em londres. 02. ela gosta de usar roupas de marca e já roubou algumas peças quando era mais nova, mas não gostou da culpa que sentiu depois e acabou devolvendo tudo para a loja. 03. seus apelidos incluem pops, popsie e simplesmente p. ela odeia quando alguém com quem não tem intimidade a chama por algum apelido. 04. a comida favorita dela é torta de maçã, principalmente feita pela sua mãe. 05. poppy ama seus irmãos, mas sempre sentiu que nasceu para ser filha única. ela quer ser mãe um dia e ter apenas um filho, para poder dar a ele toda a atenção. 06. sempre que é possível, ela compra presentes para seus amigos. essa é a principal forma que ela tem de demonstrar carinho. 07. seu tipo de personalidade é “estp-a” (empresário).
erinhaus·:
O desânimo no rosto de Niehaus era evidente desde que recebeu a notícia de que sua companhia não poderia aparecer para o jantar. A pior parte era que poderia ter sido avisada antes, em sua casa, sem precisar se sujeitar a ficar sozinha e perdida numa mesa, mas parece que alguém não pensou muito em si. Com um suspiro dramático e tristonho, planejava fechar a conta — aliás, que conta? só pediu uma água —, até que outra pessoa surgiu ali. Arqueou suas sobrancelhas, um tanto confusa, mas atenta. “Oi…” Ofereceu um sorriso curto. “Não, nem um pouco! Levei um bolo, então… A sua companhia caiu como uma luva.”
O sorriso de Poppy se expandiu por pura animação. “Então é destino! Eu sou uma companhia muito melhor do que quem te deu um bolo, não tenho a menor dúvida.”, declarou. “Me fala, quem foi? Preciso saber tudo sobre a pessoa de que vamos falar mal. Vai por mim, é terapêutico.” Ela colocou os cotovelos sobre a mesa e apoiou o rosto neles, esperando com olhos arregalados todos os detalhes suculentos da fofoca.
zekihin·:
Pela primeira vez no mês, Zeki tinha conseguido uma babá no período noturno para tomar conta de Anika por duas horas. O turco relaxava em uma das mesas do restaurante aconchegante que provia as mais deliciosas comidas de Farnham. Mesmo sem companhia, estava disposto a aproveitar aquele momento livre; os pensamentos continuavam voltando para a filha e em como ela iria adorar o bolinho de chocolate que o local servia, acabaria levando uma fatia para a criança, tinha certeza. Enquanto apenas tomava um bom vinho, seu momento de relaxamento foi interrompido por uma loira desconhecida saudando-lhe. Alguém tinha se enganado, pelo visto. O cenho franzido, Zeki olhou para os lados, confuso. Não havia dúvidas de que a moça se dirigia a si e isso foi confirmado quando a mesma sentou-se em sua frente. — Uh, eu acho que tem algum erro. Eu não… sei quem você é.’ comentou, ainda exibindo a feição confusa. Mas de fato, o local estava cheio. — Não, não me incomodo. E pelo visto você também não se importa.’
O homem sentado do outro lado da mesa era bonito, inquestionavelmente. Poppy sempre tinha tido muita sorte, e aquela era só mais uma prova disso - mesmo escolhendo a companhia da noite de forma absolutamente aleatória, via-se frente a frente com um homem bonito e, aparentemente, simpático. E confuso. “Não, você não sabe quem eu sou.”, ela confirmou, achando graça na confusão do homem bonito. “Mas você salvou a minha noite, então obrigada por isso. Eu não vinha aqui há anos e estava morrendo de saudades, mas é claro que resolvi vir em uma noite lotada. Só consegui entrar porque falei que estava em um encontro às cegas com você.”, explicou.
