Poema que escribió a sus 13 años José Beláustegui, desaparecido por la dictadura.
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Poema que escribió a sus 13 años José Beláustegui, desaparecido por la dictadura.
Carta aberta ao desespero
Para onde dirijo minha profunda indignação nesse sistema cruel que só finge enxergar o pobre, atendendo-o superficialmente e o forçando a sobreviver com migalhas e a rastejar pelos dias em agonia?
Quem pode me ouvir de verdade?
Qual ministério governamental irá olhar para minha dor e enxergar milhões através de mim?
Tenho mesmo uma voz na posição esquecida que ocupo dentro desse sistema desumano?
Grito ao vento?
Choro e ouço gargalhadas vindo do alto, tenho certeza de que se não fosse a cortina tênue da lei, já teríamos sido exterminados como uma praga qualquer, esmagados como baratas, pois assim somos vistos por olhos cegos: insetos contaminando um mundo que não nos pertence.
Quando a verdadeira praga humana são parasitas em forma de gente ocupando os cargos mais altos, dividindo e corroendo a humanidade, com as bocas cheias às custas de vidas pobres.
Carniçais.
Porque ainda choro?
Esses abutres não sabem ouvir.
Santuário do Caraça - Minas Gerais
Black Orpheus(Orfeu Negro) 1959
dir. Marcel Camus🎥
Para os paspalhos da política podre, uma dica leiam Mujica!
joshua amirthasingh
A pior sensação é essa: olhar para trás, através dessa mente cansada e desse velho e imutável sentimento, e ver claramente as mesmas cenas — um ponto em que desabei, depois fui condescendente e dei desculpas para minhas desculpas, e senti esse mesmo vazio encher o meu peito. Olhei ao redor e não vi nada, nenhum resquício de esperança. Ainda assim, com os olhos cheios de lágrimas, disse que acreditava haver; que alguma coisa, algum dia, magicamente iria mudar. Mas a tristeza segue aterrando cada movimento que tento dar. Ainda não há nada ao redor, e o vazio ainda é aquele secular.
De alguma forma, ainda sou aquela menina de 13 anos dando desculpas para não crescer e enfrentar o mundo, dizendo para a mãe que amanhã iria para o colégio, agarrando-se às esperanças cansadas daquela mãe, tentando torná-las as suas, sentindo pena das duas e comendo o café da manhã, convencendo-se de que é só um dia de folga do mundo, que amanhã seria mais forte para continuar.
“Night Windows” (2008) ☽ Julie Blackmon · Staged color photograph