(2018)
Stylist | Raoni Vieira
Direção de Arte | João Quinto fotografia | Lu Borges
Modelos | Maria e o Vento, Pamela Germano
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@joaoquinto
(2018)
Stylist | Raoni Vieira
Direção de Arte | João Quinto fotografia | Lu Borges
Modelos | Maria e o Vento, Pamela Germano
INFLAMÁVEL (2014)
Direção | João Quinto
Assistente de Direção | Kyll Nunes
Elenco | Ultra Martini, Carmen Mee, Lupe Leal, Karol Rodriguez, Kill Nunes, Tainá Martins, Tita Melo
Dramaturgia | O grupo
Cenografia | João Quinto
Iluminação | Ana Regina Neri e Bianca Ludgero
Direção de Sonoplastia | Tiago Maia
Sonoplastia | Tiago Maia, Denver Moura, Lorena Aloli
Orientação | Luana Proença
Mostra de Teatro Universitário da UnB - Cometa Cenas 2014
Foto | Letícia Bispo, Pedro Chavo e Lupe Leal
tudo que entra em combustão rapidamente, tudo que inflama.
Inflamável é um espetáculo teatral que aborda o universo feminino, do sagrado ao cotidiano, por meio de mulheres que, dentro de covas, expõem suas histórias reais e surreais através de narrativas não lineares. O espetáculo se utiliza da linguagem performática e da reação do público enquanto potência de construção dramatúrgica, sendo um acontecimento cênico que busca a voz e colocação do espectador dentro da obra teatral. A direção e concepção do espetáculo é do ator João Quinto e conta com atores e atrizes no papel das personagens femininas. Fruto da pesquisa desenvolvida pela equipe, formada na Universidade de Brasília, a peça acontece em área externa e busca criar um espaço extra cotidiano através de símbolos que remetem a rituais pagãos.
Busco traduzir o feminino - desatar o nó - expor o inconsciente que guarda as feridas históricas de mulheres que se taparam com camadas e camadas de obrigações pessoais e estéticas, esquecendo-se de si mesmas, da importância da essência feminina e das pegadas das mulheres que dançavam a força, o poder, a mágica de gerar vidas; de portar a fertilidade, a mágica de nutrir a semente para que se tornasse fruto.
Neste sentido constrói-se movimento de desatar o nó através das poéticas inconscientes, através da busca interna dessa essência morta dentro de cada ser humano, em busca de gerar identificações e alcançar processos internos mais amplos que a racionalidade, num contexto psicológico, pessoal, interpessoal, social, cultural e mágico, dando vazão as distintas feminilidades e potências internas, reprimidas por uma sociedade que cada vez mais valoriza as qualidades tidas como masculinas: a objetividade, a força, a lógica, a sobriedade, etc. Busca-se as potencialidades opostas no trabalho cênico, partindo da linguagem teatral e ritual, para a busca de potências subjetivas, maternas, intuitivas, férteis dos atores e atrizes envolvidos no projeto e posteriormente do espectador.
Busca-se aqui os caminhos intuitivos da feminilidade tanto para o processo criativo, como para a obra artística, no uso da memória sensível para a construção e lembrança da saga pessoal da heroína pelo prazer do aprendizado e do percurso - uma proposta de um teatro mais sincero com cada um de nós, com cada uma de nós, mais político e mais poético, mais respeitoso com o corpo e mais violento com o símbolo.
(2021)
Fotografia | Michel Rodrigues Stylist | Raoni Vieira
Assistente de Produção | João Quinto
Modelo | Maurício Costa
Curta Metragem | Casa de Praia (2018)
Elenco| Gabriela Correa, Deni Moreira, Fernanda Alpino, Tita Mélo, João Quinto e Pamela Germano
Direção | Duda Affonso
Produção executiva | Mateus de Medeiros
Roteiro | Duda Affonso
Fotografia | Antoine Sonnery
Montagem | Luiza Rossi
Edição de som | Ramiro Galas
Direção de arte | Marcus Takatsuka
Trilha sonora | Ramiro Galas
Produtora | Ela Faz Cinema
Festival de Cinema de Brasília do Cinema Brasileiro 2018 - Mostra Brasília
Brasília é um deserto. O calor, o ócio e a melancolia, próprios de sua juventude, tomam conta da cidade vazia. Mazé acorda num lugar estranho em um futuro que poderia ser amanhã ou um dia que poderia nunca ter existido. Ela é convidada a ir à praia. E vai.
