Să fie pacient, terá que esperar pelo laudo oficial de necrópsia como qualquer um.
Não tem como me dar uma informaçãozinha, cara? Quero dizer, tenho que escrever sobre esse caso e é difícil fazer isso no escuro.

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Să fie pacient, terá que esperar pelo laudo oficial de necrópsia como qualquer um.
Não tem como me dar uma informaçãozinha, cara? Quero dizer, tenho que escrever sobre esse caso e é difícil fazer isso no escuro.
Olha, alguém que compre almas eu não conheço não, mas tem um cara perto da minha casa que faz uns acordos… Esquisitos, pra dizer o mínimo. Mas ele sempre consegue o que lhe pedem. Se estiver disposto…
Ah, que pena. Eu pediria o contato de um serial killer para dar cabo do meu editor, sério.
“Há diversos demônios de mitologias diferentes que fazem esse tipo de pacto. Posso te sugerir alguns, mas temo que não conheço os rituais para contatá-los.”
‘’Ei, Hades!’’, ele gritou, ‘’Pode vir pegar minha alma, nunca te pedi nada.’’. ‘’Se não tiver contato dos demônios de diversos pantões, pode ser o número de algum serial killer pra dar cabo do meu editor. Ele é um otário, eu preciso de mais tempo. Se ele não aumentar o prazo, eu vou ficar louco.’’
Comentário muito útil para minha manhã, viu? Realmente mudou a minha vida saber que passou sua madrugada em claro. Mas eu conheço alguém que posso ajudá-lo – abriu sua bolsa e procurou rapidamente o pedaço de papel vermelho. – tome o cartão. Diga que Emeraude o indicou.
‘’É apenas para você saber mesmo --- quem sabe eu não mato alguém por causa de stress e acabo sendo preso? Tem 10% de desconto se eu falar isso?’’, ele pegou o cartão da mão da mulher.
Adivinha quem ficou a madrugada inteira escrevendo? Isso mesmo, eu. Eu tenho que entregar o meu livro logo para o editor. Você conhece alguém que eu possa, tipo, vender a minha alma pra conseguir essa proeza? Estou apelando já.
Alguém viu onde eu deixei minhas chaves?
Eu mal sei onde eu deixei as minhas chaves, como vou saber onde você deixou as suas?
Você com certeza já viu Hendrik Johannes “Johan” Hugo Driessen andando pelas ruas de Las Vegas. Muitos dizem que se parece bastante com Ben Mackenzie, mas na verdade ele é um Jornalista de 33 anos de idade.
Elisa era, de fato, destemida. A menina de Rotterdam talvez tenha ficado bem maior do que os seus pais esperavam, afinal, tudo que eles queriam era que a jovem arrumasse um marido de boa condição financeira e que o mesmo pudesse dar a ela uma boa vida. Mas ‘’Lisa’’ sempre quis ser a sua própria senhora, ser mais do que uma esposa, queria ter seu nome na história. Escolheu, à contragosto de seus pais, a carreira de jornalista. Saiu de casa muito cedo para estudar em Nova York, era uma das poucas moças de seu curso. Era o começo de uma carreira de sucesso, de um legado.
Após se formar, a já crescida ‘’menina de Rotterdam’’ conheceu Philip Driessen, um jovem, também holandês, que havia acabado de se tornar advogado. Os dois se apaixonaram e se casaram. No dia 7 de Abril de 1983, nasceu Hendrik-Johannes Hugo Driessen, um menino de olhos azuis e cabelos castanhos claros que recebeu tal nome devido ao ídolo de Lisa, Johan Cruyff, gênio do futebol total holandês.
Johan era um menino curioso, sempre foi. Perguntava de tudo aos pais e aos amigos. Sempre foi uma criança quieta, mas observadora. Todos ao seu redor podiam estar prestes à virar uma piada em alguns segundos, ou alvo de alguma observação crítica do pequeno. Sempre nutriu uma paixão incrível pela escrita, sendo bastante criativo. Johan conseguia escrever uma redação enorme sem nem sentir, saía dele automaticamente.
Elisa sempre notou que o menino havia herdado dela a paixão pela informação, e que seu futuro inevitável era se tornar um jornalista. Assim como ela, ele era contestador, possuía um gênio forte, não aceitava abusos. Se queria, perguntava, e não havia quem o parasse até o mesmo conseguir a informação. O menino gostava de assistir o noticiário com um olhar atento, prestando atenção em tudo.
Entretanto, a curiosidade de Hendrik sempre foi capaz de metê-lo em enrascadas. Fazia sua lealdade baixar e ele sentir um desejo pela informação como um animal faminto deseja a carne. Perdeu amizades por causa de seu gênio, metia também os outros em confusões sem tamanho. Justamente por isso, o neerlando-americano sempre foi de uma difícil convivência, e nunca teve muitos amigos.
Quando terminou o colégio, conseguiu ingressar na UCLA no curso que todos esperavam: jornalismo. Era o primeiro da classe, seu empenho era notável, um talento nato. Escrevia para o jornal da faculdade e para uma pequena revista que ele e seus colegas tentavam levar. Possuía uma coluna onde falava apenas sobre os crimes de Los Angeles. Por algum motivo, o rapaz sempre foi fascinado por isso, amava escrever sobre crimes.
Assim que saiu a faculdade, ele conseguiu achar um emprego estável em Las Vegas, Nevada. Se tornou setorista de crimes, e cobria tudo ‘’de ruim’’ que acontecia por lá. É, de fato, um emprego bastante creepy, mas, devido aos seus contatos dentro da polícia e seu faro para informações, tudo fica mais fácil.
Já há 8 anos na cidade, o homem é conhecido por ser um dos melhores jornalistas da área e por conseguir informações privilegiadas devido aos seus contatos. Hendrik-Johannes é destinado à grandeza na sua profissão.