i want it, i got it - a playlist about poppy ann mallory
01. 7 rings my smile is beamin', my skin is gleamin', the way it shine, i know you've seen it // 02. celebrity skin when i wake up in my makeup, have you ever felt so used up as this?// 03. kissing strangers trying to find connection in two thousand something ain’t easy // 04. consideration i got to do things my own way, darling, you should just let me // 05. the feeling am i in love with you? or am i in love with the feeling?// 06. on the tequila mostest most on tequila, oh bestest friends on tequila // 07. everybody wants to touch me everybody wants a slice, everybody wants to touch me, want a little magic in their lives // 08. be careful, be kind better be careful, better be kind, wake up one morning, you've run out time
“Eu já entendi que está lotado, mas, como já te disse, vim encontrar uma pessoa que já está aí dentro. E não posso te falar o nome dela porque... Porque é um encontro às cegas! Então eu não sei o nome, só sei que está em uma das mesas perto da parede.” A mentira de Poppy não pareceu convencer o segurança, mas ele concordou em deixá-la entrar e procurar a tal pessoa que ia encontrar. Assim que passou pela porta, a loira começou a olhar em volta para procurar uma mesa que se encaixasse na descrição que tinha fornecido. Bingo! Havia uma pessoa sentada sozinha em uma mesa para dois, perto de uma das paredes. Com a confiança de uma supermodelo, Poppy desfilou até ela. “Até que enfim eu te encontrei! Desculpa pelo atraso.” exclamou, alto o suficiente para que o segurança escutasse, enquanto se sentava na cadeira vaga. Quando ele parou de prestar atenção, Poppy voltou-se para sua nova companhia. “Olá. Você não se incomoda se eu ficar aqui, né? Todas as outras mesas estão cheias e eu amo este lugar.” Pontuou a frase com o seu melhor sorriso.
“Merda” resmungou logo antes de começar a correr atrás de Doc. Era raro o cachorro conseguir escapar de seu controle enquanto passeavam, mas sempre que acontecia era um verdadeiro inferno. Muito mais rápido que um homem fora de forma, o energético animal era quem ditava as regras naquele cenário. Para seu desespero, Kit só conseguia alcançá-lo quando ele dava meia volta, parava para farejar ou era distraído por algo ou alguém. A última opção era, de longe, a que menos gostava. Mesmo que fosse, via de regra inofensivo, Doc era uma mistura de Pitbull e Rottweiler, o que costumava assustar as pessoas. Principalmente quando o viam correndo e latindo em sua direção. Azarado do jeito que era, porém, aquele era o caso mais comum de acontecer. Virou ofegante uma esquina bem a tempo de ver o bicho pulando em cima de Muse. “Doc!” o repreendeu, chamando-o de volta para si. Sem fôlego, para o indivíduo em sua frente apenas olhou-o desconfortável, acenando com a cabeça como se dissesse ‘problema resolvido’. Realmente odiava lidar com esse tipo de situação.
Ah, a pacata Farnham. Se estivesse em Londres, certamente já teria surgido uma festa para entretê-la naquela tarde de segunda-feira, mas, em Farnham, sua noite provavelmente envolveria Netflix e, no máximo, uma garrafa de vinho. Mas tudo bem, quem sabe assim ela conseguiria acordar um pouco mais cedo no dia seguinte. Seu chefe era mais do que compreensivo, mas Poppy sabia que ele já estava pensando em ligar para sua mãe e contar que a filha não só saía mais cedo quase todos os dias, como também chegava atrasada com frequência. Mesmo sabendo que provavelmente não funcionaria, a loira tirou o celular do bolso para ativar uma série de alarmes para a manhã seguinte - ela sempre se esquecia de fazer isso antes de dormir -, mas logo se viu interrompida por algo que quase a fez cair no chão. “Doc!” Ela cumprimentou o cachorro com um sorriso e um carinho na orelha. Não demorou para que Kit aparecesse, completamente sem fôlego. “Hey, stranger. Correu uma maratona hoje?”, provocou.
Deadly Class cast plays Superlatives Biggest Flirt?
“I used to think the years would go by in order, that you get older one year at a time. But it’s not like that. It happens overnight.”
— Haruki Murakami, Dance, Dance, Dance (via slyherin)