Performance | Limbo Extinção (2018)
Performers | Emanuel Lavor, João Quinto, Pedro Mazzepas
Concepção | Coletivo Columna
Direção | João Quinto
Foto | Raissa Azeredo
Limbo Suspensa | Setor Comercial Sul | 2018
Todo Mundo Mundo Perde Alguma Coisa aos 8 anos (2018)
Uma festa do pijama entre jovens amigos, as problemáticas e belezas da infância masculina são os pontos norteadores do espetáculo "Todo mundo perde alguma coisa aos oito anos", do Grupo Tripé. Direção | Gustavo Heaser
Elenco | Ana Matuza, Deni Moreira, Emanuel Lavor, João Gabriel. João Quinto. Produção | Grupo Tripé Trilha Sonora | Arnold Gules Iluminação | Ana Quintas
Preparação Corporal | O Vídeo de 6 Faces (2017)
Direção | Maurício Chade
Elenco | Maurício Chades e Lavina Chades
Preparação corporal | João Quinto
Roteiro | Maurício Chades
Produção | Ana Maria Ultra
Fotografia | Lucas Kato “Pio” e Maurício Chades
Montagem | Maurício Chades
Edição de som | Maurício Fonteles, Renato Perotto e Arnold Gules
Direção de arte | Maurício Chades
Trilha sonora | Ramiro Galas
Produtora | Leni
Ficção, 20 min, 2017, DF, livre
50º Festval de Brasília do Cinema Brasileiro
Lavina lembra do enterro dos pais, fala de como sua mãe guardou dinheiro, com muito trabalho, para os gastos do próprio enterro. Uma videoinstalação pode servir de túmulo para um gato, projetado, do qual nunca se encontrou o corpo morto? Posso construir um caixão para olhar e, por ele, ser olhado de volta? Tanta parafina derretida, posso encaixotar?
Performance cênica | O Charlatão (2017)
Concepção | João Quinto
Festival Internacional de Teatro Cena Contemporânea| Inominável | 2017
Festival Medieval de Brasília | 2017
Universo Paralelo | 2017-2018
Foto | Humberto Araújo
O Charlatão é uma espécie de consulta oracular cênica, onde uma placa com os dizeres “Charlatão aqui!” convida o espectador a adentrar numa cabana que guarda o universo místico, mágico e farsesco de um vidente charlatão. Nessa consulta individual o espectador poderá escutar conselhos, adivinhações e reflexões sobre suas próprias questões internas, através do tarô e da leitura da bola de cristal, em um formato cênico e clownesco.
A cena gira em torno do imaginário dos videntes e ciganos da Europa medieval e complementa a pesquisa do artista: João Quinto, também astrólogo e terapeuta, a cerca das cenas relacionais e das distintas formas de tratar a psique através da leveza e profundeza do teatro e da arteterapia.
O Charlatão é um trabalho construído a partir da pesquisa pessoal de João Quinto iniciada no espetáculo Inominável com direção de Similião Aurélio. Movimentado pelo contato com a metodologia de trabalho do diretor, a cena é construída com intuito de expandir a qualidade da experiência cênica para o espectador. O contato entre ator e espectador é reduzido a um encontro a dois, dando a possibilidade de um espaço de cena intimista e cercado de confiança, onde ambos podem abrir-se e construir conjuntamente a narrativa do jogo cênico.
Tem-se como objetivo para além do entretenimento a possibilidade de abertura de espaços sensíveis na relação ator X espectador, de forma que o jogo cênico possa levar o espectador a refletir a cerca de questões profundas e filosóficas da humanidade, cosmos e principalmente a cerca si mesmo e das escolhas que faz perante a vida.
O charlatão é um trabalho materializado após muito tempo de pesquisa nas distintas culturas, religiões e técnicas oraculares, assim como na profunda pesquisa com as técnicas e ferramentas do ator para lidar com situações e reações inesperadas do espectador.
