Conheces algo sobre “Gamificação”? Descobre aqui esse novo jogo no Marketing Digital
No sábado, dia 17 de Novembro de 2018, foi a edição das Conferências do Mestrado em marketing digital no grande auditório do ISCAP, que abordou o tema da Neurociência. Um dos exemplos que o comunicador, Julien Diogo, CCO da Neuromarket LCN Agency, utilizou para explicar melhor como a Neurociência pode ser uma ferramenta de análise importante do comportamento das personas, foi a gamificação.
Intrigadas como este termo e instigadas com suas as palavras, fomos em busca de definições, considerações e exemplos. Após lermos algumas matérias no meio online, encontramos algumas informações relevantes sobre o assunto.
Vamos ao mapa do tesouro
O termo Gamification, ou no português, Gamificação, remete diretamente a jogos (games) interativos para computador, vídeo game ou telemóvel que esteja conectado à internet. Lembras-te de Jogador 1 x Jogador 2? Fazer um boneco saltar obstáculos atrás de cogumelos mágicos? Até aqui podemos dizer que passamos na primeira fase desse jogo com sucesso.
Longe de ser uma brincadeira das escondidas, a Gamificação utiliza a transparência da informação com forma de promover entre os jogadores a interação, o engagement, o compartilhamento, e assim a recompensa pelo esforço prestado.
É interessante perceber como toda uma estrutura de mecânicas criadas consegue chamar à atenção de um grupo, fazê-los avaliar estratégias de como passar fases, saltar etapas, ganhar bônus, interagir com outros jogadores para potencializar a força de ataque ou defesa, entre outros.
Uma pista para ti. As palavras mágicas para abertura dos portões da Gamificação no Marketing Digital são essencialmente promover a interacão, o engagement, o compartilhamento. O primeiro é o fator em comum (a empatia com a proposta da campanha) que envolve os participantes (target) para conseguir a vitória (satisfação da necessidade). A segunda envolve a questão da inspiração (recompensa) certa para fazer com que o jogador (target) participe e interaja. E o terceiro é a questão da geração de conteúdo espontâneo por parte dos participantes (target) pelo o estímulo criado com a jornada.
Claro que há certas regras a seguir para o bom funcionamento de um jogo. Utilizar-se da Gamificação numa ação de comunicação não poderia ser diferente. Exige-se da empresa estabelecer o cumprimento de regras pré-definidas para que os resultados possam ser mensuráveis, demandar algum tipo de esforço criativo por parte do target e possuir consequências negociáveis de acordo com a performance dos envolvidos.
Qual será o retorno para minha empresa e o target?
Todo esse processo traz um retorno positivo para ambos os lados. De um lado o target vai em busca da vitória (descontos, vouchers, acesso ilimitado, etc), do outro lado a empresa consegue entender, através da jornada criada para seu(s) público(s), como melhor criar e otimizar os conteúdos disponíveis.
É importante ressaltar que a prioridade deve ser sempre a experiência do usuário, portanto exige-se antes de tudo um bom planejamento das ações e assim o que será útil para o usuário.
A fase final do jogo é sempre a mais desafiadora, já que põe em teste todo o conhecimento adquirido durante toda a jornada em questão. De certo há várias tendências e ferramentas de fidelização dispostas no tabuleiro de ações de marketing possíveis. Por isso mesmo, cada vez mais as empresas devem avaliar e assim oferecer um conteúdo relevante para seu público-alvo e que traga retorno positivo dos seus investimentos. A depender, a Gamificação poderá ser o prémio certo.







