Absolut in Vogue It, April 1996
h
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

Love Begins
No title available
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

ellievsbear
Alisa U Zemlji Chuda
noise dept.
I'd rather be in outer space 🛸

#extradirty
ojovivo
will byers stan first human second
Jules of Nature
RMH
Misplaced Lens Cap
TVSTRANGERTHINGS
sheepfilms
Keni
YOU ARE THE REASON
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

seen from Malaysia

seen from Philippines
seen from United States

seen from Japan

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Türkiye

seen from Norway
seen from Russia

seen from Japan
seen from Kenya
seen from United States
seen from United States
seen from Malaysia

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
@jogadasnacova
Absolut in Vogue It, April 1996
Flaka Haliti What are they thinking that we thinking that they thinking we going to do next? #2, 2019, foil print, polyeurethane resin, spray paint, galvanized steel water pipes, sand, 237 x 233 x 90 cm
Open Studios - Jan van Eyck
Maison Margiela F/W 2020 Menswear Paris Fashion Week
Valerie Snobeck
Secured Windows , 2013
Koché F/W 2020 Menswear Paris Fashion Week
John Chamberlain, Blue Brownie, 1979
by Alwin Lay
source: curatedsphere.tumblr.com
Yang Li SS/2020.
joy before the object, group show at seventeen gallery.
Simon Kilvert
Painted fabric on hanging rack. Colour/Field. Gatakers Artspace Maryborough February 4th - 3rd March.
Bando de cafonas
Por Fernanda Young, no O Globo (26/08/2019)
A Amazônia em chamas, a censura voltando, a economia estagnada, e a pessoa quer falar de quê? Dos cafonas. Do império da cafonice que nos domina. Não exatamente nas roupas que vestimos ou nas músicas que escutamos – a pessoa quer falar do mau gosto existencial. Do que há de cafona na vulgaridade das palavras, na deselegância pública, na ignorância por opção, na mentira como tática, no atraso das ideias.
O cafona fala alto e se orgulha de ser grosseiro e sem compostura. Acha que pode tudo e esfrega sua tosquice na cara dos outros. Não há ética que caiba a ele. Enganar é ok. Agredir é ok. Gentileza, educação, delicadeza, para um convicto e ruidoso cafona, é tudo coisa de maricas.
O cafona manda cimentar o quintal e ladrilhar o jardim. Quer todo mundo igual, cantando o hino. Gosta de frases de efeito e piadas de bicha. Chuta o cachorro, chicoteia o cavalo e mata passarinho. Despreza a ciência, porque ninguém pode ser mais sabido que ele. É rude na língua e flatulento por todos os seus orifícios. Recorre à religião para ser hipócrita e à brutalidade para ser respeitado.
A cafonice detesta a arte, pois não quer ter que entender nada. Odeia o diferente, pois não tem um pingo de originalidade em suas veias. Segura de si, acha que a psicologia não tem necessidade e que desculpa não se pede. Fala o que pensa, principalmente quando não pensa. Fura filas, canta pneus e passa sermões. A cafonice não tem vergonha na cara.
O cafona quer ser autoridade, para poder dar carteiradas. Quer vencer, para ver o outro perder. Quer ser convidado, para cuspir no prato. Quer bajular o poderoso e debochar do necessitado. Quer andar armado. Quer tirar vantagem em tudo. Unidos, os cafonas fazem passeatas de apoio e protestos a favor. Atacam como hienas e se escondem como ratos.
Existe algo mais brega do que um rico roubando? Algo mais chique do que um pobre honesto? É sobre isso que a pessoa quer falar, apesar de tudo que está acontecendo. Porque só o bom gosto pode salvar este país.
C2H4 S/S 2020 Menswear London Fashion Week
Pleats Please
Nancy Shaver
https://elephant.art/six-female-artists-see-independent-new-york/