Espetáculo | TecnoMagia (2017)
Grupo Liquidificador
Direção, atuação e dramaturgia | Fernanda Alpino, Fernando Carvalho e João Quinto
Em TecnoMagia o Liquidificador dá um passo diferente na investigação de formas relacionais com o público. Desta vez o espectador participante é recebido em uma arena de jogo composta apenas por objetos dispostos pelo espaço. Cada sessão de TecnoMagia é única porque sua dramaturgia é construída durante a sessão a partir de cartas tiradas na sorte pelo público. São doze cartas arquetípicas que norteiam o acontecimento, vão ser tiradas apenas três cartas por dia que darão o tom do acontecimento tecnomágico. Dentre as doze figuras do jogo estão: O Outro, O Monstro, Ciborgue, Fake, Troll, Xamã, A Inteligência Artificial, Stalker, Vidente, Hacker, Chullachaki e A TecnoMagia. # Mundos distópicos? Futuros? Ou estamos num labiríntico jardim? Um jardim de objetos repleto de sendas que se bifurcam cada vez que se passa por uma. Uma janela abre uma nova aba que abre um poup-up, que abre uma nova janela e assim também é composta a dramaturgia do espetáculo, um labirinto repleto de portas e possibilidades. No jogo proposto pelos intérpretes Fernanda Alpino, Fernando Carvalho e João Quinto cada pergunta é respondida com outras duas perguntas, e essas duas perguntas respondidas com outras duas perguntas cada, um constante bifurcar de questões, imagens e situações. # Toda essa multiplicidade de sentidos gera uma atmosfera onírica compartilhada com o publico que questiona a todo momento a dicotomia entre tecnologia e magia. Não seria a magia uma forma imaterial de alterar a realidade material? E o mesmo não pode ser dito da tecnologia com a qual vivemos cercados hoje em dia? Dentro do rito-cênico proposto pelo Grupo Liquidificador somos convidados a um mergulho no presente que ao mesmo tempo teme e ambiciona as possibilidades de futuro e onde nossas identidades são questionadas a todo instante .
Espetáculo | Extinção (2017)
Direção | João Quinto
Codireção | Paola Veiga
Elenco | Clara Rabello, Emanuel Lavor, Pedro Mazzepas, Fernanda Wurbauer
Dramaturgia | Coletivo Columna
Iluminação | Meimei Bastos
Preparação Corporal | Isadora Dalle
Preparação em Butoh | Ligia Verdi
Style | Romulo Barros
Coletivo Columna
Foto | Bárbara Viana
A peça:
A extinção se aproxima enquanto três personagens em meio ao tédio e as vivências cotidianas deliram em meio à sede que os permite revelar seus aspectos inconscientes mais adormecidos na relação triangular de amor, ódio, desejo, raiva e tudo que cabe num coração humano. Nesse espaço suas loucuras, assim como o ego dessas três figuras transbordam causando afogamentos e o enchimento das vias lacrimais nos derradeiros dias de um apocalipse doce.
Extinção//C12H22O11 é um trabalho submerso e afogado acerca das relações humanas em seu nível mais inconsciente, envolvendo o complexo universo psicológico do subconsciente e com este os suspense de sonhos e pesadelos que assolam a humanidade em seu misterium tremendum.
Concepção:
A concepção do Coletivo Columna, busca a fragmentação narrativa e a estética do absurdo para a exposição de crises que entremeiam a mitologia humana, de forma que a narrativa não linear é utilizada como porta de abertura ao caos interno do espectador.
Extinção//C12H22O11 foi construída a partir de sonhos e processos inconscientes, utilizando ferramentas da psicanálise de Freud e da psicologia clínica de Jung. O processo de criação do Coletivo Columna foi de encontro a pulsões internas e ainda não investigadas dos artistas e criadores, na busca de materiais de pesquisa que relacionassem-se diretamente com o universo subconsciente da recém iniciada pesquisa do Coletivo. Através de técnicas como: a hipnose, o fluxo livre de palavras e a pesquisa arquetípica com distintos profissionais das áreas, o Coletivo Columna focou-se na busca de uma construção estética capaz de relacionar-se com a narrativa e com a linguagem teatral de maneira que esta pudesse sobrepor-se sobre a lógica textual e dramatúrgica.
A peça se debruça sobre arquétipos e símbolos do inconsciente coletivo perpassando o universo religioso e de como este afeta o sistema de crenças humano, através dos símbolos sacros e da linguagem rebuscada e inutilizada na atualidade. Em cena a utilização do Latim, mesclada as figuras sânticas do catolicismo, abrange o peso da culpa e da moral cristã intrínseca a vivência latino-americana dos jovens personagens que se desnudam em meio ao caos de um apocalipse interno. O arquétipo da mãe também é apresentado em distintos contextos revelando pulsões humanas trabalhadas pela psicologia moderna, como os processos de projeção materna e o complexo de Édipo.
O processo de construção de Extinção//C12H22O11 perpassa por lugares próximos aos do teatro performativo, na exploração das fricções entre o real e o ficcional, através de depoimentos pessoais e o uso das próprias mitologias do imaginário individual, com objetivo de construir um trabalho cênico e de autotransformação, permitindo o uso da linguagem teatral em lugares de percepção do próprio inconsciente dos atuantes, e consequentemente dos espectadores.
Performance | Cinco Violências Fálicas (2016)
Concepção | João Quinto
Foto | Pedro Lacerda
Delírio Tropiquente
auto-multilação, pesadelo com facão.
sobre ser homem, e o desconforto de o ser.
Deixar-se ser... dançado.
Butoh, a dança da morte.
As mortalhas e a natureza morta
5 hortaliças fálicas (mandioca, pepino, abobrinha, cenoura, banana) são cortados em ato de violência ritual.
Performance | (IM) penetrabilidade (2016)
Concepção | João Quinto
Pós-Happening | Galeria Espaço Piloto (2013)
1º Salão Mestre Darmas de Arte Contemporânea (2016)
Foto | Manuela Abdala
Impenetrabilidade é o conceito da física moderna que explica, a partir da noção de solidez, a impraticabilidade de dois corpos sólidos ocuparem o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo. Partindo deste conceito físico, eu proponho através da relação com outro corpo (cobaia não voluntário) a penetrabilidade.
Ação:
Eu me sento em frente ao aquário e olho o peixe. Por algum tempo eu só olho o peixe, e tento não me distrair com os outros focos que meu olhar quer me levar. Eu me mantenho focado no peixe, olhando nos olhos do peixe.
Enquanto os olhares vacilam existe uma relação, um estado de tensão (pré-desastre), afeto e afetação: Entre eu e o peixe.
Durante aproximadamente 20 minutos, somos amantes protagonistas, dois corpos moldados em afeto, um centro irradiador composto de dois corpos sólidos.
eu sou | peixe é
Eu distancio meu olhar do peixe.
Frio e delicado eu toco o aquário.
Eu pego o aquarário com as duas mãos e
Eu bebo a água do aquário (2,5 L)
eu sou | aquário é
O peixe sobra dentro do aquário.
Eu pego o peixe
eu engulo o peixe
Espetáculo | Inominável (2016)
Cena | O Peso da Coroa
Concepção | João Quinto
Figurino | João Quinto e Rustang Carrilho
Direção | Similião Aurélio
Cia. Dois Tempos
Foto | Diego Bressani
Espetáculo | O Filho (2016)
Teatro da Vertigem | Elenco de apoio
Festival Internacional de Brasília - Cena Contemporânea 2016
Criação | Teatro da Vertigem
Concepção e Direção Geral | Eliana Monteiro
Texto | Alexandre Del Farra
Atores | Antônio Petrin, Mawusi Tulani, Paula Klein, Rafael Lozano e Sergio Pardal
Elenco de Apoio | Bruna Martini, Luana Rocha, João Quinto, João Pedreira, Luiza Fiuza, Nadja Djalmo
Desenho de Luz | Guilherme Bonfanti
Cenografia | Bentivegna
Trilha Sonora | Erico Theobaldo
Figurino | Marina Reis
Vídeo | Grissel Piguillem
1ª Atriz: um solo para chorar a dois (2015)
Concepção | João Quinto
Direção | Simone Reis
Cometa Cenas
Espetáculo de Rua | Os Porcos do Subsolo (2015)
Direção | Marcelo Nemevê
Elenco | Alessadra Phylip, Carmen Mee, Guylherme Almeida, Francisco Leal, Lupe Leal, João Quinto, Rodolfo Godoy
Dramaturgia | Grupo os Porcos
Direção de Arte | Amanda Rabello
Foto | Carolina Matias
Espetáculo | Macbê: sangue chama sangue (2015)
Direção | Felícia Johanson
Assistente de Direção | Yuri Fidellis
Elenco | Anna Salles, Taty Yvo, Karine Carvalho, Victoria Carballar, Victor Odecan, João Quinto, Tatiana.
Texto | William Shakespeare
Mostra de Teatro Universitário - Cometa Cenas 2015
Foto | Isabela de Andrade